5 thoughts on “I disagree with you, but I’m pretty sure you’re not Hitler”

  1. Não sei se se pode dizer “you are not Hitler” ou se será mais correcto afirmar “you could not be Hitler”.
    Ontem estava aqui sozinha com os meus botões a pensar se estes alarmismos sociais e a agitação de velhos papões não serão vitais para a sobrevivência.
    Lembram-se da Gripe A e do alarme que causou? E como de repente se foram buscar os fantasmas enterrados da gripe espanhola? E daquela rábula dos Gato a imitarem o Marcelo?
    Brinquemos então um pouco que o Jon Stewart deixa.
    A gripe espanhola matou milhões de pessoas? Matou.
    A gripe A podia ter morto? Podia.
    Mas não matou? Não.
    Mas podia? Podia.
    Então o vírus da gripe A era menos perigoso? Não.
    Então podia ter morto muita gente? Podia.
    Mas não matou? Não
    Mas a gripe espanhola matou? Matou.
    Então o vírus era mais perigoso? Não.
    Mas matou muita gente? Matou. Nós é que já lhe conhecíamos os truques e demos logo cabo dele no princípio.

  2. Estás a remeter para os benefícios da prevenção. Mas num caso, o da gripe A, a fundamentação é científica, no outro, o da retórica política, não há necessariamente um fundamento válido. O que abre a porta a todo o tipo de perversões na esfera do discurso público.

  3. E desde a criação da Sociedade das Nações o que é que se tem andado a fazer, ó retórico? A tentar prevenir, penso eu de que.

  4. Ó Advogada, pá, tens razão, chateaste-me com a merda do CPP mas tens razão agora. Dá porrada neste valupi, que o gajo tem a mania que barra tudo o que é facto. O gajo é adepto da teoria da alquimia, tás a ber?
    valupi quanto me pagas para eu voltar, pá? Meu biatu caralhudu?

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