17 thoughts on “Nós”

  1. O teu nós. Percebo que queiras dizer que “nós todos somos noruegueses” mas deixa no ar a divisão maniqueísta entre nós, os bons, e eles, os maus…

  2. Aqui a edição é ditatorial…
    (‘brigada, gaijo)

    É mais o contrário, tenho pouca fé na existência de bons não maus.

  3. O terrorismo é uma invenção europeia e tem séculos. Esse cartoon dirige-se a maluquinhos.

    Na minha noção de culpa também há vontade e livre-arbítrio, caso contrário seria impossível a aplicação da Justiça. Ainda não se levam os animais a tribunal, pois não?

    Continuo sem entender a tua posição.

  4. Invenção europeia? Que eu saiba Deus dinamitou, ou lá que raio fez ele, a Torre de Babel.

    Valupi, independentemente das razões que a isso levaram, os maus, os terroristas, eram sempre eles, os outros, tal qual como os violadores eram sempre os desconhecidos e as casas eram trancadas com medo do que vinha de fora. Temos vindo a aprender que não é assim, não temos?

  5. Teresa, continuas num registo críptico. Afinal, há ou não há inocentes para ti? É que é só isso que está em causa, seja lá qual for o crime. Neste caso, os noruegueses que manifestaram a sua dor na rua, empunhando flores, não me parecem culpados. Os que morreram e ficaram feridos nos ataques também não. Assim, é neste grupo que me revejo, a que me sinto pertencer. E este grupo, nestas circunstâncias, não se confunde com os outros, aqueles que causaram a dor agora expressa desta forma ou que a validam por actos, palavras e omissões.

  6. era só o que faltava viver com medo dentro de casa ou na rua só porque andam, por aqui e acolá, mascarados de gente, monstros à solta que, por falta de coragem de se massacrarem e brutalizarem, projectam a sua monstruosidade nos outros – o suicídio deveria ser uma prática estimulada pela legislação: evitaria, certamente, a confusão dos conceitos de culpado e inocente.

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