15 thoughts on “Onde está o Calex?”

  1. o calex continua a procurar wally papers que sustentem o processo marquês, a processar os colegas que não o apoiam e a promover petições contra o ivo rosa. até parece aquele gajo que comenta inanidades neste blogue que promete porrada a quem não o atura, ameaça com a justiça e tenta angariar adeptos para fazer levantamentos de rancho.

  2. fazer do juiz um mártir , pela mão do capeta zezito ,odiado por meio Portugal , é capaz de ser má manobra de marketing. quem foi que o aconselhou tão mal?

  3. Desta vez a idYota tem razão, infelizmente. Depois de quase canonizarem o burgesso de Mação, vai ser difícil engolirem alguma mancha no palmarés imaculado do herói declarado da direita (e não assumido de alguma esquerda).
    Só que o Sócras já não tem nada a perder e faz muito bem tentar expôr o cabrão. Duvido que a corporação permita que um dos seus seja entalado, mas creio que vale sempre a pena fazer barulho.
    É um sonho utópico, mas era engraçado aproveitarem a embalagem para rever os processos, que envolviam malta de direita, em que o patego de Mação meteu as garras e que tiveram desfechos simpáticos em contraste com a severidade justiceira que lhe conhecemos no caso Marquês e Face Oculta .
    Alguns exemplos, para memória futura:
    BPN, Monte Branco, Portucale, dentre muitos…
    Já agora, não se esqueçam que foi ele quem arquivou o caso dos submarinos.
    Ah, pois é, bébé.

  4. Os tomates dos corajosos não cabem em saladas requentadas !
    Que o PPD rompa os acordos que assina não bate com quem tem razão e dela não sai !
    Medrosos pegaram ao colo Salazar durante 42 anos !
    Abrenuncio !!!!

  5. A propósito do calex. Na pág. 17 do Público de hoje estão duas notícias bué interessantes. A segunda li-a por tabela, depois de ler “Ordem analisa queixa contra cinco médicos dos Lusíadas acusados de humilhar doente”. Gente culta, com certeza, que deve ter lido mais do que um livro em 2020. Estou a referir-me à crónica da contracapa do mesmo jornal da autoria da nova “colaboradora” que lança uma pergunta do c….: Quais os efeitos de existir uma maioria absoluta da população que não lê livros?”. Tenho por certo que os residentes deste blogue leram o Público de hoje, único jornal que leio em papel; a reforma não dá para mais e não o subscrevo online com medo de me sacarem os dados bancários e assaltarem a minha conta. É horrível o comportamento daqueles médicos, cuja influência calexiana é notória.
    A segunda notícia, “Carlos Alexandre arguido na distribuição do processo Marquês”, deixou-me assarapantado pela ousadia da jornalista Ana Henriques ao escrever: “No despacho de instrução em que reduziu quase a nada a acusação da operação marquês, o juiz Ivo Rosa já tinha levantado suspeitas sobre a forma como a operação marquês continuou nas mãos do juiz Carlos Alexandre, em setembro de 2014,,,,,…. “. Não digo mais nada. Oxalá não lhe saia caro o arrojo.
    Sobre a crise que se vive no leste europeu, Rússia /Ucrânia (se fosse só entre eles…), e o debate assanhado sobre o tema que vai por aqui, onde pontifica um encapuzado sem escrúpulos, sugiro que leiam o excelente livro “Destinados à Guerra” de Graham Allison, ed. Gradiva. Estou a reler algumas partes. O que está ali em jogo vai muito para além da democracia e da ditadura. Certamente já o leram. Recomendo que o releiam.
    (Um pedido ao sr. Camacho: Escreve-se “bué interessantes” ou bué de interessantes?)

  6. Fernando, também tive (tenho) essa dúvida. Aliás, a minha dúvida é (era) ainda maior. Socorrendo-me do teu exemplo, não sabia se usar “bué interessantes”, “bué de interessantes”, “bué da interessantes” ou “interessantes bué”. É possível que haja até outras formulações. Como é território novo, por desbravar, julgo que o melhor é cada um usar a construção que melhor lhe soar e é isso que tenho feito, é conforme me soa a “música” da coisa. Olha, é isso mesmo, uma questão de “musicalidade”.

    Peço-te um favor: não me trates por sr. Tenho ideia de teres dito aqui uma vez que foste tipógrafo. No jornal onde trabalhei 35 anos, tipógrafos, mais tarde linotipistas, revisores, jornalistas, expedidores, pessoal da rotativa, administrativos, etc., todos nos tratávamos por tu e não me dá jeito nenhum tratar-te de outro modo.

  7. mula russa responde a mula russa, já que ninguém lhe liga peva.
    bué de interessante esta explicação sobre o tratamento por tu entre mulas da cooperativa.
    se calhar tamém se apalpavam uns aos outros nas horas de serviço e recebiam subvenção estatal manter esta rebaldaria:

    “dizendo que no DN sofreu “o que nunca tinha sofrido: foi a censura dos Comunistas. Não podia escrever o nome do Mário Soares ou do Francisco Zenha que eles não cortassem”

    A ação dos jornalistas era também condicionada pela Tipografia e pela Comissão de Trabalhadores, que “começa a assumir um poder, porventura, excessivo” e que, de acordo com o director do jornal, “dificilmente se poderia combater”

    mas o melhor é ler a história do dn depois do 25 abril 74 para percebermos o que a mula russa andou lá a fazer durante 35 anos e agora receber pensão de reforma por relevantes serviços à pátria.

    https://www.redalyc.org/journal/3381/338161218019/html/

  8. Porcalhatz, pide mariconço e intriguista, alcoviteiro de vão de escada, ninguém me liga peva excepto tu. Isto quando não estás na retrete pública do instituto público onde publicamente te privatizam a pública peida, claro. Ah, já me esquecia, tu e o teu namorado, o parvalhov von cagalhov und apartheid.

  9. gostava era de saber quantos tipógrafos, mais tarde linotipistas, jornalistas, expedidores, pessoal da rotativa e administrativos ajudaste a sanear nos 35 anos que andaste a flautear no jornal de notícias.
    curioso nunca teres referido o nobel camarada saramago nas tuas amizades laborais e actividades prec-oisas. eras tu que censuravas o bochechas e o zenha e depois ias a correr mostrar ao director com pedido de aumento salarial? ou havia lá mais revisores, sensores, despertadores ou já acu-mulavas da russa? tamém usavas revólver em cima da secretária ou ameaçavas entalar o indicador do jornalista na rotativa? essas cenas que te garantiram a reforma é que a malta gostava de saber em vez do asneiredo que bolsas a despropósito de tudo e de nada, da linkalhada rt e da propaganda neo-fascista que aqui despejas.

  10. reparei agora que a caixa principal do frontispício curral da manha está relaccionada com a inauguração do banco do moedas que no primeiro dia deu 40.000 euros de prejuízo aos portugueses, fora gastos não revelados com cama, morfes e galos de barcelos para comitiva de 14 mânfios, que vieram apanhar sol e perder o avião.
    o antónio ferro e a malta do sni devem estar a rebolar de riso dentro dos caixões com tanta incompetência e pelintrice esbanjadora.

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