O meu 29 de Setembro

Naquele sábado em que a maior manifestação dos últimos anos da CGTP encheu o Terreiro do Paço com alguns 9 milhões de valentes, estimativa cautelosa tendo em conta a força popular do PCP e sua incontável frota de camionetas e furgonetas, os quais deixaram a Capital e o capital a tremerem de medo perante uma luta bem organizadinha como só esses profissionais do poder da rua conseguem montar, estive noutra manifestação. Tão ou mais impressionante. Aliás, muito mais impressionante. Mas mesmo muito mais. Falo, e aposto que já adivinhaste, do 11º Encontro Nacional de Tocadores de Concertina.

As manifestações de 15 e 29 de Setembro, que quase mandaram o Governo abaixo, são ridículas perante este evento ocorrido no meio da Serra de Aire. Porque qualquer manifestação política corresponde sempre a uma percentagem da população total. Será que a 15 de Setembro tivemos 1 milhão de portugueses em protesto pelo País fora? A ser verdade, não chegaram aos 10% da população total. Será que a 29 de Setembro a CGTP conseguiu reunir 300 mil indivíduos em Lisboa? A ser verdade, e não é, nem nada que se pareça, tal corresponderia a pouco mais de metade da população residente ou a 10% da população da Grande Lisboa. Ora, este super-acontecimento de que vos falo ainda embargado faz com que um nico de terra onde habitam 42 cidadãos seja invadido durante um dia por 4 a 6 mil concidadãos – portanto, a população aumenta 100 ou mais vezes. E como eles comeram, beberam e bateram os pezinhos ao som das concertinas os cidadãos e cidadonas e concidadonados, olá.

Os cínicos dirão que isso não é nada comparado com os festivais de música que levam quantidades estupidamente maiores de visitantes para lugares igualmente remotos e despovoados. Mas é precisamente por isso que os cínicos são cínicos, porque um cínico está condenado a carregar com uma sensibilidade calejada e uma inteligência anoréctica. Já não se conseguem alimentar, perdem o gosto e a fome. Ficam enjoados. Passam os dias e as horas enjoados. Acima de tudo, os cínicos ignoram os aspectos essenciais do tecido espácio-temporal; no caso, de que estamos a lidar com o 11º Encontro Nacional de Tocadores de Concertina.

E estamos na Barrenta. Pouco mais do que a Rua Principal, mas ainda oferecendo a Rua do Emigrante, para partir ou regressar, e a Rua da Felicidade, para morar ou atravessar. Foi para lá que fomos nessa tarde de suave luminosidade outonal. E não fomos sozinhos, nem a pé. Fomos a cavalo, fomos a saltar e a voar através dos caminhos da serra que nos saudavam à passagem. Uma festa antes da festa. E outra festa dentro da festa. Os rostos abertos em sorriso, as mãos a tocarem medrosas ou confiantes nas montadas, olhares hipnotizados, fotografias, pedidos de miúdos e graúdos para subirem à sela. E um devir de encantamento e temor que a mera presença do cavalo desperta nos humanos. O cavalo como símbolo vivo do equilíbrio entre a natureza domável e a liberdade indomável.

Já sabes o que vais fazer aquando do 12º Encontro Nacional de Tocadores de Concertina? Exacto: vais participar na maior manifestação que ocorre em Portugal, ali num pachola fim do mundo. Cavalagem opcional.

43 thoughts on “O meu 29 de Setembro”

  1. É impressionante a forma como o pessoal do PS não gosta do CGTP.

    Temos pena mas a UGT é muito fraquinha.

    Ainda tem de comer muita papa maizena até chegar ao nível da CGTP.

    300 mil pessoas é obra.

    Só mesmo os cegos para negar a realidade.

  2. Não sou pc nem cgtp, mas deixemo-nos de tretas: a UGT, o parceiro social que assinou o memorando e sucedâneos representa 0,6% dos trabalhadores sindicalizados,isto é, não representa nada. Posto isto, e perante a alucinação vomitória do Valupi (que eu percebo, nos tempos qe correm, mesmo os mais inteligentes têm direito aos seus delírios), a saber: “Porque qualquer manifestação política corresponde sempre a uma percentagem da população total. Será que a 15 de Setembro tivemos 1 milhão de portugueses em protesto em pelo País fora? A ser verdade, não chegaram aos 10% da população total.”
    Xii…uma manifestação que não chega aos 100% da população não tem peso sociológico nem merece referência, nem sei porque te dás ao trabalho. (10% em manif é um record absoluto; este homem não sabe o que diz, lá do seu pedestal). É pena. Eu estou rodeada de amigos sem emprego que estão em desespero,e, é pena, não chegam a perfazer 10% da população manifestante, mas estiveram lá, não são números, são pessoas. E esforçaram-se por fazer voz.Voz ridicularizada aqui pelo distante Valupi, fez-me lembrar o distante Gaspar.
    Pena, que pena.

  3. felizmente temos o encontro dos concertineiros com 4.000 artistas, valha-nos isso.Isso, sim, é representativo do que este povo vai fazer a este governo. E quando isso acontecer, Val, chego aqui e digo-te ciao. As voltas que a vida dá…

  4. A UGT é igual ao PS. Finge que é de esquerda mas assina tudo o que vem da direita.
    Foi a “sabedoria” do PS, do paspalho do Mário Soares em coligação com o PSD que achou uma boa ideia entrar para o euro. Está aqui o resultado.

    Em 1996, dizia o PCP contra os habituais sábios da treta do PS:

    “O PS que na oposição dizia
    que os portugueses estavam primeiro, coloca agora primeiro que
    tudo, antes de tudo e à frente de tudo a sua política
    o cumprimento dos critérios de convergência nominal
    de Maastricht e coloca como absoluta prioridade nacional a participação
    de Portugal na 3ª fase da UEM e na marcha forçada
    para a moeda única, com manifestos sacrifícios para
    os trabalhadores e o emprego e manifesta secundarização
    da aproximação de Portugal aos outros países
    da UE em termos de desenvolvimento real, salários, nível
    de vida e bem estar social.

    Tal como já acontecera com a
    própria adesão à CEE em 1985 e com o Acto
    Único em 1992, voltam agora com a moeda única os
    vendedores de ilusões às suas habituais promessas
    de prosperidade geral, de maior investimento, mais emprego, maior
    bem estar.

    É caso para dizer que a burocracia
    de Bruxelas, os diversos governos nacionais e o grande capital
    que todos servem se tornaram especialistas nessa suprema técnica
    de nunca confrontarem as sua anteriores promessas com os factos
    e as realidades e de sempre quererem convencer os povos que «na
    próxima é que é..»

    No passado, venderam-nos a ideia
    do fácil acesso da produção nacional a um
    mercado de mais de 300 milhões de consumidores com alto
    poder de compra. Mas o que
    vimos e sofremos foi a crescente substituição da
    produção nacional pela produção estrangeira,
    com a liquidação e a ruína da nossa agricultura,
    das nossas pescas e de importantes sectores industriais.

    No passado, venderam-nos a ideia
    de que rapidamente ascenderíamos aos níveis salariais,
    de protecção social e de bem estar dos países
    mais desenvolvidos, mas o
    que vimos e sofremos foi a aproximação em termos
    de preços e de impostos e a continuação da
    degradação dos salários e de um baixo nível
    de vida.

    No passado, para nos venderem a aceitação
    do Mercado Único, até elaboraram o célebre
    Relatório Cecchini, então muito papagueado e por
    dirigentes do PSD, do PS e do CDS, em que vários «sábios»
    prometiam a formidável criação de milhões
    de empregos que, obviamente nunca ninguém chegou a ver.

    Mais tarde, em 1994, um dos membros
    do Comité Director do grupo Cecchini veio declarar, com
    toda a desfaçatez, que as elevadas estimativas em matéria
    de criação de emprego eram, em grande parte, propaganda
    ao serviço da União Europeia e que nenhum dos relatores
    tinha a ideia de que o mercado único era uma máquina
    de criar empregos! E foi mais longe afirmando mesmo que «a
    propaganda por uma boa causa» era necessária…

    No caso de Portugal, o que se pode dizer
    é que a obsessão da moeda única está
    sendo propagandeada por um discurso e com argumentos caracterizados
    por uma absoluta vacuidade.

    O primeiro-ministro, como o «pelotão
    da frente» de que Cavaco Silva tanto falava já estava
    um bocado gasto, passou a dizer a toda a hora que com a adesão
    à moeda única se trata de colocar Portugal «no
    centro da construção europeia». O Ministro
    das Finanças, esse, não faz a coisa por menos e
    declarou perante a Assembleia da República que com a adesão
    à moeda única o que se verificaria seria o nosso
    «regresso aos melhores momentos da história pátria».

    E há pouco tempo, certamente
    achando que os exemplos práticos dão sempre jeito,
    o Primeiro Ministro rapou do grande argumento de que, com a moeda
    única, até poderemos viajar no futuro por essa Europa
    fora sem precisarmos de trocar dinheiro.

    Mas como o Primeiro Ministro deveria
    saber, não é por causa da incomodidade dos câmbios,
    que hoje até se fazem em qualquer multibanco, que a grande
    maioria dos portugueses não viaja por essa Europa fora,
    mas sim por falta de dinheiro para trocar.

    E quando parte para a Europa é
    para ir vender a sua força de trabalho e procurar o que
    não encontra no nosso País.

    Estando em jogo coisas tão sérias
    como a situação e os interesses e o futuro do aparelho
    produtivo nacional, como os salários e o emprego dos portugueses,
    como a soberania do país, o Primeiro Ministro faria melhor
    em deixar-se de argumentos de pacotilha que nem sequer convencem
    os portugueses que fazem turismo lá por fora, quanto mais
    os que vivem mal cá dentro.

    A verdade é que, como o PCP tem
    afirmado sem contestação possível, o cumprimento
    acelerado dos critérios de Maastricht, significará
    não apenas acrescidos sacrifícios e dificuldades
    no ano de 1997, mas também nos anos de 1998 e 1999, até
    à criação da moeda única, e também
    depois da sua criação.

    A verdade é que, como o PCP tem
    afirmado sem contestação convincente, é que
    o facto de Portugal vir a participar no núcleo inicial
    da moeda única, longe de lhe dar qualquer especial papel,
    peso ou influência na construção europeia,
    torna-o sim ainda mais prisioneiro da política neoliberal
    e mais amarrado e atado às inspirações, ditames
    e interesses dos países mais desenvolvidos da União
    Europeia.

    A verdade é que, como o PCP tem
    afirmado sem refutação, é uma profunda insensatez
    supor que passar a ter, de forma absolutamente artificial, uma
    moeda forte, é o grande remédio para um país
    com uma economia fraca e atrasada do ponto de vista relativo.

    E é um acto de cegueira política
    não querer perceber que a sujeição às
    políticas únicas monetária e cambial já
    impede hoje, e impediria no futuro, que a economia portuguesa
    cresça a um ritmo substancialmente mais rápido que
    a da média comunitária, o que significa o abandono
    de qualquer perspectiva seria de convergência real.”

    http://www.pcp.pt/interven%C3%A7%C3%A3o-de-abertura-do-xv-congresso

    Bardamerda para vocês e mais o PEC que vos pariu.

  5. tão lindo: rasgar as serras a cavalo, ouvir os estalos das folhas secas e sentir o vento a acariciar o rosto e o cabelo. e depois ouvir a concertina, aconchegar a pançolina e dançar o solidó. :-) deves parecer um príncipe, é como imagino, a montar e a descer do cavalo. e concertina, sabes tocar? de que cor tinhas as calças?

  6. as manjfs da cgt,são uma especie de bolha no psi 20. vamos todos fazer contas: 68 autocarros que partiram da 2 cidade do pais,todos lotados temos:68 x 50 manifs.= 3400. vou fazer o favor de multiplicar este valor por 18 distritos (açores e madeira incluidos) temos = 61200. como sou generoso com o movimento sindical,vou multiplicar este numero x 2 = 122400. perante esta genorisidade! digam-me lá de onde vieram os restantes 177600. (um pequeno pormenor do algarve vieram dois autocarros e coimbra 3. Como as vinganças servem-se a frio estou aqui a desmontar as manifs.da central que se diz defender os trabalhadores nas palavras,mas nos actos só os atraiçoa.trabalhador descontente é um presa mais facil para os designios dos patroes da cgtp. conheços de todo os lados sindical e cts. As honrosas excepçoes quando já reformados mandam literalmmente foder o Partido comunista portugues, por estarem fartos de tanta democracia….

  7. vocês são incríveis: vem a nós um texto sobre o que é o folclore do sentir, sobre a liberdade – a verdadeira -, sobre a real manifestação de nacionalismo e só falam de interesses e de partidos políticos? puta que pariu o grande quadrado onde vivem!

  8. (sim, estava mesmo á espera dessa. Igualmente)

    não que seja relevante, mas para ajudar nas contas, Nuno CM, para fazer os 200.000(?), ou “nove milhões”, como diz o Val, convém ter em conta os que não foram levados de camioneta, que residem na Grande lisboa ou perto, que não são da CGTP, nem do PCP.
    É que estes são a maioria e andam aí…

  9. Tendo em conta este relato do Valupetas, não se pode negar que o seu 29 de Setembro foi mesmo uma experiência espectacular e de outro mundo. Passeou pela Rua da Felicidade (da Felicidade!), voou (voou!) através dos caminhos das serras que o saudavam (que o saudavam!), saltou de festa para festa, viu sorrisos, euforia e olhares hipnotizados (hipnotizados!) nos rostos do pessoal festivaleiro, e até assistiu a montadas (a montadas!). «Ganda trip», meu! E isto tudo porque havia cavalo (cavalo!) para toda a gente. Até a criançada queria subir à sela para andar no cavalo, essa coisa maravilhosa que a natureza criou e que provoca um devir de encantamento e temor (encantamento e temor!). «Ganda moca», meu!
    Valupetas tem lá cuidado com isso! Não abuses da coisa, porque é evidente que já estás na fase da ressaca e de quem já não sabe o que diz. Esse teu gosto e fome por mais, e mais, levam-te ao delírio e à loucura, como as tuas obsessões com as manifs e os seus números e tendência para as desvalorizar revelam. É evidente que o encontro em que estiveste não teve nada que ver com concertinas, mas sim com heroinas. E que tu não andaste a passear no meio da Serra de Aire, mas sim no meio do Casal Ventoso. Trata-te, pá!

  10. olha que desalmado infeliz o que não vê alegria no que o outro diz! olha que arruaceiro do olhar, o que não vê nos olhos dos outros senão um remelar! olha que falso, és tu, artesão, ds, tu que fazes palavras em série e descuras as qu’ele faz à mão! e se outros vivem, enfim, no quadrado – tu vives na cova mais funda que há: a da cegueira da alma que te faz, não aleijado, defunto vivo dos vivos emigrado.

  11. Ceguinha de alma e de inteligência és tu, ó Ofeia! O paleio alegre que tanto te seduziu só teve um propósito, mas está visto que és incapaz de ler o que se esconde detrás de tanta poesia barata, ou de um simples título que já diz tudo àcerca do que está em causa. Como já disse o outro: o Reino dos céus (o reino dos inocentes e dos iludidos) é dos pobres de espírito, dos que são facilmente hipnotizados, ou manipulados, por palavras «feitas à mão», como é o teu caso.

  12. Edie,já considerei nas contas, todos os distritos com o maximo que o porto atingiu 68 autacarros.achas que sairam prejudicados? nos dezoito distritos tambem considerei lisboa com 68.lembro-te que coimbra teve 3 autocarros algarve 2 e já agora viana do castelo 1.Edie acho que estou a ser justo.nenhum outro distrito com excepção de lisboa, teve os valores do porto.madeira e açores tambem considerados,acho que não vieram de aviao.

  13. nuno CM,

    acho que perdeste o ponto principal. As pessoas não estão, na sua maioria, a ser levadas em camionetas para os locais das manifestações: vão pelo seu pé, independentemente de quem deu o pontapé de saída. Reduzir estes fenómenos sociológicos a eventos da CGTP, fabricados com gente manipulável que meramente se deixa arrebanhar, leva a que, mais que relativizar a importância e peso dos militantes e sindicalizados, se acabe por menorizar a importância, motivações e força dos restantes.

  14. Olha que escapei por pouco a estar presente nesses encontros. O meu pai tocava acordeão e achava que eu tinha umas mãos óptimas para aprender a tocar. Pela forma como descreves o evento, quase que fico com pena de não ter aprendido. :)

  15. Não recordo o nome, mas já atravessei tantas vezes a Serra, passando por Porto de Mós, que se nunca passei pela Barrenta, andei lá muito perto. :)

  16. guida, não recomendo nada, porque só lá fui uma vez e comi um normal bacalhau. Estava era curioso, pois poderias conhecer e seres tu fazer recomendações. Mas quais os restaurantes na zona – uma zona larga que pode ir até Leiria – que aconselhas?

  17. só vi agora o que me disseste, nuno cm. não me derreto com elogios nem me desfaço com ofensas com facilidade, descansa. :-) fico é abismada com a cretinice de gente assim que só encontra o mal, o pior, nos outros e que faz da inocência um grande defeito. e depois também há os que exploram a inocência. enfim, há de tudo.

  18. Valupi, a verdade é que em matéria de restaurantes também não conheço grande coisa. Sei que há uns sítios onde se comem uns queijos fantásticos, que, confesso, nem fixo o nome por não ser apreciadora de queijos.

    Dentro do Parque Natural, a minha aldeia favorita, onde, para além da serra, descobri uma comunidade que não pensei possível tão perto do sítio onde vivia, nem sequer tem um restaurante.

    Seja como for, recomendo, não só pela ementa, mas, sobretudo, pela extraordinária vista, o restaurante Terra Chã, em Terra Chã. :)

  19. vai antes ao “piadussa”, na pia do urso, +- 6 km da barrenta, aproveitas e vez uma aldeia recontruída à maneira. se quiseres boa vista e óptima comida vais mais acima aos “abóboras”, nos andreus, pede uma cabeça de peixe e depois espreitar as estrelas no telescópio ao lado.

  20. Edie ,com toda a simpatia,acho que nas manifs de lisboa, as pessoas da capital possam vir a pé ou nos tranportes publicos fora disso a pé só a fatima!

  21. Guida,concertina e acordeão são parecidos mas diferentes.a concertina é mais facil.se quer ouvir o seu som ouça canario a tocar e acantar ao desafio e o quim barreiros.Não desista,tenho dois amigos com mais de 50 anos começaram a tocar,e já participam em romarias como da senhora d,agonia e nas feiras novas em ponte de lima.

  22. nuno CM, sei que a concertina é mais fácil e também mais leve, mas a verdade é que não tenho, nem nunca tive, grande queda para aprender a tocar um instrumento musical. :)

  23. a ir, guidinha, vou comer a tua casa qu’a vista é picante. :-)

    (ai nuno, que ganas me deste dos petiscos de Ponte de Lima. agora vou ficar a ougar.) :-)

  24. Olinda,apareça lá um dia,para ouvirmos as concertinas, provarmos a gastronomia do alto minho, e deliciarmo-nos com a beleza dos seus trajes regionais.

  25. edie,falei de numeros somente para repor a verdade.Com esta mentira, tive que conviver durante muitos anos, nomeadamente no periodo do ultimo um governo que defendi e continuo a faze-lo aqui no aspirina.Não critico os que lutam como eu por uma vida melhor,critico é todos os que se servem da desgraça alheia para na minha opinião, atingir objectivos exclusivamente partidarios ja que em termos sindicais,vamos de vitoria em vitoria até até a derrota final.A prova do que digo,é a cada vez menor sindicalização dos trabalhadores.A repressão patronal não justifica tudo.

  26. é desta que os candeeiros fundem e as eólicas rodam ao contrário produzindo energia negativa. não te esqueças de convidar o da benedita que fica lá perto.

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