Postais pedidos

A nossa amiga Sinhã pediu para se dar atenção às rodilheres. E depois de meditar profundamente na questão, o que tenho a dizer é o seguinte: rodilheres, pela vossa saúde!

O nosso amigo Carlos Santos pediu para se dar atenção à tortura. Ele ficou torturado com o assunto e também aqui estamos perante um problema de saúde; tanto física como mental.

10 thoughts on “Postais pedidos”

  1. Também acho que os americanos não devem torturar os iraquianos e os afegãos, devem passar os respectivos departamentos de tortura para a responsabilidade dos governos locais. Só se o fizerem passa a bater a bota com a perdigota, salvando-se os “valores civilizacionais do ocidente”, não deixando que o “políticamente correcto” seja uma arma oferecida ao inimigo.

  2. Senhor Valupi,
    Pensava que este blog era um blog sério;
    Ao ler os seus posts, convenci-me que o Senhor Valupi era um homem sério que escrevia com seriedade sobre coisas sérias.
    Equivoquei-me.

  3. Pontos, já cá faltava a torneira pingente pingante do equivocos. De equivoco em equídio, o musgo só cresce a conta-gotas. Como a tortura que não parece mas é, tribunal não julga. Questão francamente rodilhada. Dúvido que a civilização tenha assim tanto valor, valores; tem autores, actores, esquimós e uma ou outra garota de programa coadjuvada por político arenoso. Porquê misturar esquimós com esta famelga? Para fazer baixar a temperatura da demanda, pois então! Por educação religiosamente assente na devoção papal, em princípio concordo com a ideia transcendente da sandes, mista, só com manteiga sem sal ou seca, totalmente virgem. De facto há posts que são mascarrilhas que se levam ao baile de debutantes e com o saracoteio das ancas ou o oscilante pendular dos pendulares pendentes acabam por cairem no caldeirão do joão ratão. Esta, certamente, a grande volúpia do senhor Valupi. E vou continuar a lê-lo, não é todos os dias que se apanha um combóio cóbói fora da estação. Por estas e por aquelas é que refino o gosto intelectual na passagem por aqui, pela outra margem dos blogues. Em lugar de me esfalfar, fato de treino vestido, peito como candeeiro a petrolino, pelas ruas e jardins encagalhoados, uma aspirina diária serve na perfeição à minha higiene mental. Amém!!!

  4. Meu avô carroceiro, de quem herdei o malho, tinha por educação exclamar, sempre que os santos silenciavam, “chiça penico”. Penica nada tem a ver com bispote, ou tem, Dona Sinhã? Será consorte? De chiça não vale jogar, nem a feijões. É desabafo infantil, entre a fralda e a cueca. Na circunstância, devo esclarecer que sou do campo, género campónio fronteiriço, e jardins é o que não falta cá pela freguesia, Dona Sinhã… Aspirinamente falando, a pergunta da Dona era mesmo para ser respondida? Chiça penica!!!

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