ínfimo martírio

Talvez seja apenas impressão minha. Mas quanto mais vejo crescer o fruto do casamento da Pública com a Xis, mais me parece que os genes da primeira eram recessivos.

19 thoughts on “ínfimo martírio”

  1. Só espero que não seja por minha causa… O número de domingo passado tem uma entrevista com um grupo de miúdos que tinham 12 anos em 1962. Álvaro Pato, Zé Carlos Lilaia, Vidaúl Froes Ferreira e Arnaldo Ribeiro. E eu que fui de boleia com o Adelino Gomes. Falámos do Amadeu Lopes Sabino e do Fernando Venâncio. Alves Redol e Soeiro Pereira Gomes. Álvaro Guerra e Vítor Dias. Juro que nada sabia sobre esse «casamento»… Haja saúde!

  2. ana, eu creio que só mesmo os mistérios da genética poderão explicar este fenómeno.

    sem-se-ver, ria-se. eu choro.

    fernando, agora já não podes. ler as duas. muito menos a pública.

    jcfrancisco, não vi! passei por essa peça na diagonal, mas então vou ver com mais atenção.

    z, experimenta outra especiaria…

  3. Foi a turma da saudade, quarenta e cinco anos depois. É uma curiosidade eu estar lá em carne e osso – como diz o outro. Susana podes saber mais sobre os filhos dos homens que nunca foram meninos. O meu pai começou a trabalhar com 7 anos, criado de lavoura. ESte tipo de jornalismo passa ao lado da situação dominante. Até a Susana o viu na diagonal.

  4. Susana, deskulpa vir aqui poluir com créditos, mas acho isto tão curioso…

    Valupi: vês até onde vai o relaxe dos contratos fiduciários? Como o futuro é incerto, isto já é do domínio do imaginário. Às tantas é imaginário puro e eu tenho ali as taxas complexas à espera.

    http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1314287

    Na semana passada submeti um artigo, daqueles em inglês, cheios de matemática, onde defendo a tese que o valor de um habitat é melhor expresso por um número complexo do que por um real, por muito trabalhado que esteja. O caminho fica aberto.

    Portanto: se ‘eles’ quisessem tiravam toda a gente da miséria, logo ou são estúpidos ou são maus. A mim é que não me enganam.

    PS: tu deves pensar que eu estou endividadíssimo, mas não estou nada, sou muito solvente, ando é preocupado com o pessoal da tua geração e mais novos, entre a taxa de sinistralidade e a dos suicídios, e sei lá que mais. Comigo não te preocupes, eu adoro viver, agora como tenho a modos que carinho, pelo pessoal mais novo, talvez mais frágil ou mais inocente, hei-de morder canelas até que isto melhore

  5. Há uns anos deixei de comprar o Público aos Sábados por me irritar ser forçado a comprar a porcaria da revista Xis (não havia outra razão para o jornal ser 0.50 € mais caro); quando a Pública começou a ter como único destino o cesto dos papéis deixei de comprar o jornal ao Domingo; quando o Público mudou para o actual figurino – P – deixei simplesmente de compar o jornal. Bem falta me faz o Público antigo.

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