Curso rápido de iniciação à espiritualidade – sem contra-indicações para ateus, agnósticos e distraídos

The current state of world affairs is a source of concern to all of us: the threat of nuclear war, widespread poverty and economic instability, social and political chaos, and psychological upheavals of many kinds. The world is in absolute turmoil. The Shambhala teachings are founded on the premise that there is basic human wisdom that can help to solve the worlds’ problems. This wisdom does not belong to any one culture or religion, nor does it come only from the West or the East. Rather, it is a tradition of human warriorship that has existed in many cultures at many times throughout history.

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Chögyam Trungpa
Shambhala: The Sacred Path of the Warrior, 1977-78-84

15 thoughts on “Curso rápido de iniciação à espiritualidade – sem contra-indicações para ateus, agnósticos e distraídos”

  1. Preço e local dos Shambala teachings? Teremos de nos deslocar ao Tibete? Os soldados que se encontram no Afeganistão, poderão ir todos em grupo? Os governadores do BCE também?

  2. Agora entendo aquela imagem mariana do Passos Coelho na primeira página do Expresso… Humm… aquelas mãozinhas não enganam. Temos “shambalau” pela certa.

  3. Aposto que encontraste isto no meio de documentação para “publicitarios”.

    Se reparares, a palavra principal, senão mesmo a unica, que se pretende transmitir, é precisamente a unica que é perfeitamente dispensavel para a compreensão do significado do texto…

  4. Penélope, faz tempo que o Tibete se deslocou até nós.
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    adelaide, concordo: shambalau do piorzinho.
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    joão viegas, tens de me ajudar: que palavra é essa, principal e única, que não escapou às tuas garras aquilinas?

  5. “Principal e unica” na intenção do autor do texto, mas negligenciavel se analisarmos o que o texto diz. Como sabes, “significar” não equivale necessariamente a “querer dizer”.

    Vou dar-te uma pista : qual é a primeira palavra do texto citada pelas comentadoras que me antecederam, e por ti também alias, em resposta à adelaide ?

  6. Mau mau, estou a ver que tem de ser com boneco :

    The current state of world affairs is a source of concern to all of us: the threat of nuclear war, widespread poverty and economic instability, social and political chaos, and psychological upheavals of many kinds. The world is in absolute turmoil. Teachings are founded on the premise that there is basic human wisdom that can help to solve the worlds’ problems. This wisdom does not belong to any one culture or religion, nor does it come only from the West or the East. Rather, it is a tradition of human warriorship that has existed in many cultures at many times throughout history.

  7. Pois, mas faz um favor a ti próprio e admite que continuas a bater punhetas a grilos quando já podias ter explicado a tua posição: afinal, por que raio se iria abandonar essa palavra quando é ela que aparece no título do livro donde foi retirado o excerto?

  8. Valupi,

    O meu comentario era apenas um reparo : o texto debita uma série de evidências com fins auto-promocionais. A tecnica é bem conhecida em matéria de reclamo publicitario e, neste caso, é utilizada com sucesso, pelo menos a avaliar pelo post e pelos primeiros comentarios…

    O que me levou a partilhar o reparo foi o facto de achar o texto ilustra, também, que a eficacia dessa tecnica jaz na distância que pode existir (embora não devesse) entre uma série de evidências e uma série de banalidades.

    Para além disso, so bato punhetas a grilos com o consentimento dos ditos.

  9. Meu caro Valupi, e comentador Viegas, tende, por favor, a delixadeza de me explicar como é se batem «punhetas a grilos»? Gosto tanto de os ouvir cantar! Já ouviram o canto do grilo branco? É lindo, maravilhoso, e calmante. Terapêutico.

    Não prefirireis bater as «cujas» supra a sardões, verdes, sem pôr em causa, concerteza, a cor leonina do Sporting? Parece-me mais naturalmente equilibrado e certamente a Natureza não registará, apesar de alegado consentimento, a coisa como algo de mui sui generis.

    Melhores cumprimentos,

  10. Eh lá! Essa expressão em que se referem grilos não conhecia.
    Val, quem lê esse excerto que transcreves não pode deixar de se rir com a sequência. É o mesmo que dizer: Tem dores musculares, tonturas, cansaço? O professor Soleil (neste caso o monge) revela-lhe a causa profunda dos seus males com uma técnica ancestral que apenas requer concentração e silêncio. Experimente!
    Desculpa lá, não tenho nada contra as práticas meditativas. Podem aliviar muitas tensões (dizem-me). Mas ligar isso aos problemas da pobreza, da guerra e do caos económico parece-me um pouco demais.

  11. joão viegas, o texto não passa de um excerto introdutório do que está em causa: a via do guerreiro, segundo a sabedoria Shambala. Os próximos excertos ajudarão a esclarecer o assunto.
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    Penélope, tens toda a razão, é disso mesmo que se trata, em traços muito largos. Quanto ao que te parece demais, depende do ponto de vista. Fazendo uma caricatura grotesca, mas ilustrativa, se todos estivessem a meditar não ficava ninguém para fazer a guerra.
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    adelaide, os grilos não são de confiança, como bem se sabe.

  12. já fui à procura do meu ali, mas não encontrei… Até estou envergonhado, não me lembro do nome daquele leão façanhudo mitológico.

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