Novas da década perdida

Solar has reached residential parity in many regions, and utility-scale parity will follow over the next few years. Some U.S. utilities are already choosing to build solar farms instead of gas plants to deliver peak loads based on pure economics.

In Germany, Spain, Portugal, Australia and the South-West of the U.S., residential-scale solar has already reached grid-parity with average residential electricity prices,” Citigroup analysts Shar Pourreza, Jason Channell and Timothy Lam wrote in their report. “In other countries grid parity is not far away. We forecast that grid parity will be attained by Japan in 2014-2016, South Korea in 2016-2020 and by the U.K. in 2018-2021.”

On the other hand, China, India, Russia and Saudi Arabia will not attain grid parity until after 2020, despite good solar conditions in some regions, due to their low residential electricity prices, which are subsidized by the state, the report says.

Can Solar Challenge Natural Gas?

9 thoughts on “Novas da década perdida”

  1. não neste século: a demanda de energia cada vez é maior e o gás irá ser, a par das energias renováveis como a solar que não tem ainda criadas condições técnicas para vingar, o número um no consumo : está por explorar ainda o fenómeno da supercondutividade que permitirá reduzir fortemente a necessidade da resistência eléctrica.

    mas era tão bom usar apenas a radiação limpa do sol que, no entanto, também correrá risco de esgotamento se igualmente não se investir forte na energia, por fusão, nuclear.

  2. O investimento no solar e no eólico é uma opção estratégica fundamental, para Portugal. Como se vê, o governo laranja não tem competência técnica para decidir sobre a questão.

  3. também não me parece bem, joãopft, que façam do corte das pensões de reforma o crédito para investir no sol e no vento. é que a maioria dos reformados passou novamente a aquecer os pés com sacos de água quente. isso seria custear a oportunidade da insustentabilidade do bem-estar para a sustentabilidade dos recursos energéticos. calmex com o delírio senão daqui a nada lembram-se de pedir um credigross para o sol.

  4. Mais interessante é verificar como é que o “lobby” do petróleo consegue estancar tudo o que toque nos seus interesses!

    Cá por mim prefiro o aproveitamento do Sol do que o gás, pois penso que os custos de exploração serão mais baratos, e será mais simples e conómica a sua implementação em áreas de baixo consumo.

    Quanto às opções do governo do Coelho, mais uma vez, e para não destoarem das restantes, são de uma estupidez inconcebível, mas que se há-de fazer, eles não vêem mais, coitados.

  5. Portugal é estupidamente dependente de energia importada quando, com o sol que têm, o vento e as barragens , bem podia ter grande parte dessa energia cá produzida.
    O investimento inicial será de facto custoso mas as gerações futuras ( aqui ninguém se recorda delas) beneficiarão imenso da redução da factura de dependencia energética que temos.
    Sobretudo porque o petróleo vai atingir valores inimagináveis nas próximas décadas.

  6. gato vadio. o petroleo é um bem finito.não te esqueças do esforço de josé socrates no campo das renovaveis.

  7. Olinda

    “mas era tão bom usar apenas a radiação limpa do sol que, no entanto, também correrá risco de esgotamento se igualmente não se investir forte na energia, por fusão, nuclear”

    Amiga, o que é que puseste no bolo?

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