14 thoughts on “A direita portuguesa em dois acrónimos”

  1. Banif. Não tarda ser apontado a este governo a culpa deste desfecho. Já há indícios e movimentações, a desfaçatez é enorme.

  2. E vai mais um !
    Who’s next ?

    E vê-los todos e de todos os quadrantes, economistas e jornalistas comentadores económicos, a proferir ex-cathedra, que o problema de Portugal era diferente do da Irlanda, em Portugal o problema não eram os bancos, que segundo eles, estavam bem e até, sólidos , o problema era, sim, no dizer deles, a dívida externa …

    Até o supremo Maggi Estrado, Sua Esselência, a Veneranda Figura de … do Mais Alto … só pode ser, figura de urso, pois claro, alinhou na tonteria. Agora vem dizer que é preciso muito cuidado com os comentários ácerca dos bancos – mas é no sentido de proteger os ditos, não vá ocorrer uma correria aos levantamentos, os depositantes, que se lixem, pois que o homem rege-se pelo princípio * Adelante o nostro, caralhatu o resto * haja em vista como se saiu lindamente nos investimentos no BPN .

    A Marilu Ai do Queque, botou faladura na TVI 24 e comme d’habitute, tretas e balelas, AL-Draba, é matéria do governador, e assim e assado, enfim …

    Tenho a impressão de que o próximo é o BCP ( onde tenho o guito, vou comprar um cofre daqueles do antanho, para pôr em casa ).

    A propósito, o BA … SNIFF, não é um banco insular, da Madeira, das regionalidades .
    Fica-nos caro, essa merda .

    Também conjecturo que não existe nenhum Fundo de Gargantilha nenhum, e que em caso de peido mestre, nem os bancos nem o Estrado, assegurará o pagamento até 100.000 euros .

    E o Fundo de Revolução ( agora sem brincadeira, Resolução ) acho outra treta, os bancos irão pagar só até um certo ponto, e já se sabe que muito dilatado no tempo, e depois sai uma amnistia qualquer e acaba. Ou, para variar, já ninguém se lembra . Nem de pagar, nem de receber .

    Uma merdice !

  3. Aquela mulher mente mente mente até sempre.
    Será que alguma vez na vida falou verdade?
    O marido que se cuide porque naquele par de vezes em que… até o orgasmo deve ter fingido.

  4. A entrevista foi da TVI, passou ontem, e há uma reportagem na SIC N hoje.

    Confesso, e perante o peso dos números não me parece que isto acabe bem ou se o Mário Centeno se aguenta na AR hoje, confesso, dizia, que só à segunda percebi ontem a posição do PS, e digo isto mesmo depois de o ouvir na voz do Pedro Delgado Alves que por norma é clarividente.

    Sobre a Miss Swaps e sobre o moço de Viseu do PSD (que teve a falta de vergonha de dizer de manhã que «o PSD procurou a melhor solução para não onerar os portugueses!» perante uma cambala de acéfalos/as de microfone em punho) e, ainda, sobre o seboso Nuno Magalhães que já é uma puta velha, sobre estes gajos, pode dizer-se que há formas mais dignas de ganhar a vida (ser carteirista, um pequeno ladrãos, prostituta, traficante de bairro, etc., em resumo os de baixo).

    Mais: se há qualquer coisa que o portismo ensinou àquela geração é fazerem de modo de vida serem aldrabões (o Nuno Magalhães, Nuno Melo, Telmo Correia, a beata Assunção Cristas, Mota Soares, João Almeida, etc. porque não sei se escapa alguém). O cavaquismo condecorava no mesmo dia Alberto João Jardim, simbólico. Para além da Maria Luís Albuquerque, que obviamente não se importou de enterrar o Carlos Costa que ela própria tinha reconduzido (um nojo, dois nojos), o passismo do próprio Pedro Passos Coelho manteve o estilo de fazer da cobardia política um modo de sobrevivência. Até quando?

    O Banif (onde chafurdou o Luís Amado, um ex-MNE que, por pilim e relações amistosas com a troupe do Obiang, a do JES e outra gente nada recomendável, algum dia pensou poder vir a ser banqueiro) é tudo isto.

  5. BE impõe duas condições para aprovar Orçamento Retificativo – Expresso
    http://expresso.sapo.pt/politica/2015-12-22-BE-impoe-duas-condicoes-para-aprovar-Orcamento-Retificativo

    Catarina Martins quer uma nova instituição que retire poderes ao Banco de Portugal e defende que o Novo Banco deve ficar na esfera pública, devendo o Estado imputar perdas a credores até agora poupados
    Para o Bloco de Esquerda, o Orçamento Retificativo resultante do caso Banif só terá um voto favorável se o Governo do PS aceitar duas condições.

    (Em atualização)

    Sobre a clareza em política, que é aquilo que todos os eleitores entendem, eis a posição do BE. Hoje discute-se e amanhã vota-se, e pode imaginar-se o pior: que o OE rectificativo passe na AR mas, à primeira armadilha, o PS de António Costa entregou-se nas mãos dos abutres de que falava o Miguel Abrantes no post de depedida. Sem honra nem glória, lamento, e não sou normalmente pessimista quando acredito nas coisas e… desde que não se façam disparates.

  6. Miguel Sousa Tavares chamou ao Banif o “banco da jardinagem” e das gentes do PSD. Enquanto isso, o venerando presidente da PaF condecorava Alberto João, que devia estar na prisão depois de esconder gastos de biliões à socapa. Grande republica do cavaquismo! Ora digam lá se não era urgente, urgentissimo prender um ex-PM PS para abafar as patifarias da quadrilha da direita! Quem se lembrou do assunto, na hora da condecoraçâo do Alberto João das contas escondidas da Madeira, que puseram os cabelos em pé ao ministro Victor Gaspar e que toda a esquerda deixou cair no completo esquecimento? A cambada da direita deve fartar-se de rir! Que triste espectáculo. Tudo é permitido ?a direita nesta república abananada.

  7. “verdadeira anonima,”essa narrativa do quase bancarrota dá vontade de rir.olha minha filha ,a responsabilidade do governo socrates foi de 94% do pib.o anterior governo foi corrido com 130% . a divida privada é dos privados,sendo os bancos como sempre os grandes reponsaveis.já pagamos por eles mais de 12.mil milhoes.perante isto só posso dizer . vá à merda mais os seus argumentos.

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