Olha-me este

A defender o investimento público enquanto alavanca para o investimento privado. O que ouvimos desta boca durante anos? Não foi que o Estado não tem que investir na economia e que havia criminosos no governo que só aumentavam a despesa? Que tudo eram gastos e nada era investimento? É preciso lata.

«O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, defendeu hoje que um “euro da União Europeia ou do Estado português no desenvolvimento rural mobiliza 4 a 5 euros do setor privado a investir na agricultura”.»

Fonte

Explica aí, Paulo Portas: porquê só na agricultura? Quantos empregos se criam, quantas receitas se arrecadam, quantas empresas privadas se mobilizam com o investimento, por exemplo, na modernização da via férrea, das escolas, dos museus, dos hospitais, etc.?

43 thoughts on “Olha-me este”

  1. E que lindos frutos criamos… já sei 16.5% de desemprego….. divida publica de 120% e ainda vamos no inicio da festa…. e investimento com dinheiro dos outros é giro é pena é quando nos pedem que paguemos o que devemos, e nessa altura temos de fechar a porta pois não temos, já que gastamos e nos esquecemos de uma coisa…. criar valor, investir em algo reprodutivo, e já agora também algo importante é não pedir mais do que podemos vir a pagar.

  2. “… porquê só na agricultura? ”

    porque é o sector tradicionalmente mais apoiado para não fazer nada, a clientela do portas vive de subsídios para arrancar o que não planta e alfaias range rover a gasóil verde.

  3. ele não era apenas contra o investimento público. eu aindo sou do tempo em que o paulinho era contra a europa, e essa posição foi esquecida para poder haver um programa de governo da coligação psd/cds de 2002!

  4. Penelope

    Voce nao existe! hehehe
    Agora nao tenho tempo para responder ao seu comentário sobre o Paulinho das feiras. Fica para mais logo.

  5. assis

    Eu vou mais atrás. O que ele disse do Cavaco durante 10 anos e depois no Parlamento, em 1996, apelou ao voto em Cavaco. O Paulinho das feiras, se nao tivesse arranjado emprego na política, hoje era conturcionista num circo chinês.
    Mas olhem que ele tem razao no que diz sobre um euro gasto pelo Estado na agricultura, cria uma alavancagem muito grande na economia.

  6. Penelope
    Não me chateia nada, é um prazer trocar argumentos consigo!
    Só para ir pensando:
    As grandes potencias e economias mundiais apostam em ter um agricultura forte, porque será?
    Estou a falar EUA; Rússia; China; India; Brasil; Alemanha; França; Austrália; Canadá

  7. se fosse no tour de france era contourciclista, num circo chinês não faço ideia. quanto ao resto é somar os subsídios aos agricultores dos governos cavaco pra cá e ver a evolução económica dos importadores de jipes ou a proliferação de montes alentejanos com piscina, para não falarmos da cap ter melhores instalações e empregar mais gente que o ministério da agricultura.

  8. “As grandes potencias e economias mundiais apostam em ter um agricultura forte, porque será?”

    se calhar é por serem grandes. nós como somos pequenos deviamos apostar na exploração petrolífera que não requer tanto terreno e rega, mas se calhar não há petróleo ou o pouco que há tem custos de exploração muito elevados o que vai dar ao mesmo problema da agricultura. se calhar o hub de alcochete não era má ideia, dáva emprego a bué de dromedários e umas mais valias manhosas ao fantasia para dividir com lobby do cavaco, a ver vamos.

  9. “… porquê só na agricultura? ”

    Porque não tem mais ninguém que se mobilize por ela. A política nacional não pode viver só de representantes de lobbies de gays e lésbicas e neourbanos frustrados. E museus, hospitais, caminhos de ferro e escolas não servem para nada se não existirem actividades económicas que criem a riqueza que as sustenta.

  10. Vai uma pessoa começando a ter saudades do Sócrates, lê estas merdas dos seus mais fervorosos apoiantes e passa-lhe.

  11. Pois é, Penélope. Se o Sócrates, em vez de andar a estoirar rios de dinheiro em ciência e tecnologia, por exemplo, o tivesse investido na lavoura, de certeza que a crise europeia não teria passado a fronteira.

  12. Lucas Galuxo

    Conheces o filme do Frank Capra ” do céu caiu uma estrela”

    Não sei porquê, mas ao ler esta das saudades de Socrates, fizeste-me lembrar este firme.

  13. Investir na charrua e no arado era bom, como no tempo do Homem de Santa Comba.

    Agora neste reinado só se investiu em jipes e duplas cabinas e assim não deu!

  14. Guida

    Nunca viste ninguem criticar pelos dinheiros públicos gastos em I&D pelo Socrates! Por isso deixa de tretas e arranja argumentos válidos. Para argumentos destes já temos o ” Mestre de Escola” do Ignatz.

  15. Claro que não, francisco rodrigues, normalmente é tudo metido no saco do rebafofe. No despesismo que nos trouxe até aqui. Sem se salvaguardar um investimentozito que seja que tenha sido útil ao País.

  16. Rural

    Pois é, mas no tempo do Homem de Santa Comba, em que se dizia que o vinho dava de comer a um milhão de portugueses, a deputada Glória Araújo nunca seria obrigada a retirar a sua imunidade parlamentar pelo seu descuido. Até seria convidada a fazer conferências, pelo país inteiro, a defender os benefícios do vinho.
    Hoje li que 20 cooperativas fecharam nos últimos anos e a principal razão foi porque o país consome menos vinho. Amigo Pedro Passos, se queres fazer alguma coisa pela nossa agricultura, não necessitas de criar o TV Rural, basta aumentar o limite maximo de álcool no sangue para 2,41 para guiar nas nossas estradas. Assim, resolvias dois problemas, um nacional e outro particular. O nacional porque arranjavas de comer para um milhao de portugueses, e o particular, porque safavas aquela cara laroca da Glória Araújo de ser obrigada a ir para o Porto de comboio.

  17. oh experto em milho! se a agricultura é bom negócio porque é que precisa de ser subsídiada? os agricoisos lusotóinos dizem que os preços têm de subir e acabar com as importações. achas que a comunidade deixa? andas a confundir liberalismo com comunismo, mas não é para admirar, pois o cds usa slogans comunas quando a luta aquece.

  18. lucas galuxo: Pensa bem. A segunda parte da segunda frase do teu primeiro comentário podia bem acabar antes do “se”. Para pessoas como tu, faz mais sentido.

  19. “se a agricultura é bom negócio porque é que precisa de ser subsídiada?”

    A agricultura não precisa ser subsidiada. Os agricultores portugueses só não podem é ter menos subsídios que os seus concorrentes. Os holandeses recebem uma média de 450 euros por hectare por ano enquanto os portugueses recebem apenas 188. Explique lá como é que quer que alguém inteligente acredite numa instituição que ao longo de dezenas de anos tem mantido e até promovido um desequilíbrio destes. Explique lá como pode um cidadão decente não ficar furioso quando vê troçarem dos poucos políticos que trazem o assunto agrícola à praça pública?

  20. o paulinho, coitado, bem se esforça mas nunca chegará a sócrates. contra o desenvolvimento da agricultura no terreno feito pelo último (o azeite é paradigmático) responde o paulinho com o regresso do tv rural. ehehehehehe…. é só rir se não fosse para chorar.

  21. os gajos queriam aprovar o tgv rural mas tiveram vergonha. atenção ao diário da república para ver se não acrescentam um guêzito à sorrelfa.

  22. Lucas Galuxo

    Gostei da tua tirada sobre teres saudades do Socrates. Mas olha que esta de dizer que os agricultores nao necessitam de subsidio é porque não sabes do negócio. O problema da Europa é que tem muita população e pouca área agricola disponível. O custo do ha tanto para arrendamento como para compra é muito elevado. Logo isso encarece o custo da produção de cereais na Europa. Se tiveres em conta que o custo médio para a produção de milho anda, em Portugal, nos €2000/ha e que o custo médio do arrendamento das terras de regadio, pois é a única forma de poderes fazer milho em Portugal, é de €400. Estamos a falar que só 20% do custo de produção vai para pagar o arrendamento da terra.
    Imagina quanto custa na Holanda o ha de terreno agricola. Compreendes agora porque eles ganham mais.
    Em média, o custo de produção de milho em Portugal anda nos €180 por tonelada. Ou seja, se o preço do cereal descer abaixo deste valor, o agricultor está a perder dinheiro. A única forma que existe para incentivar à produção, é dares um subsídio. Ninguem arriscaria a produzir se não tivesse um rendimento mínimo garantido. Realmente só um maluco como eu é que produziu 650 ha de milho sem receber um único subsidio. A Europa nao se pode dar ao luxo de deixar de ser auto-suficiente em termos alimentares.
    Em finais de 2009 e início de 2010, o milho chegou a estar cotado em Portugal nos €130 a tonelada. Nem com o subsidio os agricultores conseguiram ganhara dinheiro. Muitos deles, tiveram de se endividar para prosseguir com a actividade no ano seguinte. Além do mais, há uma ideia errada que os agricultores são os maiores beneficiários dos subsidios da PAC. Puro engano. Os maiores beneficiários sao as empresas agro-industriais que nao produzem um único cereal. Por exemplo, grandes produtores e distribuidores europeus (França, Alemanha, Holanda) de carne de aves, suinos e não só. Estes levam a fatia de leão do orçamento da PAC. Se o contrbuintes soubessem que o dono do Moet Chandon é um dos maiores beneficiários dos subsidios da PAC, os políticos europeus estavam bem F…..
    Neste momento, em Portugal, o preço do milho para a nova campanha está a ser comercializado aproximadamente nos €200 a tonelada. Muito dificilmente irei produzir milho se nao vir uma subida sustentada do preço do milho no mercado de Chicago.

  23. Ignats

    Já viste amigo, se houvesse o TV Rural aprendias algumas coisas sobre o negócio da agricultura e escusavas de encher este blog com tanto disparate.

  24. Guida

    Desculpa lá. Digo tantos disparates qual era o que te referias, quando disseste ” se era este o teu argumento válido”?

  25. “… se houvesse o TV Rural aprendias algumas coisas sobre o negócio da agricultura…”

    dizes bem, o negócio da agricultura ou seja a atribuição de subsídios. continuas a cagar basófias, mas confirmas os disparates.

  26. francisco rodrigues,

    “O problema da Europa é que tem muita população e pouca área agricola disponível”

    Se fosse isso não precisava de tantas quotas de produção, nem ter estabelecido pousios obrigatórios, nem de promover tanto as tecnologias menos produtivas.

    O problema da Europa não é o mesmo problema de Portugal. A Europa tem excesso, Portugal tem falta. As Políticas são as mesmas, tinha que dar mau resultado.

    Não defendi o fim dos subsídios. Defendi concorrência leal.

    Se produziste 650 ha de milho sem receber um único subsídio é porque o dinheiro não te faz falta.

    Mas é bom constatar que quem trabalha a terra também anda na discussão da coisa pública. O parlamento, os blogues, os jornais,… têm excesso de advogados, economistas, sociólogos, gente de conversa, e falta de gente que faz, que arrisca, que sabe o que é a angústia de não chover ou do aparecimento duma moléstia e ter salários para pagar.

  27. oh xico! o disparate és tu próprio mais lérias que comentas com forte cheiro de aldrabice atamancada. se calhar fazias sucesso com essa lábia no meio das garinas à porta do lido ou com a bimbalhada dos tuninhos, mas aqui tens de esmerar.

  28. Penelope

    O nosso amigo Lucas Galuxo tentou ser simpático contigo e respondes assim ao rapaz. Se ele tive-se escrito que se passava ao ler os vossos comentários aqui no blog, aí é que ias criar um problema para as finanças publicas. Mas a teu ver, estavas a contribuir para o crecimento do emprego e do PIB. Vejamos:
    Primeiro, o rapaz ao ficar passado tinha de ir ao médio de família. Imagina o Paulo Macedo ao ver o seu orçamento furado porque nao tinha contado com esta consulta do Lucas. Mas para ti, o que tinha acontecido era teres contribuido para mais um emprego , pois tinhas dado mais uma hora de trabalho a um médico.
    Depois, o médico de familía ao ouvir as razoes porque o Lucas se tinha passado, enviava imediatamente de ambulância para as urgências de psiquiatria. Estas a ver o Paulo Macedo. Além da consulta anterior, começava a ver uma bola de neve nos custos, só porque o Lucas, em vez de lhe passar a saudade, passou-se. O Paulo Macedo tinha sido obrigado a comprar mais uma ambulância, pois nao tinha contado com este transporte de emergência no seu orçamento e mais uma consulta no hospital. Para ti, tinhas contribuido para o crescimento do PIB, pois era vendido mais um veículo, além de teres criado mais três postos de trabalho,ou seja o condutor, o maqueiro da ambulância e o psiquiatra que iria ganhar mais uma hora de consulta.
    Depois, o Lucas ao contar novamente a razão porque se tinha passado, o psiquiatra, dava baixa hospitalar ao rapaz e medicava-o com ansioliticos. Como o Paulo Macedo não tinha previsto esta nova situação no seu orçamento, o deficit começava a ficar incontrolavel. Pois agora para que o Lucas tivesse todo o tratamento médico necessario, teria de contratar mais um enfermeiro, comprar mais uma cama, ampliar a ala da enfermaria, contratar mais uma empregada de limpeza para a nova ala e subsidiar os medicamentos. Mais uma vez, para ti o que tinha acontecido era teres contribuido para o crecimento do PIB porque uma empresa tinha vendido mais uma cama, um empreiteiro tinha ganho mais uma obra para ampliar a ala da enfermaria e uma farmaceutica tinha produzido e vendido mais uns medicamentos para o nosso amigo Lucas. Além de teres criado mais dois empregos para um enfermeiro e para uma empregada de limpeza.
    Estás a ver por causa de um “se” e da maneira como vês a Economia, tinhas acabado de criar seis postos de trabalho e contribuido para o crescimento do PIB. O Paulo Macedo, a estas horas, estava a pensar como ia justificar a derrapagem orçamental ao Pedro Passos, ao Gaspar e à Troika.
    Penelope não estou aqui para te chatear, só para prestar os esclarecimentos necessarios à minha amiga e restantes companheiros do blog.
    E por hoje me despeço com amizade…

  29. Amigo Lucas

    Acredita, sem subsidios ninguem produzia nada. O risco é muito grande.
    O dinheiro faz-me falta. Por isso este ano produzi porque o preço do milho esteve muito alto. O mínimo vendido foi €214 por tonelada até um máximo de €250. Tens a noção qual é a produtividade média por ha de trigo e milho na Europa e nos EUA. E porque é que produzir na Europa um ha de trigo ou milho é muito mais caro que nos EUA. Vai investigar e depois concluiras que é verdade o facto de haver pouca terra agricola na Europa e termos muita população.
    Estas a falar com um individuo que é trader de cereais à 18 anos.
    Agora é tarde nao vou estar com mais explicações.

  30. Amigo Lucas

    Acredita, sem subsidios ninguem produzia nada. O risco é muito grande.
    O dinheiro faz sempre falta. Por isso este ano produzi porque o preço do milho esteve muito alto. O mínimo vendido foi €214 por tonelada até um máximo de €250. Tens a noção qual é a produtividade média por ha de trigo e milho na Europa e nos EUA. E porque é que produzir na Europa um ha de trigo ou milho é muito mais caro que nos EUA. Vai investigar e depois concluiras que é verdade o facto de haver pouca terra agricola na Europa e temos muita população. Se os rendimentos por ha de trigo e milho fossem os mesmos tanto na Europa como nos EUA, nós nao produziriamos com todas as terras agricolas disponiveis na Europa, o cereal suficiente para sermos auto-suficientes.
    Estas a falar com um individuo que é trader de cereais à 18 anos. Nao sou agricultor. Fiz foi uma parceria com um agricultor.
    Se tivesse mais tempo, mas não posso, já estou cansado para estar com mais explicações.
    Chega por hoje.
    Abraço

  31. Amigo Francisco,

    Sem subsídios ninguém produzia nada porque os concorrentes também são muito subsidiados, na Europa, nos EUA, ou no Brasil, directa ou indirectamente. http://farm.ewg.org/

    E se ninguém produzisse nada a inflação disparava.
    Não defendo fim de subsídios. Apenas me horroriza esta ideia simplória que os agricultores portugueses vivem à conta de subsídios e os outros é que são bons.

    “Tens a noção qual é a produtividade média por ha de trigo e milho na Europa e nos EUA?”

    Ouvi dizer que, este ano, houve campos em Portugal que chegaram a 22 ton milho/ha.

    Sabes quanto custa o transporte de cada uma das 16 milhões toneladas de milho e 21 milhões de toneladas de soja do Estado de Mato Grosso até ao porto de Paranaguá, onde embarcam para Roterdão?

    Estás a falar com quem acompanha de perto o mercado de commodities agrícolas há mais de 20 anos.

  32. Ignatz

    Estou habituado a esmerar-me no meu trabalho todos os dias. E tento fazer isso também aqui. Se quiseres que te dê umas aulas extra sobre economia agrária, pois vejo que estás muito atrasado em relação ao resto da turma aqui do blog, tudo bem.
    Agora sobre as miudas à porta do Lido. Bons tempos! Era feliz e nao sabia!

  33. Lucas

    Tu acompanhas, eu trabalho!

    O que interessa é saber qual foi a produtividade média neste negócio.

    O preço de transporte entre Mato Grosso e Paranagua nao é importante. O que é importante é o diferencial de preço de transporte entre os Estados americanos produtores de soja/milho e o porto de New Orleans e entre Mato Grosso e Paranagua. Ou seja, é mais caro $15 entre Mato Grosso e Paranagua. Isto é, o que é importante é a vantagem ou desvantagem competitiva.
    A vantagem dos americanos é que utilizam a cabotagem para transportar a matéria-prima para o porto de New Orleans. Os brasileiros é por camiao, ficando por isso mais caro.

    O que te posso ajudar mais?

    Abraço

  34. “O preço de transporte entre Mato Grosso e Paranagua nao é importante”

    Uma coisa é ficar mais caro, outra coisa é custar tanto o transporte da fazenda ao porto (falta transportar ao outro continente e levar do porto à fábrica e da fábrica à exploração) como o preço a que é pago ao produtor no mercado nacional (sim, este ano esse transporte custará entre 100 e 135 euros por tonelada).

    Mas acho que já nos perdemos, Franscisco. O que interessa é que sempre que apanharmos aqui alguém a gozar com um político sensível a temas agrários, seja de que partido fôr, sacamos o pau de marmeleiro.

  35. Lucas Galuxo

    O preço do transporte é mais caro, mas ha outros factores de produçaõ que no Brasil sao mais baratos que nos outros paises produtores de soja e milho. Como por exemplo, a água, a energia, o preço da terrena, dos fertilizantes, das sementes, da mao-de-obra.
    Se vires o milho e a soja produzido no Mato Grosso podem ter o custo de transporte mais caro do que nos EUA $15 por tonelada, mas depois os custo da terra, da mao-de-obra e de outros factores de produção sao mais baratos no Brasil do que nos EUA.
    Tens a certeza que esse custo do transporte é em euros? Estou achar muito caro, mas vou confirmar hoje.

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