8 thoughts on “verga lenta”

  1. O meu filho Miguel diz: “estou a ver fadas! uma luz!”

    Ó Susana, não descodifico o lenta… será que o cesto é só para a Páscoa? ;-)

  2. sem-se-ver, fácil, não era? ;)

    fernando, engracei com a cena fantasmagórica, de facto.

    sininho, :-) para o miguel.
    descodificar o «lenta»? começa na extensão do slide show, o mais demorado que aqui fiz, e isto depois de ter suprimido uma a uma pelo menos metade das imagens que tinha carregado a princípio. assim, demorou a (des)fazer, também…
    ao pôr o título surgiu-me o «lenta» como óbvio, como parceiro da verga, que na verga e na vida a lentidão é quase tudo. o que configura ser o cesto só para a páscoa, sim. na melhor das hipóteses.

  3. O título não me parece correcto. As imagens mostram varas de vimeiro (vimes). A verga dos cestos é, habitualmente, ripa fina de vatas de castanheiro.

  4. O Senhor Bondoso não conhece os cestos de vime, está visto. O vime também verga… lentamente, mas verga!

  5. bondoso, pouco me rala a correcção dos títulos, desse ponto de vista do rigor científico, antes de mais. as razões da escolha do título vão bem além da botânica.

    quanto ao que nos traz, muito interessante, tem razão: aquela planta é da família salix, ou seja, dos salgueiros. não lhe posso, infelizmente, precisar a designação taxonómica. acontece que esta espécie arbustiva de salicácea, lá na terra, é designada por «vergueiro» e só lhe chamam, lá, «vime» em algumas aplicações das suas hastes (quando é usada para prender as cepas na vinha, por exemplo). é, provavelmente, o mesmo que um vimeiro, embora o vime comum seja bem mais claro do que aquele que estas produzem, de um castanho avermelhado. seja como for, verga é apenas uma vara flexível que, por sua vez, pode bem ser um vime. e os cestos, ali (nomeadamente os grandes cestos que se usavam nas vindimas), são feitos com esta verga, a de vime.

    sininho, lentamente, todos vergamos.

  6. A Susana terá razão. Contudo, recordo-me de na minha meninice assistir ao corte e transformação de rebentos de castanheiro de que se cortavam longitudinalmente ripas – vergas – para o fabrico de resistentes cestos vindimos. Os vimes eram mais utilizados para o fabrico de cestos pequenos de textura e confecção mais finas, para apanha de fruta ou cestas de costura, entre outras utilidades. Mas como sou oriundo do Douro Superior e cada terra com seu uso, cada roca tem seu fuso…

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