“She was a hooker”

Under oath, she told the grand jury that indicted Strauss-Kahn that she cowered in fear after the attack in the hallway on the 28th floor of the Sofitel New York hotel until he had left the room — and then immediately notified her supervisors.

In fact, embarrassed prosecutors disclosed yesterday, “she proceeded to clean a nearby room and then returned to Suite 2806” — the alleged crime scene — “and began to clean that suite before she reported the incident.”

Fonte com link a outra fonte

Perante o que agora se conhece, e que deixa a competência de Cy Vance muito em causa, Strauss-Kahn pode ficar completamente limpo. É claro que a “tara” não lhe vai passar e, pior, é agora conhecida em todo o planeta.
E a camareira? Irá haver quem a olhe com compreensão – mulher pobre, coitada, faz pela vida. O mundo é injusto. E quem a olhe como uma reles pega, que arma uma trama monumental, arruína a carreira de um homem e deveria, ela sim, ir presa.

Conhecendo nós a moral pública americana, estou curiosa em saber o que irá decidir o “prosecutor” de Nova Iorque 1) para salvar a face, 2) para não deixar de tirar partido do caso para dar um sinal à sociedade de que “abusos sexuais” não serão tolerados (mesmo que disso não se trate) e 3) para reparar a terrível injustiça feita a DSK, se é que isso importa.

9 thoughts on ““She was a hooker””

  1. Esta história, que já era fascinante, não pára de aumentar em surpreendentes possibilidades conspiratórias. Mas também há espaço, porque é de justiça humana que estamos a falar, para uma versão simplificada: as autoridades americanas reagiram aos factos apresentados ao começo, agiram em conformidade e continuaram a investigar. Se foi apenas assim, poderemos excluir Cy Vance de eventuais tramóias.

  2. Ainda que conhecendo mal a política estado-unidense, nada me admira daquele lado do Atlântico. Bem ou mal, DSK ficou manchado, seja ou não culpado, tenha ou não tenha vícios privados e públicas virtudes, a publicidade atirou com ele para o caixote do lixo.
    A presunção de inocência, o segredo de justiça, o direito ao bom nome, tudo é estraçalhado selváticamente sob a capa do interesse da informação.
    Que interesse haverá em saber se alguém é suspeito de algo que não fez?
    Quem paga pelas mentiras publicadas como informação pública?
    Quem limita o poder dos juízes e jornalistas para fazerem o que lhes der na real gana, tendo sempre do seu lado, respetivamente, a opção da convicção e do secretismo das fontes?
    Enquanto a morbidez da curiosidade e a condenação em praça pública forem moda social mal estão o que lhes calharem como alvo.

  3. estou de acordo, Penélope: deveria ir presa. ou então deveria ser-lhe dada a oportunidade de ser violada para não fingir sofrimento por antecipação. :-)

  4. Pois é, Val, mas, se reagir em conformidade é pôr imediatamente umas algemas como se de um perigoso reincidente se tratasse, e permitir a sua exibição nesse estatuto ao mundo inteiro, sem duvidar um segundo que fosse do depoimento da camareira, leva-nos a olhar as justiça americana como a caricatura do “dispara primeiro e pergunta depois”.

  5. …como até o César das Neves poderá confirmar. Era isso o que DSK deveria saber, antes de se deixar enrolar por essa camareira, suposta devota muçulmana que, afinal, é uma hotel hooker ligada a traficantes de droga. Diz o New York Post, pasquim escandaloso género Correio da Manhã, que DSK não quis pagar o serviço da guineense, pelo que ela ficou furiosa. Mas também é possível que a fulana tenha querido extorquir 5 ou 10 mil dólares por um bobó, o que está francamente acima da cotação bolsista, mesmo no Sofitel.

  6. e depois lá vinham os gajos dos direitos humanos reclamar justiça. espera: se a pusessemos a ver violada por dez um pretos, talvez resultasse e a puta da balança descaísse mais para a igualdade.:-)

  7. Isso foi tratado logo ao começo, Penélope, e remete para a prática policial americana de algemar os suspeitos, distinta da europeia, e para as primeiras evidências, as quais apontavam para a existência de uma qualquer relação sexual consumada.

  8. coitadinho do gajo, tem cara de santinho, fizeram-lhe mal, coitadinha da outra, era virgem e sujou-se com o DNA do gajo, e o DA, déme gaie, is faqued âpe, ó pás, dêm-lhe o telefone do PGR português cu gaju resolve tudo, oi, el arquiva ou deixa prescrevere pás. e o ouro, quem fica com o ouro?

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.