além mar

A fama do Aspirina B no mundo da indústria farmacêutica continua a aumentar. A atestá-la, a quantidade de correspondência com publicidade a medicamentos que as nossas caixas de comentários recebem todos os dias.

18 thoughts on “além mar”

  1. Susana
    Não terás por aí algum medicamento que possa tornar as pessoas um pouco mais estúpidas, para as fazer descer ao nosso nível? É que já irrita ser com frequência suplantado pela intelgiencia de alguns comentadores, que se fincam aqui como estacas.

  2. Hoje estou lento, pisei um caracol…

    Pois Susana, até fizeste bem em agradecer aos comentadores dessa forma (h)original. Sabes que o sucesso das “empresas” passa por uma boa publicidade – esta, também, só tem a ganhar com a publicidade/polémica dos medicamentos, sejam eles genéricos ou não.

    Daniel: creio que muitos comentadores, que por aqui vão permanecendo, não visam, com as suas críticas (comentários, etc), a destruição do blogue, mas a sua dinamização – falo por mim. O facto de alguns poderem não ter essa capacidade, não invalida que continuem a tentar dar o seu contributo.

    Não vejo qual é o interesse em terem um blogue aberto que se quer “fechado”. Acho saudável a pluralidade de opiniões (foi isso que cá me trouxe e fez com que vos adicionasse).

    Mas se quiserem que só permaneçam os da casa a bajularem-se uns aos outros, digam uma vez mais, pode ser que perceba…

  3. Sim, Elypse, deve estar algo lento para não ter percebido a ironia. Que nem sequer visava os comentários sérios, mas os outros, que às vezes até dão mais gozo do que os bem fundamentados.
    Um abraço. Volte sempre.
    Daniel

  4. Eu, que nem de perto me comparo ao Aspirina B, esse enorme espaço de debate, essa ode ao pluralismo, esse benfazejo lugar que tanto tem feito pelo meu crescimento como pessoa de bem, eu, dizia eu, também recebo bastas vezes publicidade a medicamentos. E levo a mal…

  5. Daniel, num certo contexto não aprecio ironias nem cinismos… Da próxima, faz por seres uma pouco mais rápido que um caracol…

    Qual dos mosqueteiros falta?

  6. Elypse, podes contar sempre com a minha ironia, nunca com o meu cinismo. E tão-pouco poderás contar com o meu poder de adivinhação a respeito dos textos e dos contextos em que toleras a ironia. Que queres que te faça? Olha, vai tendo paciência, que eu também cá a tenho quando as coisas não me agradam.
    Falta um mosqueteiro? Não dei por isso.

  7. Tás a ver Daniel, como faltava um…

    Olha Z, isso está para curtos desde Julho… Tenho acompanhado e sentido na pele essas quedas nas plataformas à disposição…

  8. daniel, não tenho e nunca inquiri, pois eu não tenho qualquer dificuldade em ser estúpida ou parva, o difícil é ascender, ganhar asas. não me digas que andas preocupado com algum chico esperto…

    elypse, todos são bem-vindos, creio que isso fica bem óbvio, quando nós nada apagamos; nem sequer o euroliberal.

    rvn, qual é a acção e quais as indicações das benzodiazepinas?

    comendador, nós temos a vida facilitada, porque eles são automaticamente remetidos pelos serviços administrativos para a secção de profilaxia avançada medicamentosa.

    ai z, mesmo assim preferia estar a perder na bolsa…

  9. “Tás” a ver, Elypse, como eu dou mais facilmente pela falta dos inimigos do que dos amigos? É que para aqueles temos de ter a espada sempre pronta e o olhar atento.

  10. pois é Susana, bem eu para isso não tenho pachorra que não gosto de andar enervado. A ultima ratio regis é que,

    xanax

  11. Daniel, acabei de chegar aqui. Ainda não deu para ver quem é quem – nem apreender os desdobramentos, se os há.

    Depois, não temos tempo para ser amigos, quanto mais inimigos :)

  12. Elypse, não posso estar mais de acordo com os seus comentários. Daniel de Sá por ter subido – após várias peripécias algo turbulentas – de colaborador a «visita actual» do Aspirina, dá-se ao mau-gosto de fazer o comentário que fez.
    Estaca será ele que, apesar de tudo, se fincou aqui até hoje. Não é sensato, é pouco elegante e direi mesmo petulante e ofensivo o comentário/desabafo de Daniel de Sá, resultante de quem aqui expressa, julguei que livremente, a sua opinião.

  13. Não se trata de psitacismo, meu caro – felizmente não sofro dessa doença – , mas sim de realismo em relação à petulância da sua pessoa. Esse esquecimento… Alzheimer?

  14. Petulância?… E ainda que eu sofresse disso mereceria o meu caro Comentador que a exercesse em relação a si?
    Alzheimer?… Não sei. Quem sofre disso não tem a consciência de que o sofre.
    Passe bem. A sério.

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