Medina impecável a lidar com o tema Sócrates

Fernando Medina considera que as declarações de Sócrates, onde se diz vítima de uma conspiração para prejudicar o PS nestas eleições, nascem da situação anómala em que se encontra. Prender-se um ex-primeiro-ministro num ano eleitoral e deixá-lo mais de 9 meses numa cela sem o acusar de nada, nem nada explicando à sociedade, é anómalo seja qual for o ponto de vista.

É assim que um político deve falar da Justiça calhando uma personalidade do seu partido estar sob suspeita judicial: no confronto com os factos presentes, não com os futuros. Os factos futuros trarão uma acusação ou um arquivamento. No caso de trazerem uma acusação, logo se verá qual e como se sustenta. Por agora, o tempo é o de lidar com a prisão de um inocente e a exploração política que esse processo tem permitido.

Medina não se pronunciou sobre o desfecho do caso, o que seria irracional. Mas, no cumprimento da sua vocação e dever como político, denunciou a demora da Justiça que introduziu as perversões que se constatam diariamente. Em que outro caso judicial, na história da Justiça em Portugal, se viu existirem órgãos de informação, e jornalistas avulsos, em campanha permanente para a condenação na praça pública de um arguido – e isto ao longo de anos e anos, culminando nesta orgia mediático-justiceira da “Operação Marquês”?

Medina não o chegou a dizer, mas aposto que concordará: mesmo no cenário hipotético em que Sócrates venha a ser acusado e condenado seja lá do que for, o que se fez com ele continuará a merecer denúncia e castigo.

44 thoughts on “Medina impecável a lidar com o tema Sócrates”

  1. Apenas merecerá “denúncia e castigo” se o homem for ilibado.
    Se for condenado a uma pena maior do que aquela que já cumpriu, não terá nada que se queixar, desde logo porque a Lei permite o procedimento que tem estado a ser cumprido!

  2. Teodoro

    Não, a Lei não permite.
    A Lei não permite que se prenda para investigar se há ou não motivo para acusar.
    Desculpa lá mas isso NÃO É O QUE DIZ A LEI.

  3. Há dezenas de presos em prisão preventiva enquanto decorrem as investigações desde que existam indícios de crime, como é claramente este o caso.
    A Lei permite que que esta situação se mantenha durante 1 ano, como também é este o caso.

    Aliás, em relação a este caso, é mais do que óbvio que a figura em causa deu inúmeros golpes. A questão está só em saber se é possível prová-los ou não.
    Como dizia um amigo meu, em Portugal, crime não é roubar, crime é roubar e seres apanhado…

  4. Teodoro

    NUNCA sem que sejam apontados os FACTOS do crime.
    Ele foi indiciado pelo crime de corrupção SEM FACTOS. É ilegal !

    Tu não podes ser preso por seres suspeito de teres praticado o crime de homicídio sem te dizerem que foi que tu alegadamente mataste. Estás a ver ?

  5. «Há dezenas de presos em prisão preventiva enquanto decorrem as investigações desde que existam indícios de crime, como é claramente este o caso.
    A Lei permite que que esta situação se mantenha durante 1 ano, como também é este o caso.»

    Este tipo de dedução é verdadeiramente extraordinária.
    Parte-se de uma prática ( que a maioria dos penalistas considera um claro abuso do espírito da lei , ao fazer da excepção a regra ) como se ela se auto-justificasse:se há dezenas em preventiva, logo a preventiva é normal , independentemente de se saber se ela se justificaria na maioria desses casos; e se é normal, a excepção aconteceria se e qd qq indiciado não fosse preso preventivamente!
    Extraordinário!

  6. Teodoro.
    A prisão preventiva, tal como é definida e proposta na lei, não se aplica por haver indícios, embora, cumpridos outros requisitos, só pode ser aplicada havendo fortes indícios.
    Os motivos ou argumentos para a prisão de Sócrates estão claramente enunciados no despacho que a decreta e todos os conhecemos bem. A invocação de outros motivos é uma ocorrência posterior, com forte cunho mediático e jornalístico, que apenas demonstra a forma como os magistrados, acirrados pelos media e pelo Teodoro, se deixam arrastar para o lamaçal e para a incongruência.
    Mas, sobretudo, atenta na tua forma de expressão.
    ”Aliás, em relação a este caso, é mais do que óbvio que a figura em causa deu inúmeros golpes. A questão está só em saber se é possível prová-los ou não.”
    Em primeiro lugar o que te torna óbvio que a figura em causa deu inúmeros golpes? Só a prova o tornaria óbvio, caso contrário seria grande hipocrisia estarmos a invocar a lei e o direito.
    A justiça, em Portugal, nomeadamente os avançados do MP, gostam muito de avançar com essa doutrina, com que, quando não conseguem assegurar a prova e a condenação judicial e de direito, assegura a condenação social e o entendimento de que o MP necessita de mais poderes do que aqueles que a lei lhe consente para forçar a aquisição de prova a todo o custo, porque os fins, ou seja, o propósito acusatório, justifica todos os meios.
    É uma concepção muito perigosa da justiça, que, como tenho dito, advém da contaminação das magistraturas pela polícia, no caso pela Polícia Judiciária. A partir de dada altura, em Portugal, houve uma grande promiscuidade e um grande corredor de promoção entre a magistratura e a Polícia Judiciária.
    Mas diz-me uma coisa, Teodoro. Que propões objectivamente? O recurso à justiça popular como forma de retaliação nos casos em que o MP tem que se confrontar com o insucesso na aquisição de prova?
    Não consegues ser claro?

  7. “Em que outro caso judicial, na história da Justiça em Portugal, se viu existirem órgãos de informação, e jornalistas avulsos, em campanha permanente para a condenação na praça pública de um arguido – e isto ao longo de anos e anos, culminando nesta orgia mediático-justiceira da “Operação Marquês”?”
    houve sim! na inquisição!
    “Há dezenas de presos em prisão preventiva enquanto decorrem as investigações desde que existam indícios de crime, ”
    o problema não é esse (se bem que eu não consigo ver onde há indícios de crime e o ministério público também não, como se vê e como se verá) teodoro. o problema é não o terem arrecadado em 2012 ou 2013 e terem esperado até final de 2014 de forma a coincidir com o ambiente eleitoral. e toda a gente que sabe um pouco de estatística saberá que estas correlações entre os casos sócrates – 2005, 2009 2015 – em data de eleições legislativas não são obra do acaso (2011 não conta porque a eleição estava perdida para o ps). capice?

  8. perante o cenario, de um governo minoritario,era bom que ninguem deixe de votar num pequeno partido que está disposto a viabilizar um governo nessa situação.esse partido é o livre.

  9. Jasmin Silva
    11 DE SETEMBRO DE 2015 ÀS 9:09
    Teodoro

    Não, a Lei não permite.
    A Lei não permite que se prenda para investigar se há ou não motivo para acusar.
    Desculpa lá mas isso NÃO É O QUE DIZ A LEI.

    A BURRA voltou à carga. Desta vez, ela que se acha com intuição, escora-se na (sua) lei. Qual é essa LEI, BURRA? Tu sabes do que falas, BURRA?

    Mas a BURRA que deve ter umas fantasias com o pinóquio, disse depois:

    Jasmin Silva
    11 DE SETEMBRO DE 2015 ÀS 9:35
    Teodoro

    NUNCA sem que sejam apontados os FACTOS do crime.
    Ele foi indiciado pelo crime de corrupção SEM FACTOS. É ilegal !

    Tu não podes ser preso por seres suspeito de teres praticado o crime de homicídio sem te dizerem que foi que tu alegadamente mataste. Estás a ver ?

    A BURRA agora já passou para o patamar da instrução criminal, e diz que o homem foi INDICIADO pelo crime de corrupção!!!! BURRA, cala-te. Tu és um desvio maluco para qualquer leigo deste espaço.
    Pela ENÉSIMA VEZ, BURRA, PODE HAVER PRISÃO PREVENTIVA no âmbito de um inquérito, quando estejam reunidos os requisitos legais. CONHECES algo que CONTRADITE o procedimento no caso concreto? Hum, BURRA?

    Se não houve ACUSAÇÃO, minha BURRA, como podes SEQUER alvitrar, BURRA, que o homem está INDICIADO? Tu és realmente BURRA, pá. Cala-te, não ofendas a INTELIGÊNCIA dos que aqui passam.
    E esta BURRA, começa logo a escrever de manhã, numa «bobadeira» constante. BURRA.

  10. «É uma concepção muito perigosa da justiça, que, como tenho dito, advém da contaminação das magistraturas pela polícia, no caso pela Polícia Judiciária. A partir de dada altura, em Portugal, houve uma grande promiscuidade e um grande corredor de promoção entre a magistratura e a Polícia Judiciária.»PRUNES .

    A PJ contaminou a Magistratura?! Ai sim? Hum, deixa cá ver…e como se concretiza essa CONTAMINAÇÃO?
    Este pessoal sabe tanto. Sabe tanto que até arrepia. E dissertam, dissertam, questionam, questionam, e seguidamente pedem CLAREZA a quem sabe! Cambada!

  11. atão, ninguém fala da sova que o costa deu ontém ao vitor gonçalves na rtp. os direitolas já se queixam de estalinismo socrático nas entrevistas que o costa dá aos lambe botas do governo.

    http://www.sabado.pt/portugal/politica/detalhe/costasx.html

    FALO EU !

    O António Costa agora parece que lhe tomou o gosto, ou o pulso !
    Foi uma coça que aquele soninho do Vitor Gonçalves há muito estava a merecer.

    E parece que hoje o Coelho vai debater com a Catarina. Será que vai levar uma dose igual á do Portas ?

  12. Antes de mais, boas ao Valupi e a todos no Aspirina depois de algum interregno.
    Medina foi sempre o político que melhor lidou publicamente com o “caso” Sócrates. Logo na 1ª vez que foi interpelado e/ou se referiu a ele ainda teve oportunidade para dizer que sempre viu o ex-PM tratar com muita lisura os dinheiros públicos. E que acataria com muita surpresa tudo o que se desviasse desse caminho.

    Claro que eu também respeito qq opinião sobre o assunto. A minha é mt clara. Nenhuma Justiça percorreria o caminho deste MP com algo concreto.

    Voltando ao post, gostava sobretudo de dizer que tomara ao Costa saber lidar tão bem com o caso. E Costa foi ministro com Sócrates. Não chega à Justiça o que é da Justiça. Nunca chegou e é talvez o seu maior handicap nesta campanha!

    Ainda agora no debate foi o próprio mentiroso a começar por falar na crise noutros países europeus?! E não surge logo a réplica que afinal sempre foi a crise internacional que nos cortou o financiamento? Ou Sócrates também governava lá fora? Que muito do investimento público – que o mentiroso gosta tanto de falar e o TGV do PSD chegou a ter 5 linhas – foi a 1ª reacção da Europa à crise. E muito bem! E que a seguir também foi o próprio mentiroso a chumbar os primeiros passos da austeridade na AR. Só porque estava morto para fazer governo! E Já agora com a ajudinha do PR! E morto não era uma palavra muito forte na altura na boca de outro aldrabão – Marco António. Aqui gostei que Costa tivesse lembrado no que esta trupe de pantomineiros transformou o próprio PSD! Com Relvas à cabeça. É imperdoável que não se traga o currículo desta seita toda, que ainda desgoverna o país, para a campanha! E nunca esquecer quanto é que já nos custou o irrevogável do pantomineiro mor! Ou os vistos gold!

    Em última análise chumbaram o acordo com a UE e trocaram o PEC IV pela Troika! Esta é que é a verdade! Com direito a um Controller nas Finanças e tudo. E também falo em Vítor Gaspar porque é outro nome que já devia ter vindo à baila na campanha. Ou não foi o próprio que ao menos teve a decência de pedir desculpas a todos pelo seu falhanço na hora da saída? O mentiroso não precisa de admitir que errou em ir além da Troika, Vítor Gaspar já fez esse favor! E ainda nos deixou a Luís “arranja emprego para o maridinho”. Vítor Gaspar disse claramente que afinal a teoria da mola não funcionou!

    Uma coisa é conhecermos as regras da UE e sabermos que temos de cumprir mas também podemos pensar pela nossa cabeça sem sermos todos do Syriza. Outro sound bite dos mentirosos. Sim, com esta estrutura do euro uma verdadeira EU solidária não tinha outro remédio que continuar a despejar muitos euros no Sul da Europa. Mas já que não o faz devia saber responder à crise como também nunca o fez. E Portugal nunca devia estar completamente sozinho na UE como o PS não está. É fundamental um lobby sul europeu hoje no seio da UE! E ainda é mais fundamental dizê-lo na campanha!

    Peço desculpas a todos pela extensão do comentário mas era importante focar alguns pontos que gostava de ver bem esclarecidos na campanha. Como achei imperdoável o Costa não ter perguntado ao mentiroso se sabia como a maioria dos portugueses se referia a ele nas sondagens. Obrigado a todos.

  13. Alguém aqui conhece a DINÂMICA de um processo – crime? Pensam que por serem arguidos num processo – crime, FICAM a conhecer a sua dinâmica? VOLTO A PERGUNTAR: conhecem o processo «marquês»? Manusearam-no? Não. Logo, NÃO SABEM. Não sabendo, porque vos pronunciais com terminologias que não dominais? O que é uma ACUSAÇÃO? E uma INSTRUÇÃO CRIMINAL? O que são indícios? O que são fortes indícios? Quando se pode dizer que o arguido foi indiciado? Ou foi acusado? Quem titula o procedimento penal?
    Mas isto é assim? Lê-se duas linhas de um preceito, e toca de atirar com bujardas opinativas, mescladas de gongorismos que FAZEM RIR outros…? Fazem rir PORQUE quem persiste nessa postura, de cada vez que carrega na «matéria», vem com mais e mais asneiras! Mas o que é isto?!

    Vamos lá falar de medicina! Temos uma hora para ver como se pega num bisturi, se desinfeta as unhas e veste uma bata. Depois pegamos na planta do hospital, e toca a subir para a sala de cirurgia…e podemos discutir também que podemos arrumar o coração do lado direito…porque não? Cada uma arruma a casa como quer, e como sois todos inteligentes e sabedores da matéria. O que os manuais da «espécie» dizem, não interessa! Se houver um gajo, apenas um, p.e um auxiliar de limpeza que entretanto se tornou médico, a dizer que aquilo não é complexo, PÁS, eu penso que com o clamor da BURRA, podemos colocar um coração de porco no lado direito. E a ordem dos médicos que se acautele…

  14. BURRA, tud eves é induzir as criaturas em COMA, porque tu própria estás COMATOSA. Porém, há pessoas como eu que estão ATENTAS às tuas …prestações…que regar geral, resultam em DESERVIÇOS. Por isso, cada vez mais, sua BURRA, há condenações de gajas como tu, que são autênticas septicemias da SOCIEDADE PORTUGUESA. BURRA! És um cancro pá. Volta ao propofol, sempre aguentas mais a dor…BURRA!

  15. A BURRA está descontrolada. Regra geral, são efeitos da dose acima do normal para o ANORMAL se manter de pé. Esta gaja, que diz «eu sou licenciada, sabes?», personificando a típica sopeira portuguesa das berças que EVENTUALMENTE cruzou dois degraus de uma qualquer escola, na mira, também, de encontrar um BESTA que a quisesse, pensa que o CANUDO lhe dá a classe que a NATUREZA não deu.

    BURRA, toma cuidado…olha se a Pide anda por aqui…tu já aqui o disseste que tens rabo e por isso, tens medo…manifestação de COBARDIA, evidentemente. Pois, tu convences-te que na TRAMPA política que a horta tem, a maior trampa nojenta VAI GANHAR? Hum, sua esquerdalha BURRA?

  16. Ora muito bom dia, senhor Numbejonada! A falta que já cá fazia!
    Usou doze vezes a palavra BURRA no seu anterior comentário. Como demonstração de que é um ”expert” em direito processual.
    É óbvio o abuso semântico do termo indiciar e indiciado na semântica judicial, não na lei.
    Do abuso semântico deduz-se que a suspeita é bastante para iniciar um procedimento de investigação mas também para fundamentar medidas graves de coacção, mesmo que não haja indícios. Ou, porventura, o vocabulário jurídico enveredou por itinerários tão tenebrosos e esconsos que já consegue superar a etimologia e ocultar que o verbo indiciar advém de uma sufixação do nome adjectivo indício.
    Ora, o indício é a objectivação possível, num dado estádio da investigação, da suspeita.
    Também o costume judiciário e a prudência sugerem que o arguido só seja confrontado com a existência da investigação quando as suspeitas, que são o patamar mais vulnerável da subjectividade, estejam objecivadas por indícios. E essa prudência é, de resto, ”operacional” e favorece o bom desempenho da investigação, na medida em que só dá conhecimento ao suspeito da matéria quando se encontra no patamar dos indícios.
    Ora, este caso, paradoxalmente, caracteriza-se na prática pelo facto de, na urgência de implementar uma medida de impacto mediático, a prisão preventiva, ter sido denunciado ao suspeito antes que a suspeita passasse ao patamar dos indícios.
    Isto é inexplicável do ponto de vista dos bons procedimentos da investigação e pode condenar o processo. Não foi, pois, o interesse da investigação o que ditou a medida de coacção. Foi interesse mediático e político.
    Agora, o senhor Numbejonada pode chamar-me cem vezes burro. Mas note que as palavras extinguem-se por erosão.

  17. FERRA, de tão pequeno que és, pá, dei por ti agora. Tu tens um conceito de medida que extravaza a medida de qualquer ser inteligente…és um fenómeno. Será que tal se deve ao facto de pensares ou ao hematoma constante que se te instalou no cotovelo e parece que de forma permanente? Procura um ferreiro, pá, talvez ele te ajude…

  18. PRUNES, pá, li o teu começo e o teu fim. Ouve, tu NÃO SABES NADA da matéria. A partir do momento que me dizes que a pp não tem natureza PENAL e lhe esgotas a natureza na «natureza preventiva», concluí que NÃO vale a pena discutir ( ainda que ligeiramente) no assunto. Responde às questões, se conseguires… ( mas tens de subir TODOS os degraus da FDL).

    Quanto ao vocábulo BURRA, tens razão. Utilizo-o. E tu sabes porquê! Pois não o manifestaste já tu, quando a BURRA se atreveu a falar da DEMOCRACIA e sua forma de exercício nos tempos gregos antigos? Pois que queres tu que se faça perante uma GAJA que vem aqui CLAMAR informações que fazem rir o mais simples da Justiça?! Se queres falar de um PROCESSO, tens duas hipóteses: em geral e em especial.Ora em nenhum destes patamares ( salvo raras exceções AQUI) aqui tem havido expressão CORRETA sobre a situação. Quanto à expertise, ó pá, eu já te respondi a isso…deves pensar que «nasci ontem».

  19. Manuel Castro Nunes

    Muito obrigada pelo excelente esclarecimento.
    Olhe eu até já estava a dar de barato que havia “indícios” e até mesmo os chamados “indícios fortes”, ainda que não houvesse qualquer FACTO. Mas tem toda a razão. Como podem existir indícios fortes, ou até somente indícios, de um facto inexistente ?
    Razão tinha o juiz desembargador José Reis que no seu acordão dizia que eles “inexistem” e que “não há qualquer complexidade em investigar o vazio”.
    Estamos a falar obviamente do crime de corrupção, e sem este crime, não há crime algum.
    Logo, prenderam ilegalmente um cidadão, e ainda por cima um Ex-PM, e em ano de eleições legislativas. Além das outras patifarias todas.
    O meu “erro semântico” provêm também do comunicado da PGR que na sua recente promoção de desagravamento das medidas de coação diz que tem “os indícios consolidados”.
    Eu também acho que tem, mas no sentido de que o arguido não cometeu crime nenhum, por isso há que começar a “liberta-lo” em “suaves prestações”.
    E agora lá vem a criatura, acordada do COMA, para me chamar burra umas 12 vezes. Tal como o outro chamava pelo seu fantasma durante o debate.

  20. Caríssima Jasmim, perdoe-me discordar.
    Quem pôs o cegueta em coma fui eu. E quem o foi despertar ao além fui eu de novo.
    Ele reapareceu aqui porque tinha saudade e sabia que se avançasse de novo com a basófia me dava pretexto para expor a minha doutrina. :P
    O cegueta não dispensa a minha companhia.

  21. Eheheheheh !
    Despertou do coma e está aos coices !!!
    Nem lhe ocorre que por vezes alguém possa aparecer aqui com a táctica de o provocar. Pois não é o que ele tem andado aqui a fazer a outros ?

    E se eu sou burra o que é que ele será ?
    Agora é que eu vou mesmo puxar dos galões.
    Eu licenciei-me na escola superior pública portuguesa que repetidamente ao longo de décadas tem mantido quase inalteradamente como requisito de admissão a mais elevada nota de acesso ao ensino superior.
    É pois de supor que as licenciaturas que esse senhor terá, tirava-as eu nas horas vagas se quisesse. Quanto a capacidades cognitivas estamos conversados.

    E que meta a PIDE por um certo orifício natural do corpo humano acima.
    Abaixo todos os tipos de fascismo !

  22. Manuel Castro Nunes

    Você pôs a criatura em coma, mas parece que foi a sineta que eu toquei que o chamou de volta.
    Ele não resiste à tentação de vir aqui chamar-me burra.
    Nem quando está com a cabeça ás voltas por conta da mocada que o Passarolas levou. Está a sofrer a dor de cabeça por simpatia.

  23. O numbejonada parece uma mula que dá à nora a tirar a água cristalina que são os textos irreprensíveis de Manuel Castro Nunes. Anda, mula! (som de chicote)

  24. Disse a BURRA
    «Agora é que eu vou mesmo puxar dos galões.
    Eu licenciei-me na escola superior pública portuguesa que repetidamente ao longo de décadas tem mantido quase inalteradamente como requisito de admissão a mais elevada nota de acesso ao ensino superior.»

    Pois que vos disse eu?

    A BURRA «fala em «puxar dos galões». A BURRA apresenta-se e faz figura de BURRA mais uma vez!
    Bem, onde exercerá a BURRA? Nalgum centro de saúde? Daqueles que preenche credenciais e prescreve o habitual que mantém a população doente? Será que faz banco nalgum hospital que confunde sepsis com …dores de garganta? Ou que dá «naifaidas» nos doentes, enganando-se no sítio que deve intervencionar…?
    Ou um daqueles que manda anémicos para casa, com perdas de sangue e o manda regressar no dia seguinte para novas transfusões…hum? Bem, a BURRA sem dúvida deve ter muito tempo disponível para vir aqui CLAMAR do alto da sua IGNORÂNCIA…
    Mas a BURRA refere-se ao meu perfil académico…e diz que as licenciaturas que tirei, tirava-as ela nas horas vagas se quisesse? Hum, pois, tá certo, tá certo…com as capacidades cognitivas que demonstras ter…

    Mas…se a BURRA não conhece as minhas licenciaturas, como pode ela afirmar que as tirava in a «no time»?
    O que nos leva aos comentários que a BURRA aqui tem feito: ela comenta o que DESCONHECE e afirma a sua verdade desconhecendo a matéria que a gera…A BURRA é, de facto, um fenómeno. Escapou-se de algum «bidão» de «desperdícios»…e ei-la, exibindo como NINGUÉM as suas ALTAS capacidades de BURRA.

    É isto que carateriza alguns portugueses. Note-se: uma BURRA alegadamente licenciada, escorando-se numa média formal, para CERTIFICAR os seus «galões» dos quais puxa…diz ela. E puxas os galões contra quem? Moi? Really, really? ÉS uma COMUNA BURRA, INCAPAZ e são essas como tu que eu APRECIO PÔR no Lugar, rindo-me ( eu e outros) quando …puxam dos galões…GALÕES! Disse a BURRA.
    Portanto, esquerdalha, ó pa ela: a gaja prescreve e preenche credenciais…hum, vou mostrar a coisa ao pessoal …LOL.

  25. Lucas GALUCHO, pá, não te esqueças de pedir por mim, logo à noite quando rezares a Avé Maria com a tua filha…

    bem…mas se Deus concordar comigo…« não se liga ao que o Galucho escreve»…
    IGNARALHO,

    Pá, mas tu achas que alguém me bate, hum? Em quê e/ou no quê?

    Manda aí…

  26. Já ninguém lhe quer bater, senhor Numbejonada. Isso já passou.
    Mesmo verbalmente, o meu propósito não é bater-lhe. O senhor ainda não entendeu.
    O meu propósito é demonstrar que, em última instância, a magistratura conjurada no topo da hierarquia, quando lhe confrontada com a absoluta ausência de argumentação, recorrerá sempre aos argumentos que o senhor aqui traz e poderá mesmo incorrer na imprudência de desatar a chamar burros a todos os outros.
    O senhor é já aqui e só um boneco de corda, ou um automatismo de nora. Carrega-se no botão e o senhor descarrega na celha água turva, do fundo do poço.
    E dá-me azo para interpelar os propósitos e procedimentos intelectuais dos super magistrados.
    Convém, todavia, por prudência, não vá o senhor contaminar toda a justiça nos seus múltiplos patamares, advertir para que a justiça não é assim. Estamos a falar de patamares da justiça que manifestam, incontestavelmente, tendência para serem manipulados ou impulsionados pelas conjuras políticas, ou manipulá-las.
    Eu creio e faço questão em crer que permanece, todavia e apesar de tudo, um patamar de exercício quotidiano e isento da justiça.
    E é em seu nome que devemos assumir o imperativo de denúncia da corrupção judicial.

  27. Ó Numbeijonada
    Queres saber muito e não dizes nada ?
    Eu também queria saber onde é que tu exerces a tua magistratura, pá !
    Gostava de saber se és o próprio Rórró, ou apenas o gajo que lhe arruma os processos na garagem. Porém até agora nada. Por isso ficas-te só com esta provocação: as licenciaturas que tu alegadamente tens conseguia-as eu nas minhas horas vagas e com uma perna às costas, pela simples razão de que eu consegui muito provavelmente a mais difícil da Academia. Tomá lá, burro ! Afinal quem é que é aqui o gajo burro ?
    E agora vai lá ajudar o Rorró a escrevinhar a acusação que ele está atolado em papéis. Atolado em papéis e com os neurônios todos embaralhados. O meu Sargento “embaralhou as mãos” e agora nem dá para distinguir a “mão esquerda da mão direita”. Acho que estão como o Coelho que de tanto que escrevia com a mão a tremer, acabou guisado no caldeirão do Costa, e comido no jantar do Sócrates.

  28. PRUNES,

    Na verdade, nem continuo na leitura da tua insanidade. Afinal, quem tem cartão de maluco és tu e não só te assumes como tal publicamente, como até o ilustras…com imagens.

    Sabes muito, sabes, sabes…tu até achas que podes mudar a jurisprudência. És um colosso – um biltre. Hum.

    Queda-te aí nas regas com a BURRA da BURRA.

  29. Da BURRA

    «Por isso ficas-te só com esta provocação: as licenciaturas que tu alegadamente tens conseguia-as eu nas minhas horas vagas e com uma perna às costas, pela simples razão de que eu consegui muito provavelmente a mais difícil da Academia»

    Hum…«fica-te só com esta provocação»…! Lol. És BURRA. Tu és, de facto, BURRA. Não te esqueças de avisar que vais roubar as uvas….Grande BURRA.

    A sério? Muito me dizes, ó BURRA. Por aqui, os que te lêem, estão com muita vontade de te conhecer…com muita risada no meio…

  30. Sim, senhor Numbejonada. Embatucou outra vez.
    Vai de novo entrar em coma.
    Tenha calma. O senhor faz aqui muita falta.
    Sem si, como poderei continuar a expor a minha doutrina, senhor procurador?
    Esclareça lá então o sentido ou significado judicial de indiciado.
    Refira-se, por obséquio, aos comunicados do MP/PGR.
    Por exemplo, Sócrates era suspeito, à data em que foi detido.
    Miguel Macedo está indiciado.
    Pode esclarecer-me?

  31. PONTO 1:

    Diz o Teodoro: «É mais do que óbvio que a figura em causa [o Teodoro] deu inúmeros golpes. A questão está só em saber se é possível prová-los ou não.»

    É isso mesmo: sendo “mais do que óbvio” que o Teodoro “deu inúmeros golpes”, a questão de “saber se é possível prová-los” torna-se absolutamente secundária. É absoluta e obviamente óbvio que “mais do que óbvio” é “mais do que óbvio”, e o que é “mais do que óbvio” não precisa de prova, como é óbvio… aliás “mais do que óbvio”. Assim, prenda-se o Teodoro, arranque-se as unhas ao Teodoro, enrabe-se o Teodoro e, por fim, churrasque-se o Teodoro. Pim.
    ————————————————–

    PONTO 2:

    Depois da sova épica que deu ao aldrabão de Massamá, as minhas reservas em relação ao António Costa esfumaram-se: em 4 de Outubro, não hesitarei em confiar-lhe o meu voto.
    ————————————————–

    PONTO 3:

    Aproveito para renovar os meus cumprimentos ao Deus do Lucas Galuxo e da Maria Abril, que muito respeito, ainda que mais respeite e preze os próprios Lucas e Maria. Já agora, e antes que me esqueça, é só para lembrar que o deus do chafurda ceguinho é gordo e leva no cu, à imagem e semelhança do seu fiel devoto. Ou vice-versa, tanto faz. Em qualquer dos casos, oremos.

  32. O que ajudaria era responder ao porquê de no Brasil ou EUA, os investigados serem rapidamente acusados e levados a tribunal, e aqui, com um tribunal constitucional guardião das boas coisas,dizem os da esquerda, levamos anos. E já agora apurar quem é que tem culpa das leis não serem mudadas, para que a justiça possa seguir os bons exemplos? não serão os garantistas, que mantem todos os “recursos e mais um , para defender os “inocentes” até que as dezenas de recursos sejam analisados?

  33. “vale a pena ler os comentários desta pepineira”
    http://observador.pt/2015/09/11/foto-de-socrates-7-curiosidades-em-que-talvez-nao-tenha-reparado/

    Ignatz

    Tens de compreender que estão indignados porque esta fotografia desmente o alegado “luxo” da casa !
    É que não se vê “luxo” em lugar algum desta divisão.
    Os caluniadores estão a tentar sugerir que a fotografia foi tirada na arrecadação da “casa de luxo” … e o Sócras espetou na parede uma estante com livros, só para disfarçar …
    Ou isso, ou esta foto foi tirada na casa de algum vizinho “pobre”. E a polícia ? deixou o Sócras ir à casa do vizinho ?

  34. Joaquim Camacho,

    Olha uma coisa que o Teodoro não fez foi andar a literalmente a comprar uma pseudo licenciatura em Engenharia, apenas e só porque aquelas que lhe dariam o direito a poder usar o título profissional de Engenheiro, eram difíceis e não se conseguiam comprar!!!
    O teu ídolo Sócrates fê-lo…
    Quem faz uma coisa dessas, fará seguramente muitas e muitas mais do mesmo género – chama-se a isso falta de decência!
    Como os americanos dizem: Compravas um carro em segunda mão a José Sócrates?
    – Nem bêbado!

  35. Tadinho… perdão, teodadinho do Teodoro.

    PS 1 – A talhe de foice: que se fodam… perdão, que se phodam os americanos.
    PS 2 – Que se phodam… perdão, que se fodam os carros em segunda mão.
    PS 3 – Que se foda o chafurda ceguinho.
    PS 4 – Oremos.

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