8 thoughts on “Exactissimamente”

  1. O que se passa é que deixamos de ter orgãos de informação e passamos a ter empresas de produção em série de factos politicos anti-gerigonça . Não fosse isso e esta cena das touradas seria mais um não-assunto.

  2. “Estou pronto a defender o direito de ir à tourada, sem ser aficionado e para me opor a que a proibam, por uma questão de liberdade. ”
    Liberdade do touro?
    Estou pronto a defender o direito de ir ao circo ver leões e cavalos, sem que goste, e para me opor a que o proíbam, por uma questão de liberdade.

  3. iva reduzido nos toiros e a cena da dedução de despesas veterinárias no irs são abusos . de todos modos, os toiros de lide têm uma bela vida para compensar a má morte, o caso das galinhas poedeiras e das vacas leiteiras , por exemplo, é mil vezes pior e ninguém se rala.

  4. Há terras em que a vaca é animal sagrado, o toiro também será.

    É a terra onde foi parar o Vasco da Gama, a terra do pai do Costa.

    Daí a luta dentro do PS.

  5. A questão pode ser encarada sob vários prismas.
    E é meu pressentimento que os xuxas pró tauromaquia e/ou, pró neutralidade, estão é mais preocupados com a contabilidade eleitoral, isto é, com a eventual perda de votos .
    Pode bem suceder que Costa tenha melhor informação, e que um eventual finca pé, tenha sustentáculo em dados, que lhe permitem concluir que a posição que defende, lhe acarretará mas é ganho eleitoral .
    Quanto ao resto. Alguém com um mínimo de inteligência, terá dúvidas de que os ferros causam sofrimento ao touro ? Pois se o mesmo, até por uma ferroada de moscardo é incomodado, e prontamente enxota o insecto com o agitar do rabo !
    Por mim, apenas desejaria que o dinheiro dos meus impostos e da Contribuição Audio-visual, não fosse aplicado na subsidiação do espectáculo tauromáquico ( note-se, que a Casa do Pessoal da RTP, que é subsidiada e sustentada com o dinheiro que pagamos através da CA-V, apoia financeiramente a tourada ).
    Portanto, esqueça-se o IVA, e corte-se os apoios, isenções, benefícios, subsídios, e por aí adiante .
    Depois, a tourada extinguir-se-à por sí própria, pelo processo natural da falência.
    Mas para tomar tais medidas, é preciso ter um colhões maiores que os do touro .
    E, sim, não tenho liberdade para não autorizar que os meus impostos e que a CAV que pago, não sejam aplicados nas touradas, pelo simples facto de que a minha liberdade termina onde começa a liberdade dos outros, isto é, onde começa a liberdade dos sulistas ribatejanos e marialvas dos arredores, para esbanjarem o meu dinheiro .
    Tão só e simples como isto .

  6. Eu não vou à missa nem a Fátima, detesto a hipocrisia da igreja. Também não gosto que os meus impostos sejam distribuídos pela igreja. No entanto comungo da máxima que é proibido proibir, não
    condeno os papa missas e beatos do norte que matam barbaramente um vizinho à sacholada, muitas vezes só por um fio de água. Depois pacatamente vão ao prior da freguesia confessar-se……..

  7. Não vai à missa e comunga …
    Eu nem sequer me conheço suficientemente bem, e Deus queira ( não permita ) que isso venha a suceder .
    A liberdade é o direito a fazer o que a lei permite, e se um cidadão pudesse a seu bel prazer fazer o que a lei proibe, ele não continuaria a ser mais um “ ser “, detentor da faculdade, chamada liberdade, entendida em sí própria, ou na sua essência mais intrínseca .
    Para além disso, existe a ética, que consiste em distinguir entre aquilo ou o que a lei permite, e aquilo que a nossa consciência, nos diz, que devamos fazer . Isto, porque leis há, que são tão defeituosas ( promíscuas, pérfidas, ou escandalosas ) que bradam aos céus . Veja os subsidios de reintegração na vida civil dos ex-vereadores, ( porquê ? ) e os subsidios e ajudas de custo de viagens dos deputados ( quer façam as viagens ou não, muitos até tem residência fixa ) .
    Quanto ao resto, é só tribalistas : sou uma mulher do Minho ( deputada Cerqueira ), sou um bom transmontano ( deputado pica ponto no local de trabalho e sai para “ir trabalhar” ), sou um gajo do Porto ( conjunto musical Os Trabalhadores do Comércio ) . Mas você é anti-proibicionista, mas, condena ( logo, proíbe moral e intelectualmente ) que os beatos ( outro julgamento ) do Norte ( outra sentença) se matem, por um fio de água.
    E se fosse por vinho ?

    and liberty. Liberty is a right of doing whatever the laws permit, and if a citizen could do what they forbid he would no longer be possessed of liberty.
    Read more at: https://www.brainyquote.com/quotes/montesquieu_393857?src=t_forbid

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