Floribella estraga-se

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Quando me apercebi de que «Floribella» era uma série de sucesso, o linguista em mim entrou em êxtase. Portugal inteiro poderia transformar-se num grande laboratório linguístico. Muito concretamente, podia dar-se o caso de a pronúncia nortenha de Flor levar a desacelerar processos activos na nossa fala. Quem sabe se, mesmo, inverter um ou outro.

Luciana Abreu dizia «primêiro», não «primâiro». Dizia «dôu», não «dô». Isso era um novidade em ficção televisiva nacional, decerto em personagem de relevo. Os dois ditongos «êi» e «ôu» vêm da Alta Idade Média, tendo-se formado no Noroeste peninsular acima do Douro (do «Dôuro», claro). Para sermos mais exactos: são invenções galegas puro-sangue. Foram, mais tarde, levados assim para o Brasil, onde se mantêm.

Em Portugal, os dois ditongos sofreram, em séculos recentes, transformações no Sul. Assim, «ôu» deixou de ser ditongo para passar a simples vogal, «ô». (Uma interessante hipercorrecção a Sul – as hipercorrecções são sempre reveladoras – é grafar-se «poude» para reproduzir a pronúncia «pôde»). O ditongo é ainda hoje audível acima do Mondego, mas isso cada vez menos, e aceleradamente.

O caso de «êi» foi diferente. Poderia ter-se vocalizado em «ê» (e, na realidade, nós, os alentejanos, fizemo-lo), mas o eixo Coimbra-Lisboa resolveu a coisa diferentemente, modificando o ditongo para «âi». E o processo continua, aproximando-se da pronúncia «ái». Por vezes, numa série portuguesa, não percebemos se a personagem diz «Sei», ou «Sai!». E em alguns locutores é difícil saber se os trabalhadores apresentaram «queixas», ou «caixas».

Ora, que aconteceu a Floribella, a linda mocinha de Gaia? O «êi» mantém-se-lhe. Veremos por quanto tempo ainda. (Tempo, decerto, haverá, já que os autores do script vêem jeito de, a cada episódio, evitarem cinco vezes, in extremis, o final da série. Isso diverte imenso a pequenada, que adora quiproquós, e que lhe contem, cem vezes que seja, as mesmas histórias). Mas o «ôu» de Luciana, ao fim de uns meses de ambiente meridional, já se perdeu na maioria dos casos.

É isso. Do empolgante laboratório nacional, resta o deprimente condicionamento de Luciana Abreu. A norma de Lisboa soma vitórias, e uma delas está em ecrã todas as noites.

Restam-nos os miminhos. Esses, vá lá, parecem garantidos.

102 thoughts on “Floribella estraga-se”

  1. Olá!!!

    Não sei qual é o problema da pronuncia nortenha… Os lisboetas tbm têm a pronuncia deles e ng os censura… pk???

  2. Como já referi noutro lado acho que a Floribella devia beijar o Sapo (da publicidade), transformava-se em Princesa Sapa e iam viver os dois, qual Schrek, para um pântano longínquo poupando-nos a mais novelas e anúncios estúpidos.

  3. Ana,

    Você leu o que eu escrevi, ou costuma fazer-se de sonsa? Onde é que se fala, no «post», do «problema» da pronúncia nortenha? Safa!

  4. Parabéns pelo texto que devia emoldurar uma crónica qualquer que se lesse em papel, para substituir as inanidades habituais dos croniqueiros do costume.
    Este parágrafo é longo, mas o texto merece o elogio.

  5. A pronúncia do norte é de facto um problema; basta ouvir o Presidente do Gil Vicente a falar para perceber o que eu digo. Eu acho que o Pinto da Costa e o Alberto João deviam fazer uma aliança e deixarem-nos em paz.

  6. Porque é que têm de pôr o futebol em tudo?! E a política?!
    Em relação à Floribella já no “nosso tempo” apanhávamos (recordem todos os contos Diney, Grimm, etc) com as histórias das menininhas, coitadinhas, sem mãe, pobres, as ricas e bonitas são más, as madrastas não prestam e era tudo muito triste e deprimente.

  7. Fernando,

    Se não fosses tu o autor deste belíssimo e instrutivo post, diria “Alta Idade Média, ã, no fuck!”. Assim resigno-me e fico à espera de mais.

    TT

  8. Realmente, não devem ter mais nada do que fazer do que tentar ridicularizar outros quando deviam olhar para os próprios umbigos.

  9. Anónimo,

    Só umas perguntinhas: Quem são os outros? Quem são os uns? De quem são os umbigos?

    Caramba. Você consegue baralhar o resto da humanidade, e ainda esconder-se a si próprio. É de artista.

  10. Nandinho

    Eu sou uma senhora e não gosto de me meter nestas coisas de gentinha, mas enfim, cada um é para o que nasce e uma mulher como eu tem obrigações. Tenho muita pena do Fernando Venâncio . É muito parecido com o Artur Gonçalves, tem uma linguagem da Musgueira, ainda parece que vai com a mãe vender fruta. Ó rico, faça uma plástica, compre roupinhas de marca, mas deixe essa linguagem de esquerda carroceira que é tão pobrezinha. E o pior querido, não é ser pobre, é ser pobre e parecê-lo…

  11. Fernando,
    Concordo consigo, e parabéns pelos textos. Pensei que era a única baralhada pois também não percebo quem diz o quê a quem.

  12. 14 – O senhor Fernando Venâncio quer dar a impressão de estar sempre a tomar conhecimento de alguma coisa. É a estranha preocupação de simular omnisciência. Recusa-se a aceitar que está atolado na ignorância e de cada vez que escreve algo, ficamos com uma sensaçãozinha de ladroagem. É assim um excelente indigente de serviço. O único termo que o define é em inglês: “blag”!

  13. Para quem chegou só agora:

    Estes cómicos textos da «Fernanda Venância» (ele há coincidências esmagadoras) e do «Juilio Miguel» já apareceram, aqui no blogue, dezenas de vezes, e aplicados a gente ainda mais atilada do que eu.

    De vez em quando, o pessoal não os apaga. São documentos. Mas conhecemos bem os autores. A estultícia deixa sempre pegadas. Nada subtis, por acaso. O que ainda é desprezo.

  14. Fernando,

    Gostei imenso do teu texto, lúcido como sempre. Como galego sei bem o que significa a imposiçom dum padrom linguístico sobre uma determidada populaçom ou território. Os que vivemos em comunidades bilingues sabemos bem disso, por isso nom percebo a reacçom que apresentam muitos dos comentários que me precedem, tentando justificar e mesmo apoiando esse tipo de dominaçons. Acaso o padrom do Norte de Portugal nom é tam válido e legítimo (e se calhar até mais dum ponto de vista histórico) que o de Coimbra ou Lisboa?

    Saudaçons desde a Galiza,
    Luís

  15. E depois há o Fiúza, o presidente do Gil Vicente. A verdade é que fico absolutamente siderado com a sonoridade do senhor.

  16. Luís,

    Portugal está a uniformizar-se a um ritmo – historicamente – alucinante. Mas tão pela calada que nem damos por isso. Para mais, os portadores de diferenças acham (em grande número, mas o suficiente…) que assim é que é bom.

    Muito a propósito: fica bem a tua grafia em Norma Agal aqui. Abraço.

    «Afixe»,

    O trágico é isto: que a insuficiência verbal do senhor Fiúza venha reforçar a associação da pronúncia nortenha à inferioridade mental.

    Oh sorte!, diziam (dirão ainda?) na minha adolescência bracarense.

  17. Olhem, a pronuncia do Norte está bem viva entre nós. Repara, como dizem os mouros(eu sou do Benfica) vós dizeis «oiro» e nós «ouro», vós dizeis «toiro» e nós «touro», vós dizeis «cú» e nós «bujão»,vós dizeis «férias» nós «trabalho», vós dizeis «capital» e nós «estrageiro…»e à muito mais , fica por aqui OK deixem-se de merdas.

  18. “à muito mais”

    Muito bom, muito bom…afinal nao e so o sr Fiuza que reforça a associação da pronúncia nortenha à inferioridade mental…sao talvez 90% dos nortenhos.

  19. “O pensamento comunista assemelha-se a um cemitério: duas datas e meia dúzia de palavras definitivas” – Dra. Kity in “Campa Rasa”, Revista “Espírito”, nº32, 2006.

  20. “Pensamento comunista”. Tem isso algo a ver com a temática que se está tratando aqui?

    [devido a avaria técnica, vai a resposta aqui]

    Luís,

    «Brigada Bigornas» – ou com acentos, para fugir à exclusão automática – é um vírus. Tem forma (supostamente) humana, já que sabe bater em teclas. Podes ler. Mas não perdes nada se passares à frente. Em princípio apago. Mas, como te lhe referiste, terá de ficar…

    fv

  21. Luís (Galiza)?

    Galiza é da parte do pai, que é um caniche!

    [idem]

    Zé Luís,

    O seu é um dos típicos comentários imensamente grunhos que eu apago sem remissão. Mas este fica aqui, como monumento à estupidez humana.

    fv

  22. Fernando

    Eu já sou crescidinho e sei defender-me. Mas pior que ser vírus é ser Censor. Não sabia que aqui “Liberdade” é uma palavra vã!

    Passa bem!

  23. Luís (Galiza),

    Nós não somos censores. Como alguns (e alguns poucos) blogues aqui no país, temos um poder de encaixe que só nos dá chatices. Mas «spam» é «spam», em toda a parte do mundo. E ofensas pessoais eliminamo-las, ou denunciamo-las.

    E, já agora, deixa palavras como «Liberdade» para ocasiões que o mereçam.

  24. Fernando

    Isso que eu li não é «spam»!

    «Liberdade» só tem um significado. Antes a PIDE também chamava «spam» aos jornais do PC.

    Vocês são sempre os mesmos!

    [devido a avaria técnica, vai a resposta aqui]

    Luís (Galiza),

    «Isso que eu li…», escreve você. Há que recordar-lho: você leu duas coisas. A respeito da primeira, do «Bigornas», perguntou o que fazia esse texto aí. Foi-lhe explicado que aquilo é «spam», diário, que eliminamos. Acerca da segunda, dum Zé Luís, não se esperou que você reagisse (não se sabia se poderia fazê-lo), e assinalou-se o carácter ofensivo.

    Até aqui fui calminho, senhor Luís. Mas a sua afirmação de «Vocês são sempre os mesmos!», comparando-nos com a Pide (a PIDE, escreve você, para quem duvidasse se lia bem), é – tenho de dizer-lho – uma aleivosia sem nome.

    Gostamos, muito, de galegos, aqui no Aspirina. Mas um tanto menos stressados, pode ser?

    Fernando Venâncio

  25. Pessoal já que não sabem se portar como gente crescida, ao menos dignifiquem o bom nome de Portugal (ou seja de Valença do Minho a Leiria) O RESTO É CONVERÇA.
    Passem bem

  26. Ó Fernando, aqui para nós, o que me aborrece no tenrinho, que se diz da galiza, é a forma aleivosa como tentou morder, depois de ter sido tão bem recebido.

    Tentou, mas não deu. Há que deixá-lo, pois, a ladrar sozinho.É que aquilo nem chega a ser estupidez.

  27. Fernando não ligue às bocas .Use o lápis azul sempre que necessário. É irresistível! Tanto para a Esquerda, como para o Centro ou para a Direita. O território é seu, as leis sãos as suas.

  28. Da Galiza (Corunha):
    Sr. Fernando Venâncio, agradeço imenso suas referências à Galiza, sobre tudo pelo que vejo aí consideram o norte do país. Desse país que, embora não seja reconhecido, continua em muitos aspectos aquém do Minho. Gente como você, que trabalha por ligar e não por bater, é que é precisa no ocidente ibérico.

  29. Afixe (e malta em geral):

    Nem o comentário das 05.32 PM (que nos tachava de «censores») nem o das 08.01 PM (que nos comparava à Pide) são do comentador que primeiro assinou «Luís (Galiza)». Alguém – sei-o por correspondência particular – usurpou o seu «nick». Por mim, o episódio (ou o não-episódio…) com o amigo «Luís (Galiza)», o verdadeiro, está encerrado.

    Luís (Galiza),

    Estes são os riscos do tráfico na net, e sobretudo o das caixas de comentários. É uma situação lamentável. E, no que houver a dever fazê-lo, lamento-o, também. Eu devia ter reparado que o sujeito não ortografava em Norma Agal… Mas o meu discernimento não chegou lá.

  30. Caro Levantador de Minas,

    Agradeço as suas gentis palavras. Em muito próximo «post», me referirei ao tema que, também, enceta: o das relações bloguíticas entre a Galiza e Portugal.

  31. Lamentável. O mesmo tipo de gajos que faz ultrapassagens perigosas com a loira ao lado. Até já me começava a esquecer porque raio estva farto da blogosfera depois de 2 anos no afixe. Lembrei-me a tempo.

  32. “Parabéns pelo texto que devia emoldurar uma crónica qualquer que se lesse em papel”

    O josé é sempre um pináculo de estupidez. “textos que devia emoldurar uma crónica”. Que linda frase. E faz cá um sentido…

  33. Ninguém obriga ninguém a ler os textos de FV, se não gostam, azar. Ou só invocam Liberdade para aquilo com que estão de acordo?
    Agora virem para aqui e perderem tempo a dizer mal e a escrever pior, não se compreende.

  34. Acho que a linguística é uma ciência magnífica, e estas observações sobre Floribela (e outras coisas…) têm muitíssimo interesse e cabimento.

    Os locutores da “nossa” Rádio e da “nossa” televisão ingressaram nessas posições pelos caminhos mais ínvios e questionáveis, o que resulta numa clamorosa mediocridade NAS FORMAS DE DIZER, o que é infelizmente, e não raras vezes, a antecâmara da GRANDE INCAPACIDADE DAS FORMAS DE PENSAR.

    Aquele vezo patético de meter hâââ antes de cada palavra que se diz, desporto praticado de forma calamitosa por inúmeros locutores, transforma o discurso por vezes num completo desvirtuar daquilo que (não sabem) DIZER, dado que os Hâââ’s antes de certas palavras, tornam as mesmas o antónimo desfigurado delas próprias!…

    Tudo isto deriva do desconhecimento da língua, do empobrecimento da arte de COMUNICAR COM CLAREZA e desagua no quarto escuro da incapacidade de ORGANIZAR O PENSAMENTO.

  35. Quero apenas partilhar uma experiência ilustrativa. Quando fui a uma interbista a Àbeiro, sendo eu bizinha da Floribela, depressa me alertaram para o meue sotaque nortânho (é bonhe para fazer amizades). Respondi que tambénhe tinha reparado no seus sotaques e podia até dizer donde binhom. Uma das colegas era de Coimbra, e possuia um sotaque fácilmente detectado pelos ôuvidos nortânhos. A primeira reacçom da colega de Coimbra ao ser confrontada foi: “Eu não tenho sotaque, vocês é que têm!”.

  36. Caro Adaufe,
    Não sou nem de uns nem de outros. Como dizia o amigo pessoa «a minha pátria é a língua (galego)portuguesa»
    Um abraço,

  37. Cuidado, Luís, olha que o FV não gosta que os galegos escrevam com a grafía padrão «Lisboeta-coimbrã».

    Por causa disso, ainda vamos todos perder a pronúncia e o léxico próprio. Ai, ai, este Fernando, que é bom moço, às vezes tem cada uma…

  38. Adaufe,

    Explique lá isso melhor. É que assim não se entende. Os galegos, ao não adoptarem a grafia padrão portuguesa, perderiam coisas próprias, a pronúncia, o léxico…?

    Não lhe parece um tanto contraditório? Pelo menos, bastante ilógico?

  39. Floribella fica sabendo que sou o teu melhor fãm rir fix floribela gostava que viésses dar um conserto e sessão de outografos aqui em setúbal se faz favor

  40. Floribella adorote adorote emenso xau é faz o que te pedi vem fazer uma sessão de outografos e de conserto olha sabes que to nos fazes sonhar como nos frazes sonhar eu sonhei ctg bjc loiras e castenhas …

  41. A verdade é que só em zonas centrais como Coimbra a pronuncia da nossa língua é quase correcta, não existe uma única pronuncia nortenha mas sim várias e em intensidades muito variadas, algumas muito exageradas, a maioria suave e até subtil (com orgulho) ; mais Lá para o sul, nomeadamente na capital, muitos “capitalistas” têm vários aspectos da pronuncia errada e alguns lisboetas comportam-se mesmo como se não cometessem esses erros, de maneira nenhuma… também há quem se limite a falar correctamente de norte a sul de Portugal, com mais ou menos subtilezas (todos(?) vemos TV (qual b?) ).

  42. Olá!!!
    Gostava muito de ter ido ao teu concerto em Guimarães.
    Mas, apesar de não ter ido, vejo sempre que posso a Floribella.
    Gosto muito de ti, acho-te boa pessoa.
    Espero que a novela continue com sucesso e que ainde dure mais uns tempos.
    Bejos para toda a equipa da SIC e para a Luciana !!!

  43. Olá!
    Gostava muito de ter ido ao concerto dos Floribella em Guimarães, mas não consegui ir.
    Sempre que posso vejo a Floribella.
    Gosto muito de ti Luciana, acho-te boa pessoa.
    Espero que a novela continue com sucesso e que ainde dure mais uns tempos.
    Bejos para toda a equipa da SIC e para a Luciana !!!

  44. OLA EU NAO COMPRIENDO PORQUE E QUE LISBOA E A QUE MAIS TEM ESPECTACULOS E AIDA VAI HAVER O ESPECTACULO, FLORIBELA COMO SE NAO BASTASSE E O PORTO E OUTROS SITIOS NAO COMPRIENDO MESMO MAS MESMO ASSIM JA FICO FELIZ POR VER A LUSIANA NA TV BJS PARA TODOS
    .

  45. ó fernando venancio você é uma tanga nao era melhor “bazar” deste blog se nao chamo-lhe palhaço e depois sofre as concequencias

  46. flor (luciana abreu) gosto muito de si um beijo o meu cão é de rasa caniche gosto muito dele e so tem 3 mês tchau até o proximo episodio

  47. GOSTO MESMO MUITO DA FLORIBELLA,PRI´NCIPALMENTE DA Luciana Abreu.
    gosto muito das canções da floribella,principalmente da canção porque quando eu te veijo.
    um beijo meu para a Luciana Abreu e o Diogo Amaral e os outros todos.
    Que o amor vos una este natal e é muito bem feita flor não teres as tuas fadinhas agora,porque é que tu obrigaste o frederico a casar com a delfina não ves que a delfina sempre foi uma bruxa.
    espero que tu e o frederico ainda tenham uma chance.
    o teu novo cd está super iper mega rifixe.

  48. ola luciana Abreu chamo-me Tania tenho 18 anos sou de Vila Nova de Gaia e moro em canelas adoro as tuas musicas e da Floribela es a melhor actris adorava te conhecer te o meu numero 917517078 bj:tania

  49. oii!! sinceramente este blog n tem nd de jeito.. mas n kritiko pk kem o fez de xertexa k o fez pur “amor” a noxa grande extrela!! i u ke konta é a intenxao..! bem.. pur acaso eu adoro mt a prununcia da luciana!! aCho k n tem mal nenhum.. eu xou uma grande fa da luciana ela é simplesmente liinda tem uma voz espetakular acho k ninguem tem igual.. i representa mt bem.. n vou tar a dizer td pk xe n vou enxer exte blog tdo!! .. tbm xou a fa nmr 1 da susana mendes.. ela e u meu ídolo.. e mt linda i faz um papelao.. do mlhr.. tem mt jeito!!drt mt susana!!! i luci.. bjao pa tdx..

  50. quero dizer que gosto muito da floribela e que a foto está muito fixe

    Dianaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

  51. es a maior fior do mundo e espero que tu continues com o mesmo soseso de senpre os dias ja mao sao o mesmo sen ti flor valente rebelodeandrade he he he he

  52. ola flor eu chamo-me daniela e tou a escrever para te dizer que es muito simpatica e bonita.bj da daniela

  53. ola luciana keria te conhecer pessoalmente. Espero ke um dia venhas a madeira e ke me des um autografo!bjs keridos da catarina

  54. q pena q n tenho um email mas na mesma vou dizer q a flor deve ficar cm o frederico eu te amoooooooooooooooooooooo. bjs

  55. ola murzinha quero que saibas que nao perco um episodio… es mt fofinha..ja tenho os dois cd que mandaste po shopping… adorei saber que namuravas para o micael carreira….sou tua fa n 1oooooooo…

  56. Também não percebo!Qual é o problema com a pronuncia e com a actriz, afinal ela só esta a fazer o seu trabalho, e quanto á pronuncia ela nao tem culpa

  57. ola o meu nome e francisca e adoro mas adoro mesmo a luciana abreu!!gosteva muito de a conhecer………..apezar de ter uma prima(nadia pinto) nao adianata de muito pois nunca a vi em toda a minha vida!!!ja nao posso dizer o mesmo da irma da luciana(luisa abreu) pois ja estive com ela 3 vezes e ela e muito simpatica,pois se a luciana for assim quero mesmo conhecela!!!sempre tive muitas cantoras e actrizes preferidas mas adoro a lucy ela e muito bonita parece ser ri simpetica!!ëra o meu maior sonho poder conhecela!!!gosteva que alguem me ajuda-se a realizar esse sonho mas infelizmente……………………………………um super iper mega beijo para a melhor actriz e cantora do MUNDO INTEIRO^……………….adoro-te luciana abreu……..espero um dia PODER VER-TE!!!!!BJS GRANDES LUCY

  58. Porque não utilizar apenas o brasileiro…afinal, o quinto maior país do mundo não pode ficar de fora, ainda patrocina o português…epístemes…

  59. O canal 6 da Tv Cabo, a SIC, sempre foi o predilecto por todos até à época em que foi lançada o primeiro episódio da Floribella. Os ingredien-tes pareciam ser os ideais para formar um show de sucesso e de grande adesão por parte de pequenos e graúdos. Um serão que seria passado num conto de fadas onde reinaria a harmonia e o amor, sem violência e com lições de vida que melhoraria a vida em sociedade.
    Luciana Abreu, a “Gata Borralheira”, apareceu primeira vez como Floribella a “Cinderela dos tempos modernos”, e Portugal inteiro apaixonou-se por aquela que iria tornar-se a “namoradinha de Portugal” e a preferida dos “Tinkiwinkis” como diria a Floribella.
    Floribella estreou-se como um elenco pouco famoso (Luciana Abreu, José Pimentel, Diogo Amaral, Susana Mendes, Mafalda Vilhena, Tiago Barroso, Diogo Martins, Catarina Cardoso, entre outros) e o conto de fadas virou filme de terror, em que a menina boazinha começa a mostrar as garras e a voz (os berros) que realmente tem aos Fritzenwalden. Magda (Mafalda Vilhena) e Delfina (Susana Mendes) semeiam intriga e maldade influenciando assim a nossa sociedade que já se encontra nas ruas da Amargura, por sua vez personagens como Henrique (Tiago Barroso) com baixa auto-estima se deixam pisar pelos demais levando assim os jovens a não pensarem por si próprios. Frederico (Diogo Amaral), o Príncipe Encan-tado Confundido, é um bom exemplo de indecisão e traição dos homens portugueses. Afonso (José Pimentel) mulherengo típico português atira-se a qualquer rabo de saia para ultrapassar o trauma da rejeição de Floribella, as crianças por sua vez devido à fortuna que as cerca dão tudo por tudo para serem o mais mimadas possível.
    A SIC notou uma inicial e significativa adesão à Floribella e exce-deu o cúmulo dos cúmulos, colocou-a em todo o espaço televisivo, quer seja este horário de baixas audiências ou até mesmo horário nobre. Com tanta Floribella à mistura a SIC começou a parecer uma salada russa e os portugueses que pouco gostam de saladas perderam o “apetite” e foram experimentar novos “sabores” à concorrência.

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