Não, a direita não pode ser isto

Que misteriosos infortúnios levaram Francisco José Viegas a juntar-se ao coro de indigentes cognitivos que escolheu esta segunda-feira para provar, pela bilionésima vez, que a direita portuguesa abalou para parte incerta, décadas atrás, e deixou no seu lugar uma confraria de zerinhos? Atacar Santos Silva por fazer inócua e normal referência a operações dos serviços de informação militar começa por dar vontade de rir. Rapidamente, porém, o riso fica nervoso e acaba-se aterrado: uma parte da suposta elite portuguesa não sabe o que fazem os serviços de informação. Estes desassombrados conterrâneos imaginam que os Talibã acabaram de ler a entrevista do Ministro da Defesa e foram a correr afiar navalhas para preparar a recepção aos temidos operacionais portugueses que vão a caminho de Cabul com as suas barbas postiças. É estúpido de mais, inacreditável. -> Ler o Miguel.

A confraria dos zerinhos também se entusiasmou com a possibilidade de chamar mentiroso a Sócrates, esse ritual quotidiano de manutenção do contacto com os outros à sua volta. Se passa um dia sem espetarem uma agulha no boneco, acaba-se o vodu e entram num estado catatónico. -> Ler a Isabel.

Consta que Pinto Monteiro quer esclarecer o que se passou no Ministério Público com o processo Freeport e seu desfecho irregular. Consta que esta decisão já vem de Fevereiro. E consta que ela era previsível desde finais 2008, quando o caso voltou à cena e todos se perguntaram a respeito do que se tinha passado com o andamento da investigação. Finalmente, consta que a confraria dos zerinhos não está interessada no normal funcionamento da Procuradoria, só naquelas partes que cabem nos títulos porno-sensacionais do Sol e do Correio da Manhã.

O Zé Manel, que alguns garantem ter sido director de um outrora jornal de referência, serve-se da literatura nazi para emitir opinião acerca da política nacional. Que pena não ter começado a escrever em blogues há 5 ou 6 anos, não se teria gastado tanto tempo com um caso perdido.

Não, a direita não pode ser isto, esta confraria de zerinhos.

41 thoughts on “Não, a direita não pode ser isto”

  1. Alguém devia dedicar algum tempo ao FJV. É dos poucos à direita que escreve bem (é escritor…) e que lê livros (é editor…). E que por essas razões convive em jantaradas e porreirismos com escritores e artistas e gente dos media (já foi jornalista). Nas suas crónicas no CM (onde?) parece um mestre-escola a repreender a miudagem – ancorado naquele ponto de vista arcaico de que a verdade está no rural e no passado transmontano. Sempre a salivar por uns bons pratos e pelas receitas da (ou pela própria) Nigela – o que lhe dá um toque bonacheirão.
    Tem humor. Tem boa escrita. É viajado.
    É um caso.

  2. Ó Valupi,

    Tu andas numa pilha de nervos, filho. Lês três linhas do Viegas e amandas-te ao homem como um leão que não come há três dias. Controla-te, pá, até parece que andas na parte de baixo da pirâmide do tal meco! E o link que tu devias ter dado para informares os teus leitores aqui no aspirina era o da própria entrevista com o general, ou lá o que ele é, à paisana, que revela muito mais que o anedótico e engraçado introduzido pelo Viegas, isto é, o total, pelo menos de goela, envolvimento de Portugal na agenda de enganos e intriga contra o suposto terrorismo fomentado a partir de certas nações do Corão.

    Quanto à literatura “nazi” que referes, olha bem que te espalhaste, como tristemente vai sendo norma e hábito teu. A frase que li é, de acordo com o que sei e aprendi, dum rapaz de barbicha chamado Lenine, não do Goebbels, o aleijadinho duma perna. Ou foste tu que não quizeste ofender a Esquerda porque estavas a atacar a Direita, neste dia de hoje tão fodido da metereologia?

    Pois, fica aí, no Centro da Verdade que “procuras”, a fingir que não gostas muito do azulinho e branco. Mas gosta à vontade, pá, ninguém levará a mal, nem ninguém te vai partir uma costela por isso

  3. Caro Giróflá,

    Pois q tens razao qdo apontas q a frase é do Vladimiro e nao do Joséphe. Mas, fazendo uso dessa alegria e entusiasmo em topar um erro neste blog nao poderias já agora ir também ao blog onde escreve o mocito outrora director de jornal e, com o mesmo entusiasmo, bradar também por lá “Temos erro!!! Temos erro!! Arraial!! Arraial!!”?

    Já agora, o que achas dum ex-director de jornal que troca uma citacao de Vla por José?

  4. Minha Pessoa,

    Grato pela confirmação, mas aqui é a minha banca, e, por enquanto, o anfitrião ainda é liberal às entradas e saídas. Arranjar mais inimigos para quê? Estou aqui tão bem na companhia da Edie e do Pacheco! E se o meu comentário te induz a que penses com razão que eu um admirador ou aliado do Fernandes, ou de qualquer outra meia-foda que anda por aí na Oposição, desilude-te. And that is an order, forget not.

  5. A questão não está no eventual erro, que até pode não haver nenhum (Goebbels pode ter citado Lenin, pode ter citado outro autor qualquer que tenha dito o mesmo, ou pode, pura e simplesmente, ter dito algo em que pensou pela sua cabeça mas que não era historicamente original). De resto, é comum atribuir-se a Goebbels esta mesma ideia da mentira repetida, não há escândalo algum.

    A questão é outra: ir buscar Goebbels para falar da política nacional.

  6. Caro Giroflá,

    Arranjar inimigos? Por uma simples correccao? Certamente te agradeceriam. Saias de lá com um louvor.

    E nao, o teu comentário nao me induziu a pensar com razao que eras admirador ou aliado do Fernandes ou de qualquer outra meia-foda. Apenas me induziu a pensar com razao, tal o fervor religioso em apontar a falha, que há por aí um imenso prazer em corrigir o anfitriao. Quem admiras, a quem te alias ou quem meio-fodes nao me diz respeito, nao me ilude, nem me desilude.

  7. «A questão é outra: ir buscar Goebbles para falar da política nacional»

    Pronto! O Zé Manel é mais um a acrescentar à lista de desrespeitadores da «Humanidade» e do sofrimento do povo judaico, elaborada aqui pelo Valupetas. É mais um a fazer «comparações descabidas» entre o Goebbels e o Pinto de Sousa…
    E logo quem: o Zé Manel, que tanto escreveu a favor da guerra do Iraque, a favor do direito de Israel combater o terrorismo islâmico e contra os anti-sionistas e contra os palestinianos.
    De qualquer forma, podemos estar certos de que, a partir de agora, o Valupetas nunca mais vai responder ou falar com o Zé Manel – e este último post não deve ser tido em conta, claro!
    Isto é só rir….

  8. Minha Pessoa, mas não há falha alguma. É comum atribuir-se a Goebbels a frase que o Zé Manel atribui. É um dos maiores clichés da literatura nazi.

  9. Por onde anda o chessplayer? Depois desta «resposta» do Valupetas ao Zé Manel, estou convicto de que as dúvidas e interrogações do chessplayer em relação aos siêncios do Valupetas vão reaparecer.
    Mas a verdade é só uma, chessplayer, como eu sempre te disse: o Valupetas anda a abusar do tintol e a enfrascar demais!

  10. A citação é incorrecta, e aparentemente nunca existiu. Foi provavelmente inventada a partir desta passagem deste artigo de Goebbels:

    One should not, as a rule, reveal one’s secrets, since one does not know if and when one may need them again. The essential English leadership secret does not depend on particular intelligence. Rather, it depends on a remarkably stupid thick-headedness. The English follow the principle that when one lies, one should lie big, and stick to it. They keep up their lies, even at the risk of looking ridiculous.

    que já por sua vez era uma variante desta citação do Mein Kampf, sobre a “conspiração” dos Judeus:

    ll this was inspired by the principle–which is quite true within itself–that in the big lie there is always a certain force of credibility; because the broad masses of a nation are always more easily corrupted in the deeper strata of their emotional nature than consciously or voluntarily; and thus in the primitive simplicity of their minds they more readily fall victims to the big lie than the small lie, since they themselves often tell small lies in little matters but would be ashamed to resort to large-scale falsehoods. It would never come into their heads to fabricate colossal untruths, and they would not believe that others could have the impudence to distort the truth so infamously. Even though the facts which prove this to be so may be brought clearly to their minds, they will still doubt and waver and will continue to think that there may be some other explanation. For the grossly impudent lie always leaves traces behind it, even after it has been nailed down, a fact which is known to all expert liars in this world and to all who conspire together in the art of lying.

    Quanto a ir buscar o Goebbels (ou outro Nazi ou ditador qualquer, mas especialmente os Nazis) para falar de politica ou da situação do país, revela apenas que quem o faz chegou ao grau zero de inteligência, já para não falar da decência. Aliás, quanto mais leio o que está acima, mais repugnância sinto.

    E já que estamos nesta temática, e só para aborrecer quem tanto gosta de bater em Israel e nos judeus, ponham os olhos nisto. Não é preciso ser judeu para se emocionar. Basta pertencer à raça humana.

    We pilots of the Air Force, flying in the skies above the camp of horrors, arose from the ashes of the millions of victims and shoulder their silent cries, salute their courage and promise to be the shield of the Jewish people and its nation Israel.

  11. Vega9000, e as remissões poderiam continuar, há colecções de citações congéneres de autores anteriores. Até provérbios poderão estar na origem do dito.

  12. Valupi,

    Um clichézinho mal atribuido nunca fez mal a ninguém, agora tu não podes encostar-te a uma desculpa própria do garçon que engrossou ontem as fileiras da juventude alegre e radiante do PS. Tu és uma égua batida e já nadas de costas na Internet há muitos anos. E se eu fosse um desses neo-nazis que andam por ai, um pouco por todo o lado na Europa, provavelmente financiados pelas democracias que financiaram o Adolfo até ele se aguentar em pé e revirar o dente, aproveitava para te perguntar o que é que entendes por “literatura nazi”. Será literatura isso, contra isso, ou acerca disso? Convem destrinçares, senão cai-te alguma cruz gamada no prato e tira-te o gosto ao guisado.

    Dica: o próprio termo “nazi”, desconfio eu, é alcunha, por encolhimento, prima do boche e doutros soubriquets postos por inimigos em guerras entre elites. Logo, mitologia sem qualquer virtude para ataques com nexo e giroflexo às ideias dos outros.

  13. Giroflé, falas tanto nos outros que te esqueces de falar de ti.
    Citando um texto teu, supostamente proveniente da Wikipedia:

    “Em cada mesa havia um buraco para o qual se atirava o fígado, lêvas na giria dos pescadores, que depois de reunidos eram colocados em barricas, ficando a decompor-se, separando assim o óleo dos restantes líquidos, que sendo menos densos ficavam por baixo, abrindo uma torneira que existia no fundo das barricas.” – https://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-528/#comments

    É enternecedora a imagem dos líquidos menos densos afadigados a suportar o peso dos líquidos mais densos. Aprendeste isso num bar da Linha?

  14. Uma coisa temos de reconhecer: os judeus são, de facto, o povo eleito! E eleito, várias vezes! Eleito por Deus para Se revelar e para eles darem a conhecer a sua Lei e Vontade. Eleito pelos cristãos como os responsáveis pela morte de Jesus. Eleito pelo Hitler como a raça inferior. E eleito pelos valupetas e pelos espíritos muito «sensíveis», «emocionados», idiotas e manipuláveis como aqueles que sofreram um genocídio sem qualquer comparação com nenhum outro povo na História. São o que se pode chamar de lágrimas selectivas…

  15. ds
    “Por onde anda o chessplayer?”
    devia andar por: 38º 40′ 35.29″N – 9º 09′ 24.07″ W
    tive de ficar por aqui: 37º 06′ 01.74″N – 8º 25′ 29.35″ W

    fds, fui apanhado na curva pelas leis de Murphy:1, 5, 8, 9, 69, 81, 83, 93, e até o glorioso SLB ajuda…

    isto vai passar com um bom tintol, sem enfrascar demais.
    espero que o Val não venha com a sentença (“larga o vinho”),

    regards

    Valupetas anda a abusar do tintol e a enfrascar demais!

  16. Zeca Diabo,

    Não foi na Wiki, diabelho, foi em Cachinas. Sabes onde é? Googla Cachinas e Bacalhau que tenho a certeza vais lá parar.

    Vega,

    És um barra. Mas donde é que vem a tua repugnância, sujaste as mãos, ou isso? Não te esqueças que estás a emocionar-te com 70 anos de atraso e vários monumentos depois.
    Deixa-te de fitas e diz-me exactamente donde provêm os teus vomitos, ou então terei de concluir que não sabes inglês, especialmente dessa parte que atribuis ao Mein Kampf, que aliás nunca li nem tenho intenção de ler. Surprise, surprise!
    E lamento desiludir-te, mas já tinha visto essa fotografia. O avião da esquerda foi um dos que andou a lançar bombas de fósforo sobre escolas e creches de Gaza. Sei por causa daquela amolgadinha na asa. Reparaste? A mim não me escapa nada.

  17. Caro Val,
    Ok. De mim para mim sempre atribui a frase ao Sr. Vlad e qdo vi esparramada a atribuicao a Goebbells quer aqui quer no post do jmf pensei tratar-se dum lapso de ambos.
    O facto do Giroflá ter dado peidos de alegria ao descobrir “tamanho erro” também nao ajudou.
    No entanto, mesmo se de um lapso se tratasse, nao viria daí nenhum mal ao mundo. Sintomático mesmo – concordo contigo neste ponto – é o jmf fazer uso duma citacao que atribui a Goebbels para comentar a nossa nacional politiquice. Temo seriamente pela sanidade do bicho.

  18. Minha Pessoa, tu aqui não a viste atribuída a Goebbels enquanto citação correcta. Se eu fosse citar essa personagem, tentaria fundamentar a sua origem. Tal como não faço ideia se a frase é originalmente de Lenine, ou se é uma adaptação dele, ou tão-só mais um que inventou o que já estava inventado. O que é certo é haver autores anteriores que poderiam igualmente reclamar a gestação da ideia.

  19. Zeca,

    Desculpa, Caxinas, mas toma atenção, já vi “cachineiros” em oposição a “poveiros”, certamente gralha. Mas o importante era encontrares o teu bacalhau. E assim foi, presumo.

    Minha Pessoa,

    Peidos? Tens bom ouvido, pá! E de olfacto, como é que isso vai?

    E esse “tamanho erro”, estás a citar quem, primo afastado, ou o que te veio à boca quando descobriste que estavas grávida?

  20. “Chessplayer, lamento que tenhas ficado sem o passeio.”

    ok Val.
    o passeio é o menos,
    fiquei sem a maior riqueza que tinha (quem me pôs neste mundo).

  21. Mijei-me a rir. Porra, granda poça. Fogo, ele é cada um e claro o Giroflé a malhar nos carcamanos.

    Balupi, oube lá, toma cautela, larga o briol, tás abere? Já te topam. Onde custumas ir enfrascare? cunta aí. Eu boue contigue e fumamus um charute. kaxas, meue?

  22. Caro Val,
    Lê um gajo não sei quando e não sei onde que a referida citação é do Vlad e pronts, considera o assunto resolvido. O Vlad foi home p espingardar aquilo e não se fala mais nisso. Agora vens tu e metes-me na dúvida sobre se o rapaz realmente disse “ipsis verbis” a citação que lhe é atribuída… Uma chatice portanto…
    Dei uma vista de olhos pela net mas também não ajudou muito – fui parar a sites de citações, que atribuem a frase ao moço, mas cuja fiabilidade poderá ser questionável.
    Raios pá… agora meteste-me na dúvida.

  23. Caro Giroflá,
    Se não deste um peidinho de alegria que fosse aquando da tua primeira intervenção pelo menos o teu comportamento indica isso.
    E… detesto ser eu a dizer-te isto… mas… porque isto é capaz de ser um choque para ti… mas… as aspas não são necessariamente usadas para citações. Para a próxima prometo meter em negrito, itálico ou sublinhar. Talvez seja mais fácil para ti entender assim. Só te quero ajudar.
    Quanto á conversa da gravidez, entramos no âmbito das memórias recalcadas por essas bandas ou é impressão minha?

  24. Minha Pessoa,

    tense putencialidades, tense putencialidadese, o teu descurço alembra-mo do TRAQUES.

    Olha keu num estoue a bere o GIROFLE recalcado cum nada e num parece que seja um tipo de dar peidinhus. Quando os larga debem ser pesadus capases de fasere cair a naçaõe inteira, istu aki no apspirina sem ele é nada, portantus peidinhos de alegria, ispera até labaresa resposta.

    CLAUDIA, bella,

    Bolta, please, Bolta e bem aki escrebere um poco, minha, oube istu praciza de animaçãoe.

    Balupie, pede á Claudia pra boltare, num lha filtres os cumentarios, meu manganãoe.

    kisses a todos. Eue agora partensso ao terceiro seço, num kero ku pinto fike sozinho.

  25. Caro Toute,
    Olhó o gajo!!! Há que tempos!!! Como anda a vidinha desde a nossa última troca de mimos?

    Achas q tenho potencialidades?
    E ainda na me viste tu a jogar o futebol… Lá na praceta aquilo era com cada nozada que pareciam 3…
    Pergunta ao Tozé do 5o Esquerdo. O que o gajo sofreu!!!

  26. Minha Pessoa,

    Já respondi há um ror the tempo ao teu comento das 8.48. O valupi, pelos vistos ,deve tê-lo posto de molho. Vamos lá ver se ainda me lembro do que te disse. E disse-te mais ou menos isto: qué isso, pá, hangover ou não atinas com o buraco do fechadura? Só. Porque me pareceu que estavas bêbedo ou tinhas chegado do teu turno a trabalhares de noite.
    Isso a propósito, confessavas tu ao Valupi, de andares a “espingardar” e de teres ido parar a sites de “citações” sem conta, e uma série doutras desgraças.

    No segundo (o das 8.57) voltas com a merda dos peidinhos e das alegrias contentes, o que me dá a ideia de que andas a pedir chuva e a precisar de mudar a fralda, ou o penso, e depois dás-me uma lição de português. De facto, é como tu dizes, as “aspas” podem ter funções diferentes, mas quando escreves lançando-me palavras de recriminação disfarçada e despeito e com modos de carapau de corrida, quem te lê pode entender que as faspas são da minha autoria. Além disso, o tema principal era o de citações mal fundadas, mais uma razão para não te esticares na utilização de aspas sem o risco de causares equivoco.
    Não que nada disso não viesse mesmo a calhar ao meu espirito piadista.
    Às vezes sou piedoso, mas tens que te portar bem e respeitar as câs cá do homem.No pain no gain.

  27. Caro Giroflá,
    A tua preocupação pelas desgraças alheias é tocante. És de facto alguém piedoso. Se ao menos todos fossemos como tu, o mundo seria melhor certamente. E tu fazes por isso. Aconselhas o Val a mudar de estilo, para um estilo que te agrade mais (e por conseguinte para melhor) – mas ele, casmurro, continua a partilhar “bojardas” (estas aspas n se referem a citação) merecedoras da tua reprimenda. Depois, tendo em vista o seu melhor interesse, aconselhas o moço Sousa e Silva a sair do Facebook porque… diacho… aquilo é para “wimps” (estas aspas referem-se a citação). Agora leio, emocionado, que te preocupas com as minhas desgraças.
    Apre… Se não andas a acender velinhas ao final de cada dia de trabalho pela malta aqui do blog andas lá perto.
    Mais aconselhas-me a “não te esticares” (estas aspas também se referem a citação) no uso das aspas para não causar equivoco noutras mentes – Certamente menos bafejadas que tu no ramo dos neurónios. Fico portanto a saber que em discussões sobre citações Deus nos livre de usar aspas para outros fins… Obrigado.

    Entretanto, no que dizes há três pormenores – sim porque no geral a tua intervenção roça perfeição – que me intrigam. A ver:
    1 – Como é que consegues, escrevendo da forma como escreves, vir ainda comentar os modos como os outros intervêm? A sério… Um gajo que escreve “As doses cavalares de histrionismo engarrafado com que carregas os teus escritos ” (citação) vir depois fazer de virgem ofendida e simplesmente admirável…
    2 – As frasesinhas em inglês no final dos comentários são para soares mais inteligente ou andas a estudar para o “First Certificate” (não citação)?
    3 – O festival Boom este foi bom ou ainda esta a ser bom para ti?

  28. Minha Pessoa,

    És assim tão crédulo meu! Atão, num saves kanda meio mundo a tentar enganar a outra metade, pá? Porra, aprende lá a dar um peido cumo debe sere pra pudermos cunversare.

    Oube, parece ka cum o binho ficas maije calmo.

    Tás a armare-te au pingarelhu com o Giroflé?! O gajo só de bocejar a primeira frase pôe-te noque aute. Já bistes puqre adamiru o homem, pá. Ele tem ESTILO! Cousa ka tu não tense, mas isforssas-te, isforssas-te.

  29. Toute…
    Fica-te bem a faceta cheerleader. Escreves com os pompons á tua beira?

    Quanto a ESTILO… Pois que tens razão. O Giroflá escreve no seu ESTILO, tu escreves no teu e eu escrevo no meu. Aliás o próprio Giroflá verificou (ele é muito bom a constatar coisas – mas isso já tu sabias) que adoptei o ESTILO “carapau-de-corrida” numa intervenção. O facto de apreciares mais o ESTILO dele que o meu dá-me mui alento. Obrigado.

    Agora olvidaste-te foi de mencionar a CLASSE com que o homem escreve… Cada linha, cada palavra, cada letra são uma dádiva para quem as lê. O homem transpira CLASSE. O teclado onde escreve está certamente encharcado pela CLASSE do home.

  30. Giroflá,

    A tua opinião diz-me muito como já depreendeste. A partir de hoje escrevo sempre com uma garrafa de Jameson junto ao teclado.
    E prometo não largar a pinga enquanto tu não largares as substancias psicotrópicas que bombam nessa cabeça.

    Um abraço e obrigado pelo conselho

  31. Minha Pessoa,

    Não olvidei nada. Você é que lê em diagonal e carece de capacidade de «relacionar».

    Porém, para que fique registado. Sim, cada um tem o seu estilo, mas meu caro, o GIROFLÉ tem MUITA CLASSE. Imagine porquê. Só um bocejo dele que o leve preguiçosamente a escrever uma simples frase, é o bastante para pôr muitos por aqui com os cabelinhos em pé.

    Ele é simplesmente o melhor comentador deste blogue e não só, e escusar -me-á de repetir os «porquês».

    GIROFLÉ
    Ataca meue, é preciso pôr ordem no lucale.

  32. Minha Pessoa,

    Oube, eu até ka posso ser cheerleader. Também posso pôr os pompons na cuequinha, tipo Playboy. Também gosto de cor de rosa e de usar plumas, plumas e plumas.

    Eu gosto de tie, tás a bere?Ainda vem ke num macunhesses, pá, se num és estravicu, currias o riscu de ficares cum os olhos em vico, meue,a num sere ka já sejas urientale, e neçe casu, ficarias cum os olhitos trucadus.

    Tás a bere? Num tás, olha ka num tás a bere nada.

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