Aviso à navegação

Comentários que tenham muitas ligações (links) poderão ficar retidos pelo sistema automático de afastamento do merdelim (spam). E aquilo que é apanhado nesse filtro por cegueira da máquina nem sempre é salvo da destruição irreversível pois para tal há que estar a ver todos os comentários considerados merdelim (1.689.388, é o total destes seres que foram apanhados ao longo dos anos neste momento em que escrevo). Ora, tal confirmação manual só acontece de forma aleatória e circunstancial.

Igualmente podem ir parar ao esgoto comentários que não tenham qualquer ligação de hipertexto e que, ainda por cima, sejam de comentadores regulares – como aconteceu recentemente com o último comentário do Joe Strummer. Não sei qual é a causa desse fenómeno, mas aconselho a que se envie uma digicarta para o blogue calhando terem algum comentário retido e sentindo que ele merece melhor sorte.

34 thoughts on “Aviso à navegação”

  1. Tambem poderias avisar os navegantes com opiniões de esquerda dos riscos que correm as respectivas contas de email. Os direitolas não nada a recear nem problemas com múltiplas identidades no blogue que pisca a esquerda e da prioridade a direita.

  2. O segundo paragrafo para lá de desonesto e completamente hipócrita, visa desculpar a censura que só afecta comentadores de esquerda.

  3. Acabei de enviar um, compridote e com links, que deve ter ficado à espera, porque estou a vê-lo com a legenda «O seu comentário aguarda moderação». Impõe-se rápida operação de salvamento. Não conto que perca oportunidade, mas enfim, nunca se sabe.

  4. Grato pela explicaçao Val. Achei estranho ja por varias vezes não conseguir comentar através do movel e ontem fi-lo mais como teste, daí o comentario não ter sido editado. No entanto, coincidencias, o Ignatz queixou-se do mesmo há uns tempos atrás pelo que adensei suspeitas (ou como diria um guardia civil que tive a infelicidade de conhecer quando era un vagabundo de Dharma, virando-se para uma guapa ” tengo que investigar sus pechos” eheh) de que os piratas tinham tomado o controlo da embarcação. No entanto, desconfio que no meu caso tenha sido uma actualizaçao de software já que no portátil consigo comentar sem problemas e agora até através do movel. Ghost in the machine.

    Isto não torna menos pertinente os comentários anteriores, cada caso é um caso e diz respeito a todos. Justice for all.

  5. Val já devia ter tomado esta posição há muito tempo. Eu sempre fui de opinião. Há muito que não mando comentários porque o blogue estava a ser um chiqueiro. E eu sou dos diz: boa romaria faz quem em sua casa está em paz. Sempre a considerá-lo. Um abraço.

  6. Agora sim, ficaremos em boa companhia no espaço onde habita maioritariamente gente inteligente e de alto sentido de humor.
    Grande decisão.
    Boa viagem.

  7. Xiaomi disse: «Tambem poderias avisar os navegantes com opiniões de esquerda dos riscos que correm as respectivas contas de email. Os direitolas não (têm) nada a recear nem problemas com múltiplas identidades no blogue que pisca (à) esquerda e (dá) prioridade (à) direita.»

    Xiaomi, conversas sobre censura, esquerdúpida ou direitôla, são sempre bem vindas. A censura só vence quando e enquanto consegue que não se fale dela (as minhas desculpas antecipadas por citar artigos em línguas estrangeiras, mas não tenho tempo para traduzir).

    A verdadeira censura, a censura eficaz, aquela que permite que Portugal prenda e extradite para outros países refugiados perseguidos por delito de opinião (como Gerhard Ittner), sem que ninguém se aperceba realmente disso, é aquela de que o meu amigo não é sequer autorizado a conhecer a existência. Quer saber quem censura? Investigue de quem é que não se pode falar.

    O grau de tolerância para com a censura electrónica de livros e ideias está a tornar-se impressionante. E já não falo aqui sequer do Facebook e redes sociais similares, ou da censura por domínios ou países, e sim do esforço em curso para conseguir uma censura universal. Nada menos do que isso.

    Para lhe dar um singelo exemplo do que se vai instalando pé-ante-pé, note que antes da recente eliminação total de centenas de livros revisionistas sobre o «Holocausto» e a política na Segunda Guerra Mundial, a Amazon já tinha eliminado das suas listas de vendas objectos com a histórica bandeira confederada americana. Veja aqui o tom cordato em que a coisa é descrita e aceite.

    Por cá é a mesma farsa do «ódio ao ódio», a receita suave para comprar as alminhas dos simples. Ainda há poucos dias, por exemplo, assisti a Pedro Adão e Silva, da parte de quem eu estava habituado a ouvir opiniões mais inteligentes, a mostrar-se especialmente feliz, logo no início do programa «O Outro Lado» da RTP-3, pela nova lei alemã que permite multar avantajadamente serviços internacionais da Web que sejam incapazes de remover comentários de «apelo ao ódio» — a desculpa pronta-a-vestir de que só os tontos não percebem a hipocrisia e alcance (aqui)…

    Não fiquei de todo surpreendido com a monumental trincadela deste nosso Adão tranquilo na maçã bichosa. E isto porque este fruto apetecido do «tua censura má, minha censura boa» se tornou praticamente universal em todos os quadrantes políticos com visibilidade mediática. Repare, aliás, que quase toda a gente — de direita como de esquerda — aceita alegremente este tipo de imbecilidade, desde que seja a «boa censura», a «censura nossa para evitar o ódio alheio»…

    Sobre a hecatombe da Amazon, vários artigos aqui e quase nada no mainstream mediático. E uma evocação do romance “Fahrenheit 451” por Richard Widmann do CODOH e INCONVENIENT HISTORY aqui:

    It is important to consider the explanation of the origin of book burning by the “firemen” in Bradbury’s prophetic novel. Bradbury explained that as populations grew, they were made up of greater numbers of minorities. Such minorities make up a commercial marketplace. Bradbury’s Captain Beatty explains the situation, “The bigger your market… the less you handle controversy, remember that!” He goes on: “Authors, full of evil thoughts, lock up your typewriters. They did. Magazines became a nice blend of vanilla tapioca. Books, so the damned snobbish critics said, were dishwater. No wonder books stopped selling…” Just as we have in the US in 2017, the source of censorship in Fahrenheit 451 is not the government itself: “It didn’t come from the Government down. There was no dictum, no declaration, no censorship, to start with, no! Technology, mass exploitation, and minority pressure carried the trick, thank God.”

    Ainda sobre este império da estupidez conformista, martelada pela propaganda ininterrupta em conjugação com a censura, veja este vídeo muito interessante, de 1985, do programa canadiano “Crossfire”, onde é entrevistado por um painel de imbecis, o falecido e inesquecível Doug Christie (quem?), conhecido como “the battling barrister”, o advogado de Ernst Zundel (quem?) que liquidou o mito do «Holocausto» no julgamento de Toronto (onde? quando?), com a preciosa ajuda do prof. Faurisson (quem?) e outros (o quê? há muitos?): Crossfire

    Mas quem são então estes monstros, estes seres odientos, contra quem o nosso Adão surfista se insurge com todas as fibras da sua alma sequiosa de castigos e multas?

    Aqui fica um para exemplo:

    Une vocation révisionniste

    O professor de Direito fala optimisticamente em catacumbas e cristãos. Eu falo mais de Luciano, de Celso, de Porfírio, e da luta de sempre que nunca vai acabar.

    E assim, enquanto os surfistas queques vão surfando as ondas da comunicação social, e a pequenada vai brincando às escondidas, com grande algazarra, a propósito do caso Nogueira Pinto, os livros a que muito poucos e a muito custo conseguem aceder, vão continuando a arder em silêncio.

  8. Amigos, não estou a ser entendido, como alguns comentários revelam. Aqui vai um complemento ao que está em cima:

    – Desde que o blogue existe que sempre teve um sistema “anti-spam”.

    – O que é considerado “spam” não é definido pelos autores do blogue mas pelo “software” do sistema (no caso, este é um blogue WordPress).

    – Para além desse filtro automático, é possível acrescentar palavras, emails e IP’s de forma a que certos comentários fiquem logo excluídos ou aguardem moderação. Ao longo dos anos, tenho recorrido a esse instrumento quando há comentadores que violam as regras básicas da convivência nas caixas de comentários.

    – O que me levou para este aviso à navegação, porém, foi a circunstância de aparecerem na listagem do “spam” alguns comentários que nada de problemático apresentam, seja para o “software”, seja para o blogue. O exemplo que dei, do Joe Strummer, é paradigmático. Mas já aconteceu com outros e, portanto, é altamente provável que volte a acontecer não sei com quem.

    – Ora, há alturas em que se acumulam centenas de comentários na lista do merdelim, e nem sempre há tempo, ou pachorra, para estar a verificar essa lista comentário a comentário. Resultado: é também muito provável que já tenham sido apagados irreversivelmente comentários absolutamente legítimos sem que disso me desse conta.

    Feito este acrescido esclarecimento, uma nota para a recorrente questão de aparecerem nas caixas de comentários maluquinhos que passam o dia a teclar inanidades: se não gostam, ignorem; se vos irritam, gozem com eles. É simples.

  9. Meirelles,

    Outro exemplo de censura que anda por aí sem que se veja grande incómodo com isso é o que respeita ao “Aquecimento Global Antropogénico”.

    Como por cá o jornalismo de investigação está morto e enterrado, deixo link para o que ainda vai aparecendo lá por fora sobre o assunto.

    https://www.youtube.com/watch?v=PDgr5wfdBX0

  10. Nada vi nem parece que o dono da tasca privilegie a censura, porém, confirma-se que essa é a vontade de alguns por aqui…yawn.

  11. Caramba, nem percebem o que o homem diz…
    Este artigo e os comentários acima de alguns “entes” de facto ilustra que é impossível discutir o que que que seja com estes tasqueiros…

  12. Ontem foi dia mundial da poesia, deixo aqui um contributo atrasado de um grande vagabundo;

    Então queres ser um escritor?

    se não sair de ti explodindo
    apesar de tudo,
    não o faças.
    a menos que saia sem perguntar do teu
    coração e da tua cabeça e da tua boca
    e das tuas entranhas,
    não o faças.
    se tens que sentar por horas
    olhando a tela do teu computador
    ou curvado sobre a tua
    máquina de escrever
    procurando palavras,
    não o faças.
    se o fazes por dinheiro ou
    fama,
    não o faças.
    se o fazes porque queres
    mulheres na tua cama,
    não o faças.
    se tens que te sentar e
    reescrever uma e outra vez,
    não o faças.
    se dá trabalho só pensar em fazê-lo,
    não o faças.
    se tentas escrever como algum outro escreveu,
    não o faças.
    se tens que esperar para que saia de ti
    a gritar,
    então espera pacientemente.
    se nunca sair de ti a gritar,
    faz outra coisa.
    se tens que o ler primeiro à tua mulher
    ou namorada ou namorado
    ou pais ou a quem quer que seja,
    não estás pronto.
    não sejas como muitos escritores,
    não sejas como milhares de
    pessoas que se consideram escritores,
    não sejas estúpido nem enfadonho e
    pedante, não te consumas com auto-
    -devoção.
    as bibliotecas de todo o mundo têm
    bocejado até
    adormecer
    com os da tua espécie.
    não sejas mais um.
    não o faças.
    a menos que saia da
    tua alma como um míssil,
    a menos que o estar parado
    te leve à loucura ou
    ao suicídio ou homicídio,
    não o faças.
    a menos que o sol dentro de ti
    te esteja a queimar as tripas,
    não o faças.
    quando chegar mesmo a altura,
    e se foste escolhido,
    vai acontecer
    por si só e continuará a acontecer
    até que tu morras ou morra em ti.
    não há outra forma.
    e nunca houve.
    (Charles Bukowski)
    (tradução livre de Fabio Rocha em 20 de abril de 2013, baseada no original em inglês)

  13. Valupi-Valupi, li-te na diagonal até à parte em que voltas a dissertar e não deixei de lançar uma gargalhada perante as habituais bacoradas vertidas em “comentários” e queixinhas de alguns ilustres de membros da troupe do Aspirina B. Por lá andam o Xiaomi a.k.a. Ignatz das tuas encenações e sempre mas sempre um cão fiel, o JRodrigues, o Joe Strummer, esse exemplar de intelecto magnânimo que é o primaveraverão, um idêntico que se assina como Manuel Pacheco, o Meirelles… Enfim, não querendo ser profeta parece que ?a cautela adivinhei que estes senhores nada pescam sobre nada.

    «[Não tenho a certeza se a troupe do Aspirina B percebeu alguma coisa, mas azarinho.]», ali ao lado.
    https://aspirinab.com/penelope/nao-e-tempo-de-alguem-por-ordem-nisto/#comment-740874

    [Tchau.]

  14. Lucas Galuxo
    22 DE MARÇO DE 2017 ÀS 11:40
    O que é feito do Ignatz?

    Ai que risada, vi agora. C’a tipos, menino!!

  15. A Fancaria/Fakearia News ds SICutas já ganharam o dia já tiveram mais um atentado londrino para poder dizer todo o tipo de ENORMIDADES e GABAROLICES : o merdas do Nhokanhoka Carvalho a babar-se todo da bocarra de servidão; o bebedolas Gurmetus NhekNhek Martim Cabral do Primo a dizer que a sua muito british NhikaNhika wife sw tão espantada que estava há uns anaos valentes por ver os Sarracenos Tugas a não respeitarem as ordens da auoridade da policia de trânsito no Marquês de Pombal e e a palerma da Ai Tadita Tão Cândida Nhakanhaka a vacui-se toda da boca bolorenta sobre gangsterismo. E tudo isto about ☪? LONDON ?☪ OF ?PEACE?.

  16. [Homenagem maior que o Valupi presta ao ilustre Sóbebo Chá, sendo que este artigo é especialmente dirigido ao José Neves, Corvo Negro e ao Manuel de Castro Nunes, mas que é também dirigido aos paspalhos de todas as idades existentes na troupe que proferem bacoradas no Aspirina B e que eu tenho de aturar. Nota: as damas têm livre-arbítrio em homenagem à paciência ilimitada da Olinda, atenção a isto!]

    NUS Study: Daily Consumption of Tea Protects the Elderly From Cognitive Decline

    Tea drinking reduces the risk of cognitive impairment in older persons by 50 per cent and as much as 86 per cent for those who are genetically at risk of Alzheimer’s

    Article ID: 671359
    Released: 16-Mar-2017 4:05 AM EDT
    Source Newsroom: National University of Singapore

    Newswise — A cup of tea a day can keep dementia away, and this is especially so for those who are genetically predisposed to the debilitating disease, according to a recent study led by Assistant Professor Feng Lei from the Department of Psychological Medicine at National University of Singapore’s (NUS) Yong Loo Lin School of Medicine.

    The longitudinal study involving 957 Chinese seniors aged 55 years or older has found that regular consumption of tea lowers the risk of cognitive decline in the elderly by 50 per cent, while APOE e4 gene carriers who are genetically at risk of developing Alzheimer’s disease may experience a reduction in cognitive impairment risk by as much as 86 per cent.

    The research team also discovered that the neuroprotective role of tea consumption on cognitive function is not limited to a particular type of tea – so long as the tea is brewed from tea leaves, such as green, black or oolong tea.

    “While the study was conducted on Chinese elderly, the results could apply to other races as well. Our findings have important implications for dementia prevention. Despite high quality drug trials, effective pharmacological therapy for neurocognitive disorders such as dementia remains elusive and current prevention strategies are far from satisfactory. Tea is one of the most widely consumed beverages in the world. The data from our study suggests that a simple and inexpensive lifestyle measure such as daily tea drinking can reduce a person’s risk of developing neurocognitive disorders in late life,” explained Asst Prof Feng.

    He added, “Based on current knowledge, this long term benefit of tea consumption is due to the bioactive compounds in tea leaves, such as catechins, theaflavins, thearubigins and L-theanine. These compounds exhibit anti-inflammatory and antioxidant potential and other bioactive properties that may protect the brain from vascular damage and neurodegeneration. Our understanding of the detailed biological mechanisms is still very limited so we do need more research to find out definitive answers.”

    In this study, tea consumption information were collected from the participants, who are community-living elderly, from 2003 to 2005. At regular intervals of two years, these seniors were assessed on their cognitive function using standardised tools until 2010. Information on lifestyles, medical conditions, physical and social activities were also collected. Those potential confounding factors were carefully controlled in statistical models to ensure the robustness of the findings.

    The research team published their findings in scientific journal The Journal of Nutrition, Health & Aging in December 2016.

    Future Research

    Asst Prof Feng and his team are planning to embark on further studies to better understand the impact of Asian diet on cognitive health in ageing. They are also keen to investigate the effects of the bioactive compounds in tea and test them more rigorously through the assessment of their biological markers and by conducting randomised controlled trials or studies that assign participants into experimental groups or control groups randomly to eliminate biased results.

    _______

    Revolution through evolution
    20 MARÇO 2017 ÀS 2:02 POR VALUPI 1 COMENTÁRIO

    Aqui, rapazes: https://aspirinab.com/valupi/revolution-through-evolution-246/ .

    [E embrulhem!]

  17. olinda, sua pateta, elogia mas é aqui o je, que foi quem primeiro usou a expressão “merdelim” aqui no spinnirina. esse valerico é um plagiador de merdelim e quanto a inventar e criar só mesmo cagalhões.

  18. aqui fica, ad perpetuam rei memoriam

    enapa
    23 de Fevereiro de 2014 às 2:31
    ó adelino, porra, conselho nacional, faxavor, com ésse, o deles, dos canalhas, donde só sai baba e merdelim.

  19. JRodrigues disse: «Meirelles, outro exemplo de censura que anda por aí sem que se veja grande incómodo com isso é o que respeita ao “Aquecimento Global Antropogénico”».

    Resposta um pouco atrasada: se conhece alguém que tenha sido violentamente agredido, ou detido, julgado, multado ou encarcerado por delito de «negacionismo do aquecimento global antropogénico», ou alguma obra escrita. falada ou filmada que tenha sido interditada pelo mesmo motivo, estou curioso de conhecer esses casos.

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