15 thoughts on “Cidade Proibida – Eduardo Pitta”

  1. Valeta, valeta, ó valeta, já num sei o que te dizer. Mas tu axas que eu perco tempo com romances e poetrada paneleira?

    Kero lá saber do jardim encarapinhado do Eduardo Pita. Já agora, é Pitta com dois TT porquê? É fino é? O catano.

    Manda boa literatura. Sabes qual é a boa literatura? è a da Bida, pá, a do soufrimento, meu, a da tristeza, pá, a da alegria, mas tudo sentido, nada atelenovelado, tás a ber.

    Prefero mil bezes cumprar um cd da badalhoca da Madonna ou da parba da Spears ou do imberbe do justin bieber, até da gorda da Beoncé. Cum catano.
    Literatura paneleira, vai-te catar, pá. Mas tupensas ka lei muda alguma coisa ou kÊ?
    Ainda por cima o gajo defende o parbalhão do Sócrates, bai-te catar, pá.

  2. já li há não sei quantos meses ou anos? Nem sei, dois anos talvez. Nem sei onde pára. Mas agora à distância é bom, tramado, mas bom. Moçambique, sempre o cheiro de Moz, leão e elefante.

    Mas a linha da beleza do Hollinghurst é que me matou. Aquela esquina era bela pelo simples facto de estar ali, dizia o puto bonito com a vida destroçada. E ainda não sabia eu caçar torres das cercas nas esquinas, como agora. Caço uma quase todos os dias, o problema é que depois ponho torres a mais dá idéia, às tantas tem mais torres que muralha ou sei lá.

  3. Há por aqui uns comentadores de merda que mereciam a resposta á altura dos seus comentários.Mereciam,porque não me dou a esse trabalho,por serem tão merdas,tão merdas.

  4. Ó Al´Garvio, meu, kal é o teu problema? Acabaste de responder, pá e tu sim respondeste com tanta merda. Porra, não precisas de sublinha a merda. Pá, tu todos os dis cagas, ou pensas que só os outros é obram, quer dizere defecam, tás a ber? Não me digas que nunca arrutaste, bem lá do fundo, eh pá, cum caraças, dá cá um alíbio. Olha considera um em direcção ati, bou-te mandare um reiki com um granda arroto.
    Já oubiste aquela que diz assim: algarbios e cães de caça é tudo a mesma raça. Ão, Ão.

    Segue o conselho do Al´Porto, pá, cum catano, bim pra este blogue a pensar que era antiinflamatório, abro a boca e fica tudo inflamado. Chiba-se.

  5. Olá Edie. Fiquei mesmo quase aos espirros com a mostarda: hoje à tarde vai troar, se calhar. Trovar, aquilo para eles era uma ciência,

    olha uma boa citação:

    Não consiste em ser sábio em conhecer só o que é certo como certo; mas em conhecer o certo como certo, o falso como falso, e o duvidoso ou provável como provável ou duvidoso. Do certo nasce a verdade, do falso se faz o erro, do duvidoso e provável se compõe a opinião, e estas três coisas há de distinguir e advertir sempre quem quiser avaliar sem paixão, e fazer exame justo das doutrinas alheias.
    Padre António Vieira

  6. Exmº. Quadrado,

    Pe António Vieira, ume erudito da história, com história para contar. Pela sua bravura, pelo seu empenho, pela sua luta contra o impossível, pois, bem sabemos que «estas cousas da escravidão» nunca se resolveram, nem resolverão algum dia. No entanto aquelas constituições – escritas sobre sangue – que falavam em direitos, liberdades e garantias, ou à data, liberdade, igualdade e fraternidade, eram um conjunto de «versos» curiosos! Faziam excepção aos pobres de África e aos indios do Brasil.
    Dar a Vida pela evangelização dos «outros» tem que se lhe diga, não acha?

    Hoje em dia a doutrina é outra. Em Portugal, temos a «roubalheira» implantada, com uma série de exemplos, que para não ficarem na memória das letras, se destroem, pelos Decisores do costume.

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