Cadê? Cadê?

Que é feito do JPC? Que é feito do Jorge Carvalheira? Que é feito do Daniel de Sá?

Eu sei que isto de pensar em prendas distrai muito, além de enfernizar a vida.

Mas os Natais passam. E há, até, artes de os ultrapassar.

16 thoughts on “Cadê? Cadê?”

  1. O Daniel de Sá vive numa terra que ficou esquecida do tempo em que foi construído o paraíso terrestre. Chama-se Maia e fica num limite entre terra e água. É uma enseada amena. Se ele não tem pachorra para ir a Ponta Delgada então é lógico que às vezes não tenha tempo para o «aspirinab». Eu sei, eu estive lá em 1992 e não me esqueço de nada.

  2. Teresa,
    Serei eu um nadinha, só um nadinha, chato, se lembrar que «infernizar» é o que está (e bem) nos dicionários, e que «enfernizar» é uma variante informal, familiar, tipo também-não-é-assim-tanto?

  3. pode ser à vontade que eu também fui…. mas sabe, fiquei mesmo com dúvidas. Que “infernizar” seria o termo correcto sabia eu. O que não sabia era se se podia também utilizar o “enfernizar”. Fiquei esclarecida.
    Pronto, agora que nos enfernizámos um ao outro façamos as pazes e fujamos do inferno. Concorda?

  4. O Aspirina tá uma seca sem o JPC que vocês nem imaginam. É uma merda. Só se safa aqui dentro a susana e, por vezes, o Valupi (mas este também é seca quando quer).

  5. Cláudia,

    Isso agora parece é azia. Mas continuo a recomendar a tal colherzinha de mel…. Volto a dizer, cá em casa é remédio para quase tudo, menos torcicolos e bursite pré-patelar das criadas de servir…(se souber de onde é esta “deixa” até lhe dou outro doce que não a tal colher de mel….)

  6. Meu Caro Fernando
    Não tenho aparecido no Aspirina por absoluta falta de tempo. Ainda antes de ver esta pergunta acerca do meu paradeiro (obrigado pelo interesse), mandara uma mensagem à Susana a pedir que me ponha aqui uma coisinha, que por enquanto é inédita, pois deverá sair num jornal de Ponta Delgada e em outro do Canadá mais daqui a uns dias.
    Dezembro é sempre um mês em que eu precisva de ter o dobro do tempo e o quíntuplo da imaginação para satisfazer as “encomendas”. Uma delas, a mais inesperada desta vez, foi decifrar, num texto do século XVIII escrito no mais críptico estilo que até hoje me foi dado ver, as palavras que quem nele trabalhou não entendeu. Nem conheço o simpático novo amigo, do Cartaxo, pois foi um dos velhos que me recomendou a ele. Mas safei-me razoavelmente e até gostei muito de fazer de detective da língua escrita.
    Volto ao trabalho.
    Abraços.

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