6 thoughts on “Miami Vice”

  1. Para ires pensando como Deus chega no teu coração:

    Por um tempo eu vi toda a alegria que podia o mundo.
    Era um Deus menino a falar baixinho de um amor profundo.
    E nesse momento, de contentamento do meu coração,
    Me senti tão perto, de Meu Deus presente, e elevei as mãos.

    Eis aí o meu Servo, a quem eu amparo por todo caminho,
    Sobre Eele eu faço repousar o meu braço, todo meu carinho.

    E naquele tempo era tão comum tantos reis na terra,
    A obediência de um homem prá o outroi até matar na guerra,
    Fois assim que Deus, ao julgar violada toda sua lei,
    Não mandou profetas, todos ofentidos, Ele mesmo veio.

    E chegou tão simples, numa manjedoura, num leito de feno,
    E era o mais bonito, todos O olhavam como a um Deus Supremo.

    E quando eu me lembro que Aquele Menino foi tão diferente,
    Me angustia a alma em saber que os homens foram tão ausentes,
    Quizera que o mundo, só por um segundo, O visse de novo,
    E deuxasse Ele, como sempre quis, conduzir seu povo.

    Eis aí o Meu Servo…..

    Naeno

  2. Isto é o que normalmente acontece quando alguém tem que gastar dinheiro de terceiros, em terceiros (para citar um dos maiores economistas do século XX, que faleceu ontem – Milton Friedman). O tão amado, pelos subscritores deste blog, papel “redistributivo” do governo, normalmente resulta nisto.

  3. Exmo. Sr. MigPt,

    citando não já o Milton mas eu próprio: eu cá de redistribuição só percebo a da empresa de que sou sócio e dos colaboradores a quem pago salários. Não espero nada do governo.

  4. Este blog é curioso. Está infestado de “empresários”. O Luís quando reage às minhas provocações vem sempre com o argumento “À e tal…mas eu sou empresário de `VÁRIAS” empresas…”. Agora também o gibel. Queres ver que o aspirina é um covil de burgueses responsáveis pela exploração do homem pelo homem, como se fartava de dizer o guru Marx (vénia). Agora a sério, ainda bem que o gibel não espera nada do governo. Assim deveriam ser todos os empresários e investidores. Mas ao contrário eu espero algo de um governo, que ele deixe em paz a economia, libertando-a dos espartilho que a sufoca e impede o seu crescimento.

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