Da série “Razões para a maioria absoluta”

O Governo vai ter de voltar à mesa das negociações com os professores, para a contagem do tempo de carreiras a descongelar, decidiram os deputados esta segunda-feira na Assembleia da República. Os socialistas votaram contra sozinhos.

No âmbito da votação em sede de especialidade, na reunião da Comissão de Orçamento e Finanças, os deputados do PSD, BE, CDS e PCP viabilizaram a proposta que estabelece essas negociações.

Ao anunciar os resultados da votação, a presidente da Comissão, Teresa Leal Coelho, anunciou que tinha sido "aprovado com voto contra do PS". E acrescentou: "Uma verdadeira maioria alternativa."


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11 thoughts on “Da série “Razões para a maioria absoluta””

  1. esta é uma razão de peso, estou pelos cabelos com os profs.
    e qualquer governo com 3 dedos de testa estenderia um sistema tipo adse a todos os cidadãos , como em França , os médicos que se estabeleçam e arranjem clientes.

  2. Foi o chamado golpe do escorpião…. Pensava que tinham aprendido com o enredo de há 7 anos atras e afinal… já comeram muito queijo ou estão bem instalados ….

  3. Completamente de acordo. O que o Costa deve fazer para ter a maioria absoluta é combater esta casta de parasitas, seguindo o exemplo do saudoso 44, o melhor PM de sempre. Mais: depois de obter a maioria absoluta deve reverter todas aquelas políticas que teve de aprovar por pressão do PCP e/ou do BE, e fazer as “reformas” do Estado e da economia projectadas pelo PSD, até porque no que diz respeito às leis laborais parece que, mais uma vez, PS, PSD e CDS estão todos de acordo. Portanto, com Costa ou sem Costa, com Passos ou sem Passos, com Centeno ou com Gaspar, a maioria absoluta está sempre assegurada. Os idiotas de esquerda, como o Jerónimo e a Catarina, é que não perceberam isso…

  4. E ainda têm ilusões de governo, o único governo de Portugal reside nas várias lojas maçonicas espalhadas pelo país… Nenhum deles que está no parlamento tem qualquer poder

  5. Não sei, Val… Há muitos professores (e respetivas famílias) que deixaram de ter paciência para com os experimentalismos de quem os tutela. Os mais velhos já não esperam nada, apenas a reforma. E quanto mais cedo, melhor!

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