Resumo da entrevista de Nuno-nunca na defensiva-Melo ao «Dinheiro Vivo»

Bla, bla, bla … o António José Seguro apoia o Shulz, um alemão. Nós apoiamos o Juncker, um luxemburguês, logo, um português. (Bom começo. Excelente argumentação. Isto promete … e vão ver que cumpre.)

Bla, bla, bla … um português, como o Barroso, é que era bom na Comissão. Um socialista, desde que português, também dava. Na Comissão. Em Portugal, nem pensar.

Bla, bla, bla … viva a Comissão! O FMI era o mau da fita.
(Ora bem, pausa. Como o Governo era cúmplice e promíscuo com o FMI, ao ponto de o Ministro das Finanças ter sido por ele contratado, deduz-se que o Governo é o mau da fita. Já sabíamos, obrigada por nos recordares esses bons momentos. Mas continua, ó tonto! Está a ser divertido)

Bla, bla, bla… o Governo português nunca falou sobre novo resgate, nem programa cautelar. Tudo especulação de outros. Irra!

Bla, bla, bla… os socialistas são maus, apoucam Portugal perante os mercados e o mundo. O quê? O primeiro-ministro? Chamou aos portugueses calaceiros? Eu e o Rangel no PE? Em momentos cruciais no passado? Bah. Já vos falei no engenheiro Sócrates?

Bla, bla, bla … as decisões mais importantes tomaram-se na Europa. Ah, desculpe, ainda não falei do Sócrates. Bandido. Já viu o número de países que afundou?

Bla, bla, bla …os candidatos do PS colaboraram com o diabo. Repare que até estiveram próximo dele, falavam com ele!

Bla, bla, bla… não tenciono estar na defensiva.

Bla, bla, bla … os seis anos de despesismo até 2011.

Bla, bla, bla … o Guterres mais o Sócrates.

Bla, bla, bla … não vou estar na defensiva.

Bla, bla, bla … política externa da União Europeia: com o Sócrates era um problema, sabia?

“Vivemos num tempo de crise das dívidas soberanas, que teve como principal impacto recessivo o aumento do desemprego e o crescimento incipiente das economias de certos países. Nesta inversão de ciclo, em que os povos das nações europeias suportaram grande parte do impacto dessa crise, as políticas de crescimento e de emprego são fundamentais.” (Ups! Estas declarações saíram-lhe por engano, de tão sérias; de qualquer maneira, presumo que apenas se referem ao pós-março de 2011, não lhe ficaria bem se assim não fosse, não é?).

Bla, bla, bla … investimento externo mal a Troika saia. Energias renováveis, investigação, ensino.(Ah,ah! Vão vir paletes. E gente qualificada? Também trazem?)

Bla, bla, bla … afinal, esperem lá, houve uma crise bancária que endividou os Estados.

Os depósitos dos particulares devem ser confiscados para salvar um banco, mas nunca os de, por exemplo, a Fundação Champalimaud ou das empresas. Ai sim? (Espero o desenvolvimento deste interessante tema em próxima ocasião)

Bla, bla, bla … a economia e o sistema de moeda única são questões morais e comportamentais. Alguém pensa, na Europa (e quem?): “Portaram-se bem aqueles meninos? Sofreram o suficiente? Então serão premiados. Aqueles ali portaram-se mal, desobedeceram? Não sofreram? Não levam nada. Ficam sem fundos”. (Suspiro meu, suspiro meu. Há alguém mais paciente do que eu?)

Bla, bla, bla … até 2011, foi um regabofe. Nacional. (Sócrates. Sempre. Ainda lhe dói, coitado)

Bla, bla, bla … responsabilidade social – retoma do poder de compra (a partir de 2015) (a cara, queremos ver a cara).

“[…] a vocação social específica relacionada com as reformas deste aumento da TSU”. (estou a rir e continuo sem ver a cara)

Bla, bla, (o motor está a gripar, tanto “parlapiê” também esgota) …“[…] o programa cautelar é um programa cautelar, não tem um programa cautelar quem quer”.

Bla, … o IRS só baixa se as circunstâncias o permitirem. Em 2015, dava-nos um jeitão.

Enfim, eis o exemplo de candidato que fala, fala e não tem razão nenhuma. Nem nada para dizer. É oco (ler entrevista na íntegra). Uma pessoa só perde tempo com ele, porque faz dos jornais e das televisões um palanque para venda de cobertores, no que não está sozinho, diga-se. Mas abusa. E ludibria alguns, porque parece um grande «do-er». Nem isso. O homem não faz mais nada senão isto.

7 thoughts on “Resumo da entrevista de Nuno-nunca na defensiva-Melo ao «Dinheiro Vivo»”

  1. “É oco (ler entrevista na íntegra).”

    qual oco?… é inútil e perda de tempo. se não fosse coligado, nem á porta ficava.

  2. Q perda de tempo escrever-se tanto acerca dum imbecil. Oco tal como a autora quando o escreveu. É isto no fundo o que parte do ps tem para oferecer: 0 ideias.

  3. Já cá faltava o Lisburro a promover, à custa alheia, a Lisbosta do blogue do João Lisbesta… Vai chatear outros, Lismerda!

  4. O enaparvo, num post integralmente sobre o Nuno Melo consegue vir aqui debitar um vomito anti PS. Ó enaparvo podias era casar com o troglodita Lismerda assim só se estragava uma família e um blog.

  5. lisboeiro,a tua alternativa é boa para fazer cambalachos com a direita.esta gente ficará muito triste quando o bloco desaparecer e o pcp se tornar ainda mais irrelevante em termos de votos! a direita sem este partido perde o seu braço armado para o ataque politico ao ps!

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