23 thoughts on “E pensar que foi Sócrates quem meteu este pobre diabo no Banco de Portugal”

  1. oh pah, se tivesse visto que já te tinhas referido ao caso tinha postado o comentário aqui. vou repetir para não passar despercebido.

    isto está como há de ir
    16 DE NOVEMBRO DE 2022 ÀS 8:54
    “https://www.dn.pt/edicao-do-dia/16-nov-2022/liberdade-transparencia-e-mais-fair-play-precisa-se-15356000.html

    “Conta a obra que o primeiro-ministro considerava “inoportuno” o Banco de Portugal estar a tentar afastar Isabel dos Santos da administração do EuroBic, quando estava em curso, em 2016, uma solução para a saída da filha do ex-presidente angolano do capital do BPI. A ser verdade, diz aquele órgão de comunicação social que, “cerca de hora e meia após publicação de um capítulo do livro O Governador, o primeiro-ministro enviou mensagem escrita a Carlos Costa que confirma o telefonema sobre Isabel dos Santos”.
    No passado, as interferências da política na economia nunca deram bom resultado. No futuro, não acredito que venha a ser diferente. A separação de poderes é essencial num regime democrático. ”

    Separação de poderes? de que poderes é que ela está a falar? o governador do banco de portugal não é eleito por nomeação do governo?

    até parece que os meios de comunicação fazem de propósito para nos trazerem as opiniões mais ignorantes possiveis”

  2. mas já agora aproveito. então e “se pensarmos que foi o Socrates quem meteu este pobre diabo no banco de portugal” A QUE CONCLUSÃO É QUE CHEGAMOS?

  3. durante a cobertura das eleições no brasil havia um apoiante do bolsonaro que ia à tv repetir até à exaustão que havia quatro poderes e o quarto era o militar que teria que dar o seu aval aos actos eleitorais para estes serem elgitimos.
    agora pelos vistos também já temos o poder económico.
    a organização politica da sociedade livre e democrática viaja à velocidade da luz.

  4. “O homem, doutor homem, que recebia por mês o dobro do que recebia o presidente da FED ‘amaricana’ para não ver o BES nem Ricardo Salgado, que afinal de contas era o DDT, nem o Banif [Tribunal de Contas arrasa papel de Carlos Costa no BES e Banif], que não teve a hombridade de colocar o lugar à disposição após as eleições de onde saiu a “Geringonça” tendo consciência plena que era persona non grata ao novo poder político, deu por António Costa andar de conluio com Isabel de Angola e, na altura, só não abriu a boca para denunciar as pressões que sofreu do primeiro-ministo geringonço porque até ele chegar ao cargo nunca nenhum governador do Banco de Portugal tinha sido alvo de tamanha infâmia por parte do poder político. Ainda vai dizer que foi por isto que não apresentou a demissão, para dar por estas matrafisgas.
    Adenda: Marques Mendes, que na apresentação do livro gritou pela intervenção da polícia, também desconhecia o relatório do Tribunal de Contas.”
    In Der Terrorist

  5. O guião está escrito…. Segue a realização, com timings e tudo .
    A seguir entra o MP e a PJ e vai ser uma redada de confiscos de informação que depois aparecerão nos jornais na altura conveniente , tenham ou não a ver com o assunto….
    Onde é que eu já vi isto ?

  6. A fina flor da maioria de frustrados e incompetentes que mais cagadas de merda política fizeram no Portugal democrático que conheço, escreveram um livro, ou mandaram escrever por um dos seus, mais uma cagada ao seu estilo de falsificadores. Se de Cavaco já ninguém liga às suas ficcionadas diatribes políticas contra os adversários, então aproveitaram o sonso incapaz, que não soube resolver nenhum problema de bancos arruinados após a falência do Lemon Brothers e consequente crise financeira universal, para figurinista de mais uma golpada política, tão pulha e meditada que logo saltou a terreiro o grande pequeno pequenino homenzinho MM a querer judicializar a política.
    Este, homúnculozinho, quer fazer de uma questão puramente política e da pertinência da área do governo para uma questão entre poderes independentes da Répública. Ora nesta apenas há três poderes independentes e um 4º que se faz e diz-se mas não é verdade e, muito menos consta, que o Governador do BP seja intocável política ou economicamente.
    Se tal opinião, na altura, a opinião de A. Costa e seu governo era aquela e agora é considerada um “crime de justiça” então quão grande crime teria sido, logo à partida, quando A. Costa, já ganhas as eleições, pediu publicamente por todas as alminhas a Cavaco e Passos que não queria a nomeação de C. Costa para um segundo mandato como governador do BP. E, contudo, os fanáticos do quanto pior melhor para os incompetentes, fizeram ouvidos de mercador e depois foram cagadas atrás de cagadas e nem sequer pouparam o senhor ddt que antes os financiavam e a quem se curvavam servilmente.
    Este “mano costa” encontrado para figurino deste papel, já que Cavaco está gasto e desprestigiado com facetas deste tipo, é o mesmo que quando chamado a depor acerca dos off-shores (ou qualquer coisa ligada, estou citando de memória) quando era diretor do BCP (?) respondeu sempre que não se lembrava de nada não obstante ser no dito banco o director e responsável máximo pelo serviço.
    Repare-se como, agora, passados dez anos o farsante se lembra de tudo o que lhe convém. Se assim é, deve A. Costa lembrar-lhe tudo aquilo, e foi quase tudo, em que tocou e fez merda da grossa.

  7. ainda não percebi porque o governo não faz uma campanha publicitária a apelar á compra de certificados de aforra que já dão mais de 2%. era uma maneira de pressionar a banca a subir os juros dos depósitos e ajudar a compensar as perdas pela inflação. não querem as nossas poupanças? têm medo da banca?

  8. Ao que parece, quem se lembrou do Costa dos “off-shores” para o BP foi o Teixeira dos bancos
    que, como se viu, esteve presente no lançamento da cagada do governador e, muito atencioso
    com o Cavaco de má memória que, por sua vez atestou que o ex era um dos melhores inconomis-
    tas que existem por cá!???!

  9. Tal como o relógio avariado está certo duas vezes por dia, também o botas de Santa Comba, de vez em quando, lá acertava uma. E disse um dia, ou dizem que disse, a alimária: “Em política, aquilo que parece é.” E o que aqui parece é que a operação a que Carlos Costa, novo herói da cambada, se prestou de bom grado a dar a cara, e um escrevinhador alegadamente jornalista deu a letra (a régie estará porventura noutro lado), é, como disse António Costa, uma operação política, de baixíssima política, política reles, cobarde, mafiosa. Mafiosa à moda da Curraleira, pequenininha, mafiosazinha, como se confirma pelos protagonistas e pela abundante plateia de rançosos figurantes, mas mafiosa na mesma. Basta olhar para o ar simultaneamente feliz e circunspecto que exibiam, sem conseguir disfarçar a sonsa felicidade, a começar no rancoroso analfabeto de Boliqueime e a acabar no aldrabão de Massamá, passando pelo meia dose Marques Mentes, pela Vilar, pela idiota (in)útil Maria José Morgado (que não perde uma oportunidade para nos esfregar no focinho as ressequidas peles) e restantes direitolos. Quase dava para lhes ler as merdosas almas: “Agora que é! Agora é que o gajo vai abaixo! Pote à vista! Aleluia!” Mais uma vez se confirma: a direita portuguesa é a mais ordinária da Europa, porventura do planeta, provavelmente da galáxia.

  10. quem com narrativas simplistas mata, com narrativas simplistas morre.
    o que não deixa de ser sempre fantástico é a surpresa que mostram quando vez após vez confiam (politicamente) sempre mais nos mesmos a que agora chamam mesquinhos e por aí abaixo do que em quaisquer outros que muitas vezes até são chatos de tão institucionalizados ou burguesinhos, conforme a perspectiva.
    e o chico assis, hã? à campeão!

  11. O Sócrates nomeou-o sim, mas por indicação do Teixeira “Judas” dos Santos, amigo do CC dos tempos da Faculdade de Economia do Porto. Aliás, basta ler a comunicação social de à época, para se ver o caricato de que se revestiu a nomeação, com o Sócrates a perguntar ao seu Ministro “quem é esse tipo, não conheço”. E, depois, foi o que se sabe…

  12. os ministros têm de ser leais a quem representam , o povo , não a quem os nomeia. obrigada , teixeira dos santos , sem si ainda tinha sido pior.

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