14 thoughts on “O texto mais gay da literatura mundial”

  1. Há ali muita ciência, de mais até, para quem garante nunca ter falado com praticantes. Não sei se é nesse sentido que o texto se mostra tão… gay.

  2. Não há ciência nenhuma. Há sentido de humor. Deixem-se de psicanálise de treta

    “:OP

    O maradona é um modernaço. No mínimo nunca quereria deixar de fora a natural embirração com pabeleiragem para passar por reaça. E gosta muito de mostrar como preconceituosos a meterem o lixo debaixo do tapete são os politicamente correctos. Aqueles que transformam a gayzice numa nova forma de santidade em vida.

  3. Agora a treta de defender a adopção, em nome de direito do adoptante, é uma gigantesca bacorada. No mínimo. Porque, a existir algum critério era da utilidade para o adoptado. E essa nunca poderia ser aferida em termos de “conquistas de direitos”. Mas isto digo eu, que sou uma reaça e não peço desculpa por isso.

  4. A pessoa que melhor vi combater essa ideia oportunista foi um bacano esquerdalho que chegou a colaborar no BdE. O saudoso thirdbacus. Andou 3 dias à porrada no Barnabé com o paneleirão do Boss do renas e depois ainda foi para lá, para o BdE, acabar de lhe enfiar mais umas cadeiras na cornadura.

    Foi das cenas de porrada virtual com mais ética e graça de que me recordo. Ele até teve de interromper para ir dar um giro à rua e depois voltar para a porrada.

    E tinha toda a razão do mundo. Hei-de ver se encontro esse debate que ainda pode vir a ser giro recordá-lo. Quanto mais não seja, para mostrar à esquerdalhada que não se trata de uma questão de ideologias.

  5. Infelizmente, o gosto do maradona, por parecer modernaço fazem-no parecer mais preocupado com a moral dos tigres que dos seres humanos. Ele convenceu-se que assim é que é cool.

  6. Conjugação verbal toda errada. Agora já está, saltou. Mas é verdade que há por aí uma série de bacanos hetero com tiques de aproximação a gayzice kitsh. Está a dar e agrada a todos.

  7. Claro que o texto é mais humoristico que preconceituoso.

    Penso que até as “bichas” que leram o texto devem ter sorrido, pela linguagem sem qualquer tipo de artificios, e claro, pelo conhecimento da causa pelo autor, que até se pode ter consolado com os toques de joelho…

  8. A passagem mais divertida do texto é aquela em que ele diz que o mais próximo que tinha estado de um paneleiro foi a jogar à bola com o irmão gêmeo de um.

  9. O texto foi escrito com treinada e hábil displicência, falha um bocadinho a meio da segunda metade e acaba sem inspiração. Tirando isso, que não interessa para nada num exercício de blogue, é humor do melhor.

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