21 thoughts on “Parabéns, portugueses! Chega de dar qualificações a quem nasceu para servir os senhores e as madames”

  1. ó João Lisboa: encomendas de monografias e teses de mestrado e de doutoramento também as há às resmas e aí sim, com desonestidade intelectual – é que as novas oportunidades são baseadas na experiência de vida e nas competências que daí advêm, não havendo redacção e compilação que possa ser feita sem o vivedor porque não está nos livros. não perceber isto é estar desqualificado mentalmente.

  2. Melhorar?, aperfeiçoar? — a extraordinária exigência dos governantes não se compadece com misérias. Destruir, claro, em troca não se sabe do quê. Ou melhor, sabe-se: da continuação do nosso destino de mediocridade colectiva.

  3. Ó Lisboa, porque não vais fazer publicidade ao teu blogue da treta para outra freguesia,?

    Acredita, este blogue ficava mais higiénico.

  4. “encomendas de monografias e teses de mestrado e de doutoramento também as há às resmas”

    Não é só disso que se trata. E já seria suficientemente mau. Convém ler tudo. Por exemplo, aqui http://lishbuna.blogspot.pt/2009/07/como-diz-o-outro-esta-gente-e-um-nojo.html , aqui http://lishbuna.blogspot.pt/2009/06/afinal-o-que-me-faltava-era.html , aqui http://lishbuna.blogspot.pt/2009/12/bem-vindos-entao-as-novas-oportunidades.html e aqui http://lishbuna.blogspot.pt/2009/12/bem-vindos-entao-as-novas-oportunidades_13.html .

    Mas há muito mais. É só procurar.

  5. a zombaria segue-se naquilo que dizes para procurar: uma oportunidade para aprender, para sonhar com mais ou simplesmente para perceber o que se sabe pela experiência que é viver é sempre uma boa nova. e desvalorizar isso é, cagar na mais básica noção do que é fazer cidadania para o cidadão, estimular a ignorância.

    (muito deves gostar tu, ouvidos erectíssimos, de ouvir o sim sotôr)

  6. «Novas oportunidades»
    Torturar as estatísticas
    O PCP acusou o Governo de pretender disfarçar a baixa qualificação dos portugueses através da «manipulação estatística», enquanto, simultaneamente, «procede a um reconhecimento de competências em massa» colocando a «tónica da política educativa» apenas na concessão do diploma.
    Esta ideia foi defendida pelo deputado comunista Miguel Tiago em recente debate parlamentar centrado no programa «Novas Oportunidades».
    Sem deixar de saudar «todos quanto fazem o esforço para verem reconhecidas as suas competências», o deputado do PCP alertou no entanto para o facto de o Governo não estar «a dar nada, ao contrário do que gosta de fazer crer» – pela razão simples de que é seu «dever garantir a Educação gratuita e de qualidade a toda a população».
    Depois de considerar que o «processo de suposto milagre estatístico» não passa afinal de «uma «operação fraudulenta», em que o Executivo faz «primar o diploma sobre o conhecimento», Miguel Tiago, referindo-se àquele programa, afirmou que «não representa, em grande parte dos casos, uma oportunidade para aprender, mas apenas uma oportunidade para ser considerado “apto para o trabalho” mesmo que isso não altere em absolutamente nada as condições cognitivas do indivíduo em causa».

    Campeão do desemprego

    O deputado do PCP lembrou ainda que este Governo é o responsável pelo aumento do desemprego e pela destruição líquida de emprego, pela perda de 115 mil postos de trabalho qualificados e pelo acréscimo de 72 mil postos de baixa qualificação que são sinónimo de baixos salários e de mão-de-obra barata.
    «Como conjuga este estímulo ao trabalho de baixa qualificação com esta febre do Governo sobre a qualificação dos portugueses?», perguntou, dirigindo-se ao Ministro do Trabalho, a quem inquiriu ainda sobre o facto de os financiamentos dos centros ser feito em função do volume de certificações.
    Vieira da Silva, na resposta, invocou os dados do INE sobre a evolução da qualificação dos portugueses para dizer que o peso dos trabalhadores com mais qualificações tem vindo a crescer, ainda que, reconheceu, a «um ritmo inferior ao que seria necessário».
    Sobre o financiamento aos centros «novas oportunidades», embora afirmando que o mesmo não é definido em função dos resultados, ou seja, do número de certificações, lá foi dizendo que «os centros maiores exigem, obviamente, maiores financiamentos para ter maior capacidade de resposta ao maior número de solicitações dos interessados».

    Chapelada estatística

    O deputado comunista João Oliveira, por seu lado, insistiu em deixar claro que o PCP tem «muito respeito por todos aqueles que decidiram melhorar o seu nível de educação e formação». «Valorizamos muito esse esforço, sobretudo vindo de quem foi obrigado a uma vida de trabalho sem acesso à educação e à cultura a que deveriam ter direito», sublinhou, adiantando que «é por respeitar essas pessoas e por valorizar esse esforço» que o PCP não deixará de «denunciar a chapelada estatística que o Governo está a promover», nem de «combater este e qualquer outro governo que continue a negar aos portugueses o direito à educação e os tente iludir com diplomas ou certificações».
    Retomando duas ideias fundamentais do debate, João Oliveira lançou por fim um desafio ao Governo: «atrevam-se a pôr fim a este sistema económico baseado na exploração; desistam deste modelo económico baseado nas baixas qualificações e nos baixos salários e verão que não terão de torturar as estatísticas».

  7. oh sebento! isso é a tanga habitual dos comunas para todos os projectos não pcp, no princípio é tudo uma merda e nada faz sentido, na fase seguinte beneficia cidadãos e dá emprego passa à categoria de poderia ser melhor se fossemos nós a fazer e quando a direita acaba com a ideia passa a direitos adquiridos pela justas reivindicações dos trabalhadores conduzidas pela vanguarda da classe operária. ora compara lá o que disseram com o que dizem.

    http://www.pcp.pt/encerramento-de-centros-novas-oportunidades-0

  8. Há aqui alguém que dá uns peidos contra as Novas Oportunidades, a seguir deixa o endereço de um blog que não passa de uma autentica fossa, mas coitado ele deve julgar-se um indivíduo muito letrado, cheio de canudos, muito culto, e por isso mesmo, quer que quanto mais gente se mantiver lá nos degraus de baixo, melhor, porque o topo é para ele.
    Pois bem ó doutor, eu vivi até aos 60 e tal anos com a 3ª classe, e sabes porquê ó doutor?
    Porque não tive hipóteses, porque tinha fome, eu e a minha familia, e tive que optar por trabalhar para comer. Foi graças a um governo que tudo fez para tirar muita gente da iliteracia, que hoje tenho o 9º ano, que tenho um computador, e que aprendi muita coisa que até então desconhecia.
    É pá, se te sentes mal, tem vergonha e vai-te esconder!

  9. Rato dos canos .

    Para além de néscio nao foste ao Novas Oportunidades para aprenderes a ler

    “Aliás, em 2008, quando nesta Assembleia da República o PCP chamava a atenção para o perigo do modelo de financiamento e da própria estruturação da rede dos CNO, da sua forte dependência, quase exclusiva, de financiamento comunitário para a garantia do direito à formação para estes jovens e para estes adultos, em muitos casos, o Partido Socialista, na altura, dizia que o PCP era o «partido do bota abaixo». Infelizmente, passados quatro anos, a realidade acabou por nos dar razão no que diz respeito à precariedade dos vínculos, à situação destes trabalhadores e também à própria estruturação da rede dos CNO.”

  10. oh sebento! podes repetir à exautão que não provas o contrário do que eu disse.

    .1 – comunada esteve em desacordo com o projecto, tal como está sempre em desacordo com tudo o que não seja iniciativa do pcp

    .2 – os comunas são os primeiros a pendurarem-se nas iniciativas que desdenham, dizem que é para fazerem contestação interna

    .3 – à medida que a coisa avança, a comunada beneficia do serviço e participa na qualidade de formadores pagos. agora já não critica o projecto e tenta apropriar-se do mesmo com uma balelas de pormenor e umas cenas sindicais. a coisa rende votos e empregos.

    .4 – muda o governo e os gajos que ajudaram a eleger fodem o projecto, quilham os envolvidos alunos votantes e empregos dos professores. em vez de lutarem pelo projecto e chatearem o governo pelo fecho da loja, nada disso, a culpa e do partido socialista que fez tudo mal.

    foda-se! tenham vergonha nessa cara e assumam a merda que fizeram oh cambada de impostores.

  11. olha lá, oh sebento de merda! néscio e azeiteiro são argumentos para rebater o quê? é assim que resolvem as discussões no comité central quando a salada russa azeda? o tempo das chantagens já lá vai, o muro caiu e vocês ainda não deram por isso. resta a coreia do kim filho, alista-te enquanto é tempo.

  12. “Não vês que não tenho paciência para energúmenos alcoolizados?”

    deves tar a confundir-me com o avô jeropinga de sousa depois de um almoço de confraternização com os lateiros comunas na casa do alentejo

  13. a medida faz sentido: os putos fora da escola pública; se forem burros e tiverem dinheiro vão para o privado.
    Mas as novas oportunidades eram para quem não as tinha antes…Pois que vão para indigentes, com direito a subsídio de desemprego durante 18 meses e depois…ah, é verdade, não há plano B para quando acabar o subsídio de desemprego dos graúdos. Exterminá-los? É que nem sequer emigrávies são. Emigração só para o topo de gama. Que caraças de beco sem saída para esta gente…
    A questão é: o que faz o povo quando está num beco sem saída?

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