Palavras para quê?

É um artista português … do PSD. Logo, é sempre necessário clarificar, interpretar, corrigir, desmentir. Mesmo que se ocupe um lugar respeitável no FMI.

Segundo o Público de hoje (sem link) “Numa conferência de imprensa realizada em Bruxelas, Borges fez declarações que foram entendidas pelos jornalistas presentes como uma disponibilização do FMI para, quando o reforço dos poderes do Fundo Europeu de Estabilização Financeira estiverem em vigor, colaborar na tentativa de ajudar a Itália e a Espanha a evitar o contágio proveniente da Grécia, comprando dívida. O FMI pode “investir em conjunto com o FEEF”. “Estaríamos certamente prontos para desempenhar esse papel”, afirmou António Borges, citado pela Reuters. […] No entanto, mais tarde, António Borges, ex-vicegovernador do Banco de Portugal, emitiu um comunicado com o objectivo de clarificar os seus comentários. Aqui, já assinalou que “o fundo apenas pode emprestar os seus recursos aos países e não os pode usar para intervir directamente nos mercados”, acrescentando que o FMI “não está a contemplar qualquer envolvimento no mercado com o FEEF”.

5 thoughts on “Palavras para quê?”

  1. nunca se percebe bem o cargo do jeitoso, antes era paleio de goldwing mas foi corrido de sachs minor. agora fala como patrão, mas dá entrevista na porta das traseiras do fmi intercalada com excertos duma apresentação de tupperwares.

  2. fosca-se! se aquilo é gabinete de presidente do mealheiro europeu, comparando com a delegação da fenprof na madeira o broges não chega a presidente do sindicatos dos contínuos.

  3. Esta é para os estarolas da São Caetano à Lapa, os tais que há poucos meses afirmavam que a crise internacional era a desculpa de Sócrates. É assim;

    O Banco de Inglaterra pela segunda vez, emite(QE2); o papel entrou nas rotativas e aconteceu; the miracle of the roses.

    O sr Cameron até diz que enquanto for ele a mandar, euro?Jamais! Tá-se mesmo a ver porquê.

    O governador do banco, sr Mervyn King, diz hoje que o mundo enfrenta a sua pior crise financeira de sempre.
    Não culpou a Grécia, por tal situação, e muito menos Portugal.

    Entretanto os estarolas nem tomaram conhecimento; eles tomam é do pote.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.