18 thoughts on “A mula da cooperativa”

  1. Eis um dos motivos que me envergonham de ser português: a nossa música miserável, e que só um povo igualmente miserável pode apreciar e elogiar…

  2. O Max foi alfaiate e daí não se estranhar o seu à-vontade no papel de dito-cujo. Não concordo muito com isso pois é como dizer que tenho orgulho de ser português pelo Carlos Paredes – e isso é verdade. Tudo faz parte dum conjunto, há coisas más e coisas boas. Não há povos perfeito nem felizes…

  3. há que tempos eu não ouvia a mula que não é canção – é humorismo do bom, do sem letras que exaltou a madeira (que agora cai da cadeira). viva o Max! :-)

  4. O Max era cantor
    fazia o povo feliz,
    ao contrário dum senhor
    qu’anda fodendo o país.

    Descobriram um buraco
    bem grande, muito ruim,
    meteram a mão no saco,
    deve ter sido o jardim.

    Mas não há qualquer chatice,
    isto tem sido um fartote,
    não foi o Passos que disse
    agora vamos ao pote!!!

    Quem votou na canalhada,
    pensou ter a solução,
    agora ficam sem nada
    vai tudo no buracão!

  5. Bem dito, ADOLFO DIAS! Isso até dava um bailinho…

    —————————————————————

    Caro FRANCISCO: sim, há exceções. Mas pf não me fale de marizas e essas ondas neo-fado; nem de rui velosos, nem de sérgio godinhos, nem trovante e o seu vocalista psd, nem de davids fonsecas, nem de gifts (com a sua sónia-avião), nem de nada dessas tretas. Não percebo também porque falam sempre da Amália (coitada) e desses assim. Conhece Guilhermina Suggia? A Suggia chegou a frequentar a casa da minha avó, em Esmeriz. E creio que uma tia minha guardava ainda uma fotografia lindíssima da artista, com dedicatória e tudo. Que bela mulher ela era! E que talento! Mas nunca oiço ninguém falar dela. Em vez disso falam da música portuguesa como se valesse alguma coisa por ser portuguesa. Ledo engano.

  6. Por um pintelho dos Açores o presidente Economista interrompeu as férias para fazer um comunicado ao País. Agora, com este escandalo que nos destruiu a imagem no mundo financeiro, assobia para o lado. Esta gente parece apostada em lançar o país no abismo. Atacou o barco da governaçâo no meio da tempestade, em Março pp. Depois desta descoberta macabra (não sabemos, aindai se foi desenterrado tudo), penso que Sócrates se livrou de um verdadeiro inferno.
    Para se ter uma noçâo do estofo desta gente que tudo fez para destruir o anterior governo, se viram o jornal das 22h da RTP, de há pouco, podem ter reparado que o comentador da treta e de turno, associou o nome do PS pelo menos três vezes a esta aberração madeirense e nem uma vez o PSD. Brilhantes, estes comentadores arrebanhados entre a escumalha da politiquice. E quem os contrata.
    São dignos, muito dignos, dos trafulhas da Madeira.

  7. Muito bem dito, MÁRIO!
    E esse Cavacóide faz o que faz porque foi eleito uma segunda vez, à primeira. Sim, tenho pena de nós; mas por que motivo hei-de ter pena dos portugueses? Quando 5% do eleitorado é capaz de reparar no que o Sr. indicou (quem é que se lembra desse célebre discurso senilizado?), não me surpreenderia que ele fosse eleito uma e outra vez…
    A Madeira? A Madeira não é Portugal. Têm o que merecem, e ainda agora a ouvir o discurso gasto, elementar, baixo e ridículo do Jardim, gosto de imaginar a Madeira como uma Pompeia à espera de ocasião. E já têm vulcão e tudo. O que digo pode parecer cruel, mas é o desabafo de alguém que não suporta a crueldade da ignorância.

  8. Eu poria a questão nestes termos:
    Se nas próximas eleições o Jardim voltar a ganhar as eleições, com maioria absoluta ou sem ela, o governo e a oposição deveriam desde já decidir que OS BURACOS ENCONTRADOS NAS CONTAS DA MADEIRA DEVERÃO SER PAGOS EXCLUSIVAMENTE PELOS MADEIRENSES.
    Quem anda a brincar com o fogo tem forçosamente que se queimar.

  9. Apoiado MANTEIGAS! Mas duvido que a democracia à portugesa tenha tomates/ovários para uma atitude dessas…

  10. O buraco da Madeira:
    Desde sempre fui um entusiasta por Portugal e pela sua diversidade. Em criança, na escola, gostava de ouvir e ler as façanhas dos nossos antepassados assim como tinha predilecção pela Geografia Portuguesa: Portugal e a sua divisão. Éramos compostos por onze Províncias e dezoito distritos, não contando com as ultramarinas. Com a luta pela autodeterminação e o vinte e cinco de Abril as ultramarinas conseguiram a independência, e houve e há, um intercâmbio entre Portugal e as mesmas. A Madeira e os Açores continuaram a pertencer a Portugal por vontade dos seus povos.
    Se estamos – Continentais – contra o buraco da Madeira, e com razão, o facto deve ser tido em conta, contra Alberto João Jardim e o Governo Regional e não contra os seus habitantes. Podem-me dizer que eles têm culpa por que lhe dão sempre a maioria absoluta. E aqui no Continente em certas Autarquias! Não há maiorias absolutas? Vamos culpar a sua população? Se ela é obrigada a este tipo de comportamentos. Se assim não fosse não tinha emprego e quem conhece a Madeira sabe que esta vive do turismo e da Função Pública e quem quer almejar um emprego é obrigado a vender a alma ao diabo. Conheci muitos casos. Por isso tenho uma certa benevolência por essas pessoas. Outras há, que devem ser responsabilizadas.
    Depois aproveitamos para ironizar com o que há de mais rico em Portugal que o é o seu folclore. Diabolizam poetas e executantes desse mesmo folclore. Se há, quanto a mim, algo que nos engrandeça é o nosso folclore. Alguns dizem: são canções que conviveram com a ditadura. E o Fado? E Amália? Não foi esta sepultada no Panteão Nacional. Não é este o maior tributo que se pode conceder a quem fez muito pela língua Portuguesa? Somos um povo mesquinho. Cada vez dou mais razão ao indivíduo que disse a outro: tens inveja da minha camisa! Mas se lavasses a tua ela fazia a figura da minha.
    Vamos todos exigir a saída de Alberto João e seus quejandos e nunca menosprezar quem tem de viver com tamanho ditador.

    O buraco da Madeira:
    Desde sempre fui um entusiasta por Portugal e pela sua diversidade. Em criança, na escola, gostava de ouvir e ler as façanhas dos nossos antepassados assim como tinha predilecção pela Geografia Portuguesa: Portugal e a sua divisão. Éramos compostos por onze Províncias e dezoito distritos, não contando com as ultramarinas. Com a luta pela autodeterminação e o vinte e cinco de Abril as ultramarinas conseguiram a independência, e houve e há, um intercâmbio entre Portugal e as mesmas. A Madeira e os Açores continuaram a pertencer a Portugal por vontade do seu povo.
    Se estamos – Continentais – contra o buraco da Madeira, e com razão, o facto deve ser tido em conta, contra Alberto João Jardim e o Governo Regional, não contra os seus habitantes. Podem-me dizer que eles têm culpa por que lhe dão sempre a maioria absoluta. E aqui no Continente em certas Autarquias! Não há maiorias absolutas? Vamos culpar a sua população? Se ela é obrigada a este tipo de comportamentos. Se assim não fosse não tinham emprego e quem conhece a Madeira sabe que esta vive do turismo e da Função Pública. Quem quer almejar um emprego é obrigado a vender a alma ao diabo. Conheci muitos casos. Por isso tenho uma certa benevolência por essas pessoas. Outras há, que devem ser responsabilizadas.
    Depois aproveitamos para ironizar com o que há de mais rico em Portugal que o é o seu folclore. Diabolizamos poetas e executantes desse mesmo folclore. Se há, quanto a mim, algo que nos engrandeça é o nosso folclore. Alguns dizem: são canções que conviveram com a ditadura. E o Fado? E Amália? Não foi esta sepultada no Panteão Nacional. Não é este o maior tributo que se pode conceder a quem fez muito pela língua Portuguesa? Somos um povo mesquinho. Cada vez dou mais razão ao indivíduo que disse a outro: tens inveja da minha camisa! Mas, se lavasses a tua, ela fazia a figura da minha.
    Vamos todos exigir a saída de Alberto João e seus quejandos e nunca menosprezar quem tem de viver com tamanho ditador.

  11. “Por um pintelho dos Açores o presidente Economista interrompeu as férias para fazer um comunicado ao País. Agora, com este escandalo que nos destruiu a imagem no mundo financeiro, assobia para o lado.”

    Bem observado, ó Mário. Realmente, o Cavaco (o sr. Sêlva, não esqueçamos) só se chateia quando aparece um mísero pintelho solitário. Mas quando se trata de uma pentelheira completa, frondosa e encaracolada, o homem cala-se. Fica fascinado!

  12. Já agora venho aqui também meter o bedelho.
    Os madeirenses são obrigados a votar no Jardim? Mas o voto, na Madeira, não é secreto?
    E quando vão atras dele e às festas e ao carnaval também é por obrigação?
    O povo da Madeira, estúpido, julgava é que as coisas apareciam por obra e graça do sr. Jardim. E votavam nesse pulha. Portanto isto tem que mudar.
    Não foi o Passos que disse que derrapagens no deficit também devem ter consequências criminais? E agora, onde está a coerência? Ou foi mais uma mentirola?
    Cá o Adolfo é que sabe e quanto às eleições de 9 de Outubro:

    Eu tenho cá para mim,´
    se o sacana do Jardim
    ganhar isto novamente,
    devem ser os da Madeira
    a pagarem tanta asneira
    e não os do continente!

    Vamos passar a mensagem a toda a gente! Os da Madeira que se cuidem!

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.