Good food for good thought

With access to pornography easier than ever before, politicians and scientists alike have renewed their interest in deciphering its psychological effects. Certainly pornography addiction or overconsumption seems to cause relationship problems [see “Sex in Bits and Bytes” by Hal Arkowitz and Scott O. Lilienfeld; Scientific American Mind, July/August 2010]. But what about the more casual exposure typical of most porn users? Contrary to what many people believe, recent research shows that moderate pornography consumption does not make users more aggressive, promote sexism or harm relationships. If anything, some researchers suggest, exposure to pornography might make some people less likely to commit sexual crimes.

Does Porn Harm Women?

The most common concern about pornography is that it indirectly hurts women by encouraging sexism, raising sexual expectations and thereby harming relationships. Some people worry that it might even incite violence against women. The data, however, do not support these claims. “There’s absolutely no evidence that pornography does anything negative,” says Milton Diamond, director of the Pacific Center for Sex and Society at the University of Hawaii at Manoa. “It’s a moral issue, not a factual issue.”

The Sunny Side of Smut

4 thoughts on “Good food for good thought”

  1. Aqui há uns meses, vi uma série de artigos fascinantes, bem escritos e fundamentados, sobre os efeitos que o acesso generalizado à pornografia tinha nos comportamentos e expectativas sexuais dos pré-adolescentes e adolescentes. Desgraçadamente, não os guardei. Ainda vou ver se os encontro.

  2. Pois terá, embora neste texto o enfoque seja exclusivamente sobre o consumo por adultos, não se tendo analisado as diferenças nas camadas etárias.

  3. será, que seja, uma questão moral – sem moral da história: o que remete para conteúdos absolutamente vazios, vulgares e de minotauro – é que os animais não fazem do sexo uma droga. :-)

  4. Tsc, tsc, Val.

    O debate da pornografia está excessivamente centrado na ideia feminista de que porn denigre a mulher, na medida em que na porn esta seria apresentada, pelo menos na narrativa de porn main stream, segundo se defende, meramente como objecto de prazer, disponível para servir apenas e tão só as necessidades dos homens, tidos estes por seu turno como meros objectos fálicos, garanhões brutais e inconsequentes, máquinas de foder, inclementes no seu machismo inato.
    Ora, nada mais falso, a narrativa porn actual, sendo múltipla por necessidade de mercado (os tais dos nichos bdsm, trans, bi, asian versus black assim o obrigam) é criativa por refinamento, e está muito longe de se adequar a retóricas passadistas, a paradigmas de pessoas que, como tu, Val, não consultam, não investigam porn; preferem o vinho.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.