15 thoughts on “Coisas para dizer ao Passos Coelho”

  1. Porque é que os media silenciam a Revolução na Islândia?
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    RESPOSTA: Porque a superclasse (alta finança – capital global; nota: controlam os media) está interessada em Democracias facilmente manobráveis por lobbys…
    A superclasse não está interessada em Democracias aonde os cidadãos exijam, não só maior transparência aos governos, como também o Direito de VETAR as ‘manobras’ com as quais não concordam.
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    ANEXO:
    A limitação do número de mandatos dos políticos é um álibi/truque para reivindicar reformas antecipadas… e… para dar uma ilusão de controlo!…
    Ora, os políticos não deverão ter o número de mandatos limitado… mas em contrapartida, esses mandatos deverão estar sujeitos a uma muito maior vigilância/controlo por parte dos cidadãos (ex: o Direito ao Veto do Contribuinte) – blog: Fim da Cidadania Infantil; e os políticos deverão ter uma idade de reforma igual à do regime geral!
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    P.S.
    A superclasse não só pretende conduzir os países à implosão da sua Identidade… como também… pretende conduzir os países à implosão economica/financeira…
    De facto: superclasse ambiciona um Neofeudalismo – uma Nova Ordem a seguir ao caos…
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    P.S.2.
    Existe algo que cada vez é mais óbvio: a voragem do capital global contra o Estado-Nação!…
    Na voragem… os governos fragilizados (pela actuação de ‘bilderbergos’ infiltrados nos governos, nos partidos, nos sindicatos, etc)… são depois pressionados/empurrados (de várias formas) no sentido de que sejam vendidos activos dos Estados.
    [nota: leia-se – delapidar os sectores estrategicos, privatizar as joias de ouro, decapitar qualquer força opositora (no caso de Portugal a PJ e o Exercito) e depois criar uma policia privada mercenaria e um gigantesco complexo de vigilancia electronica]
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    P.S.3.
    O Estado tem muitos defeitos… mas permite-nos participar (e procurar melhorar as coisas)… MAS… quem quiser ficar à mercê dos globalistas maçonicos do clube bilderberg (etc), ou seja, ser UM SERVO de senhores neofeudais…… tchau: que faça bom proveito!…

  2. tens razão, pá. Temos um primeiro sinistro tão bom que ao fim de mais de 6 anos de termos sido tão bem desgovernados por ele estamos à beira da bancarrota. É pá, só um completo idiota é que não percebe que é por causa do que se passou no último mês que estamos mal, não é por causa do desgoverno dos últimos anos, não o país está nesta situação lamentável por causa do que se passou em poucos dias.

    Não compres um cerebro, não…
    Valupi, escreves bem, mas falta-me inteligencia e lucidez. Muita falta. Se fosses do benfica terias sido apoiante do Vale e Azevedo.
    Mas ainda há esperança, quando Socrates for preso, aí vais acordar.

  3. Ó Contra argumentos, é novidade para ti ou para alguém que o governo andava a tratar de arranjar ajuda em condições mais favoráveis (do que seguramente as que conseguirá agora) dada a subida das taxas de juros nos últimos 2 meses para valores incomportáveis? Isto é para ti uma notícia? Vamos rir? Não se tem dito outra coisa, nomeadamente o próprio Sócrates o disse!

  4. Penélope, mas, então, precisávamos ou não de ajuda externa? É que os ouvi dizer vezes sem conta que não precisávamos se o PEC IV tivesse passado… E o que está nessa notícia é que, não só precisávamos, como tanto o PM como o MdF o sabiam, como ainda até já estava pedida por troca com o PEC IV.

    Em que é que ficamos?

  5. O problema do nosso país é haver esta gentalha que anda por aqui que é, pura e simplesmente, um tipo de “defecação” cavacóide! Gostam de se lamber na “trampa” do Cavaco, depois de se saber já, tudo, acerca deste traste de uma hipocrisia sem limites, sonso, até dizer chega, no pior sentido. Com uma espécie de político destes no topo da pirâmide, ainda lhes sobra tempo para dizer mal do Sócrates, sempre Sócrates – pobre país!!!

  6. Marco: Evidente que estava a ser negociada uma modalidade de ajuda com a União Europeia! Não sabias? Não me digas. O que não se queria era o tipo de ajuda dado à Grécia e à Irlanda, e estava-se no bom caminho para isso. O artigo do Sol só vem confirmá-lo, embora transformando a coisa numa pseudo-notícia maldosa e intriguista, como é seu estilo habitual.
    Agora, com a deterioração da situação financeira do país após o chumbo do PEC, graças aos bons serviços de Cavaco e oposição, aqui estamos na fila dos pedintes do FMI e em condições de empréstimo agravadas. Um lindo serviço prestado ao país, portanto.

  7. Penélope, não há outra “modalidade” de ajuda, ok? Há esta, prevista nos termos que regem o funcionamento da UE. E se não era esta, não era nenhuma. Se era alguma, era esta. Acha que alguma “modalidade” nos emprestaria 80 mil milhões à revelia do FEEF e do FMI? Está com os copos, ou droga-se?

    Ainda estou para saber se a notícia é verdadeira ou não (afinal, é o Sol), mas a ausência de desmentidos até esta hora é indicativa. Mas mesmo que houvesse desmentidos, também não significava grande coisa (afinal, é o Governo – desmentir o Financial Times, muito bom).

  8. Marco, se para ti a situação do país não se deteriorou acentuadamente nos últimos 15 dias nem vai continuar a deteriorar-se até às eleições, não tenho mais nada para te dizer. Estás cego pelo ódio e pelo ciúme e quem está cego não vê.
    Já agora, o Financial Times ontem dizia que Portugal não devia pedir ajuda até às eleições, devia aguentar as taxas de juro elevadas, para permitir a discussão alargada das medidas durante a campanha, hoje vem dizer que fez bem e que as condições devem ser duríssimas, porque o governo não tem feito muito pela contenção orçamental. Enfim, é só incongruências atrás de incongruências, nacionais e internacionais. Saberá o FT, por acaso, que o governo era minoritário e que, para aprovar fosse o que fosse tinha pela frente a oposição a fazer populismo do género “mais austeridade não”?

  9. Eu não disse, nem deixei de dizer, qual a minha opinião sobre o processo geral da crise. Por favor, não projecte em mim os seus fantasminhas de estimação.

    Só gostava mesmo de saber se tudo o que o PM e o MdF têm dito nos últimos quinze dias tem valor intrínseco, ou se não valem o papel de jornal onde foram impressos (estou especialmente curioso com o “não estou disponível para governar com o FMI” – pronto, já sei, afinal é o FEEF, o que, como toda a gente sabe, é radicalmente diferente, uns fofinhos, enfim).

  10. Penélope, se é evidente que Sócrates estava a negociar uma modalidade de ajuda com a União Europeia há algum tempo, porque veio ele sempre dizer que Portugal não iria recorrer à ajuda externa? Aliás, veja-se o que disse Teixeira dos Santos aquando da apresentação do PEC IV na manhã de 11 de Março:

    “Segundo Teixeira dos Santos, que apresentava as linhas de orientação da actualização de 2011 do Programa de Estabilidade e Crescimento, este reforço serve “como precaução adicional” para garantir objectivo do défice este ano.

    “Iremos reforçar as medidas de contenção da despesa que estão a ser implementadas em 2011, no sentido de nos proporcionar uma margem de segurança adicional, que nos garanta de uma forma mais forte o objectivo” do défice de 4,6% este ano, afirmou.”

    e

    “Com as medidas hoje anunciadas “cobrimos a eventualidade” de algum problema com as contas públicas. “Com esta precaução, asseguramos que o objectivo será de qualquer forma atingido”, sublinhou o ministro das Finanças.”

    http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=472675

    http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=472695

    Veja-se também o que disse Sócrates na entrevista à SIC após o anúncio do PEC IV:

    “O primeiro-ministro e acusa o PSD de Pedro Passos Coelho de rejeitar as linhas orientadoras do PEC e de não querer dialogar nem apresentar alternativas e negou que, tal como o acusa o PSD, as medidas tivessem sido apresentadas em Bruxelas. «As medidas foram apresentadas em Portugal em conferência de imprensa pelo ministro», frisou, adiantando que avisou Passos Coelho «na noite anterior», mas não revelou qual foi a posição do líder do PSD.”

    http://www.jornaldigital.com/noticias.php?noticia=25714

    Mais eloquente ainda, de novo Teixeira dos Santos:

    Falando em Bruxelas à entrada do encontro entre os ministros das Finanças dos países do euro, Teixeira dos Santos insistiu que o propósito de Portugal é continuar, como até agora, a garantir o financiamento de que necessita através dos canais normais, ou seja, no mercado. “Estamos a conseguir ir ao mercado e a nossa intenção é continuar a ir ao mercado para obter o financiamento de que precisamos”.

    A possibilidade de o Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF) – e do seu sucessor, a partir de 2013 – comprar dívida pública no mercado primário “não é para mim”, disse, citado pela agência Bloomberg. “É uma possibilidade geral para todos os países em geral, não é o caso neste momento para Portugal”, insistiu”

    http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=473123

    Se nesta fase andava-se a negociar essa tal modalidade de ajuda com UE- mesmo sendo em condições supostamente mais favoráveis do que as da Grécia ou Irlanda, seria sempre uma ajuda externa -, não fazem lá muito sentido estas declarações, pois não?

    Houve deterioração da situação financeira do país após o chumbo do PEC? Não o nego, mas em nome do rigor eu diria “deterioração mais rápida”. Bem sabes que a nossa situação financeira antes da crise política não era nda famosa… Vê só o que aconteceu logo após o anúncio das medidas do PEC IV:

    “A taxa de juro da dívida com maturidade de cinco anos fixou um novo máximo acima dos 7,9%, apesar de o ministro das Finanças ter anunciado mais medidas de austeridade.”

    http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=472707

  11. Marco, essa do “não estou disponível para governar com o FMI” vai transformar-se na campanha no “sou o PM ideal para governar com o FMI”…

  12. HG, o governo não tem que dizer publicamente todas as diligências que anda a fazer para encontrar a melhor solução para o país. Sabes com certeza que, em matérias sensíveis que envolvem o mercado internacional, as vantagens e inconvenientes de tudo o que se diga e não diga devem ser e são ponderados. Já ouviste falar em política?
    Há, assim, matérias em que se deve ser absoluta e imediatamente transparente e outras em que não há qualquer interesse~/vantagem nisso. Qualquer pessoa é capaz de perceber este princípio simples. Se quiseres entreter-te a apontar “inaceitáveis contradições”, tens esse direito, claro. Eu também tenho o direito de achar que tens ou finges que tens vendas nos olhos ou tentas pôr vendas nos outros.

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