15 thoughts on “Olha que bonito”

  1. Primeiro sim depois….. sempre a mesma hesitação…. acho que prefiro procurar outra maneira de dizer coisas…. e logo a seguir: que mania de ver problemas em tudo.

    Na verdade agora quando me irrito: com homens, com mulheres, irmãs, mães, alunos e pessoas dos autocarros dou comigo a fazer uma coisa nova para mim. Digo: espera um bocadinho a ver se passa. Se não passar espera mais um bocadinho e pensa numa forma criativa e divertida de viver isto na proxima vez que te acontecer, ou na proxima vez que te vier à memória.

    Portanto: bonito mas curto!

  2. pois é bonito sim, noutros tempos eu não percebia isto e agora não dou muito uso mas mesmo assim é bom lembrar,

    Por isso é que gosto de ti, Z, sempre disposto a ‘trocar umas ideias sobre o assunto’.

    Ainda andas nos ambientes? No ambiente? Isso… :)

  3. Hum? eu agora é linguagens, linguagem disto, linguagem daquilo, efeitos de sentido, estou a acabar um coisa sobre o tempo e depois vou para a linguagem sagrada das árvores,

  4. Operacionalizando:

    escalitral = eucaliptos

    ISA = pai dos eucaliptos

    ISA = X

    pai dos eucaliptos = x

    conclusão: faltam-me dados

  5. A propósito deste (meta)post, imaginei um país onde as universidades tivessem cursos um pouco diferentes daqueles que habitam as nossas cidades: “direito”, “gestão de empresas”, “biologia” ou “informática”. Seriam cursos dedicados a temas como “a mulher”, “o homem”, “rir de nós próprios”, “aprender a jogar”, “a morte”, “teoria da comunicação com felinos” e “mas afinal, o que é o amor?”. Gostaria de os frequentar a todos, mas depois, de que viveria?
    Sobre os inadaptados do filme cuja imagem acompanha o post, e da vida, que somos todos nós, mulheres e homens (Miss Monroe e Mr Gable incluídos), que dizer? Às vezes as palavras estão mesmo a mais e a magia dos abraços é a sua linguagem que não requer tradução ou diálogos. E podem dar-se abraços de tantas formas… Os abraços que se dão ao telefone. Os abraços que se recebem de olhos fechados. Os abraços em que as palavras são os braços. Os abraços que se pedem quando as palavras “preciso de ti” bailam nos lábios mas insistem em não ganhar corpo. Os abraços com que se sonha baixinho, na esperança de que a voz do pensamento ultrapasse as fronteiras do ser: os teus braços são o melhor lugar do mundo para estar. Todos os abraços que colocam dois corpos suspensos entre parêntesis, formando um silêncio que não apetece quebrar. A não ser antes, quando se pede: “podes dar-me um abraço?”. Se bem que como em tudo o resto, a magia e beleza esteja em receber o abraço sem ter de o pedir, porque o outro, o homem que não percebe bem a lógica do discurso feminino (gestos e silêncios incluídos), adivinhou que era o momento de nos acolher nos seus braços, mesmo (ou sobretudo) sem saber porquê..
    Mas talvez seja melhor os homens não entenderem as mulheres. A acreditar no profeta, “aqueles que nos compreendem fazem de nós seus escravos”. E aí, tudo o que acontece entre dois abraços iria ser diferente. Mesmo que não saiba dizer como.

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