22 thoughts on “prim”

  1. não para, porque.

    já fui ver e refiz três vezes. tudo certo, não percebo porquê não abre… talvez demore, houve um que actualizei e continuou a mandar para o antigo no blogspot durante 24 horas.

  2. olha, esse não li, vou procurar retêr, gosto muito duma dele que diz:

    nem sempre sou da minha opinião

    :-))))))

  3. encontra-los cá mas, que eu saiba, apenas na versão original. atenção que foi editado com outros dois textos, e as gordas do título referem-se a outro. os textos são «Eupalinos ou l’architecte», que dá o título ao livro e que é também uma beleza, «L’âme et la danse» e «Dialogue de l’arbre», que aparecem em subtítulo. procura-os que vais gostar.

    também costumo citar uma outra deliciosa, do discurso sobre estética: «os indivíduos comportam-se como podem no âmbito do seu próprio comportamento.» :-)

  4. ah, já me fizeste rir até ao tecto, com essa, do âmbito

    só espero que não lhes dê outra vez para aguçar o apetite, nós cá à conta de 2003 já mamámos 50 milhões que foi para a ratazana da fleite montar a secretaria de Estado das Florestas, só dois milhões foi para ISA fazer um estudo para dizer o que era por demais sabido, se não antes, bastava o livrinho do Professor Azevedo Gomes, ciosamente escondido, para fazer render por detrás, que o senhor já não estava vivo para reclamar. Mas estou eu, e se este país volta a arder desembestadamente parto a loiça toda, put@s homicidas!

    quem ganha com os fogos florestais, são sobretudo os interesses imobiliários nas áreas protegidas, e os madeireiros e celuloses, por causa do escalitral, e dos custos da desrama que ficam muito minorados e outras coisas

    http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=88017

  5. ai, z, esse é um problema que não encontrará solução tão cedo…! mas no ano passado ardeu menos que no anterior, não foi? vamos lá ver – cheira-me que mesmo assim vai dar para partires alguma louça.

    shark, essa. mas vem por causa de um algoritmo que descobri numa ocasião em que escrevia um artigo. andei à procura de umas relações de representação com árvores e cheguei a esse, o algoritmo de prim. de matemática nada percebo, mas se fores indagar verás como nas descrições se aproximam da leitura visual da ordem da árvore e da articulação do espaço na floresta. enfim, o james gleick escreveu sobre a ordem do caos na natureza num livro de fotografias do elliot porter – isto anda tudo ligado…

  6. bem, eu tenho esperança que com estas contas dos créditos em Carbono se tenha criado um novo negócio de sentido contrário à indústria do fogo. Mas claro, S. Pedro é que tem sido determinante na melhoria dos últimos anos. O ano passado foi muito bom para os últimos anos: 30 000 ha, comparados cos os 430 000 ha de 2003, e cerca de trezentos mil quer em 2004 quer em 2005. Vamos ver este ano.

    Seja como fôr o concelho de Proença-a-Nova é pioneiro na internalização económica desse balanço (input: fotossíntese; output: respiração e fogos), quando há créditos em Carbono podem-se vender à indústria cá dentro ou lá fora, é bom para o município.

    só se consegue desarticular um negócio com outro negócio

  7. “As perdas das instituições financeiras com a crise poderão ascender a 945 mil milhões de dólares. (…) Vamos todos pagar esta factura, desde o preço dos juros à desvalorização dos activos e ao arrefecimento da economia.”
    Armando Esteves Pereira, “Correio da Manhã”, 9 de Abril de 2008
    ——–

    O louçã afirmou na AR que se os depósitos off-shore fossem tributados o deficit de 2,6% passava a superavit de 2%, ou seja um volume global de 4,6% de PIB a entrar

    ——–

    É provável que o próximo governo seja PS_Bloco, o sócras vai perder a maioria absoluta com grande probabilidade, e o louçã irá a ministro. Convém ir retendo o que ele diz antes de o ser.

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