23 thoughts on “extra_gapingvoidmania”

  1. seja qual for o tamanho do “eu”, quem nunca teve o coração partido que lance a primeira palavra. talvez o “you” venha bastante mais pequeno porque entretanto o grito se tornou num segredo murmurado ao ouvido.

  2. seja qual for o tamanho do “eu”, quem nunca teve o coração partido que lance a primeira palavra. talvez o “you” venha bastante mais pequeno porque entretanto o grito se tornou num segredo murmurado ao ouvido.

  3. Valupi
    Se és um homem, responde como achas que devia ser a equação deste triângulo de palavras. Que tal tornar o amor maior e o resto (I + you) bem mais pequenos?

  4. Maria, egos pequenos não amam…

    Violetas, o indicado é que o amor seja um egoísmo a três.

    Dama, não há corações partidos. Só almas rasgadas.

    Altostratos, o ponto final é um sinal de esperança. A expectativa do começo de uma nova frase.

    Venus, tenho sérias e fundadas dúvidas quanto a ser um homem. Porém, em qualquer dos casos, eu nunca me atreveria a mudar as grandezas da equação. Tornar o amor maior é uma empresa arriscadíssima, só ao alcance dos santos ou dos loucos.

  5. tens razão. afinal, três foi a conta que Deus fez e o amor é divino.
    mas quem seria o terceiro? quem é sempre o terceiro?

  6. Com essa, rasgaste-me o coração e partiste-me a alma. O que prescreves? Uma Aspirina A (de alma) ou C (de coração)?

  7. Se o ponto final é um sinal de esperança, o que dizes das reticências?… Excesso de optimismo? Ilusão óptica? Erro de teclado? Gaguez ortográfica? Três egoísmos?

  8. Dama:
    Tira uma radiografia ao coração, pode ser que tenhas uma surpresa.

    Altostratos:
    As reticências são o combustível astral.

    Valupi:
    Sorry, mas não concordo :P
    O amor ou é louco, ou não é amor. E aqui entre nós, o que sabem os santos do amor? Apenas os loucos os amam.
    Face às tuas “sérias e fundadas dúvidas quanto a” seres um homem, poderei eventualmente ajudar-te no próximo ano de 2117, entre dois apocalipses, numa terça-feira à tarde, debaixo de um céu em fogo.

  9. Valupi, não sei se neste blog és sábio ou louco, mas lá fora deves ser poeta com um prazo de validade dilatado e embalado num frasco de vidro luminoso. Tal e qual como eu gostaria de ser. As tuas respostas iluminaram o meu dia e estou com mais calorias.

  10. Violetas, o terceiro é sempre o próximo; isto é, aquele de quem os amantes se aproximarem.

    Dama, receito uma Aspirina B (de beleza), claro.

    Altostratos, qualquer uma das tuas opções me parece acertada. E eis a natureza das reticências: serem tudo para todos.

    Venus, os santos sabem que o amor não é um sentimento. Mas que este facto não impeça o nosso encontro debaixo de um céu em fogo.

    Compota, delicioso doce, esse que me serviste.

  11. Então as reticências são tudo, menos reticentes… Reunem todas as certezas em três pontos. Reticentes são as nuvens.

  12. Quase 48 horas mais tarde…
    Apesar de tão solícita (mas pouco convincente) explicação, estive este tempo todo a tentar compreender quem é, efectivamente, o terceiro.
    Acho que descobri. O primeiro egoísta é o “eu”, o segundo egoísta, o “tu” e o terceiro egoísta é o “nós” – os amantes a aproximarem-se dessa terceira e misteriosa entidade que constituem, ou seja, deles próprios. No meio de tudo isto, parece-me egoísmo a mais em nome do amor.

  13. Altostratos, nunca ouvi falar de reticências reticentes. Tens toda a razão.

    Violetas, o amor quer amar. É esse o terceiro egoísmo, o do próprio amor.

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