O presidente do Automóvel Clube

Falemos de automóveis. O presidente do ACP gosta de automóveis, o que é normal e, para a profissão que exerce, indispensável. O problema é que gosta tanto que considera inadmissível não os ver aos milhares a circular na cidade. Ora essa visão da cidade não só é totalmente contrária ao bem-estar dos seus habitantes, como também contraria todas as práticas actualmente seguidas nas grandes capitais e cidades europeias.

Já não é a primeira vez que Carlos Barbosa critica medidas da Câmara Municipal de Lisboa que vão no sentido de reduzir o trânsito automóvel na cidade, sobretudo em certas zonas.
Ontem, a propósito do plano de transformação da Av. 24 de Julho numa alameda arborizada, o que implica a redução do número de faixas de rodagem, declarou, segundo o Público, que
o presidente do município, António Costa, só faz “asneira” no que toca à mobilidade
na cidade e, como tal, devia sair da autarquia. E que:
A cidade de Lisboa é liderada por um presidente e por um vice-presidente que têm uma obsessão, que nunca vão conseguir na vida, que é pôr todos os portugueses a andar de bicicleta. Tudo o que puderem destruir em mobilidade em Lisboa vão fazê-lo”.

Repare-se que, para Carlos Barbosa, mobilidade, nas cidades, significa utilização do automóvel.

O que eu verifico hoje em dia, em cada cidade europeia onde vou, é, quase sem excepção, a aplicação de uma política urbana que privilegia 1) o alargamento considerável e generalizado dos passeios, 2) a redução consequente das faixas de rodagem, 3) a implantação de lombas nas ruas onde não circulam autocarros para obrigar os automóveis a reduzir a velocidade, 4) o incentivo ao uso dos transportes públicos e 5) a criação de ciclovias quase por todo o lado, a par da disponibilização de bicicletas para aluguer em locais próprios (é só ver o que se passa em Londres, Paris, Bruxelas, para já não falar nas cidades holandesas).

A conclusão a que chegaram os autarcas das grandes cidades é que o excesso de automóveis a circular diminui a qualidade de vida dos habitantes, dificulta, isso sim, a mobilidade geral e desertifica os centros das cidades. Não quer isto dizer que toda a gente tenha de andar de bicicleta. Eu ando e, sempre que o tempo o permite, é nela que me desloco para o trabalho. Membros da minha família deslocam-se em Lisboa de bicicleta e estão contentíssimos com as novas ciclovias, algumas delas permitindo até descobrir uma cidade desconhecida. Acresce que, em comparação com outras cidades, Lisboa tem excelentes transportes públicos.
Portanto, seja bem-vinda a nova avenida 24 de Julho.

A propósito desta avenida: não acham, os lisboetas que nos lêem, que a linha de comboio que parte do cais do Sodré para Cascais é um dos principais factores de “divórcio” daquela zona da cidade com o rio? Para mim, é. Sei que implica muitos milhões, mas o ideal seria construir uma linha subterrânea, pelo menos no troço em Lisboa, e tirar de vez aquele comboio da superfície. Esta medida, estou certa, mereceria a aprovação até do sempre mal-disposto presidente do Automóvel Clube.

24 thoughts on “O presidente do Automóvel Clube”

  1. Com essa mentalidade, as bestas motorizadas como o Barbosa correm o risco de morrer de enfarte ou AVC, o que é sempre uma pena. Claro que esse bimbo compensa com o ténis, o squash e o Ginásio Club, para onde se desloca no seu Audi 6, 2.7 TDI, porque o BMW X3 SUV é mais para a Barbosa ir ao cabeleireiro e o Nissan Qashqai 2.0 141 HK Sport para o Barbosinha ir às aulas e à discoteca. Agora o gajo é capaz de ter razão quanto à 24 de Julho, enquanto não se fizer esse tal troço subterrâneo do comboio. Isso sim, libertaria uma larga faixa ribeirinha para os lisboetas andarem de bicicleta, trotinete ou a pé coxinho. Mas como, se não há esses milhões nem vai haver tão cedo? É conveniente não esquecer o grande número de pessoas que tem mesmo de se deslocar de automóvel ou autocarro, perdendo milhões de horas por ano em bichas que consomem montanhas de gasolina e empestam o ambiente, o mesmo ar em que têm que pedalar os ciclistas.

  2. O Sr. Barbosa, já muita gente sabe o que ele é e o que representa,ou melhor , quem representa.
    Atenção , não estou a falar do ACP do qual sou sócio e onde tambem não consegui descortinar nada de positivo feito por esse senhor.
    Este “diálogo” com a Aqutarquia já é velho e demonstrativo de como se trata de assuntos só olhando para o próprio umbigo.
    Esse senhor não vê uns centímetros mais além , se puder cuspir no próprio prato onde foi servido não pensa sequer.
    Temos visto alguns autarcas e projectistas a passarem do oito para o oitenta, com eliminação flagrante e radical da largura de faixas de rodagem com prejuizo manifesto de fluidez e consequentemente do aumento de problemas.
    Tambem vemos em muitos locais passeios monstros , desperdiçados e que com a consequente possível utilização ordenada de estacionamentos resolveriam muitos problemas em vez do estacionamento selvagem.
    Aqui chegamos a uma conclusão,as “bocas desbragadas” o “roer de canelas” não leva a nada nem a ninguem aproveita, mas os lesados somos sempre nós , porque de quem é obrigação não pensa em todos os parceiros que fazem a cidade.

  3. Concordo com o que diz sobre esse senhor.

    Já em relação à linha do comboio, centenária, não tem nada que ver com o divórcio da cidade com o rio, até porque não está na margem do rio (a excepção poderá ser Cruz Quebrada e Caxias…).

    E não pense em subterrâneos, não somos toupeiras, Penélope.

    Assim até é uma maneira dos passageiros se distrairem com o Tejo…

  4. A cidade não está feita para os peões. Tentem pôr, por exemplo, uma pessoa idosa a atravessar a Av. da Liberdade. É uma corrida impossível.

    Façam as cidades dos cidadãos.

  5. Evaristo, há uma coisa chamada Metro, que é um comboio subterrâneo que há nas cidades, mas não é para toupeiras. E o túnel mais que centenário da linha de Sintra que vai dar à estação do Rossio, ainda há pouco restaurado? Também não andam lá toupeiras. Em Lisboa, a linha de Cascais pode não estar em cima da margem do rio, mas ocupa uma faixa da zona ribeirinha da cidade e corta o acesso ao rio.

  6. Evaristo: Consta que esta linha de comboio originariamente começava em Pedrouços…

    Já viu as voltas que tem de dar para aceder às esplanadas marginais?

    Passar cinco minutos debaixo da terra não é trágico e sobretudo se for em benefício de uma imensidão de pessoas.

  7. Corta acesso como, “belenense”, não há uma estrada marginal interior até quase Algés?Não existem várias passagens subterrãneas, por baixo da linha, que nos levam até à margem do rio? Não sei o que é preciso mais…

    É mais barreira para os tais carros, que querem ser donos da cidade, que para as pessoas…

    Só queria dizer que o Tejo não deve ser escondido das pessoas, que a viagem do Cais Sodré até Cascais deve ser agradável, com Tejo e não debaixo de terra.

  8. Penélope, a viagem até Cascais dura mais de meia-hora…

    Andar faz bem (a pé), assim como dar voltas. Ó a senhora é daquelas pessoas que querem levar o carro para dentro das esplanadas?

    Não sei de que imensidão de pessoas fala.

    Fale sim com as centenas de milhares de pessoas que vivem na Linha (onde já vivi) e pergunte-lhes se querem um comboio subterrâneo.

  9. Evaristo: Mas quem é que falou em enterrar a linha toda? Isso, estou de acordo, tiraria o encanto daquela linha. Além de que, a partir de uma certa altura, depois de Lisboa, a linha não causa grande embaraço e nem sequer segue sempre ao longo da marginal.
    O problema é que, em Lisboa, além da av. 24 de Julho e seguintes, já de si altamente “transitadas”, existe a linha de comboio a atravessar, sem dúvida um grande desincentivo a abandonar o casario e vir até cá abaixo para actividades ribeirinhas…

  10. Você está a radicalizar-se, Penélope. Todavia, se neste campo da estética citadina quizer ter algum sucesso opiniativo, aconselho-a a entrar em contacto com arquitectos de Moscovo, neste momento com planos para transformarem (Aljazeera, hoje) essa cidade numa mega capital. E, depois, túneis não custam o mesmo preço em todo o lado, depende dos solos. Da Rocha (a pedra) ao Barro vai uma grande diferença. Compare o custo dos metropolitanos de Londres e Paris se quizer ter uma ideia dessa diferença. Temos ainda o estado do euro e a fundura do saco do erário.

    Depois não diga que aqui não se aprende nada mesmo sem diminuir as faixas de rodagem ou dar mais liberdade às bicicletas.

  11. oh metanologo! agora dás aulas toinologia esburacante. não tarda és contratado pra resolver o buraco do terreiro do paço.

  12. Se não houver fluidez de tráfico, a poluição automóvel na cidade pode aumentar 50%. Gostava de ver os ciclistas a pedalar nessas condições.

    Expulsar o automóvel das cidades é uma ideia estéril e insensata de mentes apocalípticas, como aqueles londrinos no princípio do sec XX que previam que a sua cidade ia ficar atolada em merda de cavalo.

    Evaristo, a estrada marginal em duplicado (Av. de Brasília) seria desnecessária se não houvesse uma linha de comboio no meio. Enterrando o comboio até Algés, libertava-se essa faixa para alargar a Avenida da Índia e no espaço da actual Av de Brasília alargavam-se os jardins e zonas de recreio, deixando de haver obstáculo (aos carros, às bicicletas e às pessoas) no acesso ao rio.

    Votem em mim, que tenho as soluções.

  13. Belenense: A ideia não será expulsar os automóveis da cidade, mas reduzir o seu número e incentivar o uso dos transportes colectivos, que, como sabemos, até são bons e abundantes em Lisboa (conheço mal o Porto, mas sei que o Metro é excelente).

  14. A verdade é que o estuário do Tejo, dos mais amplos da Europa, não tem um projecto integrado, pensado para as duas margens. Estações de carga e descarga de contentores instaladas de acordo com os interesses dos seus proprietários, estruturas ao abandono ( Lisnave, na margem sul e antigos Armazens, nas duas margens ) corte do acesso ao rio pela linha de comboio (concordo com a Penélope, túnel em distância a determinar ) pequenas marinas para clubes de vela, não para iates propriedade de quem tem, em regra, muito dinheiro, promoção turistica do estuário do rio ( não se lembram de Olissipo e da hipótese de aproveitamento da relação de Ulisses com a cidade, mesmo que não fgundamentada..) fim do gabinete para estudo da frente ribeirinha, sem alternativa (mesmo não sabendo se chegaram a fazer alguma coisa de útil, etc, etc.
    Por exemplo, há quantos anos se ouve falar da possibilidade de construção de uma passagem aérea ligando a zona do Museu de Arte Antiga à Rocha do Conde de Óbidos, sem que surja a concretização da ideia..? And so on..and so on..

  15. Muito bom! Não tenho nada contra o senhor Barbosa, simplesmente não tem razão absolutamente nenhuma nesta questão. E quanto mais insistir em defender a sua dama muito para além de qualquer bom-senso ou razoabilidade, mais se prejudica.

    É evidente que toda a zona ribeirinha e toda a cidade de Lisboa ganham muitíssimo com uma frente de rio arborizada e tão pedonal quanto possível.
    E mesmo a questão do comboio é pacífica, quer passe por baixo (ideal, mas caro) quer se construam várias alternativas de os peões atravessarem a linha (por cima ou por baixo) é evidente que todos ganham.

  16. anohnimoh,

    O senhor micróbio anda muito enganado, a minha técnica é, de facto, esburacunt, logo não serves. Mas tenho boas notícias pra ti, protosoário: as coisas não andam boas para os rebeldes da Líbia. É muito possível que consigas indemnização pelos danos que sofreste naquela descida de paraquedas no deserto no meio de tantos animais. Já podes informar o Rego que esperas saldar muito em breve a totalidade das despesas com o internamento.

    E escreve mais linhas, What the fuck is wrong with your brains, minhoca?

    E larga o oh…

  17. Esta ideia de não trazer mais carros para a cidade é muito bonita na teoria, mas quando vemos uma cidade cada vez com menos gente a viver no centro e a deslocar-se para os subúrbios e até para mais longe (Mafra foi dos concelhos do país que mais cresceu em termos de população nos últimos anos), sem uma rede de transportes eficiente, é um pouco complicada de se aplicar. A maior parte das pessoas que entram em Lisboa vêm desses arredores e muitas não têm outra opção que não seja deslocar-se de automóvel, pois ou não existem alternativas ou as que existem demoram o dobro do tempo e pouco compensam em termos de economia de custos. E aí noto uma grande diferença em relação a outras cidades europeias (Estocolmo, só para dar um exemplo, tem um comboio moderno e ultra rápido que liga o aeroporto e os subúrbios ao centro). Penélope, quanto a Lisboa, a cidade, até pode ter uma boa rede de transportes, mas também aí está um pouco longe de outras capitais europeias onde se promove a tal mobilidade de que fala. Basta lembrar que a rede do metro (cuja expansão ficou agora em banho-maria) não chega a muitas zonas importantes da cidade. Lisboa é das poucas capitais com um aeroporto no centro, mas ainda assim o metro só daqui a uns tempos é que chegará lá! Apesar de andar todos os dias de transportes públicos, não sou muito adepto de que os automóveis sejam retirados dos centros das cidades (com excepção dos centros históricos para conservação do património), ainda para mais quando o serviço prestado pelas empresas de transportes está longe da perfeição. As pessoas têm que se deslocar, não há nada a fazer, tudo isso faz parte da dinâmica intensa da vida urbana. Quem quer respirar ar mais puro e evitar trânsito e barulho, que vá viver para cidades pequenas ou para o campo.

    O Sr. Carlos Barbosa, pessoa com quem não simpatizo particularmente, acaba por ter alguma razão na denúncia desta nova obsessão com as bicicletas, embora neste caso em concreto da 24 de Julho não me pareça estar previsto uma ciclovia. A criação de ciclovias que tanto ocupam faixas de rodagem como zonas pedonais, como se pode ver em muitas zonas da cidade, não são uma boa política de mobilidade. Quem quiser andar todos os dias e se sinta bem, força nisso, mas não é o meu caso. Para mim é desconfortável e quase impossível de usar nas minhas deslocações diárias para o trabalho e sei que isso se passa com a maioria das pessoas, até porque Lisboa nem é das melhores cidades para tal, por força da sua geografia. Ou seja, aposta-se cada vez mais num meio que será sempre para uma minoria de utilizadores. Esta moda das bicicletas não pode descurar tudo o resto, até o próprio bem-estar dos peões. Parece um absurdo? Nas cidades cheias de bicicletas como Amesterdão ou Viena, chega a ser um martírio andar a pé, pois arriscamo-nos a levar com uma bicicleta em cima, uma vez que são silenciosas e a atitude de alguns cicilistas é curiosamente semelhante àquela que os automobilistas têm com os ciclistas (e de que estes se queixam). Não fui atropelado várias vezes por sorte. Mas admito que talvez seja uma questão de habituação… Amesterdão foi talvez a cidade em que vi menos carros no centro, mas em Copenhaga e Estocolmo, por exemplo, vi muitos carros a circular e não são cidades menos agradáveis ou menos pensadas para as pessoas por isso.

    Quanto ao túnel para o comboio para Cascais, não há dinheiro para obras dessas. Aposte-se em formas mais fáceis de os peões atravessarem a linha, seja por pontes pedonais, seja por via subterrânea. Não é o comboio que impede as pessoas de irem ao Padrão dos Descobrimentos ou ao jardins de Belém, creio eu.

  18. Pensem no que se passa no Bairro Alto. A EMEL acaba de ganhar um prémio no estrangeiro – só pode ter sido no concurso «vamos contar mentiras»… A EMEL burlou as pessoas do Bairro Alto obrigando-as a trocar um documento que lhe dava alguns direitos por outro que só lhe dá o direito a circular; não a estacionar. Todos os dias diminuem os lugares disponíveis por causa das obras e dos contentores mas a Policia continua a multar mesmo em ruas onde só a má vontade da EMEL «proíbe» os moradores de estacionar.

  19. oh poeta da treta! quem tem dinheiro para citroens tamém tem para comprar garagens ou pagar estacionamento, que eu saiba a constituição não contempla direito a estacionamento grátis ou no meio da rua a chatear quem circula. se te desse na mona comprar um uss enterprise a cml tinha que fazer uma marina à tua porta?

  20. E se o “poeta da treta” te mandar fazer broche a um cavalo, evidentemente que não vais, não é isso, Micróbio oh oh oh? Eu sei, são as putas das aftas figadais… que te doem tanto.

  21. Sobra o Barbosa, subscrevo inteiramente a afirmação do António Costa de que se trata do” Presidente do Partido dos Carros e ate mora em Cascais”. Porque razão opina em Lisboa contra os carros quando em Cascais o trânsito de veiculos ´e restrito nas vias principais? Será porque em Cascais passeia e em Lisboa acelera? No que concerne ao comboio da linha deve esclarecer-se que o enterrar também pode ser feito por desnivelamento com passagens superior acessíveis a todos e sem enterrar nada. Apenas perderiam a vista na parte final, mormente de Alcantara/Santos ao Cais do Sodre. Mais barato e menos agressivo mesmo para os utentes do comboio.
    Concordo que o erro principal resulta da cidade não estar organizada para a circulação pedestre ou de bicicleta mas apenas para veiculos motorizados.
    Sou a favor das restrições de circulação de veiculos nas zonas centrais, facultando.se bicicletas de aluguer ou outros meios de transporte mormente para deficientes.
    Urgente, Urgente parece ser devolver a cidade aos seus habitantes e não aos seus automóveis como pretende o JCFrancisco. Como diz e bem Vital Moreira não existe nenhum direito legal de utilização do espaço publico para estacionamento de residentes, ou não!

  22. HG: Para quem vem de longe, os automóveis podem ser deixados à entrada das cidades. Nem sempre é indispensável levar o carro para dentro da cidade, como todos sabemos. A maioria das pessoas fá-lo porque sim e porque pode. E porque, por enquanto, ainda consegue estacionar. Se a circulação for, um pouco que seja, dificultada para os automóveis, começamos a pensar duas vezes.
    Quanto às ciclovias, Lisboa era uma cidade onde tal coisa não existia. E fazia falta! Penso que não se pretende invadir a cidade com pistas para bicicletas, até porque nas zonas das colinas o ciclismo é quase impraticável. Acontece que grande parte da cidade é propícia e o clima convida, muito mais do que em qualquer cidade europeia já mencionada.
    Os transportes colectivos, na minha opinião, deviam ser promovidos, constantemente modernizados e “ecologizados” na medida do possível.

    Sousa Mendes: Sim, qualquer solução que reduza o obstáculo “comboio” naquela zona inicial, desde que esteticamente aceitável, é bem-vinda.

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