95 thoughts on “Isto é tãoooooooooooo bom”

  1. Eu também acho isto medonho (pelo menos à primeira audição). Mas muito mais importante é o facto de alguém (neste caso, o primo) gostar. Detesto quando alguém consegue sacar prazer de um tema e eu não. Fico sempre com a sensação de que estou a perder algo e que o problema, obviamente, está em mim. Até porque gostar dá muito mais trabalho do que não gostar.

    Só uma curiosidade: isto bateu-te à primeira? Ou é coisa que tem vindo a ser digerida?

  2. Por acaso não é bom; mas é daquelas que um tipo ouve e até pensa “eu até gostava que isto fosse bom”.

    Mas depois ouve-se qq coisa da Motown e o bom senso logo regressa em boa hora.

  3. Amiguinhos, quem quer convites para o google plus?

    Com tanta amena cavaqueira, parece-me o sítio ideal para sugerir :)

  4. Sinhã: estive a passar camisas a ferro a ouvir os Thievery C., e aliás ainda estou ‘They worshipped strength, because it is strength that makes all other values possible’ , lá passou aquele samba bonito, tu vê lá não dês cabo dos olhos agora com as minhas vírgulinas,

    eu sou google neanderthalensis

  5. (em relação aos convites, pedia aos interessados que enviassem email para jcmraposo@gmail.com que é mais simples do que estarem aqui a espetar o vosso email)

    Entretanto vou aproveitar a dica para aspirar a cela, que a minha gatinha só faz disparates.

  6. Não gostei. Paciência. Não se pode gostar de tudo o tempo todo.

    Cientista Surrealista, Eu quero. O que se passa nesse sitio

  7. Sinhã, olha que é menino embora esteja escondido pelas ervas. E sim, está nostálgico cá com umas coisas. Porque é que andas com isso da açorda? Gosto das tuas imagens, gosto da tua música mas não gosto disso da açorda.

    Cientista: eu bem queria em abstracto mas a chola agora num dá. Fica para depois.

  8. há sempre um feminino por dentro de um menino, x. :-)

    eu explico: quem me dera andar nua – mas não pode ser. então, resolvi usar este vestido – que não é, de costuras invisíveis, de papel, que pode ser rasgado em andamento. resolvi, à minha moda e não à de Jum Nakao, reclamar ao mundo que não estou satisfeita com os açordas. e tu, não gostas do meu vestido porquê? :-)

  9. espero não ter magoado que isto com as xx nunca se sabe – se não gostas dos açordas não lhes dês força com o teu nick, mesmo nomear negativamente é invocar. Mas pronto agora é esticar patas e vadiar.

  10. :-)

    não, estava fora. e, de repente, sem grande reflexão, deste-me um argumento que me convenceu. parabéns por esse jeito forte mas delicado.:-)

  11. ah, isso são assuntos dos deuses, deixa pra lá. Meu Deus estou tão cansado de não fazer nenhum e só de pensar no que tenho a fazer, eu queria muito ser andorinho, andorinha não por causa daquilo dos ovos, mas ajudava a chocar…

    Montei ali no meu beiral uma coisa de corda enrolada com molas da roupa por causa de um pombo que vai lá anichar, mas o danado limpa as molas ao encontrão e lá fica outra vez, eu gosto dele mas tem um problema: ando a magicar dar pão com imodium por causa das coisas!

    agora vou ali ouvir a menina outra vez, mas quem é ela ou quem são eles?

    o ktsch do vestido é ultrapassado pela alma da voz

  12. é do melhor que se escreveu, musicou e cantou nos últimos 20 anos em Portugal. outra coisa. Val, é impressão minha ou o teu ilustre tegúrio foi invadido por uma orda de paneleiros (dos q batem em panelas ruidosamente, entenda-se)! já só falta o ibnrxt ou lá o que é para compor o ramalhate

  13. é um pouco triste, Joao, talvez seja da voz peluda dela. não sei bem definir. :-)

    querias dizer, talvez, tugúrio, Paulo. fiquei curiosa: onde estão as panelas? :-)

  14. gostos não se discutem: os Donna Maria são amor-criança e os Amor Electro são amor-adulto – mas ambos amor: aquela máquina criadora e produtora, a única, que não precisa de directiva. :-)

    olha, o vestido é lindo. apenas alterava o decote – colocava-o em V profundo.:-)

  15. ah, a máquina do amor, mas eu não lhe chamo máquina, chamo-lhe sopro ou assim

    o V profundo acho bem, mas aquela bordadura de abat-jour é como dizes, são gostos

  16. ai que desacordo, não fosse eu apaixonada pelos vestidos dos candeeiros. neste caso, essa bordadura é a luz do vestido, x. :-)

    VM, só posso dizer-te que punha isso como banda sonora das púbis em depilação a cera.:-D

  17. ora, ora, nem parece teu sinhã! essa correcção não joga com toda esse samba. então preferes tugúrio a tegúrio. ah! feio tegúrio, contudo é o palácio onde, afinal, abundam os gemidos, ao invés do tugúrio, essa barraca, essa choça. faz sentido!

  18. não foi correcção, foi uma pergunta meia torta – assim fiquei a saber exactamente, já que a ironia é tão apreciada hoje em dia, que conotação deste ao lugar onde vêm, como dizes, paneleiros. outra coisa: de repente, pareces o antipassoscoelhon que vai sempre chamar tugúrio às vinte linhas. mas deve ser a minha ovárição que anda descoordenada. :-)

  19. três, só três, assim, como que de rajada, oh sinhãzinha flor: não faço mais pálida ideia do que seja um “antipassoscoelhon”, pelo que, nem tudo o que parece é e tudo pode ser o que verdadeiramente parece, primeira; segunda, não sei se percebeste bem o que quis dizer quando falei em paneleiros, mas, afianço-te que jamais falaria de quem gosta de levar no cú, que, ainda por cima, e independentemente da conotação ou denotação que lhe dás, ou deixas de dar no teu brazileiro alemão, nada tem de irónico, é sexual mesmo; terceira, de “ovárição” nada sei, aliás, deixei de comer galinhas desde que vi na tv o que fazem às bichas nas quintas de criação. uma última nota a que não resisto. a minha também é meia torta e nem por isso deixo de a querer meter. coisas da vida.

  20. só posso dizer-te que não entendeste, nem faço questão que entendas, o que eu disse, já que nem sequer percebeste que eu estava a falar apenas das nuances da palavra tugúrio. com esta agressividade e estupidez e má-formação só posso concluir que se não és, és sósio do tal elemento que referi. o que disse em tom de brincadeira pelo ora, ora, ora, passou agora a ser verdade. és um porco, uma vergonha, que não faz jus ao nome que mostras.

  21. entre outras coisas sou mesmo um porco, uma vergonha e o meu nome não me faz justiça. agora tu sinhã, és d’uma doçura que me provoca diabetes. quanto ao mais, manda sempre, que mandas bem :)

  22. se estás a fazer as pazes comigo, vais ter de tirar as meias e ver se os dedos dos teus pés – sim, porque os diabetes são quilhados para os pés -, são juntinhos ou afastados. isto para eu ver se falas do mais com convicção ou não. então, juntos ou afastados? :-)

  23. ok. não estou em condição de te responder a uma pergunta tão íntima. mesmo um porco como eu tem limites. agora, sempre te digo que os meus dedos indicador e anelar são quase simétricos, o que a ter por um estudo recente diz tudo, hein! outra coisa, isso de juntinhos (demasiado óbvio?) ou separados é uma proposta?

  24. (eu esqueço-me que há poucas cabeças inocentes)

    não estava a propor mas a prepor – isso, sim, é óbvio. tão óbvio como os diabetes, os vários tipos, serem filhos da diabete. :-) eu ia dizer para ires dar banho ao cão mas o melhor é ires dar banho ao porco. :-)

  25. não me levem a mal, mas isto não me diz nada.Causa-me apenas uma sensação de “déjà entendu”.
    Há muito que somos assim. Lembro a explosão (lol) do Rock Português, quando a maioria dos bandas copiava “Police”- alguns mesmo “The Cure”- e nós, coitadinhos, fascinados com aquelas músicas que soavam a estrangeiro e que eram uma lufada de ar fresco no panorama musical, pejados de Tó-Zés Brito e Palhaços Pobres.
    Só não entendo porque é que ainda ficam deslumbrados com imitações de pindériquices da MTV.
    Mais exigência, menos chauvinismo, please.
    Enfim, peço desculpa, gostos não se discutem, não é?

  26. não sei se será complicado, Vieira, colocar um made in portugal na letra, na música e, até, nas cuecas da Marisa Liz. de qualquer forma, não andarás em chauvinismo dislexico visto que dizes que a lua de Éfeso é que é melhor do que a de Atenas?

    se dizes que só fomos heróis do mar, pega::-)

    http://youtu.be/IFscOHN4CAo

  27. sinhã, eu, de facto, tenho-a pouco inocente. para além de meia torta, já foi reponsável por muito sangue virgem, enfim. então estavas a prepor e não a propor, mesmo sabendo que isso é sabe-se lá o quê virgo sancta? agora, a bete, essa bete de jour ou jour de bette, essa mesmo, a diabete, tão óbvia, tão óbvia, que te faz desejar dar banho ao porco; porque não chafurdar o porco e a porca na mesma poça lamecenta, como dois filhos da porca-mor, essa porca encharcadona em forma de morango cortado e moldura côr de carne assada, essa mesmo. oh, essas frases pretensiosas que usas, não só tu mas os teus amigos de ocasião, que pessoas escrevem só porque parecem aforismos o que escrevem? estou a ver o menino que quer ser menina, com mania de que é o intelectual da família, porque leu aforismos, quer fazer aforismos também: tentando todas as combinações das palavras arte, morte, mulher numa frase que pareça profunda e curta. encantar em blog ou posta em blog emprestado e que se presta como tugúrio e não tegúrio é a mulher da vida. quase parece fazer sentido, não? que tal isto?: a sinhã representa a mulher infiel da vida; engana-a com o frasear incontinente. é mecânica na resposta porque não respeita predicados. a sinhã é o futuro e no futuro teremos computadores aforistas… computadores profundamente mordazes, que criarão sarcasmos que eles mesmos não entendem. como a sinhã que não se entende e manda dar banho ao porco quando devia era mandar um “mi liga vai”…

  28. é verdade: eu sou uma máquina, Paulo Nobre – mas aquela lá de cima, a do post.:-)

    agora, se me queres ligar: liga. mas depois não te queixes porque é Val quem atende sempre. :-)

    (e não tentes interpretar-me à luz do meu blogue porque eu sou mesmo incontinente. de manhã, então, é um alívio) :-D

    vá: http://youtu.be/s01X7j-nOB0

  29. Sinhã: surpreendeste-me com o smoke city, amei isso em tempos idos, pelos vistos continuo a gostar,

    Olá Edie, estou em arrumações, vai o kohln concert e vivaldi ,

    (pois pás ando espiritual que é a única maneira de dar destino aos livros)

  30. cum catano, a sinhã piriloa, tá farta de ter orgasmos virtuais, a tipa alimenta-se disso, cum catano. ó pá compra um das caldas e poe na lapela, dantes chamavam-lhe broche minha, agora parece mal, mas podes dizer pregadeira, filha, agarra é a coisa bem senão cai no chão e parte a cabeça, filha, depois é só cacos. ora, ora.

  31. sim, sei. e então? :-) é que eu quero enviar-te uma coisa.

    (esta que enviaste andou a tirar pêlos das sobrancelhas para ficar mais arregaladinha) :-)

  32. … depende do Weltanschauung, não é Sinhã?
    Mas vê se me entendes, sff:
    chateia à brava que, para apoiar a música tuga, um aerofágico ruidoso que não deixe um selo na cueca seja promovido a virtuoso do trombone,…tájaver?

    Quanto aos heróis:
    desses Spandau Ballet Tugas reacionários, apenas esta me ficou escarrapachada na alembradura:
    http://www.dailymotion.com/video/xbvd1n_herois-do-mar-saudade-1981_music

    Lástebatenóteliste, contemporâneo dos referidos, este sim, era um sinhôr tuga (na minha modesta opinião):
    http://www.youtube.com/watch?v=Sxjasfl2Y_w&feature=youtube_gdata_player

    Hasta luego
    Vou drumir

  33. na doçura com que bebo os minutos e o tempo, hoje mudo de lugar – para ganhar forma e me fixar. ( de repente)

    siiiiiiimmmmmmm! diz ;-)

  34. sim, digo: parece-me mesmo bem que coloques em citação o que escreveste acima – assim como o autor. as minhas palavras não são para dar umas voltas, Paulo Nobre. :-)

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