16 thoughts on “Depois ninguém diga que não foi avisado”

  1. “(…) um dia farei no Governo”, talvez como Sub-subsecretário de Estado para os Assuntos Para Lamentares, porque mais do que isso, ó Tó-Zé, vê-te ao espelho, rapazinho, ou arranja lá um par de amigos que não sejam da onça e que te digam algumas verdades simples…

    PORRA, PÁ!

  2. Farás? Farias…fariseu, falsete! Falho de fortaleza, ficas farto de falhar e falarás fino, fretador frígido e findável!

  3. Não se esqueçam que é justo dizer que “isto”, não é pior do que “aquilo”. Ora se “aquilo” chegou a PM, “isto” também pode chegar. Neste Portugal que idolatra Toni Carreira e em que metade não percebe patavina do que ouve ou lê, tudo é possível.

  4. também não percebo a razão do aviso: o próximo governo é CDS+ PSD , com Portas a mandar. Não percebo sequer a hipótese implícita no post de que o Seguro chega ao governo. A não ser que, por essa altura, o povão esteja todo psicótico e barata tonta, sintomas que já se demonstram, e ainda faltam uns anos.

  5. Por isso mesmo é que o desmonte do “puzzle” tem de começar pelo fecho da abóboda: defenestrar Cavaco primeiro, chutar o Coelho depois e formar um Governo de Salvação Nacional com base na atual Assembleia da República, comandado pelo Rui Rio e onde seja vice-1º.-Ministro um homem decente do P. S. – Jorge Lacão, Francisco Assis, ou Ant.º Costa -, com ou sem Portas, mas remetido à sua percentual insignificância, Governo este para vigorar no mínimo durante o tempo de assistência financeira internacional (e não mais do que a duração da presente Legislatura, como é óbvio).

    Parece um golpe de Estado? Mas não é. Ou, pelo menos, é-o tanto como o que derrubou o Governo anterior e enxotou Portugal para a humilhação da pedincha e do Lixo internacional e, pelo contrário, é um golpe correctivo. Para repor a legalidade material, a Democracia, a dignidade, a decência e a auto-estima de Portugal. Não podemos já fazer a coisa por menos e quanto mais cedo a parte sã da classe política perceber isto melhor. Antes que seja tarde demais…

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