12 thoughts on “Quem dá é que deve ficar agradecido”

  1. delicioso (e além disso fui hoje ali buscar umas botas e saltou-me para cima uma coisa felpuda de capuz que já nem me lembrava que tinha, mesmo a jeito para o barbeiro, estou uma mistura de monge e urso quentinho, agradecido)

  2. pelos visto Ibn a tua está à venda, ou já foi vendida há muito, só assim se pode admitir que entendas esse comércio a ponto de julgares por ti

  3. Hum! Perguntou-me se estes estudiosos estariam interessados em “pensar/verificar” o efeito de aprender a aceitar ajuda dos outros….

    Dizem que receber não faz diferença mas não dizem nada sobre o efeito de ter dificuldade em aceitar ajuda….. para poder dar é preciso pessoas que aceitem “receber”

    O estudo poderia intitular-se: “Como saber aceitar aumenta a longitividade dos outros!”

  4. Sim Zêzinho, tudo tem um nome e algumas chamam-se hipocrisia!!!

    Há estudos que provam exactamente o contrário e que estudaram se alguém é de facto altruísta ou se pretende algo em troca, mesmo que não seja imediato ou material.

    Quanto à minha consciência, essa pouco importa é só mais uma entre cerca de cinco mil milhões.

  5. sim, quatro problemas:

    – o primeiro: é que hipocrisia quer dizer abaixo da crise
    – o segundo: é que são os 6 mil milhões de consciências que fazem o mundo
    – o terceiro: é que tenho de ir ao clube vídeo entregar o filme
    – o quarto: cesto da gávea em dia de chuva é penoso,

  6. – 1º – Hipocria que dizer que um de nós embusteiro se não sou eu, quem será?
    – 2º – admiti que mais de 10 das almas não tenham consciência, pois, passaram a usar prozacs e coisa do género.
    – 3º – espero que tenhas alugado o “L’Atalante”
    – 4º – não percebo essa fixação no cesto da gávea, sabes por ventura quem ia para o cesto? E o que tinham que fazer aos marinheiros para satisfação destes? Por isso vê lá bem!

  7. Ibn: não sejas chato pá, se queres andar à porrada andamos, mas para quê? Ainda por cima deves ser do Norte e eu sempre me dei bem com gajos do Norte. Mas não troques as coisas, eu não compro nem vendo nada.

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    Valupi, estive a pensar, se calhar temos a enorme sorte de viver numa época mesmo diferente num aspecto: a pulsão de morte muito orientada para a conquista de um lugar escasso na História, incluindo a pequena história, feita da sobreposição de alguns sobre muitos, pode agora ser muito derrimida com esta imortalidade digital ao alcance de qualquer um. Como tu és de psicologia ou afins deixo-te a bisca. Deve ter efeitos perversos por certo, como aqueles suicídios dos miúdos, mas era bem bom que globalmente induzisse uma dissipação. Será que é lirismo meu?

    bem, eu é xonex cedinho que está frio

  8. Z, delicioso e útil.

    Não sei ao certo a que te referes com essa da “imortalidade digital”, pois me parece muito mais frágil a condição do sinal digital (depende de outros sistemas para se concretizar, coisa que se evita com o papel). Mas é um facto que cada vez é mais fácil a cada um exprimir-se publicamente.

    Não esquecer, também, aqueles que se realizam através de outras formas de acção que não a da expressão de conteúdos de informação.

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    Ibn, compra saúde. E a saúde não tem preço, não te esqueças.
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    dina, estes estudiosos, ou outros, estão interessados em estudar tudo e mais alguma coisa. A questão que levantas é relativa a outro problema, o qual não carece de investigação para se poder aproveitar os resultados desta.

  9. repara que com digital ficamos grafados a luz no receptor, pixels (picture elements) algures num servidor, ou em vários porque há uns que se copiam aos outros, e imagino que a sensação de eternidade digital está ao alcance de qualquer um, e que possa desfazer em parte a pulsão de morte. Não te esqueças dos heróis gregos que apesar de terem um dispositivo geral de acesso à eternidade queriam ser sempre os maiores guerreiros para ficarem gravados na memória dos homens. Enfim, uma esperança.

    Em contraponto andei a ver uns poucos de vídeos e a quantidade incrível de violência pérfida que os miúdos levam dentro da cachola é inimaginável.

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