Burros que nem uma porta

O PSD sabia o que fazer para resolver os problemas económicos e financeiros do País logo desde 2008, quando Ferreira Leite venceu Passos Coelho e se tornou Presidente do partido. O PSD continuava a saber o que fazer para nos salvarmos quando se recusou a governar com o PS e se recusou a qualquer acordo parlamentar para a reforma ou protecção do Estado em 2009. O PSD possuía as soluções que deviam ser aplicadas já em 2010 mas resolveu aprovar dois Orçamentos com o quais não concordava e nunca apresentou uma moção de censura. O PSD chegou a 2011 e derrubou o Governo quando este tinha acabado de obter o apoio de toda a Europa para um plano que teria evitado o colossal prejuízo económico e social da ajuda externa.

Não foi o PSD que nos trouxe até aqui, claro. O PSD nem com bússola, mapa e tabuletas na estrada consegue encontrar o caminho. Um caminho. Qualquer.

12 thoughts on “Burros que nem uma porta”

  1. O PSD está a jogar para nulos, ao King.Seria fácil ganhar as eleições, se quisesse. Mas não quer. Sente um arrepio na espinha só de pensar na trabalheira que teria se fosse governo…

  2. eu cá é como o Marco . falta de vergonha do tamanho de um casarão para atribuir os nossos fracassos à falta de movimentos “amigos” dos inimigos . santa paciência. nem se acredita que haja gente assim. mas claro , é por existirem que assim vai a política.

  3. Parecem umas baratas tontas. O cabeça de giz já só diz asneiras. Faz apelos a julgamentos populares ao governo. Por que não a Cavaco Silva ou a ele mesmo (catroga). Não haverá nada a explicar sobre o caso BPA, sobre ser professor universitario a tempo parcial 0% com efeitos retroactivos!? Está tudo bem no caso das casas do vale da Coelha? Apenas perguntas para satisfazer a curiosidade do pagode. E se Sócrates se lembrasse de pedir um julgamento popular?
    Que falta de nivel e de ideias. O homem n achará que já tem idade para deixar de ser moço de recados do Cavaco ou orientador pedagogico do rapaz de Massamá?

  4. Caro Valupi,
    o PSD não é burro, talvez quem lá esteja à frente agora seja um tanto ou quanto inocente, atrás estão os que pretendem beneficiar desta pantominada toda.
    Refugiaram-se todos atrás das tábuas e assistem à tourada ,udos e quedos à espera da melhor oportunidade para entrar na faena.
    Onde estarão os notáveis do PSD que desapareceram e ninguém lhes encontra o rasto?

  5. Ó Palhacito Valupi de lápis azul na mão, que dificuldade é essa de provares outros sabores e opiniões. Faz-te mal o contraditório de que não gostas? És mesmo um beato cinzentóide.

  6. Passarmos de irresponsáveis a doidos já não faz diferença, mereces uma explicação: sempre que repetires comentários, só deixarei ficar um. Quanto ao resto, fazes bem em gastar o teu tempo por aqui. Para além de teres acesso a boas e instrutivas leituras, também se evita que andes na rua, sabe-se lá a fazer o quê.

  7. E quem te disse q a rua é sinónimo de incerteza e medo? tem pelo menos a vantagem de evitar q nos cruzemos, uma vez q tu velas dia e noite por este altar da socratinice beata.o amo vai gostar de saber q tem acólitos tão diligentes.o amo recompensa-te.avé ao amo.

  8. No artigo de Adelino Cunha ,”A Sombra de Passos” no JN lê-se , entre outros factos interessantes, o seguinte , no último parágrafo :

    “…As sondagens são realizadas por uma empresa que todos os dias recolhe a opinião de duzentas pessoas e depois transmite os resultados para a São Caetano à Lapa para permitir uma avaliação em tempo real da eficácia da narrativa eleitoral. Resultado: Pedro Passos Coelho tem registado uma vantagem regular sobre José Sócrates, mas a diferença nunca chega aos dois dígitos. O que significa que os debates televisivos poderão ser decisivos se a isso somarmos a elevada taxa de indecisos. «Há quem use as sondagens como armas de combate eleitoral, mas para o PSD são apenas instrumentos de trabalho», adverte Miguel Relvas. O secretário-geral dos sociais-democratas tenta desvalorizar a aproximação entre os dois partidos revelada pelas empresas de sondagens que trabalham com os grandes órgãos de informação, explicando que todas coincidem com uma taxa de indecisos que ronda os quarenta por cento. «Sabemos que temos muito trabalho pela frente», conclui.”

    Estas sondagens, segundo o próprio Relvas, são diárias . Esta tortura diária de ver Sócrates cada vez mais próximo , deve ser difícil de aguentar.

  9. Há anos que procuram o caminho para o poder que é o único que lhes interessa e nem com esse atinam. Nem um, de facto. Nem a baratada depois de uma desinfestação consegue andar tão desaustinada.

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