Isso vai dar BUM, BUM, BUM, BUM, BUM, BUM, BUM

Ai eu jurei
Que nunca mais me iria entregar
Disse que jamais vou me apaixonar
Pois tu sabes mesmo é me magoar
Ao invés de me amar

Não faz assim
Tira as mãos de mim
Essa brincadeira chegou ao fim
Morro, vem cá
Pára de me beijar
É que não consigo me controlar
Tu és tentação
Minha perdição
O teu jeito me diz
Vai… eh, eh, eh

Isso vai dar BUM, no quarto,
Na sala ou sofá
Isso vai dar BUM, na varanda,
Quintal ou divã
Isso vai dar BUM, no banho,
Na praia, oh baby
Isso vai dar BUM, BUM, BUM,
BUM, BUM, BUM, BUM, BUM!

Baby eu sei
Que tu não tens
Mas baby eu juro que eu sei
Que tens todos os truques de um player
A minha irmã escapou da tua teia
Grande bandeira

Não faz assim
Tira as mãos de mim
Essa brincadeira chegou ao fim
Morro, vem cá
Pára de me beijar
É que não consigo me controlar
Tu és tentação
Minha perdição
O teu jeito me diz
Vai…

Isso vai dar BUM, no quarto,
Na sala ou sofá
Isso vai dar BUM, na varanda,
Quintal ou divã
Isso vai dar BUM, no banho,
Na praia, oh baby
Isso vai dar BUM, BUM, BUM,
BUM, BUM, BUM, BUM, BUM!

Isso vai dar BUM, no quarto
Isso vai dar BUM, na varanda
Isso vai dar BUM
Ohhh, Ohhh, Ohhh
Isso vai dar BUM, BUM, BUM,
BUM, BUM, BUM, BUM, BUM!

Eu fico doida sem o teu olhar
És a coisa mais linda de se amar…
Ohhh, Ohhh, Ohhh
Uhhh, uhhh…

21 thoughts on “Isso vai dar BUM, BUM, BUM, BUM, BUM, BUM, BUM”

  1. Ai Balupie, ai balupie,

    fachabore, nunca pensei pô-lo nesse estado. Porra, Balupi, só lhe mandei avrassus e pedi-lhe por tudo para ter coidado, biu, ka natureza brindou-me com uns faróis dianteiros e outros traseirus bem nutridus.

    balupie, bamos a cunbersare, bá. Num sofras maije.

  2. está fixe. pena ser brasileiro. não os suporto de tão dengosos. se fosse francês , champagne , charme , mistério e tal , gostava ainda mais. oferecido , tira metade do gozo.

  3. toute a ber, larga o vinho.
    __

    Primo, finalmente o BUM teve o tratamento que merece.
    __

    L*, e continuo!
    __

    Xico Lopes, mandaste uma contribuição de peso.

  4. Balupie, meu balupie, num largo o binho não, pá. essa merda é um afrodisíacu, savias?

    Tás a ber respondeste-me. Pus-te a falare cumigu. Tabas a pensare em mie. Oube lá, inda tás confuso, atãoe, já ma descubriste o géneru? Dize lá. tenhu aki uma voa caxaça, esta merda baia por,me adurmire cumó catanu.

    Ó at dot come,

    Francamente, num saja belhacu, a dizere ka num gosta dos brasuca, meninu, poize isso naum tá cerrrrto naum.

    Num ligue xico copes, o arrova da beze em quando tem destas, supprattuto quando está cum champanha á frente biu?

  5. que falta de imaginação têm os tugas para acharem que brasucas enjoados são o máximo… assim não vão lá nunca.

  6. Valupi,

    Em nome de todos os santos que respeitas, restaura urgentemente a dignidade deste blogue. This is not the way, Doris Day! O bum, bum, e o bam, bam, podem muito bem ser a válvula de escape – ou a cantata e fuga de temas que te indispõem – que tens de abrir para desentupires o sistema de vez em quando, mas não podes impedir que certos malandros da “marosca” vejam nisso a simples e hormonal necessidade que o teu amor de perdição tem de vir à tona para encher os pulmões do gás essencial. Lembra-te das criancinhas e dos orfãos, das fomes e dos terramotos,

    Nã te esqueças que há gente honesta que vem ao aspirina com regularidade para ler e ver material de qualidade, se possível o melhor em oferta no mercado. Já reparaste que há anos que não metes aqui, ou melhor, aí, uma obra de arte, uma pintura clássica, por exemplo, um Caravaggio?

    Seja como for, a tua figura bloguítica não pode fugir a vir a ser uma das personagens centrais do meu próximo “roman de cape et d’épée”: “Le Vinaigre au Pouvoir! À bas les Bananes!”. Há muito de Errol Flynn, de voyeur, em ti.

  7. grande pá… alabo o gosto do senhor, gostei imenso, é muito giro.

    giroflé: es um libertino, não há engano, gostei do teu comentario com sorna.

  8. Ola Edie. Ha umas noites lembrei-me de ti. Houve por aqui um concerto so com musicas dos beatles mas nao te consigo contar muito mais que isto – ouvia-se tao mal que nos dedicámos à sangria.
    Infelizmente ainda nao consigo juntar-me a esta festa. Continuo pelo norte, so tenho acesso ao aspirina mobil e estar a conseguir comentar já é excepcional porque normalmente nem isso consigo fazer. Toma conta da tasca até ao meu regresso!

  9. OK, tereza.
    Podemos sempre fazer um festival de encerramento do Verão, quando voltares.

    (sangria como alternativa parece bem, embora em complemento fosse melhor)

  10. Era para ser complemento, e eu até fiz 5 litros que os gajos, como sabes, fartaram-se de fazer musicas, mas a coisa correu mal. Estávamos num terraço, o vento virou e beatles nem ouvi-los…
    Agrada-me essa ideia da festa de fim de Verâo mas é melhor atacarmos de surpresa ou o dono da casa nem a porta nos abre…

  11. Deal…combinamos à socapa; se for preciso, em código.
    (mas olha que ele, uma vez por outra, também gosta que lhe dêem música)

  12. Ja agora, e nem sei bem porquê, hoje cantava-lhe isto:
    A bordo ninguem se teme
    Aqui ninguem se receia
    Que o homem que vai ao leme
    Ouça o canto da sereia

    Sereias de marinhagem
    Emudeceram aquela
    Soltando à bela aragem
    A sua cançâo mais bela

    Oh noites de amor
    Que as almas seduz
    Envolve o Naval
    Em ondas de luz

    É jogar sem medo
    Ó minha beldade
    O mar é de rosas
    Viv’a mocidade!

  13. Porra pá, mas tens MANSO no nome, carago. Não dás confiança a ninguém. Qual a mulher que quer um MANSO? Para isso compra um coelho na loja, pá porreiro.

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