Pode-se tirar o homem da jota, mas não se consegue tirar a jota do homem

Os desequilíbrios existentes em Portugal são resultado de más decisões tomadas por nós mesmos. Usámos mal o dinheiro, seleccionámos mal os projetos de obras públicas, aumentámos os impostos, não abrimos a economia. Os líderes europeus não agravaram os nossos problemas, pelo contrário, ajudaram-nos.

Penso que a data do 1º de Maio pode gerar algum tipo de debate a nível domés­tico.

Estou habituado a que ao longo dos anos algumas figuras queiram assumir protagonismo em datas especiais.

Passos Coelho, mostrando como os jovens têm sempre uma visão mais relaxada das coisas e da vida

3 thoughts on “Pode-se tirar o homem da jota, mas não se consegue tirar a jota do homem”

  1. Não misturemos o 25 de Abril com o dia 26.
    O enorme Salgueiro Maia, do Largo do Carmo, nunca quiz integrar o conselho da revolução.
    Tudo o que se segue a Salgueiro Maia é secundário.
    Abaixo as vaidades de uns tantos que se julgam credores, e são, da bagunça que se seguiu ao gesto respeitável de Salgueiro Maia.
    Viva o 25 de Abril, abaixo esta gente do 26.

  2. O “Rural” por certo, ainda deve estar no campo do 24 (não no Campo 24 de Agosto) mas no de Abril… Então se não houvesse todos os outros dias seguintes, com grandes conquistas populares (a Pide não foi, por acaso desmantelada a seguir… a guerra colonial não terminou a seguir… e tantas outras coisas…). Não está em causa a figura do saudoso Salgueiro Maia, mas será muito injusto ficar-se por ele. Com os erros cometidos (e eu sei que não foram poucos) também se consolida a democracia e a liberdade, pela qual teremos de lutar, o que, pelo aspecto redutor do seu post se fica a perceber que nada lhe disseram…

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