Não é um exclusivo da esquerda imbecil: o fanatismo foi sempre alérgico à inteligência

A nossa amiga De Puta Madre deixou-nos uma excelente sugestão relativa ao conflito israelo-palestiniano, convite para ouvir alguém com a autoridade da terra e do sangue. Uma hora passada na companhia de Amos Oz, eis a oferta. De caminho, explica-se o fenómeno que leva os imbecis da esquerda imbecil a escolher o lado do Hamas: fanatismo.

Anda cá.

47 thoughts on “Não é um exclusivo da esquerda imbecil: o fanatismo foi sempre alérgico à inteligência”

  1. Obrigada por dares destaque ao Amos Oz, a Pessoa mais razoavelmente saudável y sensata que tomei conhecimento face a este conflito. De reforçar que Amos Oz, o Pacifista, considerou inevitável y necessária esta última acção de Isreal em defesa da sua identidade, território y segurança nacional.
    ………………………..
    Marco, eu transteri do teu blog o texto do Amos Oz. Bom encontrar-te para te agradecer tb. ( Postei no início do do conflito).
    ………………………….
    Y já agora, aproveito para sugerir a leitura do livro dele: Amor E Trevas. Tenho a esperança que quem levanta a voz em coros que marcham pelo mundo fora embandeirando a negação do direito a Israel aos Israelitas se questione um pouco mais sobre se não estarão a falar de cor, como papagaio domesticado, sem ter noção do conteúdo daquilo que a sua voz estridentemente dogmatiza.
    ………………..

    PS.: Sou Católica como sou do SCP ;)

  2. é claro que não existe possibilidade de diálogo entre um imbecil como eu e um idiota como o Valupi
    o apelido Oz traduzido quer dizer Força, ou seja a mesma mensagem subliminar que Hollywood vem despejando sobre as massas espectadoras amorfas e ingénuas com p/e “A Feiceira de Oz”, Êxodus, “A Sombra de Um Gigante” e outras peças mediáticas Sionistas.
    Hamas Oz é um tipo que tem acesso às páginas do pasquim de José Manuel Fernandes onde disse textualmente isto durante o recente ataque genocida a Gaza:
    “para o Hamas, se morrerem israelitas inocentes, isso é bom; se morrerem palestinianos inocentes, é ainda melhor (…) Israel é um país, o Hamas é um gang”
    é um bom exemplo de multiculturalismo, este judeu trauliteiro.
    Como é que os palestinianos conseguem matar seja o que fôr é que ninguém consegue explicar, excepto escarrando overdoses de propaganda abjecta, aliás desmistificada pela própria ONU.
    (peço desculpa pelo tempo que tomei aos leitores, com esta crítica à “sugestão” da besta do Valupi)

  3. Xatoo, Lá tás tu no “estridente”. Y não é “Hamas”, é Amos (!!!). Y o teu Hamas é que se tomou um pouco pelo hollywoodesco: quanto mais carnificina infantil maior o ganho de bilheteira na voz ecoante de coro. Logo toca a se escudarem em escolas. Ou tivessem eles grande respeito pelas Mulheres y pelas Crianças.

  4. É, este Amos Oz tanto consegue escrever coisas pertinentes como aquando da Invasão do Iraque- como asco puro- como quando se tratou do shock and awe do Líbano.

    Quanto às militãncias em prol do fanatismo israelita têm outro nome andam na moda- ateísmo militante e uma boa dose de estupidez natural.

  5. E não, nunca poderia ser uma católica a trabalhar para quem tem o lobbie mais poderoso.

    Tinha e tem de ser feita por mercenário. Os ateus militantes são sempre os mercenários com maior disponibilidade- trabalha por contra de qualquer religião contra outra religião e geralmente escolhem a que paga melhor.

  6. O fanatismo que se julga superior por ter aprendido a votar à conta do Êxodo e, em regressando, mostra que está apenas tão bárbaro e com armas mais poderosas do que estaria se não tivesse saído é o exemplo máximo da crença que somos superiores por fazermos merda com consciência dela.

    E quem compra merda bem embrulhada porque só sente o cheiro da que está a céu aberto, é um caso evidente que a falta de inteligência e de cultura também se disfarçam pelo embrulho.

  7. O grande imbecil é sempre aquele que se julga fora do molho por chamar imbecil aos outros.

    A prova do fanatismo e da estupidez das rábulas sionistas vê-se na forma como se teme incomodar uns e se faz gala em insultar os outros.

    Á custa da trampa do labrego kosher em tamancas- são capazes de chamar liberdade de expressão aos ataques mais soezes à crença dos outros.

    E, aquela trampa de filme, podia ser igualmente ilustrada com passagens do Talmud que batia aos pontos a desumanidade religiosa em comparação com o Corão.

    Mas, por causa da bimbalhice do mercenário que até defende a proibição dos árabes falarem na sua língua no espaço público, são capazes de engalanar e insultarem os islâmicos.

    Então- pegue-se no exemplo paralelo.

    Á custa de um mero filme da Paixão de Cristo, os seus bons fanáticos, mascararam-se à holocausto e fizeram a rábula mais grotesca que qualquer pessoa poderia fazer- querer proibir o visionamento de um filme banal.

    Onde estavam na altura os denunciadores do fanatismo e da boa da liberdade de expressão?
    Calados que nem ratos, porque o anti-semitismo até dá direito de prisão.- e os tarados são ocidentais e modernos, tirando aquelas rábulas e aqueles lobbies.

    Mas, à segunda, o realizador já foi perdoado, prometeram que não o metiam em sarilhos de lei e denúncias de anti-semitismo com os copos se o bom do Mel Gibson lhes pagasse a ofensa com uma doação choruda para Israel

    Aqui está o retrato do lado que v.s escolhem- o da hipocrisia com conta bancária mais choruda.

  8. De Puta Madre,

    “quanto mais carnificina infantil maior o ganho de bilheteira na voz ecoante de coro. Logo toca a se escudarem em escolas” .

    É uma especialista a comer bananas descascadas. De que boca sionista já ouvi eu essa baboseira? Felizmente, para argumentar contigo ninguem precis de construir argumento, basta citar as pérolas dos teus adorados mentores:

    “Our race is the Master Race. We Jews are divine gods on this planet. We are as different from the inferior races as they are from insects. In fact, compared to our race, other races are beasts and animals, cattle at best. Other races are considered as human excrement. Our destiny is to rule over the inferior races. Our earthly kingdom will be ruled by our leader with a rod of iron. The masses will lick our feet and serve us as our slaves.” — Israeli Prime Minister Menachem Begin (1977-1983) in a speech to the Knesset [Israeli Parliament], quoted by Amnon Kapeliouk, “Begin and the Beasts”, New Statesman, June 25, 1982″.

    E não contes a ninguém, senão perdes a freguesia, ou então chamam-te animal católico. Não é que não mereças, mas é triste.

  9. Estas sujeitas exemplificam aquilo que eu estou farte de repetir até à exaustão-

    A semântica politicamente correcta é, nos nossos dias, o equivalente à crença que se estava do lado do Bem, apenas por ser europeu e católico.

    E, em nome dessa superioridade exterminaram-se povos que não seguiam pirâmide idêntica de “courtoisie”.

    Napoleão marca o topo desse dito progresso civilizacional que, a partir daí devia ser imposto ao resto do mundo.

    Agora é à custa de palavras como “democracia” direitos das mulheres e direitos das crianças que se acha que se faz uma bela obra matando essas mulheres e essas crianças e tudo o resto- precisamente por terem a infelicidade de estarem historicamente no ponto que eles estavam há uns anos atrás.

    Chamam a estas chacinas- lutas pela defesa da democracia e libertação do fanatismo religioso dos outros- dos mais atrasados.

    O fanatismo deles é todo moderno, todo napoleónico- todo ocidental- só é autor dos maiores extermínios modernos- os do comunismo.

  10. É claro que isto é assim e gostam muito de assistir às chacinas dos seus contra os outros bárbaros porque vivem a cultura da guerra pelo televisor.

    Em caindo bomba a num país ligeiramente mais perto, é ver como se borram todos e gritam pelo marocas para ir lá negociar com os terroristas.

    Nem é com os fanáticos que vivem como entendem nos seus países- é logo com os terroristas que até vivem cá dentro.

    E negociar e entender os seus problemas e compreender até os terroristas já é tarefa prioritária.

    Pois- a cagunfa também tem este efeito- fazer mudar a 180 graus todos os bandalhos que apenas escolhem estas tribos para se reconhecerem à noite nos lugares mais caviar.

  11. ó Estaca: mas quem é que disse que a Puta Madre é católica?

    Isso já é jacobinice a mais- Eu nem sei quem é mas pelos tiques há-de ser mais uma jacobina bloquista.

    Esta pancada da esquerdalhada que vira sionista é tudo à conta da cartilha da decadência politicamente com que os formatam desde o berço.

    Aquilo é tudo para se sentir sempre do lado das últimas modas fracturantes- e alguém lhe terá dito que os judeus gostam muito de putas e paradas gay e não são machistas e depois existem os outros (o que quer que seja) que eles usam como colonos e os matam, para os castigarem de não terem paradas gay e serem um tanto machistas.

  12. E vs. a perderem tempo com “política”.

    Isto é sempre coisa que não vai mais longe que catálogo de moda Outono/Inverno: Primavera/Verão.

    Nem precisam de mais para botar a cruz no papel e serem reconhecidos na tribo.

  13. RUANDA!!!!!!!!!!!!!!! Pois. Lá Não se Passa Nada. Até quando? Ah-Ah. Só vão ter “voto” na Matéria quando etc&tal … . Está Bem. Voltarei? então nessa altura.
    Entretanto, procurem lá tomar posição. Ou África Não está tb no Planeta, como acham que os outros tb não estão y devem andar à deriva no Céu?
    Fica aqui o Guia-Turístico http://www.worldmapfinder.com/Pt/Africa/Rwanda/
    Investiguem. Investiguem…

  14. In a 1986 study of domestic terrorism, the Department of Energy concluded: “For more than a decade, the Jewish Defense League (JDL) has been one of the most active terrorist groups in the United States….Since 1968, JDL operations have killed 7 persons and wounded at least 22. Thirty-nine percent of the targets were connected with the Soviet Union; 9 percent were Palestinian; 8 percent were Lebanese; 6 percent, Egyptian; 4 percent, French, Iranian, and Iraqi; 1 percent, Polish and German; and 23 percent were not connected with any states. Sixty-two percent of all JDL actions are directed against property; 30 percent against businesses; 4 percent against academics and academic institutions; and 2 percent against religious targets.” (Department of Energy, Terrorism in the United States and the Potential Threat to Nuclear Facilities, R-3351-DOE, January 1986, pp. 11-16

  15. Eu cá acredito no Karma. Acredito , pois . Ninguém fala no “Holocausto Negro” porque? Porquê 60% dos média são açambarcados por 2% da população?
    Giro , um site onde fui parar há uns tempos. Americano , comparava o tempo de antena dos judeus com outros. As conclusões são deveras ilustrativas. O 4º poder é quem? Adivinhem lá.

  16. ZAZZIE,

    A Puta Madre não é católica, e, se gajo de grelo desenvolvido, também me parece que não poderá ser católico, gosta é mudar de conversa quando lhe apetece. Agora vem com o Ruanda, como se os melros honestos que apontam os crimes em Gaza se esquecem de Ruanda e daquilo que o filho da puta do imperialismo tem feito à África, com a ajuda dos sionistas. Se lhe começarmos a dizer à Puta que que a mão da UN andou metida nesse genocídeo e que a mesma organização tem permitido a Israel limpar o rabiosque a centenas das suas resoluções e que os Franceses também estão enterrados nisso até ao pescoço, vamos criar uma porra, e das grandes, porque se oferece logo a oportunidade para se dizer que foram eles, os franciús, que ajudaram os sionistas israelitas a se transformarem em potência atómica que term servido muito bem para chantagearem o resto do mundo, e não apenas os árabes.

    Claro, face às realidades, vamos ao Amos para acalmar os lacaios, em entrevista no Guardian:

    “Israelis were genuinely infuriated, as was I, about the harassment and bombardment and rocket attacks on Israeli towns and villages for years and years by Hamas from Gaza. And the public mood was ‘Let’s teach them a lesson’. Trouble is, this so-called lesson went completely out of proportion. There is no comparison between the suffering and devastation and death that Gaza inflicted on Israel for eight years, and the suffering, devastation and death Israel inflicted on Gaza in 20 days. No proportion at all. …300 dead children. Hundreds of innocent civilians. Thousands of homes destroyed…There is no justification. No way this could be justified. If this is true, it’s a war crime and it should be treated as a war crime.”

    Então este sionista-racista (opinião do Jews sans Frontieres) não tem a pouca vergonha de falar em crimes de Guerra! Que remédio, ou isso ou não vende mais livros, em Lejboa, e Parisi, e London, mas lá no fundo do seu coração ele sabe bem quem são os seus amiguinhos das kibutsas.

  17. Olha o Estaca!!! À excepção dos copy-paste que faz de alguns textos em inglês, o Estaca continua a escrever e continua-se a não se perceber nada do que escreve, muito menos vislumbrar uma linha condutora de pensamento, por mais ténue que seja.

    PS: Estaca, venham de lá esse insultos homem!!!

  18. É um facto que o Amos Oz está muitos furos acima de qualquer político israelita. E é verdade que teve uma posição impecável aquando da invasão do Iraque. Até guardei esse texto.

    Mas isso serve para se ver como até os mais moderados, inteligentes e pacifistas, não conseguem largar o apelo da “eleição” quando a coisa acontece em casa.

    Veja-se o que ele escreveu acerca do shock nad awe no Líbano e tire-se as conclusões.
    aqui
    Na altura até tive debate em cima do texto, no Natureza do Mal-quando a pancada da flio-pencudice atacou forte e feio.
    aqui

  19. Sebastião José,

    Continuas afinado como lorpa (isto, insulto?) do indicativo presente. Vamos a ver no futuro, se nele houver vontade tua de pescares à “linha condutora do pensamento”.

  20. claudia, pode bem ser (ou, num certo sentido, é mesmo).
    __

    Z, obrigado nós.
    __

    Marco, muito obrigado pela informação.
    __

    De Puta Madre, és leoa? É só virtudes.
    __

    xatoo, o Hamas é tão-somente um bando de criminosos, de assassinos e tiranos. Tens de deixar de lutar contra a verdade.
    __

    zazie, fazes abstracções. Nesse mundo já sem cor nem calor, nesse Hades, os teus fantasmas conseguem fingir-se vivos. Mas é mentira.

    Nas sociedades seculares, os ataques dos fanatismos cristãos e judaicos não fazem vítimas nem impedem a liberdade de expressão, são puro folclore. E é só, porque temos séculos e séculos de batalhas pelo secularismo, pela justiça e pela liberdade. O supremo imbecil é aquele que usufrui desta civilização e não reconhece nela a Civilização.
    __

    ESTACA, larga o vinho.

  21. A propósito e como o Valupi nem topou:

    Estaca- esse discurso ditoo do Menachem Begin é falso.

    É bom ter-se cuidado com as ditas fontes pois no que toca a pancadas não existem apenas as filo-pencudices à Valupi- também existem os taradinhos que gostam de forjar mentiras contra judeus.

    Esse discurso do Begin faz parte de um mito forjado por malucos.

  22. Valupi:

    Eu pensei que já tivesses percebido que não valia a pena tentar-se mais conversa acerca deste assunto.

    Depois daquela série de 300 e tantos comentários durante perto de uma semana já tudo foi dito.

    Portanto, nem vou agora voltar a explicar-te o que é esse treta de bordão a que te agarras de “socieades laicas” e cidadanias, e tudo asséptico e anódino fora da História e das raízes que todas as pessoas trazem consigo.

    Vou apenas emendar-te um tremendo erro lógico que é o mesmo da Puta Madre e de todos os que se lembram destas tretas apenas quando há guerra.

    1- Toda a gente sabe que existem sociedades mais conseguidas que outras e com um desenvolvimento histórico maior. Isso não é novidade nenhuma e nem precisavas de pegar numa abstracção do “islão” para exeplificares a falta de laicidade- porque tens povos a viverem em estado tribal no planeta e com práticas mil vezes mais atrasadas que tudo o que possas englobar nessa ficção do “islão”.

    Quanto mais não seja porque o “islão” não é um país, existem muitíssimas democracias árabes e, por oposição, nem sequer Israel é um Estado laico.

    2- Mas o erro cretino e balofo é apenas outro e é esse que há anos vos ando a desmontar.

    V.s só se lembram de “teorizar” sobre hipotéticas vantagens teóricas de formas de governo quando esses governos estão precisamente a demonstrar o que de maior bestialidade o ser humano é capaz.
    Com laicidade; sem ela; com kipa; sem ela- com armas- sim, e na proporção directa da sua capacidade letal.

    Portanto- o que posso depreender é que só se lembram da boa civilização a que se colam em momentos de chacina.

    E essas chacinas acabam sempre por serem legitimadas porque precisamente desambam sobre os tais povos que não têm essas particularidades da “courtoisie” do processo civilizacional da humanidade.

    E isto é o mesmo que se dizer que é nos exemplos de Abu Grahib ou de Guantanamo que espelhamos a superioridade de organização do poder quando ela é exportada à bomba.

  23. Para concluir e parafraseando-te:

    o supremo imbecil é o que não é capaz de ver a barbárie quando ela é praticada por quem tinha ainda maior obrigação civilizacional para não o fazer.

  24. zazie, a tua crítica tem duas dimensões que importa destrinçar: a primeira é aquela em que te inseres na tradição ocidental, de fundo judaico, grego e romano; a segunda corresponde à disfunção, ou negatividade dialéctica (é escolher), desse mesmo exercício. Assim, cumpres o ideal democrático e científico ao apontares toda e qualquer perversidade relativa ao poder político nas sociedades ocidentais. Quem estiver de boa-fé, e tiver honestidade intelectual, estará contigo. Passas a ser má companhia quando te deixas emocionar e perdes a História e o rigor.

    Então, vários pontos telegraficamente tratados:

    – Continuas a confundir os conceitos de laicismo e secularismo. Fazes mal, e também por aí pensas mal. O laicismo é relativo à convivência de diversos credos, é um abstencionismo. Já o secularismo diz respeito à separação de poderes, não se admitindo que o religioso condicione o político, estatal ou governativo. Esta questão é decisiva no combate aos fundamentalismos religiosos, escuso de explicar porquê.

    – As noções ocidentais de secularismo, democracia, justiça, liberdade e racionalidade estão sob ataque. Por sua vez, foi neste mesmo meio ocidental que se desenvolveram as noções de multiculturalismo e direitos humanos universais. Lamento, mas defender a universalidade dos direitos humanos não permite a acusação de etnocentrismo. Já demos para esse peditório.

    – Confundes o plano individual, de grupo, governativo, estatal e cultural. Misturas isto tudo e fazes uma pasta com que colas tijolos queimados. Por exemplo, Abu Grahib é mais um caso de psiquiatria e psicologia do que de política externa ou militar. Mas fazer-te aceitar essa ideia é impossível (ou parece).

  25. ò caralho, mas estás para aí a tentar engrominar com esse paleio todo para quê?

    Para explicar a guerra Israelo-palestiniana?

    É isso- acaso algum imbecil precisava de ir buscar merdas de democracias e machismos e civilizacionismos e o caralho a quatro para explicar uma treta que tem única e simplesmente a ver com estratégias bélicas da responsabilidade de um Estado?

    É preciso estudar-se folclore para se saber quais as estratégias militares?

    E queres vender a quem essa imbecilidade a não ser a imbecis que gostam muito de assistir a guerras pelo televisor ou fazer disso excursões de caça ao voto para vender noutro lado?

    É pá, a merda é básica- Estaline e Hitler despacharam para lá a judiaria e a judiaria nunca estaria “em casa” num local onde há milénios que foi posta fora.

    E está mais que óbvio que o mundo pode acabar que não há qualquer solução para um erro histórico- o de terem ido para a “terra prometida”- coisa que os ortodoxos ao menos ainda percebem e são anti-sionistas precisamente por dizerem que promessas divinas não são para serem cumpridas pelos homens.

    Mas agora é assim que vivem. E desde que não tenham um país verdadeiro, ali colado às fronteiras na maior. Porque com rokets merdosos e colonos em terra de ninguém ainda eles podem.

    Podem eles e podem os EUA a quem tem interessado a plataforma perto dos entrepostos. Lixado será quando o preço não valer a pena.

    Portanto, enfia a viola no saco com tretas de civilizações que isso é coisa para se tratar sem ser a propósito da guerra,

    A propósito da guerra só tens esta evidência- com este terrorismo pode Israel bem- lixado era se tivesse um país a sério, com exército a sério, ali colado à fronteira.

    Cordão sanitário, com colonatos e guerrilha permanente é precisamente o modo de vida. E a esse modo de vida ninguém vai fazer nada.

    Porque, para o fazer, precisavam de emendar o grande erro- terem-lhe prometido o que nem a Tora deu.

  26. E isto serve também para calar Migueis Portas e Daniéis Oliveiras e o resto do folclore que finge que sofre muito com a guerra lá longe, no cu de judas.

    O caralho- ninguém sofre muito mais longe que Badajoz. Isto é entretenimento. É uma forma de agit prop em alternância às causas da peida.

    Um dia fazem campanha pelo casório gay, no outro pelos turbantes e idem por kipas e “lacismos”.

    Foda-se para tanta hipocrisia. Que se não fosse o mal dos outros até parece que nem tinham assunto político com perder tempo.

    E depois, quando passa a novela israelo-palestiniana lembram-se do tribalismo do Ruanda ou outra cena qualquer que também é capaz de fazer chorar muito e servir de pretexto para mais um crachá.

  27. Concordo muito contigo. O que está em causa é a luta pela instauração de um reino numa terra onde mandavam outros. Ao longo da História, e tirando o alucinante negócio do Alasca (há outros, bem sei, mas estou a divagar devagar), sempre se resolveu o problema à porrada e com sangue inocente sacrificado.

    Apenas não me parece que os israelitas tenham de comer e calar.

  28. Mai nada, Zazzie.

    Ouve lá, onde é que viste esse desmentido do discurso do Begin em 82? Eu dei uma volta à pressa pelos patriarcas e não vi nada. Também não interessa muito, tudo isso e muito mais está contido nos livros sagrados, e escondidos, do povo escolhido.. A porra é o trabalho que daria pintar esta caixa com uma lista de dois quilómetros.

    Valupi,

    Continuas o mesmo prof das pinturas abstractas de sempre. E diz-me lá qual é o vinho que queres que largue. Deixei-te aí vários, tens algum favorito? E depois é só amanhã que tenciona encetar a caixa de rosé… olha que chatice.

  29. E só mais um fait-divers: “aquela série dos 300 e tantos comentários” é uma série de 3 posts com mais de 500 comentários cada um. É fazer as contas, e recordar que ninguém convenceu ninguém.
    __

    ESTACA, essa zurrapa que bebes sofregamente, o ódio a Israel, só te faz é mal. Leva-te para as piores companhias. Mas, vai na volta, preferes a bosta à pegada da vaca.

  30. VALUPI,

    Deliras, meu filósofo dos trocadilhos e verniz francês. “Ódio” a Israel? Não conheço esse gajo. Minto, há um fulano que lê noticias no Channel 4 e tem esse nome. E até nem é mau, se comparado aos paposecos da SIC, os tais que nunca mais te convidam para te sentires Marcelo.

    O teu DNA, mais leve que a água e menos escrita legível que o vento para reformados como eu, começa a vir à tona. Parabéns, mas deixa-te de acusações parvas. Assim desces ao nível daqueles que te admiram nem eles sabem porquê.

    As minhas companhias acabaram há muitos anos. Precisamente no dia em que parti da parvónia que tanto te faz rabiar a cauda e morder as unhas à procura dum buraco que não existe. Porque estás dentro dele, that is why!

  31. http://f-se.blogspot.com/search?q=The Incommensurable banner
    Claudia:
    Se leres este texto, pelo menos darás conteúdo substantivável à estupfaccção. Estupacção sem conteúdo é estupidificação, em mtos casos; em pior hipótese é brincar ao gratuíto com coisas que eleminam vida, só porqe sim, é giro.

    Estaca: vai lá fazer copy-past de declarações dos senhores do Hamas, para ver que nome é que te apelidam face ao discurso. Dah!
    Zazie: Tanto francês, espero q pelo menos tenhas lido o Proust. Encorpa dimensão/ dimensões.
    ………………
    Valupi. 500 comments de literatura bélica-de-berlinde ehe eheh

  32. De Puta Madre,

    Os teus post estupidecem-me de tal maneira que já nem sei se fico “estupfacto” com aquilo que dizes ou se o estado de boca aberta em que me deixas terá algo a ver com as bexigas da “estupacção” que apanhei em pequenino.

    Pois, minha filha, estás a meter enorme quantidade de água com essas acusações do “copy-past”, mesmo neste presente em que as pessoas da tua idade deveriam ter mais juizo e esperteza para escolherem os seus pseudo-nimos. Nunca colei aqui nem em outro qualquer lado declarações do Hamas. Melhor, nem sei do nome nem que feições terá o chefe do Hamas, mas acredito que é capaz de ostentar uma barba mais espessa que a da Angelina Jolie. Estou inocente, com deves calcular. Diz lá isso ao teu boss ou à moss, por amor de Deus.

    Donc, lê lá o teu Proust à vontade, mas amanda menos proustas de pescada.

  33. Esta gente não consegue ter uma discussão sem falar da “conspiração sionista”. Agora até o Feiticeiro de Oz é uma obra sionista, e até o apelido do Amos é uma peça da grande maquinação judaica. E lá repetiram que qualquer cidadão anónimo que ouse defender o direito à existência de Israel é um agente a soldo de Telavive. Bom, mas também é este o extremismo que Amos referia. Obrigado à De Puta Madre e ao Valupi pela dica. Republiquei no meu post. Agora fico só à espera dos meus shekels, que vamos a 19 e já quase não tenho dinheiro para comer.

    PS: aos suspeitos do costume, abstenham-se de me insultar, que não respondo a tácticas terroristas.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.