7 thoughts on “Perguntas complicadas”

  1. Spinoza falava, e bem, da natureza, naturante.
    Há quem fale, e bem, da humana humanidade.
    Há quem transforme o “dinheiro” numa espécie de demiurgo e lhe atribua uma centralidade total.
    Há quem se movimente pelo dinheiro, pelos bens de consumo, que acumule riquezas inauditas.
    Há quem coisifique o ser humano, há quem o transforme em mercadoria, há quem o torne (veja-se os comunistas chineses…) em força exclusiva de trabalho…sem outro préstimo que esse mesmo.
    Há quem, pelo menos no plano das intenções e das narrativas politicas atribua a centralidade às pessoas, às humanas criaturas.
    Esse é, em tese de narrativa congresseira, o sentido das “pessoas primeiro”: uma centralidade ÚNICA.
    Portanto ,não há rankings, menos ainda tabelas classificativas.
    Aqui, o primeiro é igual a ÚNICO.
    Não há segundo, nem terceiro…
    Há uma velha canção francesa que dizia, e cito de memória: “les copains d’abord”.

  2. de acordo com o estudo ali abaixo, são os impostos progressivos que vêm em segundo lugar – para fazer as pessoas felizes. há, portanto, uma perfeita harmonia entre a oposição e o governo sendo que a oposição demonstra, seguramente, querer a medalha de ouro.:-)

  3. A seguir vêm os animais. E depois disso, os mortos. E depois disso, o José Carlos Malato. No fim de tudo, o Cavaco Silva.

  4. Facil : a seguir vens tu, ou melhor, tudo o que, em ti, é indigno e, também, algumas outras coisas futeis ou dispensaveis.

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