Dupond et Dupont

O caluniador pago pelo Público teria de vir apoiar o caluniador Rangel – No país dos sonsos – ou o mundo estaria para acabar. Começo por elogiar-lhe o título, no que vejo um lampejo de salutar autocrítica. De seguida, faço uma confissão. Confesso ter pensado que ia ser desta. Quando o prolixo caluniador prometeu ir contar “verdades” acerca das agruras sofridas pelo “ar democrático” e pela “decência” nos anos em que Sócrates governou, fiquei num estado de grande agitação na expectativa do que viria aí. Afinal, conseguir estabelecer que Sócrates atentou contra a democracia é quase tão valioso como inventar que atentou contra o Estado de direito.

E era isto, e nada mais do que isto, o que o caluniador tinha para apresentar aos leitores:

– Sócrates andou a enfiar o nariz nas redacções e a berrar com jornalistas.

Não se identificam as redacções nem os jornalistas. Temos de admitir estarem envolvidos pelo menos duas redacções e dois jornalistas, posto que se usa o plural. Será legítimo concebermos que se trata de um jornalista por redacção? E que devemos interpretar por “meter o nariz”? Meteu-o todo, e à bruta, ou só a pontinha, com delicadeza? Quanto ao “berrar”, dá ideia de ser mais fácil de perceber. Fica é a dúvida sobre o que terão feito esses jornalistas com os berros recebidos. Por exemplo, o Henrique Monteiro está fartinho de contar como, uma solitária vez, esteve ao telefone com Sócrates por mais de uma hora. E que Sócrates se fartou de berrar. Cá está, comprova-se que o caluniador conta a verdade, pelo menos metade dela. O Monteiro chegou a ir para uma Comissão de Inquérito parlamentar queixar-se dessa conversa que foi obrigado a manter com o então primeiro-ministro. Curiosamente, este Monteiro nunca explicou por que razão aceitou estar ao telefone com personagem tão desagradável, ainda menos explicou em que é que esse telefonema o inibiu na sua liberdade como jornalista ou cidadão. Dá ideia que em nada. Dá até ideia que lhe deu, e continua a dar, apreciadas vantagens por ter tido a sorte de haver um primeiro-ministro com tão pouco para fazer que até tinha tempo para estar a falar consigo como se fossem conhecidos e o assunto em causa tivesse importância. Mas, portanto, e voltando ao caluniador pago pelo Público que intitula um texto seu com a expressão “No país dos sonsos”, fique em acta que o sustento objectivo para atacar como antidemocrático um governante é uma reles converseta de calhandreira. A partir daí, compõe o ramalhete das pulhices, chegando ao ponto de repetir que “a partidarização da justiça existiu mesmo”. É um bravo, este caluniador.

Entra em cena o mano Costa, com É ou não é? É, João Miguel, mas o ponto era outro; alma gémea, embora dizigótica, do tal João Miguel. Veio a correr porque falaram dele e, claro, não poderia deixar passar a oportunidade para também falar de si. Pelo meio, e para o que aqui nos ocupa, concordou com o caluniador pago pelo Público. Sim, Sócrates meteu o nariz nas redacções. Por três vez o mano Costa repete essa informação, a qual associa a uma difusa síndrome do foro respiratório. Donde, só por muito má vontade é que poderemos duvidar do que estes dois cromos do antisocratismo militante nos estão a dizer, dado que eles são especialistas no mafarrico. O nariz de Sócrates, entre 2005 e 2011, enfiava-se nas redacções. E era isto. Muito provavelmente, só isto. Se fosse num convento, poderíamos perguntar às freiras o que faziam com ele lá dentro. Como estamos a falar de jornalistas, um grupo sócio-profissional com dificuldades no acesso à imprensa, talvez tenhamos de reler as notícias desse período à procura das mensagens cifradas que algum tenha conseguido enviar em ordem a descobrirmos os terrores por que passaram sob a ameaça desse narigão hirto e soberbo.

Entretanto, adorava saber quanto é que se ganha na indústria da calúnia. Um gajo despacha um texto destes em meia hora, a vilipendiar um fulano qualquer com base em moléculas de oxigénio e apêndices faciais, e saca quanto ao Belmiro e ao militante do nº1 do PSD? Existirá uma tabela por grau de pulhice e prémios de produtividade? É que abrindo vagas, estou interessado. Foda-se, já que não há moral, toca a comermos todos.

36 thoughts on “Dupond et Dupont”

  1. Soberbo. Com uma cajadada, jazem dois coelhos no chão. Ando nisto há muito tempo, Val. Em Portugal, hoje, ninguém escreve mais certeiro do que tu.

  2. Como sempre um texto extraordinário. Que nunca lhe doa os dedos Val. Estes escribas merecem que os denunciem. A democracia para eles são eles e só eles.

  3. :-) estes gajos com boca de lavagem superam as senhoras lavadeiras nos tanques públicos a esfregarem as nódoas – com a diferença de que elas são graciosas e joviais e inofensivas a ganhar tostão.

  4. Açoriano, a contradição é de facto hilariante. Ou isso ou então sinistra. Para o caso de não perdurar o link para que remetes, transcrevo aqui:

    Ricardo Costa: «… hoje existe uma percepção de que a justiça funciona melhor (embora as sondagens não o confirmem e no barómetro de Expresso, o único regular sobre o assunto, só 16% dos inquiridos aprovem a atuação dos juízes e do Ministério Público).»

    Se não é para rir, é de facto assustador, porque o que o homem estará então a dizer é que existe alguma percepção — com a qual aparentemente concorda e isso lhe basta — de que a justiça funciona melhor quando a actuação dos juízes e do Ministério Público se torna reprovável.

    Se não é descuido, é de facto perverso.

  5. e estas perguntas que ele faz:

    “E aí somos obrigados a perguntar: e então? E se for? O que é que um jornalista tem a ver com isso? Acaso a função dos jornalistas é proteger as costas dos partidos do sistema? Não será que a sua primeira obrigação é lutar por uma sociedade mais justa e transparente? ”

    Ainda bem que ele não é jornalista, senão não conseguia olhar-se ao espelho, isto admitindo que o dupont tem consciência.

  6. o homem com focinho de buldogue (joao miguel tavares),julga que tem direito a dizer tudo que lhe apetece por ser jornalista.o artigo que escreveu sobre sócrates,só pode ser posto num jornal por um vandalho ao serviço da direita.li-o e só não se indiganava quem não fosse filho de boa gente.quanto ao henrique monteiro,a situaçao é diferente.este jornalista ao serviço de pinto balsemão,teve como missão jornalistica,cobrir as actividades do grupo parlamentar do ps durante varios anos. este facto, até deu origem ao tratamento por tu a com a maioria dos deputados do ps. a conversa com socrates foi no seguimento dessa convivencia. se henrique monteiro tivesse chateado tinha toda a liberdade para ao fim de 5 minutos desligar o telefone.se manifestar uma discordãncia a a um jornalista com quem me relaciono é uma pressaõ (monteiro não classificou dessa forma a conversa) que se fodam as panelas de pressão?

  7. É interessante que sempre que se fala nas relações sui generis de Sócrates com os media se esqueçam as constantes campanhas de difamação caluniosa (que sistematicamente ficam sem correcção nem pedidos de desculpa quando se dissolvem e dão lugar a outras do mesmo teor) de que foi e continua a ser vítima.

  8. Gungunhana, esperavas outra coisa da multidão de pulhas em que se transformou o nosso jornalismo? Pulhas contra a esquerda democrática, porque nunca os víramos tão diligentes e prestativos para com a “esquerda verdadeira” e a direita mais decadente desde o salazarismo.

  9. Mas …quem são os caluniadores? Porque são caluniadores? Serão só os jornalistas ( ou ditos jornalistas) e/ou também os comentadores…? Na verdade, ninguém deve alvitrar acerca do que não conhece…quando muito, aborde-se, salvaguardando-se a opinião, claro…

  10. A opinião que fica, depois de tanta narrativa inspirada, é que Socrates, tal como o pai da democracia, gostavam muito de pressionar os media. Faz parte do ADN dos iluminados.
    Num comentário do jornalista da RTP, sobre as opções do telejornal , depois de muito instado respondeu : se quer mudar isto , reclame para o Mario Soares, eu aqui não posso fazer nada!!
    Reconheço que o tema preso 44 vai dar lindas narrativas. Esta liricamenete estava soberba.

  11. FERRA, tás a ver, tu és um CALUNIADOR. Caluniaste o meu amigo Cristóvão. Ele não é javardo.Ele opinou, o que pode fazer num estado de direito. Se já assim tu lhe chamas javardo, porque se desencontra do teu pensamento, imagina que eras PODER?! és um salazar pá, um salazar no método, pá…olha, olha se pudesses, valeta e cal pra cima do Cristóvão. FASCISTA. COMUNA. XUXA desregrado.

  12. O pai da democracia não é o Salgueiro Maio e/ou o Otelo Saraiva de Carvalho?
    Esse “iluminado” a quem deram esse “titulo” um pouco acima, estava em Paris na altura…, o povo, esse, estava no Ultramar a lutar pela Pátria…
    Já agora, ainda gostaria de saber, desde a Abrilada, quanto deputados cumpriram o serviço militar?

  13. Teodoro: «O pai da democracia não é o Salgueiro Maio e/ou o Otelo Saraiva de Carvalho?»

    Na minha modesta opinião (opinião de quem estava na tropa em 1974), não.

    O Salgueiro Maio é uma espécie de ícone de consolação do pós-Abril, contruído a posteriori e de forma algo envergonhada pelos orfãos da caserna marxista a partir do momento em que o modelo indonésio-progressista do soixante-huitard retardado Melo Antunes (o pai da palermocracia abrilóide do MFA) entrou em rigor mortis e teve de ser substituído por outra coisa qualquer com valor simbólico e sex-appeal para cineastas de esquerda.

    Já o grande Otelo, à semelhança do seu homónimo brasileiro, é um histrião de talento que jogou pelo seguro em Abril e felizmente para todos nós soube aproveitar, sem correr riscos por aí além (quem estava na tropa sabe que se podia perceber com muita clareza a inevitabilidade do que iria suceder a curto prazo), o trabalho dos seus predecessores do 16 de Março das Caldas da Rainha.

    Quanto a esses últimos, são, é claro, os verdadeiros pais de democracia.

  14. oh gúgú, militares… pais da democracia? deves tar a confundir com o chile. muda de fornecedor que o inem anda com atrazos.

  15. Olha que os episódios do Terreiro do Paço e do Quartel do Carmo, em que Salgueiro Maia foi o responsável das tropas, são bem verdade!
    Esse é 100 vezes mais pai da democracia, do que o Soares e família…

  16. Ignatzio, é verdade que a situação do Chile apresenta vários pontos de contacto com o Portugal pós-Abril, desde a tentativa aberta de comunização do país pela via da revolução armada dos miristas do Allende até à contra-revolução em boa hora lançada pelo gen. Pinochet e seu abandono do poder, em obediência ao voto popular expresso nas urnas.

  17. Teodoro, o tal Salgueiro Maio, em Março ficou no quentinho de Santarém, enrolado no seu cobertor. Parece que lá fora fazia muito frio. Depois, em Abril, quando o clima já estava muito mais ameno, é que resolveu seguir o histrião.

  18. Teodoro: «Olha que os episódios do Terreiro do Paço e do Quartel do Carmo, em que Salgueiro Maia foi o responsável das tropas, são bem verdade! Esse é 100 vezes mais pai da democracia, do que o Soares e família…

    Teodoro, não sei se antes da queda do regime do Botas já ias ao sonoro, mas eu ia, e sei o que a democracia deve ao dito Bochechas. O mundo não começou em 25 de Abril.

  19. Teodoro: «o povo, esse, estava no Ultramar a lutar pela Pátria»

    Teodoro, esse povo estava ingenuamente, na sua esmagadora maioria, a fazer as malfeitorias que o mandavam fazer para preservar a ordem colonial, e nada mais do que isso. E agora continua a obedecer e prepara-se, à semelhança da Alemanha esquizofrénica dos nossos dias, a importar as arábias, talvez para esvaziar de gente o futuro território do Grande Israel e para completar a obra de africanização e islamização da Europa. Calculo que isso te proporcione uma grande alegria multiculturalista.

  20. “esse povo estava ingenuamente, na sua esmagadora maioria, a fazer as malfeitorias que o mandavam fazer para preservar a ordem colonial”.
    Muito menos ingenuamente do que agora, quando o mesmo povo (cada vez mais bronco), vai de 4 em 4 anos pôr um papelinho num caixote para legitimar uma pandilha de incompetentes a que chamam governo!

    “completar a obra de africanização e islamização da Europa. Calculo que isso te proporcione uma grande alegria multiculturalista”
    O que me proporcionaria “grande alegria” seria termos leaders não hipócritas que mandassem os agora designados por “refugiados”, de volta às origens!

  21. Teodoro: «O que me proporcionaria “grande alegria” seria termos leaders não hipócritas que mandassem os agora designados por “refugiados”, de volta às origens!

    Teodoro, muitos refugiados são mesmo refugiados, mas refugiados de guerras que são consequências directas do combate cego que o Ocidente, sob a batuta de uma América reduzida à servidão de Israel sem consideração sequer dos seus próprios interesses, conduziu e continua a conduzir contra todos os que procuram desenvolver caminhos laicos para o mundo islâmico, desde Nasser e Arafat até Saddam e Assad.

    Mas não era a isso que me referia. Era à saudade que mostras do tal Portugal «do Minho a Timor», o tal do Botas de Santa Comba, a quem, claro está, nunca ocorreria ter uma metrópole governada pelos votos ultramarinos…

  22. Gungunhana Meirelles,

    “Adoro” a perfeita hipocrisia das tuas palavras em relação aos “refugiados”…
    Para os adoradores da URSS de repente Saddam e Arafat passaram a heróis e inclusivamente a democratas convictos. É óbvio que a culpa é dos americanos, é sempre…
    Só te desejo é que te calhem 3 ou 4 famílias de “refugiados” no teu prédio!!!

  23. E ainda gostaria de saber porque razão os “refugiados” não vão para países ricos como a Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos ou o Kuwait?
    Falam a mesma língua, têm a mesma religião e partilham a mesma cultura.
    Ah, já sei, querem vir para a Europa espalhar a religião do maomé…

  24. ”és um salazar pá, um salazar no método, pá…olha, olha se pudesses, valeta e cal pra cima do Cristóvão. FASCISTA. COMUNA. XUXA desregrado.”
    Numbejonada.
    Ó Teodoro!
    Essa ”retórica” sinuosa e labiríntica por que vocês se enfiam, ora votante ora não votante, ora mansa e cortês ora incendiária, ora engravatada ora desengravatada, acaba sempre assim.
    Ao cegueta fugiu-lhe a palavra para a verdade: ”és um salazar pá”
    Deu conta do lapso e corrigiu: ”um salazar no método, pá”
    Ficamos todos a tentar distinguir o que distingue salazar do seu método. Diria que o cegueta e o Teodoro são salazares sem método, talvez um pouco mais sentimentais.
    Vocês são o máximo!

  25. O outro, o Ramos, para distinguir salazar do seu método, chamava estalinista aos salazares.
    Está bem visto…

  26. PRUNES pá, tu deves pensar que eu releio a minha escrita aqui, que a apuro, tás a bere hum? O que é que tu não percebes pá?! Salazar, pá, foi um grande homem, um estadista como poucos, COMO DEVES SABER. O método do homem, pá, pelo menos assim lhe está associado,todos o conhecem…Agora chamares-lhe nazi democrático, convenhamos, andas a fumar outra vez, pá. E não vês nadinha de nadinha…FASCISTA! COMUNA!

  27. Ora beie, eu só li muito por alto ai pra cima. Temos agora esta coisa dos refugiados, que, de facto, fazem pena. MAS! eu acho que só neste dispensário temos um conjunto de gentes que lutam muito pela justiça, pelos direitos humanos, tec, etc. penso que debem recorrer à isatell moreia e associarem-se numa comissão de receção e instalação dos refugees ( hum, adoro iluminarbos com estas palavras caras, com classe…). XUXAS, COMUNAS, vós que sois eternos lutadores, democraticos, BONS, CAMARADAS, INTELIGENTES, VISIONÁRIOS, que defendeis o XUXIALISMO, façam como o gajo da Finlândia, choresm como a gaja da Suécia e INSTALEM estes pobres andarilhos humanos nas VOSSAS CASAS, partilhem com eles a vossa mesa, os vossos rendimentos, e assim DISTRIBUIREIS a riqueza, como manda a constituição.
    Apliquem as cunhas que tendes, conheceis Sócrates, pedi-lhe para ele contatar o amigo e arranjai forma de instalar a longo prazo esta gente… sei lá, um hotel – hum, o hotel Mirage no Estoril, é só uma ideia, claro.

    Que acham da minha ideia, pás? IGNARALHO, pá, que dizes?
    E tu PRUNES? Poes os gajos a comer as tuas couves e batatas. Ou feijões.

    Então? estou a contar com a vossa habitual BONDADE na resolução das coisas.

    Ó MAISRELLES, pá, avante, se a Morreirita não estiver disposta a ajudar, por causa das taxas moderadoras pá, podes encabeçar o mobimento. Bá.

  28. Tu és um artolas, cegueta.
    Nem consegues entender que a crise dos refugiados é um desastre provocado pelos teus correlegionários, com o método que tu não alcanças, dominado pelo sentimento.
    Depois da crise financeira que deu suporte à primeira parte do plano, é agora necessária a crise demográfica, para dar suporte à instalação do alarde social e à perturbação da ordem pública, que suspenderá as já arruinadas garantias democráticas, os pactos sociais, laborais, tudo o que possa ainda restar do mundo encantado servido pela ”democracia ocidental” para transformar o planeta num mundo de nómadas sem acolhimento.
    E os teus correlegionários metodológicos servem-se de artolas como tu para incendiarem os rastilhos.
    E tu pensas que estás a salvo da máquina. Aguardemos. Encontrar-nos-emos quando tu fores também um refugiado.
    És um anormal, cegueta.

  29. ANORMAL és tu, BILTRE. Pois não és tu que desmontas com MÉTODO tudo e mais alguma coisa?
    Então? Não me chamas fascista, por comparação a ti, homem trabalhador, sofredor, culto, sempre apontando a sua cultura, impondo o que não sabe?! Tu és um VASCO PULIDO VALENTE, pá.

    Aplica o que ventilas. Recebe uma famíla ou duas em tua casa e faz campanha pelos outros. E isto vale para os XUXAS que vêm aqui criticar DEUS, acusando-o dos males deste mundo. Então, aí está a vossa hipótese de MOSTRAR como são melhores que todos…Vá, bora aí. Em vez de pagarem os outdoors clamando a inocência de Sócrates, mostrem o vosso XUXIALISMO, distribuam a riqueza, afinal, é tudo direitos humanos…

    31 de boca, pá, és tu! Basófias e lérias? És tu…Não és tu que escreves para a edilidade e chamas BILTRE ao gajo, como se isso fosse um FEITO? Então, luta agora por estes que precisam e não se alimentam da honra…

  30. Que tem o biltre que ver com os refugiados, cegueta’
    Sempre que ficas entalado chamas pelo biltre.
    És cómico, cegueta. Esse teu argumento parece do Zé Tonito. Ou de dona de casa.
    ”Tens peninha dos refugiados? Leva-os para tua casa.”

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