O sonso

Cavaco Silva tem um perfil passivo-agressivo. Há vários sinais deste comportamento. Mas também podemos resumir tudo à sonsice. Como agora em Viseu. Disse que João Lobo Antunes é uma das figuras mais prestigiadas da medicina portuguesa e um cidadão com comportamento exemplar. Mas porquê dizer que a água é líquida? Para largar o veneno, acrescentando que a polémica à volta de Lobo Antunes é tema de campanha político-partidária. Ora, como o caso foi criado na Presidência da República, temos que Cavaco foi ao Cavaquistão confirmar que pretende atacar o Governo e o PS sem descanso. E que está metido até ao pescoço na campanha político-partidária; que tenta, por todos os meios, influenciar.

É, o cavaquismo não foi um acaso.

75 thoughts on “O sonso”

  1. Há dias num comentário o MST, disse que aprendeu com a mãe, a conhecer as pessoas pela cara. Também tenho essa faculdade, raramente me engano e quanto a Cavaco nunca me enganei. Só que sou um, não o bastante para o devolver à origem. Que é a reforma.

  2. Que queres dizer com as reticências, ainda por cima entre parênteses? Que não fazes ideia do calor que faz hoje na Mata Real? :)

  3. Ai Manuel, e que fazes do provérbio “Quem vê caras, não vê corações?”.

    A Sinhã está bem disposta graças a mim: um bombardeamento de perguntas à noite, é no que dá.

  4. Valupi, o Cavaco faz asneiras e o Sócrates?

    Parque Escolar: Estado pagou a arquitectos mais de 20 milhões de euros sem concurso

  5. O que o MST disse que a mãe lhe ensinou, chama-se em Francês, “delit de sale guele”. É grave, porque ninguém tem cara de culpado de coisa nenhuma. Desse plagiador, utilisador de avais intelectuais alheios (kipling, a mãe, etc) já não espero nada de sensato. Mas ouvir dizer que alguém tem cara de culpado por alguém que tanto predicou a presunção de inocência do pai…

  6. O Amor é patético. Anda atrás da Andorinha Sinhã.

    pedro, “delit de sale guele” não é francês. É uma invenção tua.

  7. Amor, és muito rápido!
    Já tenho visto caixas confusas, mas esta… não sei porquê, nem é hábito, não me apetece falar do Sporting. Por favor não me atires com o Cavaco. :)

  8. No caso do Cavaco estás muito bem disfarçadinho. Mal se dá por ti, Amor. Provavelmente sou eu que não estou a ver bem, ou então não acho graça nenhuma àquela forma de amar.

  9. O Amor gosta de lugares comuns, é o que estou a ver. Anda a tentar armar-se em literário e só dá em cagário do mais reles.

  10. Vamos de mal a pior. Esse Amor deve ter para cima dos 50 anos. Que frases mais banais e obsoletas. Mais, falta de imaginação e talvez grau de instrução não muito elevado.

  11. Amor,
    Se tens alguma coisa entre as pernas, vai exibi-la à tua apaixonada. Mas não venhas para aqui como uma beata mastigar «avé-marias».

  12. Eu, Amor, tenho pele escura e lábios carnudos, Cláudia e comovo-me a ver “Pretty Woman”.
    E ela que não aparece…

  13. Sabes porque ela não aparece? Porque estás sentado no sofá a ver “Pretty Woman”. Acredita que a gaja não te vai cair do céu.

  14. Não tenho por hábito destratar senhoras, desculpem-me desde já. Cláudia, és imensamente estúpida, eu estou a falar da Sinhã.

  15. olhem que já não me lembrava disto, agora é o tempo delas! Cláudia: estás convocada para começar novo quadro que aquele nome ali tem que se lhe diga,

  16. LOL, z. Uma tempestade tropical Claudette. Por acaso, hoje retoquei o quadro, aquele em que tinha metido cores a mais. Clareei para deixar respirar o quadro.

  17. Mas tu ainda andas por cá, Amor?
    Foi-se o CC, que passava o tempo agarrado aos tomates, ou melhor, ao saco que os carrega, em esgares diante de uma nebulosa C., e agora surges tu (ou o CC disfarçado), feito pinga-amor, penando debaixo da janela, tonto de paixão e a pedir uma valente penicada…

  18. Mais facilmente te largo a ti, homem (?)!!! Delicio-me com um copo dos bons vinhos verdes deste Minho que me pariu. E os maduros, meu deus! Tantos e tão perfeitos na cor, no paladar, no perfume e no corpo! Pede-me tudo, Amor, mas largar o vinho, não!

  19. É verdade, Amor. S e alguma vez falaste verdade, esta foi uma delas. Ignorante e consciente do facto, até onde possas imaginar. É a nossa condição, quando, num qualquer dia, abrirmos os olhos. Mas o facto de ser consciente da minha ignorancia não me inibe perante a vida nem perante a tua sabedoria. Antes me dá uma fantástica sensação de leveza e liberdade: não ter de provar nada a ninguém.
    Faço uma ressalva, para evitar mal-entendeidos: Aproveitei a deixa da Claudia apenas para dizer que se não gosto de papas de sarrabulho, ninguém mas poderá fazer engolir. Quanto ao resto, para mim é tão nobre o amor gay como o amor hetero.

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