Cerejo, desta vez foste longe demais

Mas se homens como Almeida Santos, Mário Soares, Vera Jardim, José Sócrates, Passos Coelho ou Miguel Relvas nunca se coibiram de plantar cunhas e distribuir favores por amigos e correligionários, muitas vezes beneficiando-se a si próprios, por que raio de razão é que os intelectuais do burgo haviam de ser mais exigentes com os seus amigos?


JOSÉ ANTÓNIO CEREJO

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Homens como Almeida Santos, Mário Soares, Vera Jardim e José Sócrates plantarem cunhas e distribuírem favores por amigos e correligionários, muitas vezes beneficiando-se a si próprios, não pode surpreender ninguém. Estamos a falar do PS, essa máquina de produção de corruptos que anda há décadas a desviar a riqueza nacional para os bolsos maçónicos de uns quantos. Mas meter neste covil de ladrões os impolutos nomes de Passos Coelho e Miguel Relvas? Mas isso cabe na cabeça de alguém? Onde é que já chegámos ou o que é que este jornalista pretende? Acaso o senhor jornalista não reparou que Passos Coelho é o actual presidente do PSD, tendo lá chegado por ser um exemplo de probidade ética e deontológica, condição que acumula com ser também o próximo primeiro-ministro que nos vai salvar da próxima bancarrota de origem socialista através de uma genial teoria, da sua lavra e com excelentes provas dadas até à altura em que os comunas invadiram S. Bento, que consiste na expulsão dos madraços e estroinas para fora das suas zonas de conforto ao mesmo tempo que se espalha por todo o País a pobreza generalizada a mata-cavalos? Mas está tudo doido?

10 thoughts on “Cerejo, desta vez foste longe demais”

  1. De facto aqueles dois anjolas , duas verdadeiras abéculas, Passos e RElvas, misturados com grandes manhosos certificados e de papel passado, não lembra nem ao diabo.

    Ó cerejo

  2. Aqui está em todo o seu esplendor o exemplo mais recente da confusão que tomou conta do Valupi, coitadinho.

    O artigo é sobre a Dona Inês Pedrosa (o post poderia começar por dizer algo como isto: que factualmente o assunto não poderia ser olhado pelo MP apenas como uma trapalhada com algum suor à mistura, e tendo sido produzida uma acusação o abaixo-assinado da “classe dos 38” deveria envergonhar a maioria dos que lá estão). Mas não, sendo os factos públicos há imenso tempo, nada perturba o Valupi nesta espécie de Perdoa-me através do Aspirina B em que se vai sabendo que o Ignatz só tem olhos para o Valupi e este, por sua vez, penitencia-se horas a fio das maldades que faz ao ex-PM… É o caso, claramente.

    Ora, se o excerto do parágrafo é disparatado (e é!) precisaria de arrumação, até porque se pretendia ter um alcance cronológico está errado, político-partidário está errado e ligações maçónicas está errado. Aos três erros soma-se o quarto, o do Valupi (que, como admirador confesso de António Vitorino olha quem!, faz as vezes da avó do dito, pois não há festa nem festança onde não esteja a Constança).

    Assim, poderia corrigir-se o que diz o José António Cerejo: Mário Soares (a referência remete-nos para o caso da FMS sendo o seu filho ao tempo presidente da CML, nomeadamente), ponto. Almeida Santos e Vera Jardim (ambos tiveram actividade política, sendo advogados de negócios e maçons presumo que do histórico GOL), de outro. José Sócrates e Miguel Relvas, que no tempo e no modo segundo vários “autores” parecem ter coincidido (tendo o caso do ex-PM ramificações judiciais, enquanto o outro se bronzeia no sol de Ipanema) . E há o caso de Pedro Passos Coelho (que tutela um vasto grupo em que entra a Miss Swaps, Miguel Macedo, Marco António Costa, Francisco José Viegas e Jorge Barreto Xavier que estão dentro da jogada etc.). Sobra bastante gente, ainda assim. O Pedro Santana Lopes, de quem o José António Cerejo tem um armário cheio de casos palpitantes nomeadamente sobre as suas passagens pelos governos do PSD e actualmente na SCML. E o Paulo Portas, mais. E o, mais-mais.

    Eis mais uma ajudinha à borla, Valupi.

  3. Para ti também um Santo Natal (e para a Jasmim, JRodrigues e Lucas Galuxo), jpferra.
    (tem atenção, eu estarei no altar durante a Missa do Galo).

    Até ao grande dia para quase todos, rapaz.

  4. Quando chegamos a um ponto do caminho em que a única subversao que nos resta e sermos bons e decentes porque todas as armas como o humor a ironia o cinismo são interpretadas por filhos da puta não como equilibradores de poder mas como fautores de ordem e humilhação, o Evangelho e uma arma como qualquer outra: Paz na Terra aos homens de boa vontade. Boas Festas, Bom Natal.

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