Começa a semana com isto

Com a morte de Otelo, o 25 de Abril sobe ao cimo da actualidade e, por inerência, a temática da democracia ganha notoriedade. Este o quadro propício para escutar Cornel West, alguém apaixonado pela democracia – que o mesmo é dizer, pela inteligência, pela coragem e pela liberdade.

Eis o que mais gostei de lhe ouvir:

– A noção de que a democracia nasce, desenvolve-se e consolida-se através das mais altas capacidades civilizacionais. A democracia é muito exigente, não é para broncos nem para pulhas, é para sábios e heróis. A democracia é tão poderosa, na sua promessa universalista, como é frágil, pois requer cidadãos capazes de resistir aos tribalismos e atomização para se conseguir manter a integridade desse todo donde emana a liberdade de cada um.

– A fidelidade à tradição socrática (calma, trata-se do grego), e à da génese da democracia com Clístenes et alia, como narrativa que continua actual, metodologicamente operativa e politicamente vanguardista.

– A clareza com que reconhece as “falhas”, “limitações” e “pecados” de Joe Biden (a conversa decorre nas vésperas das eleições norte-americanas), e de como isso não o impede de escolher o mal menor contra quem lhe aparece como verdadeiramente fascista, Trump.

– A ligação da democracia, e o seu potencial para ir diminuindo e erradicando as injustiças, com o jazz e a sua criatividade, o improviso e as harmonias ou beleza que nasce desse desacordo alinhado numa mesma e superior finalidade.

– A assunção do seu cristianismo, numa versão mística (no caso, profetismo), sem que tal diminua qualquer aspecto da sua racionalidade política. Trata-se de uma abertura, então, a um meta-racionalismo que abre novas potencialidades racionais. Registe-se o que diz de John Rawls, uma passagem biográfica preciosa e que exemplifica esta complexa problemática. Não temos de concordar mas é intelectualmente desonesto ignorar esta sua dimensão, não a inscrever na avaliação que fazemos da sua pessoa como pensador e cidadão.

– A sua voz, a sua prosódia, o ritmo cantado, essa estética dos espirituais negros, que me deixou com vontade de bater o pé enquanto ouvia este neto de um pastor baptista discorrer sobre a essência da democracia.

57 thoughts on “Começa a semana com isto”

  1. Tem graça, bués de graça! O único sítio onde até agora, por mais de uma vez, encontrei este gajo (que ouvi com grande interesse, pelas razões que expões e outras), foi na RT, a televisão da Moscóvia. Vai-se a ver, também está na folha de pagamentos do Putin (como eu, claro!).

  2. ou seja , a democracia não é deste mundo , cheio de pecadores e fracos , é só para anjos ( anjos? não , arcanjos , que são mais fortes e corajosos e inteligentes ) .
    bom post , nunca tinha percebido com tanta clareza que a democracia é mais uma utopia irrealizável.

  3. Cornel West, personalidade maior do pensamento progressista norte-americano, analista lúcido das contradições e sombras da democracia do seu país, profeta da tolerância racial e religiosa, defensor dos direitos dos Palestinianos. Em suma, um homem a milhares de léguas de distância de certas caricaturas que por aí abundam, sendo das menores o nosso camacho.

  4. para o corajoso ds, valentão camacho, romântico chevrolet, admiradora clementina e restantes idiotas que sairam agora do armário para comemorar 10 anos de terrorismo nacional. podem juntar o linque abaixo à proposta de canonização do beato carvalho a enviar para a fábrica dos santos.

    https://dre.pt/home/-/dre/2838006/details/maximized

    e para o broas tamém

  5. Nã0 se deve misturar o derrube do Estado Novo com a implantação da democracia-

    Primeiro uma, o derrube da democracia, aí sim imperou o papel de Otelo, como dizia Salgueiro Maia: acabar com o “Estado a que isto chegou”.

    Depois…depois outros, muitos outros impuseram a democracia, contra a vontade de alguns, poucos, em que não sabemos de que lado ficou Otelo, o tempo dirá.

  6. Haja uma alma caridosa que acalme o orgasmo precoce da mula-russa camacho, deslumbrado com a aparição de Cornel West na RT.
    Está visto que o bom camacho precisa de regressar aos bancos da escola primária. E de aprender que as máquinas de propaganda bem oleadas têm os seus momentos de verdade instrumental. Lembrem-se os mais esquecidos que foi graças aos bons ofícios do mentiroso e cínico Goebbels que o mundo ficou a saber do crime real de Katyn e da responsabilidade criminosa real dos soviéticos.

  7. O sonho de uma vida finalmente cumprido. Tenho um pide privativo, um pide ranhoso em dedicação exclusiva. E que dedicação, caramba! Pobre pide obcecado, pelo seu objecto apaixonado, nele completamente centrado, nada mais existe no universo, para o desgraçado. Sorte a minha que é estúpido que nem uma porta. Pretensioso, sim, mas estúpido e incompetente, ineficaz e ineficiente, sempre ladrando fora de fase e fora de tom, não acerta uma, o cão, mas insiste, não desiste, patético e triste.

  8. Parece interessante,

    “A assunção do seu cristianismo, numa versão mística (no caso, profetismo), sem que tal diminua qualquer aspecto da sua racionalidade política”

    Eu sou completamente ateu, mas estou convencido que precisamos de rever profundamente os nossos conceitos a este respeito. Se falamos das grandes religiões modernas, nomeadamente as do livro, v. conseguem pensar numa coisa, senão mais “racional”, pelo menos mais “raciocinadora” do que elas, com as suas bibliotecas inteiras de tratados teologicos ? Eu francamente, não. Quanto à oposição entre “racionalidade politica” e “religião”, também tem muito que se lhe diga. As nossas instituições politicas estão completamente ligadas à historia religiosa e vice versa, basta pensar na evolução da palavra “ecclesia”…

    Boas

  9. “Quanto à oposição entre “racionalidade politica” e “religião”, também tem muito que se lhe diga. As no..”
    não fala de oposição nenhuma à religião , faz apenas à veia de cassandra do senhor.

  10. Os colonialistas continuam a odiar Mandela !
    Os jesuítas continuam a odiar o Marquês !
    Os fascistas continuam a odiar Otelo !
    É a vida !!!

  11. Odiais o Otelo ?
    Preferias o Rosa Casaco, o Silva Pais, o dr. Salazar ?
    OK, cada um com a sua gente !

  12. Yo,

    Ainda não vi a peça. O meu comentario era apenas sobre a frase que cito, que tem implicito que as duas coisas se opõem (“sem que tal diminua”).

    Boas

  13. Cornell West (2004):

    “Q: Is the United States a republic or an empire?

    A: It’s both. We’re in the moment where the American empire is devouring American democracy and we have to fight it. But it’s both. The United States has 650 military facilities in 132 countries, a ship in every major ocean, a presence on every major continent other than Antarctica, and 1,450,000 soldiers around the globe. It is the uncontested military power and the cultural mover in terms of shaping people’s utopian desires and ideals and so on. Starbucks and Wal-Mart and McDonalds, you go right across the board because the dollar is the currency other nations invest their financial resources in for security. It is an uncontested empire and yet, at the same time, domestically, there are democratic procedures and processes that are not dead. They’ve been deeply assaulted, but they’re not dead. And so we’ve got this simultaneity: Democratic practices constituting still a kind of republic representative government and at the same time this empire. And they’re in deep tension—both creative and destructive tension—right now the Bush administration of course is the deep imperialist strain that is claiming to be the defender of democracy.

    Q: Do you think that the present Bush administration is an example of very bad political luck, or is it indicative of something much more endemic to America?

    A: Oh, no, it’s endemic because America has always had this deep battle between imperialist strands and democratic strands. America was born as an empire on indigenous people’s lands and on indigenous people’s backs, with the use of African labor constituting a slave, not just class, but a slave foundation—an economic foundation of the nation. The same would be true for Mexican laborers with the moving border. There is the American manifest destiny, which is nothing but imperialist ideology to justify expansionism for resources and for land and so forth. The same would be true for Asian workers being brought in and ordered to perform certain kinds of cheap labor and then sent out. So you have this long history of American imperial expansion and alongside that you have what I call a deep democratic tradition.”

    Aqui: https://www.csub.edu/~mault/west.htm

  14. Cornell West sobre Julian Assange (2013):

    For his radio show in the US, he also travelled to the Ecuadorian embassy for an encounter with Julian Assange. Exhilarating, by his account. “Boy, that was a rich one,” he says. “Oh my God, we went on for an hour and a half: about the militarising of the internet and the use of US imperial power. They’re trying to squelch any whistleblower who wants to reveal the secrets of the dirty wars of the US empires and other governments. We talked primarily about courage. He is a very smart man and very courageous too.”

    They found points of contact. “He talked about Martin Luther King’s courage and how he has been inspired by Martin Luther King. We talked about the 3 June case with brother Bradley Manning and the witnesses the US government has lined up. I wanted people to hear his voice and to revel in his humanity; revel in his wrestling with his situation and to see what his vision is.”

    He found some optimism, he says. “He has this situation with the sisters in Sweden and that’s got to be resolved, and I think that’s in the process of being resolved. We have to be concerned about someone accused of violating anybody, but I think for the most part that is going to be resolved, and that was probably an attempt of the powers that be. One woman has already said she is pulling back and the other one admits it was consensual, so it is not as ugly as it was projected in the press. But once that is over he has got the big one coming. He has got a behemoth coming at him; the US empire and its repressive apparatus. That is a behemoth, man.”

    Aqui: https://www.theguardian.com/politics/2013/may/13/cornel-west-they-say-i-am-unamerican

  15. Cornell West sobre Barack Obama (2013, mesma entrevista ao The Guardian):

    What of America? “We elected a black president and that means we are less racist now than we used to be. That’s beautiful. But when you look at the prison industrial complex and the new Jim Crow: levels of massive unemployment and the decrepit unemployment system, indecent housing: white supremacy is still operating in the US, even with a brilliant black face in a high place called the White House. He is a brilliant, charismatic black brother. He’s just too tied to Wall Street. And at this point he is a war criminal. You can’t meet every Tuesday with a killer list and continually have drones drop bombs. You can do that once or twice and say: ‘I shouldn’t have done that, I’ve got to stop.’ But when you do it month in, month out, year in, year out – that’s a pattern of behaviour. I think there is a chance of a snowball in hell that he will ever be tried, but I think he should be tried and I said the same about George Bush. These are war crimes. We suffer in this age from an indifference toward criminality and a callousness to catastrophe when it comes to poor and working people.”

    Can you not cut the president some slack, I ask? Think of what he faced. What did you expect? “I worked to get him elected,” he says, almost indignant. “And I would do it again because the alternative was so much worse. But at the same time, I have to be able to tell the truth. I thought he was going to be a dyed-in-the-wool liberal rather than a weak centrist. I thought he would actually move towards healthcare with a public option. I thought he was going to try to bail out homeowners as he bailed out banks. I thought he would try to hit the issue of poverty head-on.”

    He and Obama, the first-time candidate, talked. And then West attended 65 events drumming up support. “He talked about Martin Luther King over and over again as he ran. King died fighting not just against poverty but against carpet-bombing in Vietnam; the war crimes under Nixon and Kissinger. You can’t just invoke Martin Luther King like that and not follow through on his priorities in some way. I knew he would have rightwing opposition, but he hasn’t tried. When he came in, he brought in Wall Street-friendly people – Tim Geithner, Larry Summers – and made it clear he had no intention of bailing out homeowners, supporting trade unions. And he hasn’t said a mumbling word about the institutions that have destroyed two generations of young black and brown youth, the new Jim Crow, the prison industrial complex. It’s not about race. It is about commitment to justice. He should be able to say that in the last few years, with the shift from 300,000 inmates to 2.5 million today, there have been unjust polices and I intend to do all I can. Maybe he couldn’t do that much. But at least tell the truth. I would rather have a white president fundamentally dedicated to eradicating poverty and enhancing the plight of working people than a black president tied to Wall Street and drones.”

    Unsurprisingly, he and team Obama no longer speak. “They say I’m un-American.”

  16. Destacando: “Unsurprisingly, he and team Obama no longer speak. “They say I’m un-American.””

    Resumindo: Barack Obama, simultaneamente servo e senhor da Amérdica, também acha que há duas. A América boa, a dele, e a América “un-American”, a má, de Cornell West. Prefiro a segunda.

  17. Cornel West ao programa Breaking the Set, da americana Abby Martin, na RT, canal da Moscóvia (11-4-2013). Confirma-se, o homem está na folha de pagamentos do Kremlin.

    Sobre Obama: “A Rockefeller republican in black face.”

    Sobre o jornalismo que se faz na RT: “It’s one of the things I like about RT, that you are all involved in serious reflection. You take time, you give us time to say something clearly, you are not engaged in a kind of obfuscation, of obscuring of what is going on. We are talking about justice, we are talking about social misery, we are talking about power at the top, we are talking about humanity across the board.”

    WHAT??? Branqueamento da propaganda putinista, da interferência russa na imaculada e santificada política americana? Apparatchik dum cabrão! Guantánamo com ele, já!

    Aqui: https://youtu.be/OlAFxMcFsGo

  18. Cornel West sobre a sua saída da Universidade de Harvard, devido à menorização do seu ensino ao longo dos anos e por pressões de “gente” escondida atrás do arbusto, entre outros motivos pelo seu apoio à causa palestiniana. Lá como cá, parece que também há uns pides ranhosos, de focinho escondido, como todos os cobardes, a acusá-lo de anti-semitismo por criticar a ocupação israelita e o tratamento dado aos palestinianos.

    https://youtu.be/8ya1ISUqkeA

  19. Ainda sobre Abby Martin, de referir que, no seu programa na RT, criticou abertamente, e em directo, aspectos da política russa, sem que lhe cortassem a palavra, sem que a emissão fosse interrompida e sem que o programa fosse sequer tirado da grelha por esse motivo. Ainda lá se aguentou bastante tempo, não me lembro se meses ou anos. Tal e qual como dizem (a brincar, claro) que acontece neste abençoado Ocidente democrático, livre e civilizado.

  20. Pede-se a camacho, uma vez mais, que descanse, leia e reflicta. O primeiro dos resultados desse esforço poderá ser o de vermos, por fim, um camacho menos parcial e omissivo.
    O que, infelizmente, ainda não é o caso. Assim, camacho omite a concretização da crítica formulada pela ex-jornalista da RT Abby Martin da RT, que visou a ingerência russa na Ucrânia. E omite igualmente o envolvimento de Abby Martin no conspiracionista 9/11 Truth Movement, o que, aliás, constitui um padrão recorrente recorrente nos profissionais daquele órgão de “informação”, facto que é, sem surpresa, também deixado em silêncio por camacho.
    Aguardamos, pois, que após esse imprescindível período de descanso, leitura e reflexão, camacho dê finalmente resposta ADEQUADA a perguntas que lhe foram oportunamente dirigidas: que identifique as valas comuns e os campos de extermínio dos Palestinianos sob domínio do regime nazi israelita, e que produza opinião quanto às ligações da RT com elementos da extrema-direita francesa.
    E já agora, que dê opinião sobre a política interna e externa da Rússia e da China, com adequada comparação dos seus regimes e prática política relativamente à dos EUA. Obviamente, acrescentando justificação sobre o seu quase total silêncio acerca desses países. E sem lérias.

  21. Ficando registada a demonstração objetiva da cobardia de camacho, que, uma vez mais, não dá resposta ADEQUADA e DIRETA às perguntas que lhe foram colocadas, importa acrescentar mais elementos de análise do “pensamento” camachista.
    A mula-russa camacho dá-nos um bom exemplo da instrumentalização do anti-racismo, esse elemento novo do anti-sionismo radical. Distinguindo-se do anti-semitismo de velha têmpera, que estigmatiza os judeus como raça hostil, a “judeofobia” estigmatiza e diaboliza os judeus enquanto “racistas”. Na cabeça de camacho, os judeus são considerados, real ou potencialmente, sionistas, e o sionismo julgado equivalente a racismo. Muita gente de boa-fé declara-se, assim, anti-racista, ao mesmo que se afirma ferozmente anti-israelita, denunciando o sionismo como “forma de racismo” e elevando a causa palestiniana à categoria de causa universal e absoluta, justificativa de tudo.
    Esta assimilação dos judeus a racistas e nazis concretiza a grande inversão da vitimização. Corolário lógico do pró-palestinianismo vitimizante, os Palestinianos passam a ser os novos judeus e os Israelitas os novos nazis.
    Singular transmutação de símbolos: o crescente islâmico substitui a estrela de David, transformando-se esta em cruz suástica.
    O nosso camacho integra, na irrelevante escala do seu pensamento e obra, a constelação de grupos intelectual e ideologicamente heterogéneos que encontram na causa palestiniana um poderoso catalisador de convergência. Reunindo trotskistas, islamistas, revolucionários profissionais e intelectuais “humanistas”, etc. De Tariq Ramadan a Carlos “o Chacal”, de Stéphane Hessel a Edgar Morin, de Étienne Balibar ou Judith Butler a Edwy Plenel.
    Macaqueando ideias tomadas de empréstimo, o bom camacho manifesta face ao islão político uma indulgência e complacência julgadas de bom tom. Em eloquente contraste com a virulência do seu anti-sionismo radical.
    O anti-racismo camachense é afinal, apenas uma das formas do pseudo-anti-racismo contemporâneo, em que são evidentes as seguintes características:
    – O carácter sistemático e hiperbólico da crítica a Israel, com recurso a técnicas da propaganda (o uso de slogans, a estereotipização, a amalgamização, a difusão de rumores, etc.);
    – A prática dos dois pesos e das duas medidas, face a Israel. Sistemática na sua má-fé, esta prática redunda numa condenação unilateral de Israel, aplicando-lhe exigências de comportamento não comparáveis às de outros Estados, os quais muitas vezes beneficiam de complacências e silêncios de má-fé.
    – Diabolização do Estado de Israel, considerado encarnação do mal e réu acusado da prática dum triplo crime: ser racista/nazi/apartheid; ser criminoso e homicida contra as crianças palestinianas e muçulmanas e ser a sede da conspiração judaico-sionista mundial.
    – Deslegitimização integral do Estado Judeu, com negação do seu direito à existência, ou seja, negação ao povo judeu do direito de viver num Estado-Nação soberano.
    – Apelo à destruição do Estado de Israel, através da realização dum programa de “des-sionização” radical ou duma guerra de extermínio.
    Disfarçado sob a sua máscara de falsa virtude, camacho engrossa o número dos hipócritas que sonham o fim de Israel, mas dizem apenas fazer crítica da política dos governos israelitas, por precaução de linguagem e prudência legal.
    Aparentemente sem consciência de ser fotocópia de fotocópia, o bom camacho é um acrítico ventríloquo deste novo discurso “judeófobo” que hoje se apresenta crescentemente islamizado e de extrema-esquerda, por força da difusão do islamismo radical (Irmandade Muçulmana, salafismo separatista e salafismo jiahdista) e da reconfiguração ideológica da esquerda radical pós-marxista e pós-soviética.
    Bastam-nos os exemplos de Jean Genet, Alain Badiou, Roger Garaudy e Serge Thion para ilustrar esta intelectualização da “judeofobia” na extrema-esquerda, deste modo apodrecida. E, por consequência, exalando um cheiro particular, que não sai nem com sabão-macaco.
    camacho que o diga e nós também, que lhe suportamos o cheiro.

  22. o gajo caga-se nisso e despeja aí 20 linques da tv russa a despropósito emoldurados com uma lista de caralhadas que aprendeu na catequese quando o padre o enrabava.

  23. Pide merdoso, por muito que te custe a aceitar, não estás na António Maria Cardoso a exigir respostas a um desgraçado qualquer amarrado à tua frente, cuja única vontade é fugir dali. Tal como o pide mariconço que por aqui se arrasta há anos (e que logo a seguir à tua penosa e arrastada diarreia largou um peidito rápido, twittoso), a tua missão é desmobilizar e tentar calar os que te incomodam o patrão, já toda a gente percebeu, mas tenho uma novidade para ti, que o pide mariconço (no intervalo de uma brochada recíproca) já podia há muito ter-te explicado: não vou a lado nenhum. E a única “resposta ADEQUADA e DIRETA” que um dia poderás ter ao chorrilho de aldrabices, insultos e calúnias que por aqui vens inventando sobre mim, e que certamente aprendeste a montar com o Agostinho Lourenço, Barbieri Cardoso e outros catedráticos humanistas, é quando te puser ao pescoço a corda a que escapaste em 25 de Abril de 1974.

  24. Registe-se a hora e data : às 1:15 de 29 de julho de 2021, camacho fez confissão.
    Confissão de cobardia na fuga às perguntas incómodas.
    Confissão de despudor no recurso obsceno à vitimização, essa velha táctica de disfarce da vilania das convicções sob a capa da superioridade moral da vítima.
    Confissão da falta de vergonha na comparação de si próprio com as vítimas da PIDE, não tendo ele um átomo de grandeza heróica que torne legítimo fazê-la.
    Confissão de ser um falso democrata. Um totalitário que promete a forca.
    Em suma, confissão de que tudo, na sua natureza, o destina a uma vocação, até agora tornada impossível no nosso País. E no que de nós depender, camacho jamais realizará o sonho de ser o pide das nossas vidas.

  25. O pide idiota sem nome, bem escondidinho, constantemente mudando de arbusto, faz a festa, deita os foguetes e apanha as canas. Aproveita, heteropanasca de merda, e mete um molho delas no cu… enquanto tens cu.

  26. Queridas massas populares (pidalhada excluída, por definição), uma valiosíssima informação: vou dormir. Beijinhos e até ao meu regresso.

  27. O nosso camacho, fiel à sua baixa táctica de toca e foge, arrota os links da sua conveniência e, para descanso das boas almas, anuncia que vai para a caminha dormir um sono retemperador. Bem necessitado de dormir está o pobre camacho.
    Fica para memória futura um interessante artigo relativo ao deputado Richard Boyd Barrett, que, camacho, certamente por falta de dormida, se esqueceu de aqui publicar.
    https://www.crethiplethi.com/the-many-vices-of-richard-boyd-barrett/eurabia/2011/

  28. No comentário das 9:09 linquei uma intervenção do deputado irlandês Richard Boyd-Barrett, no Parlamento do seu país, em que leu declarações de ministros do Governo israelita, em 2014 e 2015, sobre os palestinianos, ou “árabes”, na terminologia por eles mais usada. Falavam sobre o que pensavam deles (os “árabes”), o destino que mereciam e o que com eles devia e/ou podia ser feito. Tais chocantemente vergonhosas declarações, racistas e assassinas até ao tutano, eram dignas de qualquer Goebbels, Himmler, Eichmann ou mesmo Hitler e foram pelo deputado Richard Boyd-Barrett verbalmente reproduzidas e por ninguém desmentidas, na presença do embaixador israelita, perante um Parlamento irlandês calado e envergonhado.

    No link, apesar de a voz ser do deputado irlandês, as declarações reproduzidas são, na íntegra, repito, de ministros israelitas. O que fez o pide ranhoso acima, para branquear as declarações nazionistas? O que faz sempre. Foi à Internet e procurou, desesperadamente, qualquer coisa desabonatória para Richard Boyd-Barrett, o que não é difícil. Há sempre alguém a dizer mal seja de quem for, chame-se ele Adolf Hitler, Jesus Cristo, José Sócrates ou mesmo Joaquim Camacho. Em relação a este vosso criado, basta encalhar numa das inúmeras manifestações gasosas dos pides de serviço aqui ao pardieiro sobre a minha maravilhosamente execrável pessoa.

    E qual foi o resultado do suor derramado pelo pide ranhoso na sua incansável demanda? O link que acima reproduz. É claro que o filho da minha mãe não caiu na asneira de, pela pata do cão merdoso, ir ver o que lá estava. O que fiz foi uma pesquisa Google com o nome de Richard Boyd Barrett, para ver se o famigerado link aparecia. E a que conclusão cheguei? Que o pide ranhoso precisou de ler os primeiros 69-SESSENTA E NOVE-69 artigos da pesquisa Google para chegar, FINALMENTE (UFFF!!) a este. Só ao fim de 69-SESSENTA E NOVE-69 entradas encontrou, finalmente, uma suficientemente desabonatória para um homem que, nos 2,5 minutos do link YouTube que às 9:09 despejei, se limita a ler declarações autodesabonatórias de ministros racistas do Governo de Israel.

    Quanto ao artigo em causa (intitulado “The Many Vices of Richard Boyd-Barrett”), que só no fim da minha própria pesquisa abri, sugiro vivamente a sua leitura. Entre inúmeras mafarriquices, o deputado Boyd-Barrett é acusado de ser socialista, marxista, esquerdista, trotskista, de ter sido contra a guerra do Iraque, de ser filho biológico de uma conhecida actriz irlandesa e de ser filho adoptivo de um arquitecto abastado e “property developer”. Last but not least, o artigo lembra-nos, com generoso sentido de oportunidade, que “o trotskismo pretende substituir o capitalismo pela ditadura do proletariado”. Que horror! Até estou todo arrepiado.

    Que cabrão de pide incompetente! Coisa mais burra não há!

  29. Às 8:53, o pide merdoso, vigarista e lamentoso choraminga estar a ser ameaçado. Eis como, em 24 de Maio deste ano, às 18:14, o agora choroso pide merdoso e manhoso ameaçava, “na fila da frente”, com “revolucionário” fervor, quem agora (choraminga ele) o ameaça a ele:

    “24 DE MAIO DE 2021 ÀS 18:14
    Sem surpresa, alguns dos pequeno-burgueses reacionários deste sítio agitam-se, incomodados com a denúncia da realidade e esboçam um simulacro de defesa.
    Outros preferem o silêncio, coerentes com a sua pusilanimidade congénita, que lhes aconselha o evitamento da verdade.
    Que chegue depressa o dia em que vigorará neste País a verdadeira justiça: a justiça popular!
    Então, será vê-los a estrebucharem, mergulhados no desespero do chão que lhes falta.
    Liberto dos formalismos juridicos e das falácias garantísticas do direito burguês, verdadeira emanação ideológica de classe, o tribunal popular aplicar-lhes-á justiça feita em nome da vanguarda revolucionária dos trabalhadores e dos oprimidos. Convicto de que a pena que merecem deverá ser severa e exemplar, eu estarei, entre os primeiros, na fila da frente, a clamar bem alto o veredicto inapelável: CULPADOS!”

    Queridas massas populares. O pide acima autopsiado (chamemos-lhe pide merdoso n° 2), tão mariconço como o pide merdoso n° 1, este também conhecido como pide residente, bully mariconço, parvalhatz e outros carinhosos epítetos, é um pide incompetente, idiota e pretensioso, um desprezível heteropanasca de merda.

  30. No canal de Putin, a verdadeira oposição russa critica… Putin! Onde é que já se viu? Aquela merda não é a terra onde ninguém pia, sob pena de sopa de beldroegas com Novichok? E a RT não é aquela coisa que só consente propaganda putinista? Os mafarricos da Moscóvia putinista endoidaram de vez, porra? Que mundo cruel!

    Russia is becoming ‘fascist’ state due to political ‘repression’ & ‘cannibalistic’ reforms, veteran Communist leader tells Putin
    https://www.rt.com/russia/530583-fascist-state-zyuganov-putin/

  31. O nosso camacho acordou mal-disposto. Ainda com ramelas nos olhos, mostra-se obtuso na leitura, querendo desmerecer a literacia adquirida. E também fazendo questão de envergonhar-nos com a sua persistente táctica de vitimização e de fuga às perguntas incómodas.
    Seria bom que camacho não fosse tão orgulhoso na estupidez e reconhecesse que, no mínimo, não é detentor da verdade. Poderia ser que, então, começasse a ser levado mais a sério, em vez de persistir no que tem sido: uma involuntária caricatura.
    Pois bem, demos a camacho nova oportunidade para responder às seguintes perguntas:
    1- Que identifique as valas comuns e os campos de extermínio dos Palestinianos sob domínio do regime nazi israelita
    2 -Que produza opinião quanto às ligações da RT com elementos da extrema-direita francesa.
    3 – Que dê opinião sobre a política interna e externa da Rússia e da China, com adequada comparação dos seus regimes e prática política relativamente às dos EUA. E acrescentando justificação sobre o seu quase total silêncio acerca daqueles dois países.
    E, aproveitando a oportunidade, que também dê opinião sobre a ausência do uso do qualificativo de nazi/racista/apartheid noutros países e regimes que, no passado e no presente, exerceram actos de violência sobre a população civil. A mero título de exemplo, porque motivo o regime sírio de Bashar-Al-Assad não é chamado de nazi quando bombardeia população civil em “Guernicas” de ocasião, o regime chinês não é acusado de racismo/apartheid na sua discriminação da minoria uígure ou na “normalização” do Tibete. E já, agora, porque motivo a Rússia de Putin não é qualificada de nazi quando promove anexações à “sudetas” na Crimeia.
    Espera-se igualmente que camacho afirme, com idêntica clareza, o seu repúdio da violência dirigida contra civis Israelitas, tal como o faz – e é justo que se faça – relativamente à que visa os civis Palestinianos.
    E subscreva, sem subterfúgios, o princípio de dois Estados soberanos como solução política que consagra os direitos legítimos de Judeus e Palestinianos, com fronteiras mutuamente reconhecidas e respeitadas.
    Nada disto fazendo, impôr-se-á a triste conclusão de que camacho, olhando-se ao espelho, só encontra motivos para desgostar daquilo que vê: uma indigesta mistura de anti-sionismo radical, anti-racismo hipócrita, dualidade moral, anti-imperialismo de vistas curtas, cinismo de conveniência e, last but not least, laivos de pide frustrado, a prometer enforcamentos.

  32. “Adolf Hitler, Jesus Cristo, José Sócrates ou mesmo Joaquim Camacho.”

    as cenas que este palhaço inventa para se insuflar e normalizar o fachismo.

    depois faz uma pequisa no google, confessa ter lido 69 entradas e acusa a pide de ter tido o trabalho daquilo que ele fez. além de burro não sabe pesquisar no google.

    gostava de saber qual é o interesse de publicar comentários a despropósito para branqueamento e divulgação de neo-fachismo, racismo e conservadorismo bacoco.

  33. O império dos burros e a Grande Muralha:

    The gold medal for anti-Beijing hysteria goes to the NYT for its unhinged attack on China’s Olympic success

    By Tom Fowdy
    (British writer and analyst of politics and international relations with a primary focus on East Asia)

    Published: 30 Jul 2021 | 14:40 GMT

    Not even China’s sporting excellence can pass without comment in the United States, as a highly critical article in the New York Times on Thursday demonstrated. It’s typical of the hysteria culture that’s now rife in America.

    On Thursday, the NYT published an astonishing article titled ‘The Chinese Sports Machine’s Single Goal: The Most Golds At Any Cost’. The piece effectively claimed China had rigged the Olympics for political purposes, accusing it of “putting tens of thousands of children in government-run training schools” and funnelling young athletes into “less prominent sports that Beijing hopes to dominate.” The prize? To earn as many gold medals as possible, in the process scoring political points and bringing glory to their country.

    And no, it was not a parody.

    While the medal table is turning out to be fiercely fought between the United States and China, both of whom have a rich Olympic history, the article was patronizing, ridiculous, and just outright insulting to the Chinese Olympians who dedicate their lives towards competing and excelling in their chosen events (as does any athlete from anywhere in the world).

    If you accepted the New York Times’ view, you would think they have no incentive, ambition or purpose of their own to participate, but rather are content to be mere tools of the state.

    More than that, though, the piece is inherently ironic and totally lacking in self-awareness, given there is arguably no other country in the world that is more competitive and pursuant of sporting supremacy than the US.

    It’s easy to conjure up in our minds the stereotypical image of a US high-school jock who likes to be ‘the best’ at everything and hates to lose. He might not be representative of real US athletes, who are probably as humble, hardworking, and honourable as any others. But he’s undeniably a representation of the ‘collective psychology’ of American sporting culture, both at home and abroad.

    That isn’t the point here, though. Sport is sport, and may the most deserving athletes win, wherever they are from. The fact that the New York Times could produce such an utterly dreadful article on China is not surprising, yet it is endemic of a broader trend in US media, which – in line with the government’s foreign policy – has become as negative, vilifying and outright hysterical as possible.

    Is it any wonder why people in China have come to increasingly despise foreign reporting? The big three US newspapers in particular – the NYT, Washington Post, and the Wall Street Journal – spew an endless daily conveyor belt of anti-Chinese stories which seek to nitpick, discredit, and attack every single development within the country, often on utterly ridiculous premises.

    For one small, but not exclusive, example, recent coverage reveals an obsession with hammering a narrative that China’s vaccines don’t work.

    Now, we’re seeing the suggestion that China’s achievements at the Olympics ought to be discredited as some brutal political conspiracy which deliberately streamlines athletes into irrelevant sports – sports only Americans consider irrelevant, of course – and therefore, they don’t count.

    The ludicrousness of this coverage is not about who comes out on top in Tokyo, although the New York Times’ medal table, which ranks nations by total medals won rather than golds – and so has America top – might have you believe otherwise. No, it is more a representation as to how the US has utterly lost its mind when it comes to China, across all of its media and political classes. America is increasingly insecure and stung to the point that mainstream commentators can’t even bear China doing well at sports, which is bizarre given that the US has no reasons to feel inferior here.

    While ‘hysteria culture’ in the US is rampant, not least when it comes to the appropriation of the government’s foreign policy priorities – such as the legacy of McCarthyism, or how an excessive fear of terrorism was used to illegally wage war in Iraq – the China challenge is unique, because it is projecting genuine insecurity into America’s collective sense of esteem concerning its own place and status in the world.

    This phenomenon is not so much grounded in a direct fear of imminent attack, as it is the perception that a country that may overtake it and outgrow it, ending a default perception that America always ought to dominate the world and shape it to its own direction. In a nutshell, it’s a question of hegemony and a belief that hegemony is normality.

    Slogans such as ‘Make America Great Again!’ and ‘America is Back!’ reflect the innate thinking that the US has lost something and has to regain its place in the world. China is perceived to be the primary reason for this, and so is subsequently used as a scapegoat for all of America’s domestic woes.

    Therefore, the answer is always containment and a bipartisan foreign policy that is increasingly unhinged, as I have commented on previously. Amid the hysteria, America has lost its ability to reason and shown a total inability to understand the world as it is, as opposed to how it would like it to be.

    The result of America’s insecurity is the ridiculously negative coverage of China and an obsession with geopolitical competition and smear tactics in all domains. Everything – from vaccines, to the Olympics, to trade, to technology – is being framed into a zero-sum, uncompromising political struggle, where China’s successes have to be scrutinized and aptly discredited at all costs.

    Over the past two years, the ‘threat’ of China has taken up space, rent free, inside America’s head, and rarely has there been a more perfect demonstration of this than this utterly childish New York Times hit job.

    Aqui: https://www.rt.com/op-ed/530706-nyt-china-olympic-success-article/

  34. , (Ursus arctos), shaggy-haired bear (family Ursidae) native to Europe, Asia, and northwestern North America. More than 80 forms of the brown bear have been described; they are treated as several subspecies of Ursus arctos. North American brown bears are traditionally called grizzlies (see grizzly bear).

    Brown bears are omnivorous and feed on berries, plant roots and shoots, small mammals, fish, calves of many hoofed animals, and carrion. They often cache food in shallow holes, and they dig readily and vigorously in search of rodents. Except in some southern areas, bears retire to dens in winter; they accumulate large amounts of fat during late summer and autumn. Cubs, usually twins, are born in winter after about six to eight months of gestation. At birth a cub weighs less than a kilogram.

    Eurasian brown bears are generally solitary animals that are able to run and swim well. They are usually 120–210 cm (about 48–83 inches) long and weigh 135–250 kg (300–550 pounds); the exceptionally large Siberian brown bear (Ursus arctos beringianus), weighing as much as 360 kg (800 pounds), approximates the size of the North American grizzly. Coat colour is highly variable, ranging from grayish white through bluish and brownish shades to almost black. Eurasian brown bears are commonly seen in zoos; formerly they were often trained to move rhythmically to music—the so-called dancing bears of European carnivals and festivals. They once roamed most of Europe and Asia; however, the animal’s southern range has been significantly reduced.

    Brown bears have an extremely large geographic distribution, and their worldwide population totals more than 200,000 individuals. For these reasons, the International Union for Conservation of Nature (IUCN) Red List of Threatened Species has classified the brown bear as a species of least concern. Brown bears living in close proximity to humans are often regarded as pests because of the animals’ attraction to human foods. Their large size and relatively aggressive disposition can unsettle people who come in contact with them, and brown bears that frequent human settlements are sometimes killed by landowners and government officials. Other sources of brown bear mortality include collisions with trains and automobiles, poaching, and sport hunting. In addition, the gallbladder and bile of some brown bears are harvested to make traditional medicines that purportedly alleviate digestive problems and inflammation and purify the blood. Many harvesting operations also remove and sell the animals’ paws, which are considered a delicacy in parts of Asia. The Ainu people of Japan worship the brown bear as a god of the mountains, and some mountain-dwelling Ainu consider the bear their ancestor.

  35. Runaway camels cause Russian mayhem

    A pensioner from southern Russia’s Astrakhan Region has caused havoc in three local villages after releasing his 80-strong herd of camels out onto the surrounding steppe.

    Residents of Oranzherei, Fyodorovka, and Ninovka say the “invasion” by 83-year-old Yuri Serebryakov’s animals has made them scared to leave their homes alone or let their children outside to play, local district head Natalya Butuzova told TASS news agency.

    First they tried to gain sympathy on social media and by writing letters to the local authorities.

    Now they have filed a complaint with regional prosecutors in the hope of putting a stop to the mayhem.

    So far their calls for help have gone largely unanswered. Astrakhan Region prosecutor’s office confirmed that it had received a “collective appeal” from the residents, but said the information needed to be verified before any action could be taken.

    ‘Left without gas’
    Local resident Yelena Bakhtemyeva told Interfax news agency that the camels had broken down fences while reaching out for fruit hanging from trees in gardens.

    Some houses have even had their gas and water connections turned off after the camels damaged pipes by rubbing themselves on them.

    Since giving birth to calves in the spring, a number of the herd have become “really aggressive”, Mrs Bakhtemyeva complained.

    “If you look one directly in the eyes… the animal chases you, and you have to run away.”

    The villagers’ plight has even made it onto state TV’s primetime evening news slot.

    Fyodorovka resident Valentina Malikova told Rossiya 1 TV that she spent most evenings chasing them away from her pear trees, adding, “at night we get up and keep guard”.

    Initially “there were about seven of them walking around, then those disappeared. But now there are at least 57 here, and I don’t know when it will stop.”

    Other locals have spotted them “vandalising gravestones” in a local cemetery, RIA Novosti news agency reported.

    Russian camel causes chaos for train passengers

    Drug mule cat gets caught in Russian jail
    Despite having kept camels for 25 years, Mr Serebryakov says he recently decided to let his herd roam free after realising his age prevented him from taking care of them.

    He has shunned all responsibility for their antics, claiming that he is not to blame for the surrounding villages’ abundance of camelthorns, their favourite food.

    ‘Fences not erected properly’
    Neither are the creatures themselves at fault for the damaged fences and gas mains, according to their owner.

    The gas pipes should not have been built so close to the ground, and his neighbours’ fences are not sturdy enough, he argues.

    “The fence needs to be put up properly,” he told Rossiya 1 when shown the damage caused to one of his neighbours’ property.

    While the pensioner hopes to sell them, some have suggested he should hand them over to a zoo for free.

    “No, I won’t give them away. It’s too late for that,” he said.

    District official Alexander Popov told Rossiya 1 that Mr Serebryakov had been handed six separate fines this year amounting to $164 (£125). So far he has ignored all of them.

  36. Parrot fossil unearthed in Siberia

    A parrot fossil has been unearthed in Siberia – the furthest north one of these birds has ever been found, a study reports.

    A single parrot bone was discovered in the Baikal region and dates to between 16 and 18 million years ago.

    It suggests that the birds, which today mainly inhabit tropical and sub-tropical regions, may once have been widespread in Eurasia.

    It is also the first time a fossil parrot has been found in Asia.

    The research is published in the journal Biology Letters.

    The study’s author Dr Nikita Zelenkov, from the Borissiak Paleontological Institute of the Russian Academy of Sciences in Moscow, said he was surprised by the discovery.

    “No-one before has ever found evidence of their presence in Siberia,” he said.

    The researchers discovered the ancient parrot’s remains at Tagay Bay in the east of Siberia.

    “We were excavating all kinds of animals there, and mostly they were rodents, rhinos, cats, hippos and others,” said Dr Zelenkov.

    “But this locality is also interesting because it preserves a rich community of fossil birds. But no exotic birds have been found there before.”

    Dr Zelenkov discovered part of a bone called a tarsometatarsus, which is found in the lower leg of birds. After comparing it with other species, he discovered that it belonged to a small parrot.

    “Unfortunately, this find is not good enough to reconstruct the appearance or lifestyle of this parrot, but we can see that it was rather similar to modern ones. So it was likely a very modern-looking small bird, around the size of a budgerigar.”

    It shares features with another earlier fossil parrot bone in Germany, reported in a study published in 2010, belonging to a species called Mogontiacopsitta miocaena.

    Migration routes

    Commenting on the research, Dr David Waterhouse, senior curator of natural history at Norfolk Museums Service, said: “What’s interesting about this is how far north the bird is and how far east it is.”

    However, he said it was not completely unexpected to find a parrot in Siberia.

    “Even though today we associate parrots with tropical and sub-tropical environments, you can get parrots in the Himalayas,” he said.

    “So they can deal with those climates – and during the Miocene period it was even warmer than it is now. So when you put it together it is not surprising.”

    He added that the discovery could change our understanding of how early parrots spread around the world and moved into the Americas.

    Previous theories suggested they may have flown from Africa into the Americas, but this find suggests another route.

    “This paper suggests – and it is only a suggestion but it is an interesting one – that we have parrots in Asia and the easiest possible route from Asia to North America is across what’s now the Bering Strait, across from Russia into Canada and Alaska,” said Dr Waterhouse.

    He added: “They’ve found something that even if it doesn’t give us all the answers, it does raise more questions and starts us thinking about new hypotheses – and that’s the kind of science that I like.”

  37. O império dos choramingas e os mafarricos de Estalinegrado:

    Whiny American athletes & bitter US media should learn to lose gracefully without blaming Russia

    Published: 30 Jul 2021 | 18:35 GMT
    By Danny Armstrong

    (Danny Armstrong is a Moscow-based British journalist, reporter and presenter for RT Sport)

    If Olympic medals were given out for histrionic temper tantrums at losing, the USA’s athletes and media would be runaway winners. Maybe then they would stop blaming Russia for their defeats.

    The latest US athlete to cut the effortlessly grating figure of the wronged runner-up was swimmer Ryan Murphy, who, endlessly irked at losing twice in a week to Russian counterpart Evgeny Rylov at Tokyo 2020, launched a mini-monologue of microaggressions drenched in melodrama during his post-swim presser.

    “It is what it is. I try not to get caught up in that. It is a huge mental drain on me to go throughout the year, that I am swimming in a race that’s probably not clean and that is what it is,” defending champion Murphy declared after finishing second in the 200m backstroke final.

    Unsurprisingly, Murphy’s mumblings featured empty platitudes aplenty and read like a bingo card of cliched phrases used by any US athlete bleating about unfair treatment and mental health when forced to face their own failings.

    Imply all Russian athletes are unclean. Check! State you don’t want to get involved in controversy but in the next breath make a controversial statement? Check! Complain about the toll it takes on your mental health? Full house!

    Sure, if you can’t attain attention by finishing atop the podium, achieve it by attempting to knock the winner off their perch with a bolo punch of passive-aggression in one fell swoop of disparagement, discrediting and degrading comments, especially if they are a country whose name no one is legally allowed to utter, to make sure everyone talks about only you.

    Millionaire Murphy’s nauseating melodrama and frankly nonsensical sense of martyrdom at winning silver in Tokyo seems to be motivated by a narcissism that runs deep through not only the US national team but the country’s media too.

    The historic moment Russia’s gymnasts claimed gold in the men’s artistic team all-around final on Monday was bittersweet.

    Russian Olympic Committee (ROC) quartet David Belyavskiy, Denis Abliazin, Artur Dalaloyan and Nikita Nagornyy finished a fraction ahead of Japan, having overcome broken legs and ruptured Achilles tendons within the squad in the last 18 months. A classic triumph over adversity.

    You’d be forgiven for wondering where the bitterness comes into the picture. Enter Dan Wetzel, Yahoo Sports columnist, joy police superintendent and virtue-signaller extraordinaire.

    Tears of joy from the ROC team as they stood upon the podium wasn’t the only saltiness evident that day, as a sea of surly dissatisfaction soon began to flow from serial wet blanket Wetzel.

    Seemingly not content with Russia’s banishment from Tokyo 2020, the proscription of the country’s national flag, and the outlawing of everything from the gentlest whisper of the word ‘Russia’ to the belting out of its national anthem, dour Dan took issue that the ROC’s athlete’s didn’t show enough shame for being Russian.

    “The IOC’s entire plan [to ban Russia from Tokyo 2020] completely backfired,” Wetzel whined. “It certainly didn’t shame Russia, where Putin has used the ban to pump up nationalistic pride.”

    The foursome’s heinous crime?

    As whingeing Wetzel puts it, being “a bunch of Russians, dressed like Russian flags, climbing a podium to listen to a famed Russian composer and accept medals they will bring back to Russia.”

    Cry me a river, Dan.

    Of course, all of this was a simple collection of observations, and couldn’t possibly have anything to do with Team USA finishing in a lowly fifth place from eight teams in the final at the Ariake Gymnastics Centre… Not even the most cynical of conspiracy theorists would never make such a ludicrous leap.

    Another poor soldier of America’s aggrieved army of athletes was US rower Megan Kalmoe, who couldn’t hide her discontent at Russian pair Vasilisa Stepanova and Elena Oriabinskaia winning silver in the women’s rowing, taking to Twitter to voice her discontent.

    “Seeing a crew who shouldn’t even be here walk away with a silver is a nasty feeling,” Kalmoe cried. “Really disappointing overall and I feel for the other athletes.”

    That, of course, would have nothing to with herself and USA teammate Tracy Eisser contesting a semifinal against Russian pair on Wednesday, in which they finished fifth while the ROC athletes placed second.

    Then again, are we surprised at the cops and robbers pantomime from a country whose media machine lauded Simone Biles’ quitting and abandoning her teammates for simply having an off day as some sort of heroism?

    We’ve only just recovered from Biles’ dying swan performance at the all-around team final on Tuesday, which would have been more worthy of a Golden Globe rather than Olympic gold.

    That particular honour went to, you guessed it, ROC athletes, who had their own historic victory – achieving their first Olympic title since 1992 – overshadowed by more excruciatingly ostentatious sentimentality by an American athlete, this time in the form of Biles’ preaching to quit when the going gets tough, even when it means shattering the dreams of your teammates because you’re having a bad day.

    This is, after all, the same Simone Biles most who was deified by the same US media for showing the mental toughness to cockily embroider the image of a goat to her leotard to let everyone know she has no qualms with media attention and pressure, as long as it’s in the shape of American journalists falling over themselves to call her the ‘greatest of all time’.

    It seems that when the going gets tough, the toughest talkers can’t walk the walk, and instead whine and waffle on about imagined miscarriages of justice and blaming clean athletes for their losses because of different dirty athletes from a country whose name is forbidden to utter, rather than simply accepting defeat and blaming themselves for their failings.

    While the winners, well, they do the talking in the arena and the let the medals speak for themselves. US athletes and the US media should try it sometime.

    Aqui: https://www.rt.com/sport/530698-ryan-murphy-us-doping/

  38. O trabalho que eu estou a dar-vos, pidalhada! E continuais a ser pagos com ossos de frango rançosos do mês passado, sem direito a horas extraordinárias. E que tal uma queixa à Isabel Camarinha, mariconços? A inveja que tendes dos meus belos rublos, sem contar com a minha bela datcha na Crimeia, cambada de pides ranhosos! E o meu apartamento XXXXXL com vista para a Grande Muralha? Tereis de vos contentar, como sempre, com a vista intramuros da ETAR de Alcântara, onde continuareis a boiar até à reciclagem final.

  39. Vou cagar, para vos arranjar alguma companhia de fim-de-semana, deve ser chata essa coisa de boiar sozinhos.

  40. Ó palhaço da bicharada copy pastada. Não eras obrigado a saber, mas dá-se o caso de eu, quando tenho tempo, até ter alguma dificuldade em resistir a tudo o que tenha a ver com bichos. Não com bichas, que essa é mais a tua especialidade, ainda que, desgraçadamente, heterobichas como tu envergonhem a honrada e corajosamente assumida bicharia tradicional. Mas, dizia eu, quando estou sozinho, a comer ou a ler, por exemplo, até tenho geralmente a televisão ligada para o NatGeoWild ou o Odisseia, para onde olho de vez em quando. Frequentemente, acabo mesmo por seguir os programas até ao fim. Enfim, gosto de bichos, bicharada é coisa que sempre me interessou, pelo que (e acreditas se quiseres, que eu para isso estou-me a cagar), por estranho que te pareça, li quase na íntegra as duas três ofertas, excepto a dos ursos, que despachei mais ou menos em diagonal, pois pouca novidade tinha. Eu sei que a intenção era outra, a de tentar “tapar”, diluir, as minhas generosas ofertas, mas olha, não se perdeu tudo e aproveitei a prenda. Muito obrigado, heteropanasca de merda.

  41. Ao escondidinho das 9:32. Ó pide merdoso, vigarista e manhoso. Tu achas mesmo que eu sinto alguma necessidade, ou vejo alguma utilidade, em tentar provar-te que o Homem pôs mesmo os pés na Lua? Podia até enfiar-te um calhau lunar pelo cu acima, que continuarias a teimar que isso não provava nada e tudo fora filmado em Hollywood e na Capadócia. E teimarias não porque acreditasses nisso, mas porque te pagam para seres aldrabão. Acreditas, pide incompetente, que alguma vez sentirei a necessidade de convencer um negacionista da realidade dos fornos crematórios, que alguma vez descerei ao ponto de explicar a um porco nazi por que motivo Adolf Hitler foi um filho da puta, pai e mãe, padrinho e madrinha, matriz e meretriz de todos os filhos da puta? Achas que ia perder um segundo que fosse a tentar convencer o Adolf Eichmann da perversidade do nazismo antes de lhe pôr a corda ao pescoço? Porra, ser burro é um direito, pide merdoso, mas não exageres.

    Apesar de a “Missão Aspirina” te ter sido atribuída há pouco tempo, se não fosses um pide incompetente já terias investigado e encontrado nos arquivos respostas às “perguntas” manhosas que fazes, já que essa é uma das funções dos pides. Mas essas respostas e respectivos argumentos foram expostos em conversas, frequentemente discordâncias, com gente digna desse nome, mesmo quando usavam pseudónimo ou nick. Cobardes sem nome, pides escondidos cosendo-se com as paredes, saltitando de esquina em esquina, peeping toms esgalhando punhetas enquanto espreitam o mundo dos homens, defensores de torcionários e criminosos de guerra, branqueadores de genocidas, escória dessa não tem direito a qualquer resposta. A única que algum dia poderás ter de mim, repito, será quando te puser ao pescoço a corda a que escapaste em 25 de Abril de 1974. E quando, choramingando, me classificas como “um falso democrata, um totalitário que promete a forca”, ocorre-me que os “democratas” e “humanistas” enforcados em Nuremberga fizeram, provavelmente, a mesma acusação a quem os pendurou.

  42. Já agora, pide merdoso e manhoso, podias explicar ao neurónio gripado do idiota das 10:26, que como idiota que é não podia deixar de ser teu fã, que o Joaquim Camacho não leu “69 entradas e acusa a pide de ter tido o trabalho daquilo que ele fez”. O burro do Joaquim Camacho copy pastou o nome do deputado irlandês (oferta tua, que eu nem sabia de cor) no espaço de pesquisa e depois limitou-se a procurar o endereço do vómito que nos ofertaste (a parte mais diferenciadora, “crethiplethi”) na lista que apareceu. Em seguida, e sempre muito burramente, foi clicando em “More results” no fim de cada página, até encontrar o vómito. Depois dessa cansativa tarefa, em que gastou três ou quatro minutos, o burro do Joaquim Camacho voltou ao topo da página e contabilizou os endereços que antecediam a bosta: 69, bosta incluída. Nesta segunda e extenuante operação gastou o burro do Joaquim Camacho mais um ou dois minutos, sendo que, tendo chegado ao fim deitando os bofes pela boca, não leu absolutamente nenhuma das primeiras “68 entradas”, pois forças lhe restaram apenas para ler a última, a luminosa 69. E porque é burro e analfabeto, só agora aprendeu o Joaquim Camacho a reproduzir por escrito a palavra que classifica o regime gloriosamente fodido em 25 de Abril de 1974: “fachismo”, que toda a vida o Joaquim Camacho, muito burramente, pensou que se escrevia “fascismo”.

  43. Pobre camacho! Julga que os seus insultos ofendem aqueles a quem os dirige.
    Pois bem, que o bom camacho fique a saber que o único insulto intolerável é precisamente aquele que não tem coragem de proferir: chamar a alguém “camacho”.
    Este, sim, é um insulto insuportável.

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