15 thoughts on “Mais um antro de perigosos esquerdalhos”

  1. Passos Coelho é agora o «amigo de Peniche» dos credores. Só em 2012 ficou 4 mil milhões aquém do que lhes havia prometido. O remédio tóxico que levou consigo para o poleiro — a «austeridade Gaspar» — não resultou; e a situação político-social evolui de molde a colocar os interesses estratégicos de Washington e de Wall Street em causa.

    Que surpresa!!!…

  2. joaopft

    Esse teu raciocínio vem pôr em causa a tese do Sócrates, de que o Gaspar é o ministro da “Troika”.
    Até à pouco tempo, os principais agentes políticos de Washington (Obama, Clinton), mostravam apreço pelas políticas seguidas por Gaspar, assim como todos os agentes económicos de Wall street. O que mudou?

  3. “Até à pouco tempo, os principais agentes políticos de Washington (Obama, Clinton), mostravam apreço pelas políticas seguidas por Gaspar, assim como todos os agentes económicos de Wall street. O que mudou?”

    não mudou nada e as referências positivas ao governo português datam dos tempos socras. onde é que leste isso? o gaspar andou a vender banha da cobra nos estates, mas não vi ninguém comprar e os aplausos de cortesia foram muito limitados. vai lá reler o passado e não aldrabes, cada trambolhão é tornado em triplo mortal encarpado à rectaguarda, é preciso paciência para aturar estes direitolos.

    http://economico.sapo.pt/noticias/gaspar-vai-a-wall-street-defender-sucesso-do-ajustamento_142918.html

    http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO125063.html

    http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=2260721

  4. jrrc

    oh tótó, estou a responder ao que o joaopft escreveu.

    ” e a situação político-social evolui de molde a colocar os interesses estratégicos de Washington e de Wall Street em causa”.

    Mas já que gostas de te meter nas conversas dos outros, vê quanto está a cair o ouro e a prata hoje, assim como o resto das matérias-primas. Depois conclui porque é que os mercados, agora, estão fodidos com as politicas de austeridade da Europa.

    Paciência para aturar tansos do caralho como tu!

  5. o pipoqueiro é um bimbo tipo bécula, a gaja converte tudo em caralhos e o gajo traduz tudo para milagres do amigo gaspar que é amigo do pedro que nomeia secretários adjuntos do ministério adjunto aos adjacentes. já começa a falta a paciência para tanta abécula.

  6. ignatz

    Se não tens capacidade para compreenderes o que está em causa, tem, ao menos, a humildade de estar calado e não poluíres o blogue com disparates que não trazem nenhuma mais-valia ao debate.

    A Gerência agradece!

  7. ena, ainda agora aqui chegou e já diz quem é que deve falar e quem não e até já é gerência. Com um certo poder nas manitas, o que não farias, né, chico?

  8. oh xico! o que está em causa é um país inteiro que o gaspar vai destruindo com os seus sucessos diários e só mentes iluminadas como tu acreditam na salvação através da economia de mercearia, ainda por cima martelada.

  9. francisco:

    O que mudou é a discussão, nas opiniões públicas de alguns países da Zona Euro, da possibilidade de saída da Zona Euro. Nos anos 1970 houve uma tentativa de saída da Itália e Portugal para fora da esfera ocidental, que aconteceu com o MFA (em Portugal) e em Itália, na altura de Aldo Moro (democrata-cristão que tentou uma aliança com os comunistas e acabou assassinado pelas Brigadas Vermelhas) e mais recentemente com Berlusconi. Isso foi levado muito a sério pela administração de Gerald Ford, em particular por Henry Kissinger, que temia a dissolução da NATO e o enfraquecimento da posição estratágica dos Estados Unidos no Mediterrâneo, por via de uma aproximação do Sul da Europa ao movimento dos não alinhados e ao terceiro mundo.

    Não é por acaso, aliás, que o artigo do NYT menciona Itália e Portugal; creio que são, precisamente, os dois países onde será politicamente mais fácil aos eleitorados optar pela saída do euro. Entre os países do Sul, a Itália tem as melhores condições económicas para sair. Quanto a Portugal, sabe-se que no nosso país sempre houve um euro-cepticismo que transcende filiação partidária; e que também temos opções económicas (e uma experiência prévia) que nos permitem sobreviver essa possibilidade com a certeza de que sobreviveríamos.

    Os americanos temem hoje, tal como nos anos 1970, a saída do Sul da Europa da esfera ocidental; isso seria uma perda estratégica importante; significaria o mesmo para a Europa que a conquista do estreito de Malaca o controle naval do Mar da China por potências ocidentais teve para o Oriente. É claro que os alemães não pensam em nada disto; a sua visão estratégica do mundo é mais ou menos provinciana.

  10. joaopft

    Os americanos temem hoje, tal como nos anos 1970, a saída do Sul da Europa da esfera ocidental; isso seria uma perda estratégica importante

    Então iriamos para onde?

    Se Portugal e Itália saírem do Euro, esta moeda implode, e é o fim da Europa Comunitária. Nada ficará como dantes. Os americanos temem é isto.

    O problema atual e por isso é que os mercados estão apreensivos, é o facto da Europa já não acreditar que a injeção de dinheiro na economia resolva os problemas. Pelo contrario, agrava o endividamento da Europa, só alimenta os mercados especulativos e transfere mais riqueza para a Ásia.

    Para injetar dinheiro na economia, temos de saber para onde vai esse dinheiro. Se não nos restruturarmos e tornarmo-nos mais competitivos para conseguirmos exportar e fornecer, também, o mercado interno, então só estaremos a aumentar o buraco.
    Vamos injetar dinheiro na economia para comprar produtos chineses? Ou para os bancos meterem o dinheiro dos contribuintes em hedge funds, em vez na economia, rentabilizando-o e criando mais-valias, alimentando, isso sim, os mercados especulativos? Porque isto, foi o que aconteceu até agora, se ainda não reparaste.

    Sou liberal, mas não sou otário!

    abraço

  11. variadíssimas vezes. Esta foi só a última…está lá mesmo acima. “tem, ao menos, a humildade de estar calado e não poluíres o blogue com disparates que não trazem nenhuma mais-valia ao debate.

    A Gerência agradece!”

    Claro que outros te poderiam pedir o mesmo, enfim, pelos mesmos critérios. Mas diz a verdadeira gerência que é um espaço aberto…

  12. joaopft

    A Merkel anda a ler o que eu escrevo no blogue..

    A chanceler alemã acredita que as políticas que estão a ser implementadas servirão para atingir uma estratégia de crescimento sustentável. Ainda que admita que a consolidação das contas públicas dos países vai fazer “vítimas”.
    “Sabemos que vai haver vítimas em muitos países”, mas “eu acredito que, no longo prazo, teremos de ter uma estratégia de crescimento sem ter de estar sempre a aumentar a dívida”, afirmou Angela Merkel durante uma conferência de imprensa, em Berlim, citada pela Bloomberg.
    A responsável referia-se à consolidação das contas públicas dos países que têm por base, a redução do endividamento e o corte dos gastos.

    Merkel diz-se “surpreendida” que seja defendido “em muitas partes do mundo – mesmo despois da crise financeira de 2008/2009 – que a principal questão é que estamos a crescer outra vez”, independentemente do custo associado.

    O aumento de dívida, continuou, “é muitas vezes” um argumento para servir o crescimento. Mas “tudo isso é falso”, adiantou, sublinhando que este tipo de política “não é sustentável no longo prazo”.

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