Finalmente, uma verdadeira esperança para diabéticos tipo 1

Há muitas investigações em andamento, mas nenhuma chegou a este ponto com estes resultados. É altamente desaconselhável perder a santa paciência e começar já a festejar, mas esta é uma notícia sem paralelo para diabéticos tipo 1, seus familiares e amigos. Pela primeira vez nesta doença, a esperança deixa-se tocar.

19 thoughts on “Finalmente, uma verdadeira esperança para diabéticos tipo 1”

  1. Era bom, era. Mas confesso que há dois anos que oiço notícias desse tipo vindo de Universidades francesas, brasileiras, alemães e norte-americanas. É como tu dizes: não dá para festejar, mas anima. E isso apesar dos diabéticos serem uma das maiores fontes de receita das farmacêuticas.

  2. Verdade, primo. E não só para esta, como para tudo o que é doença: caudal imparável de resultados laboratoriais fragmentados e desconexos. Mas, neste caso, estamos perante aquela que parece ser a mais consistente, e agora consequente, linha de investigação – porque os resultados estão a ser obtidos com material humano, e já em fase de teste clínico. Enfim, é esperar, como sempre.

    Também gosto da simplicidade explicativa do processo biológico em causa.

  3. tirada diabólica a tua claudia, pois eu digo-te: diabo é o separado, não é?, e o anjo caído. Pois eu digo: voa de novo, sobe aos céus, junta-te aos teus

    PS combustível: água de granito, mirtilos, queijo e mais

  4. Z,
    por norma, és quase um verdadeiro chato. Mas nutro simpatia pela tua “personagem”.

    Diria mesmo que gostava de ter um amigo como tu.

    Parabéns pelo despacho que deste à tua vizinha que habita com o diabinho no corpo. O “e mais” o que é?

  5. Valupi.

    Vai ser bonito quando essa “esperança” chegar a Portugal, o país com mais tuberculosos da Europa Ocidental. E lembras-te quando eras miudo e te diziam que já se tinha acabado com a tuberculose, não te lembras? Acabaram tanto que agora já há mais tuberculose que cancro. Vai batendo palminhas, escravo do “ciência”.

    E não te esqueça da muita fruta e vegetais. Um dia deste ainda por aí apareces com uma carga d Diabetes tipo 3 que nem sabes onde é que fica a paragem de autocarros mais próxima.

  6. O Substantia Nigra, que valente demonstração de ignorância caramba. O surto de tuberculose está relacionada com o facto dela surgir sobretudo como doença secundária de pacientes que sofrem de HIV e de Hepatite. Como é óbvio, tratar a tuberculose de um sujeito que tem o sistema imunitário toda fodido não é pêra doce. Só por si, e dependendo como é óbvio da fase em que é diagnosticada, a tuberculose é infinitamente mais tratável e curável do que o cancro. E mesmo que tivesses razão no que dizes (que não tens), possuis uma dose de fel que deve ser a fonte da tua azia.

  7. SUBSTANTIA, se esta esperança chegar a Portugal, virá na forma de certeza. A tuberculose, como serás capaz de descobrir com os incomensuráveis recursos da Internet ou através de algum aparelho telefónico mais à mão, distingue-se da diabetes por milhentas características, uma das quais sendo essa de ser doença infecciosa, não auto-imune. Se tivesses lido o artigo, saberias que o tratamento que está em causa resolve o problema na sua origem.

    Quanto a ser escravo, sem dúvida que prefiro sê-lo da “ciência”. É uma escravatura que liberta.
    __

    Z, essa notícia que ligaste é relativa a investigação diferente.

  8. João Pedro,

    Tens razão em tudo o que dizes, excepto nos costumados 90 por cento – que é a tua média quando te atreves a deixar o rock e a linguística da mão e a enveredares pelas avenidas da enfermagem. Vou deixar-te já com um argumento-opinião que poderás usar no futuro quando quizeres chamar-me ignorante e outras coisas do género. É o seguinte: doenças, doenças, realmente só há uma. Começamos a sentir vertigens, indisposições, dores e a andar aos esses, depois caímos ou não caimos. Para ser diferente de toda a gente, coloco-as todas no saco da mesma causa. Por outras palavras muito simples, cancro, HIV, AIDS, diabetes, asma, cardiovasculares, desequilibrios hormonais, problemas gástricos, tudo lindamente subdividido em centenas e centenas de submaleitas cuja enorme maioria não passa de meros sintomas do mesmo mal. Não te mates a procurar mais ninguem que pense como eu na Internet. É tempo perdido. Foi uma maneira que arranjei de não matar a cabeça. Se não quizeres roer esse osso, pois dá-o aos sabichões da medicina para o porem no congelador. Quem sabe se lhes será util no futuro.

    Inútil, portanto, discutir aqui sobre o que causa o quê sem se cair no problema do ovo e da galinha ou entrarmos na área da transmutação de metais.

    Mas não te vás embora sem que te diga o seguinte. Uma das autoridades mais respeitáveis no campo da saúde (a Organização Siciliana da Saúde), ajuda-te, nesse aspecto que mencionaste, quando diz que a tuberculose é a causa principal das mortes de pessoas com HIV. Muito lindo. Podes agitar a bandeirinha ou soltar o teu foguete. Mas mais interessante que isso tudo (pena é que não desperte a curiosidade de gente inteligente como tu) é ouvir-se da mesma boca que, em paises de alta incidência de HIV, pelo menos 80 por cento dos Tuberculosos acusam positivo em testes de HIV. Agora diz-me lá o que é que o teu manual, ou manuel, nos diz sobre isso.

    Fel é comigo, como sabes, mas não ultimamente: tenho andado aqui com uma puta duma dor…

  9. Substantia Nigra: és um valente. Ontem escrevi aquilo cheio de sono e com a moral em baixa (meus diabetes tipo 1 andam a dar-me cabo da vidinha) e, por isso, soube-me muito bem cascar-te no HTML (virtudes da blogosfera). Desculpa lá se fui um bruto (que fui). Agora relê lá o que escreveste – estás apenas a dar-me razão.

  10. João Pedro,

    É possível que eu te tenha dado razão sem me ter apercebido disso. Mas explica lá. Não te importes que me doa. Com uma aspirina, ou um copo de água, isso passa, tenho a certeza.

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