12 thoughts on “A gramática da puta que o pariu”

  1. Esse cara de Olavo é chalado pra Carvalho.
    Então houve uma campanha contra os cristãos e os sionistas associada ao atentado terrorista da Noruega? Eta, cabeça de perereca! Então o terrorista não fez um manifesto contra os islamistas e os marxistas?
    Esse minino tá bom para o programa dos Trapalhões. Té qui ficava legau: Dedé, Didi e Olavo.

  2. Val,

    não sei se leste o Cemitério de Praga, do Umberto Eco, mas olha que a tese tem pontos de contacto com o que o Olavo, com o seu ar meio alucinado, diz no início desta conversa (não a parte do KGB, especificamente, porque a acção decorre no sec. XiX) e lá está, o Eco deve ter pesquisado toneladas de livros e de jornais, também.

    Para mim, a melhor frase é aquela: “lê o quê? jornal? mas jornal não serve nem para limpar bunda, que fica preta”. LOL

  3. O problema da «puta que o pariu» é que muitas vezes não podemos utilizar a frase pois o destinatário não sabe quem é a sua mãe.

  4. :)

    Conheci um destes aqui há dois anos, em Cascais. Um cavalheiro que se notava ser de alta estirpe social, completamente alucinado, mas com uma cultura geral impressionante, a tentar-me convencer que isto era tudo dominado por sociedades secretas judias e pela maçonaria. Esteve uma hora consecutiva a debitar disparates do mais alto calibre intelectual, e foi um sarilho para me livrar dele. Felizmente que apareceram uns oficiais do exército, em uniforme impecável, que imediatamente lhe chamaram a atenção. Outra hora depois, a cara do jovem oficial que levava com ele era um espectáculo digno de ser visto.

  5. edie, não li. Mas não se pretende secar a fonte da inspiração aos escritores, muito menos a evidência de que há inúmeras conspirações na História. O problema dos maluquinhos das teorias da conspiração, e se problema o for, é só o de eles acharem que já perceberam tudo, e que é tudo muito simples, tão simples que até eles o descobrem com a maior das facilidades.

  6. …o Woody Allen (…rating A para aí…) escreveu o blabla “para acabar de vez com a cultura”…Umberto Eco (…um triplo AAA…) escreveu “o pêndulo de Foucault”…que é uma espécie de «acabar de vez com as teorias da conspiração»…este olavo encaixava na boa …aliás umas das belas incursões do “pêndulo” é precisamente o Brasil país de altíssima inspiração no tema…

  7. OK, mas justiça seja feita, na parte da reforma ortográfica, o senhor está cheinho de razão.
    Como diz o Woody Allen, num filme do qual não me lembra o nome: “até um relógio parado acerta na hora duas vezes por dia”

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