O desemprego está quase a acabar

Em Portugal há quem prometa acabar com o desemprego empregando toda a gente no Estado, o PCP e o BE, e quem prometa acabar com o desemprego acabando com os impostos sobre as pequenas e médias empresas, o PSD e CDS.

Já só falta que estes partidos consigam fazer chegar as suas promessas ao eleitorado.

27 thoughts on “O desemprego está quase a acabar”

  1. Não sei até quando as pessoas vão continuar a fingir que não percebem que o desemprego é o subproduto inevitável do desenvolvimento cientifico e tecnológico. Os governantes preferem assobiar para o lado ou ir compondo o ramalhete e os senhores das oposições optam por debitar demagogia bacoca. Os economistas, esses iluminados, parece que tiraram um curso onde a única coisa que aprenderam ffoi fazer contas de somar e diminuir, multiplicar e dividir. Deve ser por isso que são sempre apanhados com as calças na mão quando surge uma crise qualquer… A vida passa-lhes ao lado. E ainda há gente que pensa que eles podem salvar a pátria. Vejam o contributo do presidente economista para a presente crise: «Portugal está numa situação insustentável», vulgo, bancarrota. E não faz muito tempo, antes da crise, dizia que o governo estava no bom caminho…
    E ele pensa que as pessoas não têm memória! A sorte do senhor economista presidente é que tem a seus pés um jornalismo desmemorizado, irremediavelmente “encrespado”.

  2. deixa cá ver…acho que o botas fez um mix dos dois : empregava gente no estado , com uns salários adequados a quem fazia pouco , e não massacrava as empresas. o pais era pobre , claro , mas agora tb é..
    e ele há bué trabalho , só a fazer comida empregavam logo uns milhares , mas claro , vem bastante droga da américa do sul e outros sítios lá longe , né ? e ele há que disfarça-la no meio da fruta.

  3. Muito, muito, muito bem, Mário! É isso mesmo! Pena é que obstinadamente se fechem os olhos a esta verdade elementar. Pena é que as oposições, na mira de mais uns quantos votos, se limite a vociferar com a mais desavergonhada demagogia. Esquece-se ou faz por se esquecer que o mundo atravessa a mais radical mudança que alguma vez experimentou. Esquece-se ou faz por se esquecer que o mundo em que viverão os nossos netos, pouco ou nada terá a ver com aquele em que hoje vivemos. Esquece-se ou faz por se esquecer que o contributo honesto que poderá ser dado para minorar os naturais sacrifícios que esta mudança irá impor, consiste em tudo fazer para que este facto evidentíssimo seja entendido por todos. Penso naturalmente no “senhor economista presidente” que, enquanto presidente e principalmente enquanto economista, melhor do que ninguém deveria entender isto e deixar-se de “encrespações” a todos os títulos lamentáveis. Para não dizer outra coisa!

    enquanto presidente deveria

  4. Qualquer uma das soluções é fabulosa. Venham elas para o eleitorado perceber o seu significado. O eleitorado, quer dizer… (esse não é estúpido…) as forças sociais que as propõem. A dinâmica da globalização até permite que seja um ano uns, outro ano outros.

    Isso é que se queria ver. Mas era preciso que tivessem coragem.
    Restos da estação patética. Por sinal, permanente.

  5. ah , claro , as máquinas autoreproduzem-se , a investigação também , os robots cuidam da gente , as alfaces autoplantam-se e os peixes são teledirigidos para os nossos pratos.
    admirável mundo novo!!!!

  6. Continuam a especular que temos muito desemprego, nós temos pleno emprego, o que temos é excesso de população.
    Só assim se entende as politicas de quem nos governou, ao longo de 30 anos.
    Que em vez de se fazerem politicas para nos tornarmos o mais auto suficientes possível, apenas se importaram em desenvolver politicas, para os grandes grupos económicos fazerem dinheiro de qualquer forma, hipotecando assim o desenvolvimento e a criação de emprego para a população.
    Sai mais barato importar os produtos.

  7. Jojo,

    conseguiste ultrapassar de uma penada o PCP, o BE, O CDS e o PSD na originalidade da solução. Portanto, se os países deixarem de fazer importações, acaba-se o desemprego. Ó Messias, ó Luz!

  8. Eu cá concordo com o Jojo. Deve ser mulher , só pode , tanta sensatez não faz parte do patrimó
    nio genético masculino ( não é que andam por aí na bloga a discutir utopias , os gajos ?) ou então é a excepção e tal da regra.
    Tenho uma cena para te explanar , V ( eu até gosto de ti , como sabes ) : é a direita , o Deus , os demónios do vício , e o paraíso no ceú ; é a esquerda , os homens anjo , os demónios capitalistas , e o paraíso na Terra. Tu sabes-me dizer quando os hoimens deixam de brincar aos clubes , ideologias , utopias e quejandos , e a gente pode viver num Mundo como ele é ?
    Mulheres , ACORDEM , com eternas crianças , adoradores de clubes onde rapariga não entra ( padrecas , maçons , opus e podia passar a noite a debitar onde temos lugar submerda ) o mundo jamais será habitável. A gente tem de mandar durante uns tempos , até haver uma real mediação.

  9. “politicas para nos tornarmos o mais auto suficientes possível”
    ahahahaaaa………..
    Há trinta anos que não me ria tanto.
    (com as devidas e merecidas desculpas jojo)

  10. O meu riso foi de insensatez. As minhas desculpas.

    Claro que nós devíamos ser auto-suficientes.
    Auto-suficientes do tipo… Cuba! Mais ou menos?
    Do tipo Rússia tirando a parte do nojo? Junta-se a Coreia do Norte? Não!
    Tipo China? … Boa! À conta da maior miséria social compramos uma das maiores desgraças da actual sociedade desenvolvida.
    Ganda nóia!

  11. es tolo Traquinas, não tarda a escola vai ser isso mesmo : autosuficiência prática.
    tu não sabes que a um movimento ( os xpto trabalhadores pseudointelectuais , doutores no desemprego ) se sucede o seu contrário ( os necessários trabalhadorrs manuais , cada vez mais escassos ).
    fico piurça com a incapacidade de pensamento a longo prazo dos totós alienados pela propaganda I&D.
    valha-nos a noruega.
    E olha , eu tenho um sexto sentido , muito apurado picante : nasci com ciência infusa. coisas de meiga celta.

  12. E onde é que eu disse que as actividades intelectuais deviam arrasar as manuais? A maior parte da experiência profissional até diz o contrário.

    Nesta era de globalização, contesto toda e qualquer visão redutora de auto-suficiência programática e instituída para o desenvolvimento. Parte dos actuais problemas que atravessamos são o resultado dessa visão do cavaquismo. Mas há muito para discutir no assunto e, bora aí.

    Relativamente ao I&D então, discordo em absoluto. Não é uma bandeira que se empunhe, é uma realidade que nos dá ou retira vantagens em qualquer parte do mundo.

  13. região…traquinas , que com provável governo/justiça mundial , estado nação é lixo.
    se achas que sou tola..digo-te que nos blogs xpto e tal já há ecos de moedas mundiais e tal : coitados , acham que vão ser eles a lucrar , não vão. digo-te eu. podes acreditar nos putos , têm uma cabeça muito à frente , não querem saber , está tudo na net , querem fazer , não está na net : a internet , as redes sociais para alguma coisa transcendente iriam servir , né?. A Deusa escreve direito por linhas tortas e eu também.

  14. Cala a boca TRAQUES. Não me envergonhes. Ó ARROBA PONTO COME, oube lá tu tens uma expressaoe interessante, pá.
    mas tens um sexto sentido, conta aí és do mesmo sexo ka mie? Indefinido para o que queremos e defenido para o que queremus. POrra, hoje já me fartei de ascrebere bem.

    Num sei se te dê um avraço, ou te aperte o vacalhaue, preciso de maije elementus.

  15. Não acho nada. Constato a globalização em muitas vertentes e regozijo-me com isso. Farta de pequenos feudos está a humanidade. O multi-culturalismo é um fabuloso motor intelectual. Acredito muito mais nisso do que na dinâmica da irreverência pós adolescência e fases subsequentes que sempre existiram com os resultados que são visíveis. Nós é que escrevemos. Torto e direito.

  16. Para a @ dos seis sentidos

    Ninguém está à espera que as couves se autoplantam mas também não consta que tenha sido o trabalho humano a criá-las ou a inventá-las, tal como um dia inventou a charrua ou o tractor. Evoluindo da charrua para o tractor vê-se um homem só lavrar um campo em meia hora, quando no tempo da charrua eram necessários um dia inteiro e uma dúzia de par de braços, mais as infelizes alimárias tangidas a varas de aguilhão afiado.
    Parece-me, querida Arroba, que vês a finalidade da actividade humana apenas como a garantia da sobrevivência da sua espécie animal. A arte da culinária ou o vituosismo da música e da dança são inutilidades que o homem-animal pode dispensar. Assim como a irrequietude do seu pensamento e da sua imaginação que o fez, precisamente, embrenhar-se na investigação científica e criar o novo mundo da tecnlogia.
    Na tua ideia, o homem devia ser como o jumento, vivendo do pasto ou da palha do palheiro, por milénios a perder de vista…E podes crer que é feliz assim. O preço a pagar pelo génio humano que somos é, por um lado, o desassego da alma e são, por outro , os subprodutos inevitáveis da nossa inexepriência, como é o caso do actual «flagelo do desemprego».

  17. #@#

    “podes acreditar nos putos , têm uma cabeça muito à frente , não querem saber , está tudo na net , querem fazer , não está na net : a internet , as redes sociais para alguma coisa transcendente iriam servir , né?. ”

    Tradução, por favor. Isto deve ser muito à frente, vai daí as minhas básicas noções de português não me permitiram descodificar. E se tentar, corro o risco de entrar em trabalho intelectual. Imperdoável.

  18. TRAQUES

    Isso é que é escrita pá. Bué da porreira. De certeza que és arquitecto? Olha que eu começo a olhar para ti com outros olhos.

  19. Quando já não houver guito para importar.
    Estes doutores até hortas vão fazer na Avenida da Liberdade.
    E vão começar a comer pedrinhas da calçada, e sopinha de alcatrão.
    É só rir santa ignorância com rasgos de sabedoria.

  20. A solução governativa para o grave problema do desemprego também parece não resultar.
    Quando o “estado social” impele portugueses para a sorna, e estou a falar da propalada falta de braços para as vindimas no Douro, deveria troar a campainha da segurança social.
    Ou se concedem com extremo rigor os complementos solidários para idosos, medicamentos gratuitos, RSI, se aplicam cotas de progressão para toda a função pública, incluindo naturalmente todos, mesmo as vacas sagradas do Ministério Público e juízes, libertando-se recursos necessários para o investimento, ou…temo o pior.
    O crescimento do estado social sem critério rígido de sustentação, sem tectos máximos definidos, é um dos pontos fracos do governo Sócrates.
    Estado social que, aliás, se encontra em fase de recuo. Espero que o avanço se faça, de futuro, com passos mais sólidos. Antes que a direita acabe com ele.
    O PCP e o BE não jogam neste campeonato.

  21. jojo,

    Então andas-me a promover a sopinha de alcatrão, um produto importado, porra?
    Como profeta, desvaneceu-se um pouco da tua luz.

  22. toute a ber.
    Aos iluminados.
    Edie:
    Porra tens mais olhos que barriga, todo o alcatrão já importado e aplicado não te chega?

  23. Mas JOJO, temos doutores iluminados desde o tempo do Marquês de Pombal, porra, são muitos desde aí. Diz aí uns nomes, pá.

  24. Carida toutaber, abiseite tavas mal esfarçada. Nã sei das tuas dubedas. Parece-te que violei alguma regra de axpressão?
    Nã mudes dolhos. Os nossos são os melhores do mundo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.